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O curso vai reunir presidentes, gerentes financeiros, contadores, auditores e economistas de cooperativas catarinenses interessados em modernas técnicas de análises econômico-financeiras empregadas no processo de tomada de decisão, análise de alternativas e os projetos de captações e aplicações de recursos através de métodos matemáticos de avaliação, cálculo do custo efetivo do dinheiro para a cooperativa em termos de capital de giro e investimento fixo.
As atividades serão conduzidas pelo mestre em Economia, doutor em Administração, José Eduardo Zdanowicz e reunirão cerca de 30 cooperativistas.
O conteúdo programático prevê revisão dos conceitos fundamentais de matemática; instruções para o manuseio da calculadora HP12c; matemática financeira (capital, juros, tempo e montante); juros e descontos simples; equivalência de capitais, juros e descontos compostos, análise de alternativas de investimentos, prestação de anuidades, empréstimos e financiamentos, análise da rentabilidade das operações de crédito, fluxo de caixa, leasing (arrendamento mercantil), operações bancárias e análise do mercado de capitais.
Informações podem ser obtidas no site www.ocesc.org.br ou através do telefone (48) 3224 8833.
Nicéas Gonçalves, coordenador de capacitação do Sescoop, em Sergipe, concorda com Bridi e complementa que o projeto respeita as diferenças regionais. “O Sescoop está implantando ações de profissionalização que são fundamentais para o avanço do cooperativismo no País”.
A coordenadora de capacitação do Rio de Janeiro, Bianca Develly, avaliou positivamente o encontro e as metodologias utilizadas.
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Informações podem ser obtidas no site www.ocepar.org.br, pelo fone (41) 3200-1150 ou e-mail:
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O anúncio foi feito pelo presidente da Coopercentral, Mário Lanznaster, e pelos diretores Luiz Hilton Temp (vice-presidente), Neivor Canton (administrativo e financeiro), e presidente da Ocesc ,e Marcos Zordan (agropecuária). Cada uma das novas indústrias frigoríficas de aves exigirá cerca de R$ 400 milhões em investimentos diretos, na forma de recursos próprios e financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Cada complexo avícola incluirá a indústria, os incubatórios, as granjas-matrizes e a fábrica de rações. Após iniciada, a execução de cada obra exigirá 18 meses de trabalho para a conclusão.
Lanznaster antecipou que a indústria de Canoinhas (SC) terá prioridade e determinou a imediata finalização dos projetos e encaminhamentos das licenças e autorizações para que as obras iniciem ainda este ano. A planta de Carazinho (RS) será iniciada em 2009, mas em dezembro de 2008 o terreno já será terraplenado.
Cada uma das futuras indústrias ocupará uma área de 100 hectares, abaterá 300 mil aves por dia e gerará 3.200 empregos diretos. A Coopercentral Aurora não revelou a projeção de faturamento, mas antecipou que cada unidade gerará movimento econômico da ordem de R$ 1 bilhão por ano. Convênios propostos pela Aurora, com anuência das Secretarias da Fazenda de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, permitirão que esse movimento seja apurado e distribuído entre os municípios das futuras bases produtivas, de modo a impactar positivamente os índices de retorno de ICMS de toda a microrregião e não apenas do município-sede da indústria. (Fonte: MB Comunicação).
Serão tratados temas como o futuro das cooperativas de crédito na visão do Banco Central; Gestão de crédito; Reorganização do sistema financeiro; Cenários da economia e do mercado financeiro e a Prática da economia financeira, um exemplo do Banco Palmas. Além das palestras, também serão realizadas mesas redondas e apresentação de trabalhos de pós-graduação em cooperativismo de crédito e responsabilidade social.
