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Notícias negócios

 

Rio e Bahia trocam conhecimentos

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Quatro representantes do Sistema Oceb-Sescoop/BA visitaram a unidade do Rio de Janeiro para conhecer seu funcionamento. Os visitantes passaram por todos os setores da organização, o que permitiu uma visão geral do seu funcionamento. A proposta de intercâmbio entre as unidades estaduais tem como objetivo a troca de experiências, promovendo a integração do Sistema.

Eles foram recebidos pela coordenadora de Recursos Humanos e Qualidade, Tatiana Provedel, na última terça-feira (15/4). “Não consigo pensar numa forma melhor de integração do que esta, que  possibilita mostrar como funciona a nossa unidade e também aprender muito com as experiências do grupo”, enfatizou.

Na quarta-feira (16/4), o presidente do Sistema OCB/RJ – Sescoop/RJ, Francisco de Assis França, levou o grupo da Bahia formado pela conselheira Sandra Cohim e pelos colaboradores José Alberto Batista dos Santos, Valter Santos Sampaio e Janjivan Newton Santos Souza à Região dos Lagos, onde visitaram a Cooperlagoa e Coop Araruama, duas cooperativas incluídas no Programa de Autogestão do Sescoop/RJ.

Já na quinta-feira (17/4), o grupo da Bahia conheceu o Sistema de Gestão ISO 9001: 2000 adotado pelo Sistema OCB/RJ – Sescoop/RJ, que tem possibilitado a supervisão e o monitoramento de todos os processos internos da Organização. (Fonte: OCB/RJ)

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Sistema OCB apresenta cooperativismo à Unesp

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A Coordenadora de Capacitação da Gerência de Apoio ao Desenvolvimento em Gestão (GEADG), Soraya Santos, vai proferir palestra nesta sexta-feira (18/4) na Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Neto (Unesp), em Jaboticabal no interior paulista.

A convite do ex-ministro da Agricultura e professor do Departamento de Economia Rural da Unesp, Roberto Rodrigues, ela vai falar sobre o cooperativismo no Brasil, apresentar os números e a importâncias dos projetos desenvolvidos pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop).

“Além de conhecer a estrutura do cooperativismo, a intenção é que o público entenda que a capacitação dá condições para o exercício de determinadas profissões e prepara para o mundo do trabalho, oferecendo oportunidades de  adaptação ao mercado competitivo, uma vez que a pessoa fica pronta, com hábitos e atitudes condizentes às exigências desse mercado”, enfatiza Soraya.

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OCB-Sescoop/AM discute Projeto de Lei Municipal do Cooperativismo

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Avaliar o Projeto de Lei (PL) Municipal do Cooperativismo no estado do Amazonas é um dos principais assuntos do III Encontro de Cooperativas do Ramo Saúde, que acontece nesta sexta-feira (18/4), em Manaus (AM). A iniciativa é do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Amazonas (OCB-AM) e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop-AM). As atividades iniciam às 11h no hotel Comfort, em Manaus.

O vereador estadual, Elias Emanuel – autor do projeto de Lei Municipal do Cooperativismo -  fará uma apresentação sobre o PL, que visa o desenvolvimento das cooperativas no município por meio do estímulo operacional, técnico e financeiro.

No evento serão discutidos ainda outros temas de interesse das Cooperativas de Saúde e será um espaço importante para sugestões de melhorias e troca de experiências entre os dirigentes das cooperativas.

Participarão autoridades municipais, entre eles, o prefeito de Manaus, Serafim Corrêa (PSB) o Presidente da OCB/AM José Merched Chaar, além dos presidentes e dirigentes das cooperativas de saúde. (Com informações da Assessoria OCB/AM).

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Pesadelo para os empresários rurais

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Proposta do MDA aumenta a polêmica em torno da questão fundiária. O setor rural desempenha papel fundamental no processo de estabilização da economia brasileira e atualmente é o responsável pelos contínuos superávits da balança comercial. Apesar das consecutivas vitórias e recordes alcançados, os "empresários do campo" passaram a conviver, desde abril, com um pesadelo: a proposta do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) que estabelece novos índices para medir a produtividade da terra para fins de reforma agrária. O projeto considera apenas o potencial físico da propriedade, deixando de avaliar a correlação com fatores econômicos e sociais do meio, conforme estabelece o Estatuto da Terra (Lei n 4.504/64).

A proposta dissemina a intranqüilidade no campo e aumenta a polêmica em torno da questão fundiária brasileira. Ela inclui o ajuste dos índices de rendimento de produtos vegetais e de lotação pecuária. A idéia é estabelecer índices médios de produtividade e não pisos ou índices satisfatórios, que serviriam para distinguir o produtor do especulador.

É imputada ao produtor rural a obrigação de produzir cada vez mais, não importando as variáveis de comercialização, armazenamento, transporte, disponibilidade de crédito, intempéries e fatores intrínsecos à propriedade como solos, declives, etc. Se levados em conta os índices propostos, a produção agrícola brasileira ficará prejudicada, no momento em que o País passa a ocupar espaços de verdadeiro competidor no comércio internacional, superando tradicionais concorrentes e conquistando novos mercados. A partir do ajuste proposto, os produtores ficarão forçados a explorar no limite máximo as áreas aproveitáveis do imóvel rural. O uso intensivo da terra não corresponde, necessariamente, a uma maior racionalidade econômica e ambiental. A proposta não está avaliando o uso da terra, a especulação e a ociosidade, mas estabelecendo obstáculos cada vez mais crescentes. O objetivo, ao que tudo indica, é aumentar o estoque de terras para desapropriação.

