Cooperativismo
e as Eleições 2026
Este é o momento de reafirmarmos o protagonismo do cooperativismo na construção de um Brasil mais justo. Mais do que acompanhar o processo eleitoral, é hora de fortalecer a participação cidadã, levando aos espaços de decisão os valores e as contribuições do coop para o desenvolvimento do país.
Conheça como o movimento cooperativista atua de forma propositiva, promovendo o diálogo com candidatos, lideranças e a sociedade na construção de políticas públicas mais eficazes.

Conheça as iniciativas do Sistema OCB para as Eleições 2026
ESCOLHA O CAMINHO QUE FORTALECE O COOP
Em 2026, o Sistema OCB dá um novo impulso ao Programa de Educação Política com um chamado claro: na hora de votar, #PensenoCoop.
A iniciativa convida o movimento cooperativista a fortalecer sua participação cidadã e a levar para o debate público seus valores e contribuições. Temos convicção de que a presença ativa do cooperativismo como parte da discussão e instrumento de políticas públicas, ajudamos a gerar mais oportunidades, inclusão e prosperidade para milhões de brasileiros.
Destaques | RepresentaCoop
07/08/2026
Cooperativas de Infraestrutura expandem geração de energia
Ramo chega a 1,48 milhão de cooperados, amplia investimentos e leva soluções para todo o país Garantir acesso à energia e a outros serviços essenciais é um dos grandes desafios para o desenvolvimento sustentável do país. Em diferentes regiões do Brasil, esse desafio tem sido enfrentado por meio da cooperação. Organizadas pelos próprios usuários, as cooperativas de infraestrutura se destacam cada vez mais por sua atuação na geração e distribuição de energia, além de desenvolver soluções que impulsionam a economia local e melhoram a qualidade de vida das comunidades. O Anuário do Cooperativismo Brasileiro 2026, divulgado pelo Sistema OCB nesta sexta-feira (31), aponta que o ramo reuniu, em 2025, 247 cooperativas, que atendem 1,48 milhão de cooperados e geram 7.110 empregos diretos. No mesmo período, essas cooperativas movimentaram R$ 6,81 bilhões em ingressos e alcançaram R$ 11,46 bilhões em ativos, consolidando sua expansão em todo o país. O fortalecimento do ramo também se reflete em seus indicadores econômicos. Em 2025, os ativos das cooperativas de infraestrutura chegaram a R$ 11,45 bilhões, enquanto os ingressos alcançaram R$ 6,81 bilhões, demonstrando a capacidade do setor de ampliar investimentos e desenvolver projetos de longo prazo. O capital social atingiu R$ 718,4 milhões, o que evidencia a confiança dos cooperados no modelo cooperativista e na expansão das iniciativas conduzidas pelas próprias comunidades. “As cooperativas de infraestrutura mostram que desenvolvimento também se constrói de forma colaborativa. Quando as pessoas se unem para investir em soluções que atendem às necessidades da própria comunidade, elas ampliam o acesso a serviços essenciais, fortalecem a economia local e criam condições para um crescimento mais sustentável e inclusivo", defende a presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella. Geração de energia A geração de energia é hoje o principal vetor de crescimento das cooperativas de infraestrutura. O Anuário registra 94 cooperativas dedicadas à geração de energia para consumo próprio, 79 cooperativas de distribuição de energia e 29 cooperativas voltadas à geração para comercialização, dados que refletem o avanço de um modelo que combina sustentabilidade, inovação e participação coletiva. Esse crescimento acompanha a expansão da geração distribuída no Brasil e reforça o protagonismo das cooperativas na construção de alternativas energéticas mais eficientes e próximas das necessidades dos consumidores. "A expansão da geração de energia pelas cooperativas acompanha uma transformação importante do setor elétrico brasileiro. O cooperativismo contribui para acelerar a transição para uma matriz cada vez mais sustentável, sempre com os benefícios retornando para os próprios cooperados e para suas comunidades", acrescenta Tania. Outras soluções Embora a energia concentre a maior parte das atividades do ramo, as cooperativas de infraestrutura também atuam em áreas como construção civil, telecomunicações e outras iniciativas