A VII Convenção Nacional da Unicred, será realizada nos auditórios do Hotel Ritz Lagoa da Anta em Cruz das Almas, das 8h30 às 13h30, nos dias 31/10, 01,02 e 03 de novembro. Mais informações pelo e-mail:
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O prêmio vai distribuir um total de R$ 30 mil em dinheiro para 16 profissionais que atuam internamente nas cooperativas ou prestam serviços terceirizados de marketing/comunicação. Os trabalhos devem se encaixar nas três categorias previstas: Reportagem (sobre o sistema cooperativista publicada em meio impresso ou eletrônico da cooperativa), Sugestão de Pauta e Projeto de Comunicação e Marketing.
As inscrições são gratuitas. Para participar, consulte o regulamento no site www.portaldocooperativismo.org.br. Informações: (11) 3146.6257. (Fonte: Ocesp)
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Segundo Jorge Toledo, técnico responsável pelo programa na Gerência de Apoio ao Desenvolvimento à Gestão (GADG), explica o andamento do piloto em todo o País: no Paraná os alunos estão no segundo módulo do programa; em Alagoas, a primeira turma cursa o módulo Básico enquanto que outra turma passa por seleção dos jovens nos próximos dias 5 e 6 de novembro; os jovens cooperativistas da Bahia serão selecionados nos dias 29 e 30 de outubro com início das aulas previsto para janeiro de 2008; já no Rio de Janeiro, a aula inaugural acontece no dia 10 de novembro.
"“Na reunião, definimos três pontos importantes para o Sescoop em 2008: a Campanha Nacional de Promoção Social, a realização de um grande projeto pedagógico e o direcionamento para o Programa Aprendiz”, explicou José Luiz Pantoja, gerente de Apoio ao Desenvolvimento à Gestão do Sescoop.
Segundo Pantoja, o Sescoop realizará o Programa Aprendiz em paralelo e ao mesmo tempo integrado à segunda fase do programa Cooperjovem.
O grupo volta a se reunir nesta terça-feira (23/10) para tratar da diretriz nacional de educação, promoção social e desenvolvimento cooperativista e também elaborar estratégias para o cumprimento da Lei do Aprendiz.
Participam desta reunião do GTA Gestão superintendentes das unidades estaduais do Sescoop de Tocantins, Amapá, Alagoas, Pernambuco, Rio de Janeiro, o gestor da Gerência de Apoio ao Desenvolvimento à Gestão (GADG), José Luiz Pantoja, bem como técnicos da unidade nacional do Sescoop.
"“Esta reunião terá em pauta pontos fundamentais para o trabalho do Sescoop em 2008”, avalia José Luiz Pantoja, gestor da Gerência de Apoio ao Desenvolvimento em Gestão (GADG) do Sescoop. Os assuntos a serem discutidos contemplam também a campanha de promoção social do Sescoop, a diretriz nacional de educação, promoção social e desenvolvimento cooperativista e a Lei do Aprendiz.
"Os objetivos do curso são: dar aos alunos ferramentas de gestão para desenvolver uma visão crítica e analítica, porém especializada e integrada da gestão da Controladoria e das finanças empresariais; aprofundar com metodologia sustentável os conceitos, técnicas e práticas na gestão; desenvolver a capacidade critica e analítica dos ambientes macroeconômico e financeiro com o propósito de estabelecer novas visões estratégicas dos negócios nas empresas. (Fonte: Sescoop/MS)
"A obra é o resultado da intercooperação, um dos princípios universais do cooperativismo. A PCH Flor do Sertão foi construída pela Maue S/A, uma empresa constituída por oito cooperativas (Coopercentral Aurora, de Chapecó; Cooperalfa, de Chapecó; Ceraçá, de Saudades; Cooper A-1, de Palmitos; Cooperitaipu, de Pinhalzinho; Copérdia, de Concórdia; Coopercampos, de Campos Novos e Cooperativa Auriverde, de Cunha Porá) que reúnem mais de 50 mil associados.
