Sustentabilidade com comprovação de performance no Cooperativismo.
ESG: indicadores e atuação para comprovar a essência sustentável do cooperativismo
O Programa ESGCoop tem por objetivo capacitar lideranças e técnicos, mapear boas práticas e disponibilizar soluções em consonância com os critérios ESG. Pensado a partir de uma abordagem sistêmica e composto de soluções que se complementam, permite que a cooperativa se prepare para promover maior competitividade em processos e temas relativos à sustentabilidade. Assim, o programa garante que as cooperativas atuem de forma comprovadamente sustentável e ainda estejam aptas a divulgar, por meio de relatórios qualificados, suas práticas nas 3 dimensões (E/S/G).
O programa é composto de 4 pilares: Diagnóstico ESGCoop, Formação, Materialidade e Soluções.
Conheça os pilares do Programa ESGCoop
Diagnóstico ESGCoop
Capacitação
Formação da liderança e equipe técnica da cooperativa para implementação e Reporte.
Materialidade
Mapeamento de impactos das atividades e diálogo com as partes interessadas sobre sua relevância e prioridades.
Soluções
Operacionalização da transformação nos critérios Ambiental, Social e Governança.
Conheça as soluções do Programa ESGCoop
A partir do diagnóstico e do mapeamento de temas materiais e ainda com base no seu Plano de Sustentabilidade, a cooperativa poderá implementar práticas e processos para minimizar ou neutralizar impactos, bem como resolver questões segundo os critérios ESG, inserindo a temática nos negócios da cooperativa, de modo a alavancar seus resultados.
Neutralidade de Carbono
Ambiental (E) - Apoia as cooperativas na mensuração e gestão das emissões de gases de efeito estufa (GEE), com apoio ao inventário de emissões, plano e roadmap de descarbonização, definição de metas, publicação em registro público e estudo de viabilidade de crédito de carbono. Permite compreender a pegada de carbono e adotar estratégias eficazes de redução e compensação, um passo essencial para atuar com responsabilidade climática e fortalecer a competitividade.
Eficiência Energética
Ambiental (E) - A solução integra formação, consultoria e suporte à execução, apoiando as cooperativas no uso eficiente da energia, com redução de custos operacionais e impactos ambientais. Ao otimizar processos e recursos, as cooperativas avançam em eficiência, produtividade e sustentabilidade, gerando resultados diretos no desempenho e na competitividade do negócio.
Gestão e Impacto Social (GIS)
Social (S) - Metodologia que orienta a construção e a gestão de projetos sociais por meio de uma plataforma web que permite registrar, acompanhar e mensurar resultados alcançados. A solução transforma iniciativas sociais e filantrópicas em projetos estruturados, conectando as demandas das comunidades às estratégias das cooperativas e possibilitando a geração de indicadores que evidenciam os impactos alcançados.
Inclusão, Diversidade e Equidade
Social (S) - Desenvolvida para apoiar as cooperativas na promoção da inclusão, diversidade e equidade, alinhada aos critérios ESG. Por meio de capacitações, consultorias e publicações, a iniciativa orienta a criação de políticas e ações que valorizam pessoas diversas, fortalecem a cultura organizacional e ampliam a reputação das cooperativas como negócios éticos, sustentáveis e conectados à sociedade.
Certificação para Conselhos
Governança (G) - Certificação para Conselhos de Administração e Fiscal, na base comum dos 8 ramos do Cooperativismo, focada na elevação da qualificação dos conselheiros – atuais e potenciais – e consequente aumento da competitividade da cooperativa, considerando as características diferenciadas do modelo de negócios cooperativista.
Compliance e Integridade
Governança (G) - Uma solução que combina capacitação e mentoria, com o objetivo de apoiar a implantação customizada de programa de compliance e integridade, contemplando avaliação do estágio de maturidade, nivelamento de conhecimentos, formação da equipe, estruturação ou melhoria dos processos, e elaboração de instrumentos específicos da Cooperativa.

O Coop na COP
Participação do cooperativismo na Conferência do Clima, com o objetivo de demonstrar como o cooperativismo brasileiro atua na agenda climática global e se posiciona como parte da solução para os desafios da sustentabilidade. Por meio da articulação institucional, da proposição de soluções, da incidência em pautas estratégicas e do mapeamento e apresentação de cases concretos, as cooperativas demonstram como transformam compromisso em ação, com vistas ao desenvolvimento mais sustentável, resiliente e inclusivo.

Comitê Elas Pelo Coop e Geração C
comitês de mulheres e jovens que objetivam ampliar a participação desses públicos nas lideranças do cooperativismo brasileiro. Manuais e materiais diversos visando a atuação dos membros e membras em quatro eixos de atuação: formação e capacitação; representação institucional; intercooperação; e, elaboração e diretrizes.