Além disso, irá para o lixo todo o trabalho desenvolvido nas últimas décadas, quando o Brasil iniciou o salto que vem modernizando continuamente a atividade agropecuária à custa de pesados investimentos. Os mentores da idéia, que não ouviram as entidades representativas do setor, não consideram o fato de que o empresário rural já precisa buscar continuamente maiores índices de produtividade como condição para sua permanência no negócio. Quem produz quantidades inferiores às dos índices exigidos em alguma tabela, assim procede devido a características de mercado ou, muito freqüentemente, por não dispor do capital necessário ao aporte de novas técnicas.

Atualmente, o produtor rural emprega máquinas sofisticadas e equipamentos de última geração para fazer o preparo da terra. Tudo isso se completa com o cultivo de variedades selecionadas, que garantem maior produtividade de suas lavouras e a sustentabilidade do seu negócio. Na pecuária, o melhoramento dos animais e a utilização de manejo adequado, o controle sanitário e a qualidade das pastagens tornaram o rebanho brasileiro um dos mais competitivos do mercado internacional. Em conseqüência, os produtores vêm melhorando a cada ano seus índices e a qualidade da produção agrícola e pecuária.

Nesse aspecto, a proposta de revisão do conceito de produtividade da terra representa uma punição para o empresário rural porque atinge direta e indistintamente a quem investiu. Quem, hoje em dia, obtém índices considerados de ponta em produtividade agropecuária passará a ser considerado um produtor médio. O produtor médio ficará na base da pirâmide e, não obstante todos os esforços que empreendeu ao longo da vida, poderá perder sua terra caso sua produtividade caia, mesmo por motivos alheios à sua vontade tais como seca, excesso de chuva ou falta de financiamento. Em vez de estimular a busca de mais eficiência, a proposta castiga a quem já está produzindo.

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Bahia é referência no Nordeste

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O Cooperativismo baiano, nesses últimos anos, tornou-se referência do Sistema no Norte e Nordeste.

A Bahia conquistou essa referência devido aos investimentos da direção da OCEB/SESCOOP, sob o comando do Dr. Orlando Colavolpe, dentre os quais citamos: crescimento no número de cooperativas; geração de trabalho, emprego e melhor distribuição de renda; educação, formação e profissionalização da gestão; inclusão social e permanência do “Homem” em sua região, contribuindo assim para a redução do êxodo rural.

As atividades desenvolvidas pela OCEB/SESCOOP-BA, impulsionaram.os diferentes Ramos do Sistema, destacando-se :1. O Ramo Educacional, pioneiro no Brasil na construção de um Projeto Pedagógico Unificado, aprovado pelo Conselho Estadual de Educação em outubro de 2002, representou o ponto alto do trabalho participativo das cooperativas filiadas a OCEB e o esforço para incorporar todas as existentes no Estado, para que também adotem uma linha pedagógica comum, coerente com a filosofia cooperativista e com os resultados sócio-educacionais que os educadores buscam. No decorrer do exercício 2005, foi realizado o X Encontro do Ramo, com elaboração de um Plano de Trabalho para o período 2005/06 destacando-se as metas de atualização metodológica das equipes pedagógicas nas diversas áreas do conhecimento, definição de linhas de ação, priorização de estratégias e dimensionamento de metas, entre as quais destacamos os cursos de pedagogia da cooperação com ênfase nos jogos cooperativos aplicados à área de educação física nas escolas. 2. O Ramo Crédito, com forte política de desenvolvimento local, enfatizou a capacitação de conselhos administrativos e fiscais, dirigentes e gerenciais, assegurando a otimização da prestação de serviços aos cooperados. O Crédito baiano, com 59 cooperativas, é referência do Sistema nas Regiões Norte e Nordeste. Por intermédio de intercâmbios, o Ramo possibilita uma exitosa experiência com crédito para pequenos e médios agricultores, além de outros beneficiários. 3. O Ramo Mineração, com projeto de formação de uma cooperativa central, pelos mineradores, lapidadores e artesãos minerais, a qual dará sustentação a uma política para as regiões de mineração da Bahia, voltada para a profissionalização da gestão das cooperativas singulares, apoio nas áreas de comercialização e exportação, visando à consolidação do desenvolvimento do segmento. 4. Esforços foram desenvolvidos junto às cooperativas do Ramo Agropecuário, apoiando a revitalização do sistema de produção de leite, como também junto aos projetos do Sistema Pesqueiro, em processo de expansão, especialmente as cooperativas vinculadas ao Comitê Gestor para Desenvolvimento Sustentável de Aqüicultura e Pesca da Costa dos Coqueiros; foi procedida divulgação do avanço tecnológico das cooperativas voltadas para exportação, a exemplo da Cooperativa Agrícola de Juazeiro (CAJ), premiada nacionalmente e internacionalmente. Outros avanços das cooperativas baianas foram apoiados pelo Sistema, especialmente as inovações dos modelos de produção agrícola, a exemplo do inhame, caju, café e farinha de mandioca. 5. Foi continuados o Programa Cooperjovem, com a adesão de diversos municípios, o que propiciou um amplo leque de novas ações de multiplicação de formadores e ampliação do número de escolas envolvidas com o Programa. 6. Foram atendidas as demandas de educação/formação/capacitação de conselhos de administração e fiscais, gerentes e dirigentes das cooperativas filiadas, no contexto do programa de Auto-Gestão do Sistema, registrando-se uma ampla adesão ao programa do SAAC - Serviços de Análise e Acompanhamento de Cooperativas. Gestores, funcionários e associados representando cerca de 200 cooperativas participaram dos cursos e de outros eventos do Sescoop/Ba. No exercício foram 102 eventos, contemplando seminários, encontros, palestras e principalmente cursos de Formação Cooperativista e de Legislação Tributária e Previdências, um dos mais freqüentados por dirigentes e gestores. 7. O Ramo Saúde, com 76 cooperativas, tem destaque em 2005, com a parceria formalizada com o Cremeb, que condiciona a liberação dos alvarás de funcionamento ao registro na OCEB, valorizando o Sistema. 8. Foi formalizada parceria com a Universidade Católica do Salvador (Ucsal) para a realização do I MBA em Gestão de Cooperativas, no Estado, com carga horária de 420 horas. 9. Buscou-se descentralizar as ações do Sistema através da instalação da primeira Delegacia Regional da OCEB no município de Itabuna, tendo sido realizado, com êxito, o I Seminário de Integração das Cooperativas do Litoral Sul Baiano, onde se localiza a representação da OCEB."