O empreendimento absorveu R$ 47,6 milhões em investimentos. Foram financiados R$ 31,3 milhões pelo BNDES, tendo a Caixa Econômica Federal como agente financeiro. O financiamento tem prazo de 120 meses e começa a ser amortizado em janeiro/2008. As oito cooperativas acionistas aportaram recursos próprios de ordem de R$ 16,3 milhões.
A barragem tem altura máxima de 19 metros com crista de 245 metros. O vertedouro tem 185 metros de comprimento. O reservatório formado pela barragem tem área inundada de 91 hectares, com comprimento de 10,5 quilômetros, banhando os municípios de Flor do Sertão, Descanso, São Miguel do Oeste e Romelândia. Foi constituída uma área de preservação com 169 hectares.
Este conjunto, com potência instalada de 16,5 MW, está gerando energia desde a zero hora do dia 28 de julho. Pelos próximos 20 anos, a energia será comercializada com a Eletrobrás, no âmbito do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa).
Durante a execução da obra, a Mauê S/A implantou programas de conservação ambiental através da recomposição da flora no entorno do lago, do monitoramento de animais terrestres e aquáticos e do monitoramento da qualidade da água. Preservou o patrimônio histórico através do levantamento e salvamento de sítios arqueológicos.
Promoveu a educação ambiental através de palestras, seminários, visitações e distribuição de informativos didático-pedagógicos e atuou no controle ambiental através do replantio de árvores e da avaliação da qualidade da água. (Fonte: MB Comunicação)
"Para ela, o plano de negócios para a busca de novos clientes é o que mais chamou a atenção. “Sempre buscamos parcerias com ações profissionais, nunca o assistencialismo”, ressalta a presidente. A cooperativa, que tem sede na zona oeste de São Paulo, produz objetos para decoração e utensílios diversos como bandeja, porta-copo, porta-retrato, cestarias, descanso de travessa, colares, pulseiras, entre outros. As artesãs utilizam, principalmente, materiais como filtros de café, jornais e revistas.
O Programa – No Desenvolvimento Regional Sustentável, o BB apóia atividades nas áreas rurais e urbanas (agronegócios, comércio, serviço e indústria). Inicialmente é elaborado um diagnóstico, sendo abordada a cadeia de valor das atividades produtivas, identificados pontos fortes, pontos fracos, oportunidades, ameaças e potencialidades, dentre outros aspectos.
Com base no diagnóstico, será elaborado o plano de negócios, no qual são definidos os objetivos, as metas e as ações para implementação desse plano. O banco atuará não somente como instituição de crédito, mas também como catalisador de ações, fomentando, articulando e mobilizando agentes econômicos e sociais.
Dentre as ações incentivadas, destacam-se a capacitação dos beneficiários para serem entes ativos no processo de desenvolvimento, o estímulo ao associativismo e ao cooperativismo, a introdução de novas tecnologias, a disseminação da cultura empreendedora e a promoção do acesso ao crédito. (Fonte: Ocesp)
"O presidente da Cecresp, Manoel Messias da Silva, falou de desafios e das novas exigências impostas ao sistema. “Um dos papéis do líder é dar direção e, há algum tempo, temos alertado as cooperativas sobre a ameaça da diminuição do spread que poderá determinar o fechamento de muitas”.
O seminário segue nesta quinta-feira e sexta-feira com palestras sobre Marketing de Serviços Financeiros, Planejamento Estratégico, Economia Brasileira e Cooperativismo, Responsabilidade Social das cooperativas, Organização e Desafios do movimento no Brasil, Produtos e Serviços do Bancoob e Gerenciamento de Líderes. (Fonte: Ocesp)
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O presidente da Aurora, Mário Lanznaster, informou que a parceria dará condições estruturais para a ampliação das operações para todo o país e, inclusive, as exportações. Os proprietários da Espaçofrio, Antônio Lorenzetti e Ricardo Tombinni, são velhos parceiros da Coopercentral no Paraná e parte do interior de São Paulo. Os dois empresários detêm há 14 anos o controle da Jumbo Alimentos Ltda, empresa de distribuição de produtos Aurora com sede em Cascavel e filial em Londrina.
