Consumo
Em 2026, o progresso é visto em muitas áreas
Vanguardista, o Ramo Consumo deu origem ao movimento cooperativista moderno na Inglaterra, em 1844. Reúne as cooperativas destinadas à compra em comum de produtos e/ou serviços para seus cooperados — como supermercados e farmácias cooperativas. O propósito é um só: somar o poder de compra de todos, reduzindo custos e oferecendo melhor atendimento.
Também fazem parte cooperativas formadas por pais para contratação de serviços educacionais e as de consumo de serviços turísticos.
Panorama do Cooperativismo de Consumo no Brasil
Distribuição de cooperativas do ramo por estado em 2026. Clique em um estado para filtrar os dados da página.
- Cooperativas —
- Cooperados —
- Empregados —
- Ingressos —
- Ativos —
- Sobras —
Indicadores financeiros do cooperativismo de consumo
As cooperativas de consumo, em sua atuação, realizam compras em conjunto para conseguir condições diferenciadas, possibilitando o suprimento de produtos e serviços de qualidade com menor preço, melhor atendimento e segurança. Elas se posicionam como verdadeiras balizadoras de preços no mercado desde a origem do movimento cooperativista. Seguem desempenhando o seu papel de servir aos cooperados – em seu caráter de consumidores, em condições convenientes quanto a preço, qualidade, oportunidade e melhores condições de compra.
Em 2026 as cooperativas do ramo consumo brasileiras pagaram mais de:
Segmentação do Ramo Consumo
Com a missão de garantir abastecimento aos cooperados por meio das compras em comum, o cooperativismo de consumo busca preços mais acessíveis e melhores condições.
Os percentuais somam mais de 100% porque uma mesma cooperativa pode atuar em vários segmentos.
Intercooperar gera Negócios
Com quais outros ramos o Consumo mais faz negócios.
A intercooperação, um dos princípios do cooperativismo, é uma forma eficiente de fazer negócios — parcerias entre cooperativas, do mesmo ramo ou de ramos diferentes, que geram prosperidade e resultado.
Desafios e Oportunidades
O cenário atual, reflexo dos últimos acontecimentos mundiais, trouxe desafios operacionais significativos para as cooperativas, obrigando-as a se reinventarem. Ele fez as que são formadas por pais de alunos transformarem a oferta da educação; abriu oportunidades para um turismo consciente e engajado com as comunidades locais; além disso, potencializou coops de consumo que atuam nos segmentos de atacado e varejo.
No segmento de varejo, o que podia ser entendido como uma tendência passou a ser uma realidade: aumento expressivo das compras on-line e da utilização de aplicativos (próprios ou independentes). Serviços como o “clique e retire” e o de entrega em domicílio foram potencializados e consolidados.
E o que esperar para os próximos anos?
A retomada da economia vai acarretar uma nova organização do Ramo Consumo: poderemos experienciar novas cooperativas de turismo, com consumidores ávidos por viagens e pelos conhecimentos que elas trazem; cooperativas educacionais em ambientes híbridos e focadas em novas abordagens educativas; os supermercados cooperativos serão cada vez mais digitais, respondendo de forma eficaz aos anseios dos cooperados e mantendo, ao mesmo tempo, sua essência cooperativa. Um cenário que promete muito ao cooperativismo de consumo brasileiro, e o Sistema OCB continuará trabalhando junto às cooperativas para a inovação e sustentabilidade dos negócios e melhor retorno aos cooperados.
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