voltadas à implantação e manutenção de serviços essenciais. Essa diversidade permite que cada cooperativa desenvolva projetos compatíveis com as necessidades de sua região e amplie o acesso à infraestrutura em localidades onde, muitas vezes, a oferta tradicional é limitada. Dessa forma, elas fortalecem a capacidade das próprias comunidades de identificar prioridades, definir investimentos e construir soluções coletivas para seus desafios. Ao transformar necessidades coletivas em soluções construídas de forma colaborativa, as cooperativas de infraestrutura demonstram que investir em energia e em serviços essenciais também é uma forma de promover desenvolvimento, inclusão e prosperidade para milhares de brasileiros. Saiba Mais: Cooperativismo leva experiência em RIG a seminário da Abrig Cooperativas de consumo fortalecem economia compartilhada Lideranças da Fecoagro visitam a Casa do Cooperativismo
06/08/2026
Cooperativas de consumo fortalecem economia compartilhada
Papel do ramo na oferta de produtos e serviços ganha destaque no AnuárioCoop 2026
Consumir também pode ser uma forma de participar. Nas cooperativas de consumo, quem utiliza produtos e serviços contribui com as decisões, ajuda a definir os rumos do empreendimento e compartilha os resultados gerados. O modelo, baseado na economia compartilhada, segue conquistando espaço no Brasil e alcançou 2,84 milhões de cooperados em 2025, crescimento de 10,8% em relação ao ano anterior, segundo o Anuário do Cooperativismo Brasileiro 2026, divulgado pelo Sistema OCB nesta sexta-feira (31).
O avanço do quadro social acompanha o fortalecimento do ramo. As cooperativas de consumo movimentaram R$ 7,9 bilhões em ingressos ao longo do ano, somaram R$ 4,16 bilhões em ativos e reúnem atualmente 191 organizações, responsáveis por 15.798 empregos diretos em todo o país.
Para a presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella, o crescimento demonstra que cada vez mais brasileiros percebem valor em um modelo que vai além da simples relação de compra e venda. "As cooperativas de consumo mostram que é possível unir eficiência econômica e compromisso com as pessoas. Ao organizar demandas comuns, elas ampliam o acesso a produtos e serviços, fortalecem o poder de compra dos associados e fazem com que os benefícios gerados retornem para quem participa da cooperativa e para a própria comunidade", destaca.
Soluções diversificadas
O cooperativismo de consumo está presente em diversas áreas do cotidiano. As cooperativas atuam em supermercados, farmácias, postos de combustíveis, lojas de vestuário, beleza, equipamentos, serviços veiculares e outras atividades que atendem às necessidades dos cooperados. Em muitos casos, uma mesma cooperativa desenvolve mais de uma atividade, ampliando as soluções oferecidas.
Essa diversidade permite que o modelo esteja presente em diferentes etapas da vida das pessoas, com alternativas mais próximas da realidade de cada comunidade e com potencial para fortalecer as relações de consumo baseadas na confiança, na participação e no interesse coletivo.
Outro destaque do ramo é a evolução da presença de mulheres em seu quadro social. Em 2025, foi registrado 1,42 milhão de mulheres cooperadas, crescimento de 16,2% em relação ao ano anterior, enquanto o número de homens registrou alta de 5,9%.
Na avaliação da presidente Tania, esse resultado reforça uma das principais características das cooperativas. "Quanto mais diversa e representativa é a base de cooperados, maior é a capacidade de compreender as necessidades das pessoas e construir soluções adequadas para elas. A participação democrática é um dos pilares que tornam esse modelo tão conectado às comunidades onde atua".
O Anuário também mostra que a intercooperação é parte importante da estratégia do ramo. Mais da metade das organizações de consumo utilizam cooperativas de crédito para movimentar seus recursos financeiros e mantém parcerias com outros segmentos para ampliar a oferta de serviços de saúde, transporte, produtos agropecuários e outras soluções ao seu quadro social. Essa integração fortalece o ecossistema cooperativista, amplia a competitividade das cooperativas e cria oportunidades para os cooperados.