O futuro CL – cuja obra civil iniciou em maio para ficar concluída em dezembro deste ano – situa-se no quilômetro 620 da rodovia federal BR-376, no município de São José dos Pinhais. Além da proximidade de uma das maiores regiões metropolitanas do país, o CL estará estrategicamente próximo dos portos paranaenses de Antonina (80 km) e Paranaguá (100 km) e dos portos catarinenses de São Francisco do Sul (180 km) e de Itajaí (192 km).
De acordo com os investidores, 65% da obra física foi concluída e 80% do desembolso financeiro realizado. O Centro Logístico ocupa um terreno de 100 mil metros quadrados onde está em construção um conjunto de 12.970 metros quadrados, incluindo escritórios, armazéns, câmaras frias, salas para treinamento, setor comercial, área de segurança do trabalho, enfermagem, restaurante e vestiários, repouso de motoristas, portaria e balança para 100 toneladas. Serão gerados em torno de 160 empregos diretos no novo CL.
A obra emprega a mais moderna tecnologia do setor. As câmaras frias são construídas em estruturas de concreto armado pré-fabricado, estruturas metálicas na cobertura e fechamentos laterais, empregando um sistema de isolamento com painéis térmicos. As áreas administrativas são edificadas em alvenaria.
A capacidade total de armazenagem será de aproximadamente 15.000 toneladas (o que equivale a 16.126 posições paletes), sendo 11.000 toneladas de congelados e 4.000 toneladas de resfriados. Dessa capacidade, 4.500 toneladas serão destinadas ao mercado externo e 10.500 toneladas para o mercado doméstico, informa o gerente Jaison Cardoso. O pátio de estacionamento e manobra de caminhões terá 14.000 metros quadrados de área.
Na condição de locatária das instalações, a Coopercentral Aurora destacou o engenheiro civil Wellington Du Rocher e o gerente de logística Aldemio Bonamigo para acompanhar a obra.
A Aurora mantém desde julho de 2005 uma unidade própria de vendas na grande Curitiba, funcionando no município de Colombo, onde emprega 35 pessoas. (Fonte: Ocesc)
O objetivo estabelecido para a programação é tratar não só dos conceitos de governança corporativa como também contextualiza-lo para a gestão das cooperativas brasileiras. Para mostrar a experiência norte-americana, o professor Ph.D da Universidade de Missouri, Columbia, Michael L.Cook, ministrará a palestra “A Governança e as Cooperativas – Uma Visão Internacional” , no último dia do seminário.
Clique aqui e confira a programação completa do VI Seminário Tendências do Cooperativismo Contemporâneo.
"A programação conta com o workshop “Leis de Incentivo para Projetos Culturais”, ministrado pela produtora cultural e coordenadora do Departamento de Cultura e Fomento da CCB, Marília de Lima. O objetivo é preparar e orientar seus integrantes no desenvolvimento, produção e formatação de projetos culturais, apresentando técnicas de planejamento e Leis de Incentivo à Cultura.
Em seguida, o presidente da CCB, Cassiano Rodrigues, promoverá o “Encontro de Integração”, mostrando como os cooperados e demais interessados em se associar podem utilizar a cooperativa como uma ferramenta para o desenvolvimento de suas carreiras. Além disso, o encontro fornecerá noções sobre o sistema cooperativista, com um debate sobre as ações da CCB, fortalecendo o canal de comunicação e a troca de experiências entre os artistas.
Com esses encontros, a CCB cumpre, dentre outros, o quinto princípio do cooperativismo: "Educação, Formação e Informação". "Nosso país ainda carece de educação cooperativista. Nessas integrações, também oferecemos consultoria sobre procedimentos do sistema cooperativista e o funcionamento de uma cooperativa", esclarece Iradélia Reis, do Departamento de Integração da CCB. O Dia de Ação Cultural é gratuito e aberto a toda a comunidade dos municípios e regiões.