O déficit habitacional

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A cooperativa habitacional é um empreendimento solidário e promove a inclusão socioespacial com o acesso à moradia.

É notório o problema do déficit habitacional no Brasil. Estudos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), realizado em 1991, indicavam um déficit habitacional brasileiro de aproximadamente 5,4 milhões de moradias. Deste universo, o déficit de moradias no meio urbano era de cerca de 3,7 milhões. No meio rural, era de 1,6 milhão.

A notícia negativa é que o déficit habitacional ao longo dos anos aumentou. O Censo Demográfico de 2000 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicava um crescimento absoluto do déficit habitacional, na ordem de 6.656.526 novas moradias.

Atualmente, a crise habitacional atinge aproximadamente 20 milhões de brasileiros, sendo que a ausência de moradia se concentra nas regiões urbanas (81%).

Os dados acima confirmam que as políticas públicas, bem como as privadas, não solucionaram o déficit habitacional no Brasil.

A extinção do Banco Nacional de Habitação (BNH), em 1986, provocou a necessidade de a sociedade, interessada em adquirir sua casa própria, se organizar em sistema de autofinanciamento. É neste contexto que ressurgem as cooperativas habitacionais, no final dos anos 80 e início da década de 90.

O aspecto econômico das cooperativas habitacionais se consuma com a antecipação de recursos e a facilitação de acesso ao crédito com a eliminação da figura do agente financeiro. Recursos estes que são carreados diretamente ao mercado na compra de insumos e de matéria prima (ganho em escala), por meio de sistema solidário de caráter associativo, o que possibilita a construção da casa própria a justo preço.

O aspecto social das mesmas é evidente e irrefutável. Esse tipo de cooperativa promove a inclusão socioespacial por meio de acesso à moradia, direito do bem-estar social. Trata-se do direito elevado à ordem dos princípios, de caráter constitucional, bem como presente na Declaração dos Direitos do Homem, visto que atrelado à dignidade da pessoa humana.

O financiamento privado para aquisição da casa própria implica, por aquele que não dispõe de recursos, na assunção de vínculos jurídicos com instituições financeiras que cobram, juros escorchantes, taxas garantidoras do crédito, procedimentos burocráticos para concessão de financiamento, constituição de fiadores, enfim, acabam limitando sonho do cidadão em adquirir sua casa própria. 

Já as cooperativas habitacionais são geridas pelos seus sócios. É um empreendimento solidário que se pauta pela autogestão, o que implica na participação de sócios em assembléias, fiscalizando suas contas, as obras que estão sendo executadas, etc.

Sócios cooperados, portanto, assumem risco, já que são donos de seu negócio. Não são empregados, nem podem ser representados por terceiros, condição esta que afastaria o risco de sua atividade.

Atualmente, viabilizar o processo de autogestão é certamente um dos mais árduos obstáculos a serem transpostos em nosso país, tanto pelas cooperativas habitacionais quanto pelo sistema cooperativista.

No Brasil, estima-se que haja mais de 800 cooperativas habitacionais. Destas, 284 estão registradas na Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). No Estado de São Paulo, estima-se que existam aproximadamente 250 cooperativas, 84 registradas na Organização das Cooperativas de São Paulo (Ocesp).

O maior desafio a ser vencido em todo o sistema cooperativista no ramo habitacional é de superar os obstáculos acima referidos, auxiliando seus associados para diminuir o déficit habitacional, fornecendo alternativas de aquisição da casa própria por meio de um empreendimento socioeconômico calcado nos princípios do solidarismo.

As cooperativas habitacionais se apres"

A Tábua e os Tempos

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A tábua do destino, conta-se, foi a primeira criação de Alá, e nela está escrito não somente tudo que aconteceu no passado, mas também o que ocorrerá no presente e no futuro e mais ainda, o destino de cada ser humano para todo o sempre.

A seguir, ele criou uma pena tão longa que para percorrê-la se levaria 500 anos. Com essa pena sobre a tábua, da direita para a esquerda, se escreveram os fatos ocorridos, os que estavam ocorrendo e aqueles que viriam a surgir até o dia da ressurreição. Se tudo isso é lenda ou imaginação, outros livros ditos sagrados também o registram, de outra forma, com outras versões que, afinal, representam o mesmo do mesmo, de vez que um todo é uno.

Nos dias turbulentos de hoje, ao analisarmos o passado, buscamos fontes de correção e ensinamentos para o presente e para o planejamento lógico e racional do futuro. Mera utopia? Premonição futurista? Ilusão amadora? Pura quimera? Não, cremos que não.