Escolhas mais conscientes
O principal diferencial das cooperativas de consumo está na forma como organizam as relações econômicas. Diferentemente do modelo tradicional, os consumidores também são donos do empreendimento, participam das decisões em igualdade de condições e compartilham os resultados obtidos pela cooperativa. O modelo fortalece o poder de negociação dos associados, estimula escolhas mais conscientes e contribui para que os recursos permaneçam em circulação nas próprias comunidades, gerando emprego, renda e novas oportunidades de desenvolvimento.
Como destaca Tania, "o cooperativismo de consumo demonstra que é possível construir relações econômicas mais equilibradas, em que o sucesso da organização está diretamente ligado ao bem-estar das pessoas. Quando o consumidor também é protagonista, o resultado da compra de um produto ou da contratação de um serviço fortalece uma comunidade inteira".
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05/08/2026
AnuárioCoop 2026 amplia visibilidade do cooperativismo na imprensa
Levantamento gerou ampla repercussão, com cobertura positiva em veículos de referência
Os dados do AnuárioCoop 2026 ganharam destaque nos principais veículos de comunicação do país e ampliaram a presença do cooperativismo no debate público. Mais de 46 reportagens foram divulgadas em jornais, revistas, portais especializados, emissoras de televisão e plataformas digitais nos primeiros três dias após a publicação oficial dos dados pelo Sistema OCB na sexta-feira (31).
A cobertura alcançou veículos de grande referência, como Folha de S.Paulo, Estadão, Valor Econômico (impresso), Exame, Forbes Brasil, CNN Brasil, Globo Rural, InfoMoney, Poder360, Portal Terra, Nexo Jornal, AGFeed e Brazil Economy, além de diversos portais voltados ao agronegócio, à economia e ao cooperativismo.
Os diferentes enfoques mostraram a amplitude dos resultados apresentados pelo Anuário. As reportagens destacaram o crescimento do cooperativismo brasileiro, que alcançou 29 milhões de cooperados, movimentou R$ 848,4 bilhões em ingressos e registrou 613 mil empregos diretos em 2025. O desempenho do ramo Agropecuário, a participação das cooperativas nas exportações brasileiras e a projeção de o setor atingir R$ 1 trilhão em movimentação financeira até 2028 também estiveram entre os temas mais repercutidos.
Na televisão, a CNN Brasil realizou duas entradas ao vivo durante a programação da sexta-feira, com mais de dez minutos divulgados à divulgação dos resultados do levantamento e ampliação do alcance das informações para o público nacional. O levantamento ainda foi pauta em plataformas de negócios, economia e mercado financeiro, como Broadcast Agro, LinkedIn News e MSN Notícias, além de veículos regionais de diferentes estados.
"A repercussão do AnuárioCoop mostra que o cooperativismo está cada vez mais presente na agenda nacional. Quando os principais veículos de comunicação destacam nossos resultados, eles ajudam a tornar mais conhecido um modelo de negócios que gera oportunidades, distribui riqueza, fortalece comunidades e contribui diretamente para o crescimento do Brasil. Essa visibilidade amplia o reconhecimento da força das cooperativas e reforça a credibilidade do setor perante a sociedade” destaca a a presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella.
O AnuárioCoop reúne os principais dados econômicos, sociais e de gestão do cooperativismo brasileiro. A edição de 2026 mostrou que o setor segue em expansão, com crescimento no número de cooperados, geração de empregos, aumento da movimentação financeira e fortalecimento de sua presença em todas as regiões do país.
Confira todas as reportagens.
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Cooperativas agropecuárias movimentam R$ 487,3 bilhões e ampliam presença no país
04/08/2026
Cooperativas de crédito ultrapassam R$ 1,16 trilhão em ativos
AnuárioCoop 2026 mostra crescimento da base de cooperados e fortalecimento da inclusão financeira
O cooperativismo de crédito brasileiro alcançou um novo patamar em 2025. As cooperativas do ramo ultrapassaram, pela primeira vez, a marca de R$ 1,15 trilhão em ativos, resultado que representa um crescimento de 17,1% em relação ao ano anterior. Os dados fazem parte do Anuário do Cooperativismo Brasileiro 2026, divulgado nesta sexta-feira (31) pelo Sistema OCB, e confirmam a consolidação do segmento como um dos principais agentes da inclusão financeira e de desenvolvimento regional no país.