Reconhecimento profissional – Diante do alto índice de desemprego no país, o sistema de cooperativas se apresenta hoje como uma alternativa para a geração de renda. Se pensarmos na área cultural, essa afirmação ganha força, visto que muitos artistas ainda carecem de reconhecimento profissional. E é nesse âmbito que a Cooperativa Cultural Brasileira atua desde 2004, hoje com mais de quatro mil cooperados espalhados pelo Brasil. São artistas e prestadores de serviço das áreas de música, teatro, artes plásticas, dança, literatura, etc. (Fonte: Ocesp)
Segundo Celso Furtado, gerente de Marketing da Coop, o projeto consiste em tornar o ambiente interno das unidades de distribuição mais agradável e com melhor identificação dos setores. “Já existia um bom layout e comunicação visual, porém não apresentavam uma conexão entre si. Por isso, a Coop contratou a empresa DesignNovarejo,de São Paulo”.
Com o novo projeto, o layout das lojas está mais simétrico, com cada ambiente de seção bem coordenado, no sentido de levar o cooperado para onde ele quer ir, rapidamente. “Criamos pontos que facilitam a circulação nas lojas e as gôndolas e todos os móveis foram repensados visando proporcionar a caracterização de cada setor, como hortifrútis, padaria, mercearia, entre outros. Os equipamentos também foram agrupados com uma mesma cor da seção para dar unidade ao ambiente de compra”, explica Marcos Morrone, diretor da DesingNovarejo.
Quanto às cores, elas foram escolhidas como um elemento de identificação e integração de cada seção. A cor na comunicação visual não precisa necessariamente ter uma relação direta com o setor. Por exemplo, as placas e sinalizações da seção de hortifrútis não precisam ser da cor verde para combinar com as verduras. Elas precisam agregar valor ao ambiente e deixá-lo atrativo. “Para as unidades de distribuição da Coop, escolhemos cores secundárias, ou seja, tons que compõem o ambiente com harmonia e também grafismos leves, que integram a comunicação”, completa Morrone. As demais unidades de distribuição deverão receber o novo padrão visual de comunicação no decorrer de 2008. (Fonte: Ocesp)
"Os jovens, com idade entre 16 e 24 anos, são da Cooperativa Pindorama, fundada em 1956 e localizada na região sul de Alagoas, entre os municípios de Feliz Deserto, Penedo e Coruripe. “Trata-se da maior cooperativa agroindustrial do Nordeste, que gera, hoje, cerca de 1.800 empregos no campo e 300 na indústria”, explicou Pantoja. A Pindorama é uma cooperativa comandada por pequenos produtores, onde todos os cooperados, além de fornecedores de matéria-prima, são donos do negócio e participam dos resultados.
Amplitude - Neste momento o programa, ainda em fase piloto, acontece nos estados do Paraná, Alagoas e Bahia, sempre com o apoio das unidades estaduais do Sescoop. No caso do estado baiano, o Jovens Lideranças deve ser implantado nos próximos dias, a partir de aula inaugural que tradicionalmente marca o início das atividades.
Desenvolver habilidades e competências que levem os jovens a se organizar por meio do cooperativismo; despertar o interesse pelo cooperativismo; e capacitar os jovens para gerir o negócio cooperativo de forma competitiva, exercendo seu papel de liderança são os objetivos do Programa para os jovens participantes. Para as cooperativas, o Jovens Lideranças fomenta estratégias de gestão; torna viáveis alternativas de sucessão; e garante a continuidade e o fortalecimento do cooperativismo.
As cooperativas têm papel fundamental no Programa de Formação de Jovens Lideranças Cooperativistas. É de sua responsabilidade identificar e indicar os jovens para participarem do processo de seleção, bem como acompanhá-los e proporcionar condições para o melhor aproveitamento ao longo do curso.