Nossas ações de hoje moldam e estruturam o amanhã. E o que falta? Falta a lição maior. Falta inserir de forma definitiva o cooperativismo como alternativa comprovada de um ideário promotor consagrado de desenvolvimento sustentado, quer econômico, quer social. Existem números e fatos que não permitem tergiversações ou dúvidas. Num mundo inteiro, de um PIB total de 32 trilhões de dólares, 23% decorrem desse veículo de progresso social solidário, expresso na mágica da cooperação e, além, 40% da população deste picadeiro, chamado de planeta Terra, direta ou indiretamente, está envolvido ou dependente da cooperação, o que soma quase 3 bilhões de pessoas.

Em visão panorâmica por vários países do mundo, vemos que as cooperativas respondem por 20% do mercado de fármacos na Bélgica; 74% dos alimentos e 34% dos depósitos no sistema financeiro na Finlândia; 99% do leite e derivados e 76% do setor de produção florestal na Noruega; 66% do trigo nacional no Uruguai; 43% de soja, 38% de algodão, 39% do leite e 72% do trigo, no Brasil, onde são gerados cerca de um milhão de empregos diretos e indiretos e é movimentado 6% do PIB tupiniquim, através de aproximadamente 7,5 mil cooperativas dos 13 ramos de atividades. Para variar, engatinhamos na pista onde a velocidade é desmedida. Muito, muito mais poderia ser feito, bastando para tal que olvidassem eles da extorsão tributária persistente e prevalente e concedessem estímulos à geração e construção de um país cooperativista, verdadeiramente. Jamais, em nenhum lugar do mundo, se verá um povo tão predisposto, se efetivamente orientado e conscientizado, a carregar a bandeira promissora e portadora de progresso social e econômico, representada pela cooperação. Falta, e é inquietante num país que carece de equilíbrio social, mercê das desigualdades que historicamente o atravanca e o caracteriza, juntar movimentos esparsos e pontuais de posturas governamentais isoladas, que fomentem e incentivem a economia solidária, em um só corpo, para agigantar e conseguir um novo modelo de crescimento sólido, responsável e socialmente justo e igualitário. As cooperativas de todos os ramos esperam o tocar das trombetas para se por de pé e à ordem, nesse desafio e se não o fizerem, nós todos o faremos.

Há segmentos, como o da saúde, de há muito com um perfil qualificado e capilaridade extensiva, ocupando de cerca de 80% do território nacional, praticando com excelência ações que nada ficam a dever àquelas de qualquer outro país do mundo, em comparação.

Desoneram as burras do Governo pelo trabalho sério, amadurecido em 40 anos ininterruptos, e também encurtam as filas da medicina pública capenga, com resolutividade exitosa. Há reconhecimento? Há chamamento para parcerias? Há tão somente o chicote extrativista e punitivo como se párias fôssemos. Porque não estabelecermos parcerias público-privadas valendo-nos da capilaridade que é o nosso principal diferencial competitivo? Qual a lógica desse comportamento governamental, e como entendê-lo, senão a luz do desconhecimento e da ignorância da força latente e subutilizada de que o cooperativismo é portador.

Não sei o que Alá escreveu na tábua, mas acredito que lá está, claro e definido, que é tarefa dos homens construir o futuro calcado no bem comum, na eqüidade, na igualdade e na solidariedade. Dele nada sairia diferente, pois Alá é sábio e subiu aos sete céus. Creio também que nada há que contrarie ou se oponha a esses deveres, afirmações e propósitos. Num Shabat em qualquer tempo ou lugar, um Kadi nos reconhecerá pelo que fomos, somos e faremos e nos julgará como Effendis da cooperação e construtores de uma nova ordem nacional se nos dispusermos a consolidá-la.

Mas para tal é preciso união, objetiva e perene, e muita, muita luta mesmo. Quem viver, verá!

Tendências para 2008

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A busca da eficiência gerencial, da excelência na gestão, da inserção dos jovens e do avanço na competição do mercado marcarão o ano de 2008 na esfera das cooperativas catarinenses. Nos esforço dos dirigentes cooperativistas para reduzir o nível de indefinições sobre o futuro e apontar direções coerentes e consistentes, tem-se optado pela permanente estruturação das cooperativas brasileiras utilizando-se muitos recursos, entre eles, a formação de multiplicadores em cooperativas, metodologias de fomento, cursos básicos, estudos de viabilidade econômica, gestão de orçamento e finanças, contabilidade, indicadores, governança, organização social e sistema de inteligência comercial.

Essas tendências resultam da prioridade concedida à profissionalização da gestão, ao trinômio educação/comunicação/informação, à intercooperação e à preocupação com a comunidade. O sistema cooperativo preocupa-se com a governança corporativa e em oxigenar os quadros das cooperativas e de órgãos de representação, com a contínua inserção de jovens e a busca incessante da gestão competente que zele pela viabilidade econômica dos empreendimentos cooperativos, o que lhe assegurará perpetuidade.

O que o cooperativismo pode esperar de 2008?  Um ano de crescimento.  Não há como não esperar por isso.  O clamor da nação é esse.  Se as condições da macroeconomia forem pautadas nesta direção, o cooperativismo dirá presente e fará sua parte. No plano interno, em 2008 as cooperativas estarão inseridas em ambiente de competição crescente, encarecimento dos alimentos, pequeno crescimento da renda média da população, moderado crescimento da oferta de empregos. A carga tributária elevada e a infra-estrutura deficiente continuarão sendo fatores que prejudicam a competitividade das empresas nacionais.

Existem alguns desafios que precisamos vencer com a maior brevidade possível, nos planos nacional e estadual. Dar ao cooperativismo de Santa Catarina uma lei estadual é uma necessidade atual, não apenas como forma de derivação de nossa lei-mater 5764 para aplicação de dispositivos específicos às organizações catarinenses, mas especialmente para promover, no Estado, um despertar da sociedade barriga-verde para a grande oportunidade que pode representar o cooperativismo em todos os seus ramos. Uma lei estadual realçará o cooperativismo como instrumento de desenvolvimento equilibrado, justo, democrático, participativo, ao alcance de todos.