Dia C - Dia de Cooperar
Celebração nacional, realizada no último sábado de agosto de cada ano, visando estimular a prática do sétimo princípio do cooperativismo por meio do voluntariado, com a realização de ações socioambientais pelas cooperativas brasileiras, as quais podem ser realizadas somente no dia da celebração ou durante todo o ano.
Conteúdos relacionados
Destaques
Semana de Competitividade 2026 celebra raízes que inspiram o futuro
Evento reúne cooperativistas em Brasília para discutir educação, identidade e continuidade do movimento A cultura cooperativista está no centro do debate da Semana de Competitividade 2026, que começou nesta terça-feira (11), no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília. Com o tema Cultivando a Cultura Cooperativista, o evento reúne, até quinta-feira (13), cerca de 800 cooperativistas de todos os estados do país e do Distrito Federal para discutir caminhos que contribuam para fortalecer a identidade e a atuação do movimento. Na abertura institucional, o presidente do Conselho de Administração do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, lembrou que a escolha do tema nasceu na própria base cooperativista. Durante o processo de escuta realizado pelo Sistema OCB no 15º Congresso Brasileiro do Cooperativismo (CBC), foram recebidas 193 sugestões para orientar as diretrizes de atuação do movimento no período de 2025-2030. A palavra “cultura” apareceu mais de 400 vezes nas contribuições, sinalizando a relevância do assunto para as cooperativas. Para Márcio, falar de cultura é falar também daquilo que sustenta o movimento e da relação entre a cooperativa e quem está no centro do modelo: o cooperado. “Cooperativismo é uma planta que nasce muito melhor quando é muda do que quando é enxerto. Se ele não vier de uma origem, de um sentimento, só no campo das ideias, ele não se enraíza. A cultura cooperativista precisa ser cultivada diariamente”, afirmou. A partir dessa escuta, a cultura passou a ocupar espaço estratégico no planejamento do Sistema OCB e ganhou uma programação específica durante a Semana de Competitividade. De acordo com o presidente Márcio, o desafio está em conciliar o avanço das cooperativas com a preservação dos princípios que diferenciam o modelo. “Precisamos surfar a onda da inovação, da profissionalização, da adequação. Precisamos de negócios grandes, de potência de negócio. Mas não podemos deixar que o negócio desequilibre o conceito com as bases, os princípios e os valores. Essa é a nossa diferença”, destacou. Nesse contexto, Márcio chamou atenção para o papel do cooperado como origem e razão de ser da cooperativa. “A cooperativa é a criatura do cooperado. A criatura não pode ser mais importante que o criador. A base do nosso negócio é a nossa gente, é o nosso cooperado”, disse. A fala também apontou para a necessidade de aproximar novamente as cooperativas de suas bases, sem renunciar à evolução necessária para competir em mercados cada vez mais complexos. “A proposta do Ano CulturaCoop e da programação da Semana é justamente iniciar esse movimento de resgate. Resgate do verdadeiro papel dos cooperados, de um sentimento cada vez mais forte de que essa é a nossa diferença. Essa semana é um motor de arranque nesse processo”, completou. Cultura que atravessa gerações A programação da Semana de Competitividade 2026 parte da compreensão de que a cultura cooperativista não é algo estático. Ela está ligada à trajetória construída pelo movimento ao longo das décadas, às transformações vividas pelas cooperativas e aos desafios de manter seus valores presentes em uma sociedade em constante mudança. A proposta é discutir como os princípios cooperativistas podem continuar fazendo sentido no presente e orientar as escolhas do movimento no futuro. José Alves Neto, presidente da Unimed do Brasil e da Aliança Cooperativa Internacional para as Américas, também participou da abertura e destacou que o crescimento do cooperativismo precisa caminhar junto com a preservação de sua identidade. Ao abordar o cenário brasileiro e internacional, José Alves destacou que a preocupação com a cultura cooperativista não é exclusiva do Brasil. “A resposta dos encontros, tanto aqui no Brasil quanto nas conversas que tenho pelas Américas e na Ásia, é sempre a mesma: formar pessoas, formar lideranças conscientes, formar educadores capazes de disseminar a cultura cooperativista entre cooperados, colaboradores e comunidade, e formar cooperados que entendam, na prática, por que fazemos o que fazemos e da forma que fazemos”, afirmou. Memória que ajuda a construir o futuro A relação entre passado, presente e futuro também marcou a abertura da Semana, com o lançamento do documentário Pioneiros do Cooperativismo Brasileiro. Produzido pelo Sistema OCB como parte do Ano CulturaCoop, o filme reúne relatos de lideranças que ajudaram a construir o cooperativismo em diferentes ramos e regiões do país. Após a exibição, os pioneiros foram homenageados com placas em reconhecimento à contribuição para o desenvolvimento do movimento. O registro audiovisual amplia essa homenagem ao preservar memórias que podem ser compartilhadas com as novas gerações e utilizadas em ações de educação e formação cooperativista. Foram homenageadas quatro lideranças reconhecidas por sua contribuição ao cooperativismo em âmbito nacional e estadual: Roberto Rodrigues, pioneiro do cooperativismo nacional; Ronaldo Scucato, em Minas Gerais; Malaquias Oliveira, em Pernambuco; e Américo Utumi, em São Paulo (in memorian), além de lideranças dos diferentes ramos do movimento: Jânio Stefanello (Infraestrutura), Nilson Luiz May (Saúde), Dorival Bartzike (Transporte), Hercílio Schmitt (Consumo), Margaret Garcia (Trabalho), Moacir Krambeck (Crédito), e José Aroldo Gallassini (Agropecuário). A programação da Semana de Competitividade 2026 segue até quinta-feira (13), conectando memória, cultura, formação e inovação em torno do futuro do cooperativismo. Saiba Mais: Sistema OCB recebe maior cooperativa de crédito do México Sistema OCB leva agenda cooperativista ao congresso do Agronegócio Modelo brasileiro do coop agro é apresentado em congresso na Argentina
Documentário resgata histórias de pioneiros do coop brasileiro
Sistema OCB leva agenda cooperativista ao congresso do Agronegócio