"Para se chegar aos dados numéricos consolidados, a equipe técnica do Sistema Ocemg-Sescoop/MG, utilizou como parâmetros para os rankings os seguintes critérios: número de associados, número de empregados, receitas totais, ativos totais, patrimônio líquido, capital social, riqueza média gerada por associado, sobra média por associado ativo, salário médio por empregado e valor médio de operação de crédito por associado. Os indicadores de desempenho abordaram resultados com relação ao quadro social, quadro funcional, desempenho financeiro e contribuições para a sociedade.
Os dados foram compilados por ramos: agropecuário, consumo, habitacional, saúde, produção, crédito, infra-estrutura, trabalho, transporte, educacional, mineral e turismo e lazer. A equipe técnica atuou sob a coordenação do economista Carlos Eduardo Ávila, do Sistema Ocemg-Sescoop/MG.
Dados econômicos - Ao registrar as principais informações econômicas do setor, o Anuário demonstra que, apesar de todo o estímulo à competição individual do mercado atual, ainda há a valorização da ajuda mútua e a opção por um sistema produtivo justo.
“Em 2006, a movimentação econômica do setor foi de R$13,3 bilhões o que representa 6,5% do PIB estadual. Os salários dos trabalhadores cooperativistas, cerca de 27 mil pessoas, atingiram o total de R$ 363 milhões/ano e as contribuições em tributos e investimentos para a sociedade foi da ordem de R$ 776,2 milhões, ou seja, 8% da receita das cooperativas”, destaca o presidente do Sistema Ocemg/Sescoop-MG, Ronaldo Scucato.
De acordo com dados do IBGE, a renda média mensal de trabalhadores em Minas, em 2006, foi de R$ 789, enquanto, naquele mesmo ano, o salário médio de empregados de cooperativas mineiras foi de R$ 1.046, valor 32% maior.
Ranking - No ranking das maiores cooperativas de Minas Gerais em número de associados figuram em primeiro lugar a Cooperativa de Consumo dos Empregados da Usiminas (Consul) com 46.371 associados, seguida da Cooperativa Editora e de Cultura Médica (Coopmed) com 24.164 mil funcionários. No quesito “Receitas Totais” a Cooperativa Central de Produtores Rurais de Minas Gerais (CCPR/MG Itambé) aparece em primeiro lugar, com valores superiores a R$ 1,3 bilhão, seguida da Cooperativa de Trabalho Médico (Unimed/BH), com cifras que também ultrapassam a casa de R$ 1 bilhão.
Destaque por ramos - No tocante aos ramos, os mais expressivos, segundo a publicação, são: agropecuário, crédito, saúde e consumo. Juntos esses ramos detém 82% dos associados e 90% dos empregados das cooperativas brasileiras. Em Minas Gerais, a participação das cooperativas na produção agropecuária tem preponderância para o leite e o café. Com participação de 93,7% das receitas em 2006, o café foi o principal produto de exportação das cooperativas de Minas. Os lácteos corresponderam com 5,6%, percentual que vem aumentando gradativamente nos últimos anos.
Outro dado relevante diz respeito às exportações canalizadas principalmente para a União Européia e América do Norte, sobretudo, Estados Unidos. Comparando as exportações do período de 2003 a 2006, as receitas com exportação aumentaram quase 200%, mas esse é um item que precisa crescer muito ainda, visto que há desempenho significativo apenas para os produtos café e os lácteos.
Além de informações econômicas e sociais do cooperativismo no Brasil e em Minas Gerais, o Anuário traz informações sobre os tributos recolhidos pelo setor, suas contribuições para a sociedade, cooperativismo e desenvolvimento humano, exportações, matérias sobre as temáticas: responsabilidade ambiental, intercooperação, projetos sociais, educação para o trabalho, formação para jovens produtores, educação cooperativista e inclusão digital, aglutinação no meio cooperativo, dentre outras.