Ainda no plano da infra-estruturação institucional, precisamos organizar os Conselhos Especializados para cada um dos 13 ramos do cooperativismo, como órgãos de apoio, estudo e planificação setorial.Outra deficiência que precisamos elidir é o baixo nível de intercooperação. Nada expressa com tanta fidelidade o nível de desenvolvimento de um sistema cooperativo como o grau de intercooperação existente entre as sociedades que o constituem. Intercooperação é o sexto princípio do cooperativismo mundial e traduz a parceria, a ação conjunta, o relacionamento institucional, político e comercial entre as cooperativas, prática que leva ao fortalecimento recíproco das sociedades cooperativas e, por extensão, do sistema. Ë uma ferramenta de poder incalculável, porém subutilizada. Apesar dos grandes exemplos que temos no Brasil – Aurora, Fecoagro, Sicoob, Unimed etc –, estamos nos dando o luxo de postergar sinergias inter-ramos e intra-ramos que representariam um magnífico salto de qualidade e de resultados para todos.

Que venha 2008!

* Presidente da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc)

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Brasil deve estimular o cooperativismo

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Muitas pessoas não se dão conta, mas no dia-a-dia usam serviços e produtos que têm como orgiem as cooperativas. Num país como o Brasil, carente de empregos, que precisa crescer a uma média alta para permitir a colocação e a recolocação de profissionais no mercado de trabalho, estimular o cooperativismo deveria ser uma grande opção para acelerar o desenvolvimento. O cooperativismo é, ao longo de quase 200 anos, respon´savel pela evolução de setores econômicos, categorias profisisonais e comunidades.

Surgida em 1844, em Manchester, na Inglaterra, a idéia partiu de 28 tecelões, conhecidos como pioneiros de Rochdale. Eles economizaram uma libra ao mês e em um ano fundaram a Sociedade Rochdale de Tecelões, primeira cooperativa de que se tem notícia no mundo. É a demonstração simples de que um número pequeno de participantes pode ter elevadas as chances atuando em gurpo. Riscos se diluem, animação se amplia e permite ousadia de saltos maiores.

Quando os tecelões buscavam a chance atuar no mercado como alternativa criativa e saída econômica e competitiva, não sabiam, mas estavam fazendo história. No Brasil, o início do movimento se deu em 1847, com o médico francês Jean Maurice Faivre. Ele criou no interior do Paraná a Colônia Tereza Cristina.

Há casos com o maior ou menor sucesso, dependendo das facilidades ou obstáculos proporcionados pela legislação e pelo governo. Um exemplo é o Sistema Unimed, que surgiu em 1967, em Santos. Insatisfeitos com as más condições do atendimento público de saúde e crescimento das empresas de medicina de grupo, alguns médicos se reuniram e deram início a um modelo até então inédito no mundo, o cooperativismo de trabalho médico.

Baseada na ética para a prática da medicina e condições de tabalho dignas, a Unimed lançou um modelo segundo o qual cada associado é dono de um pedacinho da cooperativa. Interfere na qualidade do atendimento e na forma de remuneração, já que o salário é formado a partir do desempenho da gestão.

No Brasil há inúmeros casos de setores que passaram a atuar por conta própria, aliados em torno dos ideais cooperativistas.

Empreendedor nato, o brasileiro encontra no cooperativismo excelente alternativa. Temos artesãos, médicos, advogados, motoristas, motoboys, apenas para citar alguns mais visíveis aos olhos da sociedade. Há ainda as cooperaivas agrícolas, com sucesso. Há modelos a serem copiados e também há os que agem com má fé e acabam por macular todo um formato. Os cases de sucesso, felizmente, são em número infinitamente maior.

Hoje, o Sistema Unimed possui 378 cooperativas médicas, que disponibilizam aos seus usuários cerca de 80 hospitais. Possibilita, num país de dimensões continentais, o intercâmbio e o pronto atendimento de pacientes em praticamente todos os lugares. Também há desde 1993 o incentivo ao aparecimento de cooperativas de usuários de serviços de saúde. Irá crescer e forçar as cooperativas de trabalho médico a se aprimorarem, com preços mais adequados e investimento em pesquisas.

O espaço do cooperativismo poderia ser ampliado? Claro que sim, desde que houvesse por parte dos governantes o entendimento de que as cooperativas devem ter tratamento diferenciado em questões trabalhistas e tributárias como, aliás, já determina a Lei 5.764/71, mas nunca aplicada completamente.

Não são vantagens, mas formas de estimular a expansão de um modelo que, mesmo sob condições adversas, atua com enorme sucesso e produz riquezas e empregabilidade sem precedentes.

* Presidente da Unimed Paulistana   

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Mercado consolidado para o cooperativismo de crédito brasileiro

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O cooperativismo de crédito brasileiro, apesar de estar inserido no mercado financeiro nacional, mais uma vez demonstra sua força e organização. Nesta semana, o Banco Central do Brasil divulgou os números do segmento cooperativo de crédito e neles a confirmação que a cada dia os brasileiros têm tido a oportunidade de conhecerem os valores e os benefícios do auxílio mútuo que o cooperativismo dissemina.

É fato que o principal objeto das cooperativas de crédito é buscar soluções financeiras e econômicas para seus associados, prestando serviços e oferecendo produtos com qualidade e segurança, aliados aos menores custos de mercado. Afinal, é por esta razão que as pessoas se reúnem por meio de cooperativas, para criarem alternativas inteligentes com o intuito de superarem obstáculos impostos pelo mercado. São essas mesmas pessoas que, de forma democrática e transparente, administram e conduzem a cooperativa.