O ramo reúne atualmente 22,95 milhões de cooperados, crescimento de 14,1% em apenas um ano, e mantém presença física em 59% dos municípios brasileiros. Na prática, 8 em cada 10 cooperados no Brasil estão em uma cooperativa de crédito. Além disso, em 1.072 cidades, as cooperativas de crédito são a única instituição financeira em funcionamento, o que permite a ampliação do acesso ao crédito, aos serviços financeiros e às oportunidades de desenvolvimento para milhões de brasileiros.
Para a presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella, esses resultados demonstram que o crescimento do cooperativismo de crédito acompanha uma demanda crescente da sociedade por instituições financeiras mais próximas das pessoas. "Cada novo cooperado representa alguém que escolhe participar de uma instituição da qual também é dono. Esse modelo fortalece a confiança e faz com que os recursos circulem nas próprias comunidades, financiem famílias, produtores rurais, empreendedores e pequenos negócios", afirma.
Os resultados econômicos reforçam essa trajetória. Em 2025, os ingressos alcançaram R$ 198,3 bilhões, alta de 19,9% sobre o ano anterior. O capital social chegou a R$ 84,7 bilhões, crescimento de 18,3%, enquanto as sobras do exercício somaram R$ 24 bilhões, avanço de 54,3%. O cooperativismo de crédito reúne atualmente 682 cooperativas e gera 134.395 empregos diretos, número 10,3% superior ao registrado em 2024.
O cooperativismo de crédito também exerce papel estratégico para o conjunto do movimento cooperativista. As cooperativas do ramo financiam investimentos, capital de giro e projetos desenvolvidos por cooperativas agropecuárias, de transporte, saúde, infraestrutura, consumo e outros segmentos, o que fortalece o ambiente de intercooperação, amplia a competitividade de todo o setor e impulsiona o desenvolvimento das economias locais.
Os resultados do AnuárioCoop2026 mostram que o cooperativismo de crédito mantém uma trajetória consistente de crescimento econômico e de ampliação de seu impacto social. A ampliação de sua participação no Sistema Financeiro Nacional (SFN) avançou para 8,0% e os depósitos atingiram 9,8% de acordo com dados do Banco Central. O Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC) permaneceu entre os segmentos com maior crescimento da carteira de crédito no SFN (13,1%), e chegou a R$ 516 bilhões em operações de crédito líquidas de provisão.
Para Tania, essa evolução confirma que o cooperativismo de crédito desempenha um papel cada vez mais relevante para o país. "O ramo demonstra que é possível conciliar eficiência econômica, inclusão financeira e desenvolvimento regional. Quanto mais as cooperativas crescem, maior é sua capacidade de ampliar oportunidades, apoiar a atividade produtiva e contribuir para uma economia mais forte e mais inclusiva”, complementa.
Valor compartilhado
Além de serviços financeiros, as cooperativas de crédito promovem um modelo de negócios baseado na participação dos cooperados, na gestão democrática e no compromisso com o desenvolvimento das comunidades. Como os cooperados são, ao mesmo tempo, clientes e donos da instituição, os resultados permanecem no próprio sistema, fortalecem o patrimônio das cooperativas, ampliam sua capacidade de investimento e retornam aos associados na forma de melhores soluções financeiras, distribuição de sobras e iniciativas voltadas ao desenvolvimento local.
Essa dinâmica contribui para ampliar a inclusão financeira, estimular o empreendedorismo, apoiar a atividade produtiva e reduzir desigualdades regionais, especialmente em municípios onde o acesso a serviços financeiros ainda é limitado. Ao combinar eficiência econômica com compromisso social, o cooperativismo de crédito fortalece economias, gera oportunidades e reafirma seu papel como um dos principais instrumentos de desenvolvimento sustentável do país.
Saiba Mais:
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