No caso das cooperativas de crédito, além das pessoas conseguirem empréstimos a juros menores e movimentarem suas contas com muito menos incidências de tarifas, ainda conseguem excelentes taxas de aplicações financeiras. Isso é fácil de explicar, pois as cooperativas de crédito não são obrigadas a recolher o depósito compulsório e não tem por finalidade atingir lucros, tanto que, havendo sobras no final do período, estas são levadas para a Assembléia Geral dos sócios com o objetivo de decidirem em comum acordo o destino destas.

O cooperativismo tem sido reconhecido e apoiado pelo Poder Executivo Federal como mecanismo de regulação de mercado e potencial alternativa para a inclusão de milhares de brasileiros no mercado financeiro, além de promotor de qualidade de vida e melhoria das condições econômica e financeira da população.

Prova desse apoio é o Programa de Capitalização das Cooperativas de Crédito – PROCAPCRED, que injetou R$ 300 milhões no segmento, proporcionando substancial aumento patrimonial para as cooperativas de crédito, elevando consideravelmente o grau de solidez e alavancando significativamente a geração de negócios.

Dentre os principais indicadores de crescimento do segmento, estão a evolução das operações de crédito, que alcançaram 31,7% de crescimento em relação a 2006, crescendo inclusive acima da média do mercado financeiro nacional, que registrou crescimento de 25,2%; outro indicador que cresceu acima da média do mercado foram os depósitos, que se elevaram em 24,4% contra 18,5% da média de mercado; também merece destaque o crescimento do Patrimônio das cooperativas de crédito, que teve seu maior aumento de volume dos últimos 11 anos (aumento de mais de R$ 1,5 bilhões); e, por fim, os Ativos Totais, que saltaram de R$ 30,2 bilhões em 2006, para mais de R$ 38 bilhões em 2007.

Hoje, existem no País 1.443 cooperativas de crédito e mais de 2.500 postos avançados, perfazendo um total de mais de 3.900 pontos de atendimento espalhados por todo o território brasileiro.

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Sescoop/AL discute Programa de Formação de Jovens Lideranças Cooperativistas

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Expandir o Programa de Formação de Jovens Lideranças Cooperativistas em Alagoas é objetivo de uma reunião nesta quinta-feira (17/4), na sede da OCB/AL, em Maceió (AL). O gerente de Apoio ao Desenvolvimento em Gestão da OCB, José Luiz Pantoja, e a técnica da área de Gestão, responsável por projetos, Karla Oliveira, participarão da reunião.

O programa, lançado em setembro do ano passado pela OCB, e visa desenvolver, nos jovens, habilidades para liderança nas organizações cooperativas. Alagoas foi o primeiro Estado do nordeste e o segundo do país, depois do Paraná, a participar do Programa que já conta com 90 alunos. Karla Oliveira vai aproveitar para conhecer as ações da OCB/AL e, assim poder contribuir nos projetos em andamento.

Acompanhados de Márcia Túlia, superintendente da OCB/AL, os representantes da OCB Nacional vai conhecer a Cooperativa Pindorama, a Cooperativa de Colonização Agropecuária de Piscicultura de Penedo e ainda trocarão experiências com  os facilitadores dos cursos em andamento.

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Cooperitaipu participa do programa de formação de Jovens Líderes Cooperativistas

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Com a fase piloto concluída, o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) inicia este ano a implantação definitiva do Programa de Formação de Jovens Líderes Cooperativistas a partir do estado de Santa Catarina. O Gerente de Apoio ao Desenvolvimento em Gestão do Sescoop, José Luiz Niederauer Pantoja, esteve na última semana, na Cooperativa Regional Itaipu (Cooperitaipu), no município de Pinhalzinho (SC), com o objetivo de conhecer o potencial da cooperativa para participar do programa.

“O Sescoop investe na formação de jovens, não somente para fins de sucessão, como também para o crescimento do movimento cooperativista brasileiro. Para desenvolver este jovem, criou o Programa de Formação de Jovens Lideranças Cooperativistas, destinado a quem está na faixa etária de 16 a 24 anos”, explica José Luiz Pantoja.

O presidente da Cooperitaipu, Marcos Antônio Zordan e o diretor comercial da Cooperitaipu, Arno Pandolfo, consideram o programa uma excelente oportunidade para os jovens que começam a se interessar pelas normas e pelos ideais cooperativistas. “Temos certeza que da nossa região e, especialmente, da nossas cooperativas, sairão os futuros grandes líderes do estado e até mesmo do país”, destaca Zordan.

A Cooperitaipu está presente em sete localidades do oeste catarinense selecionando e empacotando feijão, farinha de trigo e milho,  além de produzindo rações. Todos registrados e comercializados com a marca Itaipu. O Sescoop lançou em 2007 o Programa de Formação de Jovens Lideranças Cooperativistas nos estados do Paraná, Alagoas, Bahia e Rio de Janeiro. Foram mobilizados, somente na fase experimental do programa, cerca de 400 jovens e capacitados 42 instrutores. (Fonte:Ocesc)

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OCB/MS participa de projeto de apicultura

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Com o objetivo de trabalhar a gestão estratégica do setor apícola da região centro do Estado, a OCB/MS assinou um acordo para a realização do “Projeto de Apicultura da Região Central de MS”. A parceria foi feita com entidades sul-mato-grossenses de fomento ao desenvolvimento do setor rural, na última segunda-feira (14/4). O projeto será nas cidades de Aquidauana, Campo Grande, Jaraguari, Rochedo, Sidrolândia e Terenos.

Na região centro do Estado, o projeto atuará com 90 apicultores. Este grupo teve no ano passado produção média de sete toneladas de mel. A intenção é aumentar em 25% esta produtividade até o próximo ano e em, pelo menos, 30% até 2010. Mato Grosso do Sul produz 600 toneladas de mel por ano, segundo levantamento de 2007 da Agraer. A produção era maior em 2005, pois a quebra da safra ocasionou a saída de muitos apicultores.

O projeto terá 13 principais ações a serem implementadas até 2010, em torno da produção, comercialização e boas práticas apícolas. Todas as cidades incluídas no projeto devem receber capacitação, que vão desde cursos básicos de apicultura, produção de rainhas para trocas anuais, ações de acesso ao mercado, entre outras. Os resultados serão acompanhados e mensurados pela Gestão Estratégica Orientada para Resultados, metodologia do Sebrae.

A OCB/MS dará assessoria técnica para a organização dos produtores, visando melhora na produção e comercialização do produto.

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Mudança climática é tema do 86º Dia Internacional do Cooperativismo

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"Enfrentando a Mudança de Clima através das Empresas Cooperativas” foi o tema escolhido pelo Comitê para a Promoção e Progresso das Cooperativas (Copac) para o 86º Dia Internacional do Cooperativismo, que será comemorado no dia 5 de julho de 2008. A data, comemorada sempre no primeiro sábado de julho, congrega lideranças cooperativistas em escala planetária e chama a atenção para a importância das cooperativas no mundo. O Copac é constituído pela Aliança Cooperativa Internacional (ACI) e a Organização das Nações Unidas (ONU), por meio de órgãos e agências.

Ano Internacional – Desde 1995 a ONU comemora o Dia Internacional do Cooperativismo, reconhecendo que as cooperativas desempenham um importante papel no desenvolvimento econômico, social e cultural das comunidades, promovendo a mobilização das pessoas para resolver seus problemas. Durante sua 62ª Assembléia Geral, em dezembro último, a ONU discutiu o relatório do Secretário Geral sobre cooperativas e considerou que um “ano internacional” poderia trazer um novo ímpeto nas mudanças na política e na legislação para prover um ambiente e uma plataforma favorável para as empresas cooperativas. A ACI, por meio do Copac, pretende trabalhar em conjunto com a secretaria da ONU para viabilizar a definição deste ano internacional, o mais rápido possível. (Fonte: Ocesp)

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II Fórum Goiano de Presidentes e Diretores Cooperativistas será em maio

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O Sistema OCB/Sescoop-GO vai realizar de 12 a 14 de maio o II Fórum de Presidentes e Diretores Cooperativistas, em Caldas Novas (GO). O evento é voltado exclusivamente para dirigentes das cooperativas regulares com o Sistema e visa continuar o processo de aprimoramento da autogestão das cooperativas.

As palestras abordarão temas que vão do mercado financeiro, cambio, políticas monetárias, liderança e meta competência para a gestão até o cenário político e econômico nacional e internacional. A programação terá ainda uma dinâmica de trabalho voltada especialmente para o diagnóstico e soluções dos principais gargalos que afetam os diferentes ramos do cooperativismo no estado. As dinâmicas terão como ponto central a participação dos próprios participantes divididos em grupos de trabalho.

Nos próximos dias a OCB/GO vai colocar a programação e a ficha de inscrição no site www.ocbgo.org.br/. Serão oferecidas 150 vagas.

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Seis cooperativas educacionais lideram ranking do Enem em suas cidades

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Os resultados do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), divulgados pelo Ministério da Educação e Cultura no dia 3/4, mostram que as cooperativas educacionais paulistas tiveram um desempenho muito acima da média estadual, que ficou em 52,70, sendo inclusive as melhores escolas em alguns municípios.

É o caso de São Carlos, Birigui, Cerquilho, General Salgado, Bariri e Lençóis Paulista. A Educativa (Cooperativa Educacional de São Carlos), por exemplo, obteve o primeiro lugar pelo segundo ano consecutivo no ENEM, com média de 72,93. Na pequena Bariri, na região de Bauru, a Coeba teve a melhor média (72,41) entre as quatro escolas da cidade. As demais cooperativas em funcionamento no estado também tiveram um desempenho bom, caso de Jundiaí que ficou em 6º em um universo de 52 escolas.

Para o diretor do ramo educacional da Ocesp (Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo), Marcos Henrique Santos, os resultados atestam a qualidade do cooperativismo educacional. "Os indicadores comprovam que as cooperativas educacionais são ótimas alternativas de acesso ao ensino de qualidade, a preços mais justos", salienta o diretor.

As cooperativas educacionais funcionam como uma escola convencional, respeitando todas as diretrizes do MEC. O corpo docente e a equipe de direção pedagógica são funcionários contratados, cabendo aos pais a tarefa de gerenciar os recursos financeiros arrecadados entre eles em forma de rateio de despesas. “O envolvimento dos pais na vida escolar de seus filhos se dá de uma forma mais intensa; numa escola cooperativa todos têm chance de participar das discussões de temas como: número de alunos por sala, critérios para seleção dos professores, métodos pedagógicos, remuneração da equipe pedagógica, enfim, definem de forma coletiva a melhor aplicação dos recursos para a melhoria da qualidade do ensino”, completa Santos. (Fonte: Ocesp)

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Fecoergs reelege presidente Hoerlle

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A Federação das Cooperativas de Energia, Telefonia e Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul (Fecoergs), reelegeu em Assembléia Geral Ordinária o Édio Hoerlle (Certel, de Teutônia), para o biênio 2008/2010.A Fecoergues congrega 15 cooperativas que atuam em 358 municípios com mais de 59 mil quilômetros de redes elétricas. Na assembléia que aconteceu nesta terça-feira (8/4), apresentada a prestação de contas do exercício de 2007.

Com mais de 231 mil famílias associadas, a Fecoergs registrou um incremento de consumo de 5,97% em 2007, superior à media nacional, de 5,4%. Com a melhora do desempenho da economia, cujo Produto Interno Bruto (PIB) igualmente cresceu 5,4%, as cooperativas distribuíram mais energia. As 20 hidrelétricas do Sistema Fecoergs geraram o equivalente a 16,12% da necessidade das cooperativas, sendo a diferença adquirida das concessionárias supridoras. “Os números expressivos demonstram que o cooperativismo de eletrificação vem sendo administrado no sentido de melhorar seu desempenho, aumentando o número de associados”, declara o presidente.

Hoerlle preside a Fecoergs desde o dia 26 de maio de 1994, tendo sido reeleito oito vezes consecutivas. “Fico feliz por poder dirigir a federação, que no ano passado vendeu mais de 960 milhões de quilowatts-hora, prestando relevantes serviços à sociedade gaúcha. As pesquisas realizadas nas assembléias geralmente apontam uma aprovação dos associados superior a 90%”, afirma. (Fonte: Fecoergs)

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Ocepar e Sescoop-PR promovem debate sobre cenário macroeconômico

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Analisar o cenário macroeconômico e orientar os profissionais das cooperativas sobre a comercialização da safra e cenários do agronegócio, bem como sobre a proteção dos ativos e a gestão do endividamento. Este é o  objetivo do I Fórum Financeiro e de Mercado 2008, evento que acontece no dia 25 de abril, em Curitiba (PR). Promovido pelo Sistema Ocepar/Sescoop-PR, o Fórum é dirigido a diretores, gerentes e analistas da área financeira e de mercado das cooperativas do Paraná.

"A finalidade é fazer uma abordagem sobre a economia norte-americana e discutir os reflexos na economia mundial: perspectivas e projeções cambiais, inflação, taxa de juros, crédito e riscos. Numa economia globalizada, é muito importante analisar e avaliar os aspectos econômicos em função dos reflexos que eles causam. A tomada de decisão tem que ser baseada nisso", explica o superintendente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken. Durante o encontro, será realizada ainda uma avaliação da conjuntura de preços das commodities agrícolas e das tendências para o agronegócio brasileiro e mundial na próxima década. Também será apresentada uma análise dos indicadores econômico-financeiros das Cooperativas Agropecuárias Paranaenses.

Programação - A programação do Fórum inicia às 8h30 com a recepção e inscrição das cooperativas. A primeira palestra do dia tem como tema "Conjuntura de Preços para o Mercado da Soja, Milho e Trigo - 2008", e será ministrada pelo analista econômico Flávio França Júnior, da Safras & Mercado. Em seguida acontece a palestra "Tendências do agronegócio no cenário internacional e os principais mercados para os produtos brasileiros", com o Secretário de Relações Internacionais do Agronegócio/Mapa, Célio Brovino Porto. No período da tarde, os trabalhos iniciam às 14h30 com a palestra "Cenário Macroeconômico Externo e Interno englobando a crise norte-americana, perspectivas da taxa de câmbio, inflação, taxa de juros, crédito agrícola e investimentos", ministrado por Andréia Lago, da Agência Estado. A última palestra do dia tem como tema "Cenário Econômico das Cooperativas Agropecuárias Paranaenses - Indicadores de Gestão", e será ministrada pelo Gerente de Desenvolvimento e  Autogestão - Sescoop/PR, Gerson José Lauermann.
Serviço - Informações sobre o I Fórum Financeiro e de Mercado 2008  podem ser obtidas pelo telefone (41) 3200-1111 ou pelo e-mail Este endereço para e-mail está protegido contra spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo. (Fonte: Ocepar)

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Santa Catarina recebe o programa Jovens Lideranças

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A Cooperitaipu está presente em sete localidades do oeste catarinense selecionando e empacotando feijão, farinha de trigo e milho, e produzindo rações. Todos registrados e comercializados com a marca Itaipu.O Sescoop lançou em 2007 o Programa de Formação de Jovens Lideranças Cooperativistas nos estados do Paraná, Alagoas, Bahia e Rio de Janeiro. Foram mobilizados, somente na fase experimental do programa, cerca de 400 jovens e capacitados 42 instrutores.
“O Sescoop investe na formação de jovens, não somente para fins de sucessão, como também para o crescimento do movimento cooperativista brasileiro. Para desenvolver este jovem, criou o Programa de Formação de Jovens Lideranças Cooperativistas, destinado a quem está na faixa etária de 16 a 24 anos”, explica José Luiz Pantoja.

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V Encontro Estadual dos Profissionais de Secretariado de Cooperativas

"A abertura do evento, que já está com as inscrições encerradas, será feita pelo presidente do Sistema Ocemg/Sescoop-MG, Ronaldo Scucato. Entre os temas que serão abordados durante o encontro estão: Posicionamento de mercado para secretárias; Relações Humanas no trabalho; A rede de contatos do profissional de secretariado e Atendimento interno: a arte de trabalhar em equipe. As palestras serão proferidas pela educadora, coordenadora dos cursos de secretariado da Escola Técnica à Distância (CETAP), especializada em gestão de pessoas, Luciana Lima Carvalho e pela pedagoga e gestora de Recursos Humanos com especialização em Gestão de Pessoas e Talentos, Amanda Angélica Pinheiro Dias. (Fonte: Ocemg)"