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O evento é destinado a presidentes de cooperativas, gerentes financeiros, contadores, auditores e economistas e apresentará modernas técnicas de administração financeira com foco no setor cooperativista, informa o coordenador de treinamentos do Sescoop, Ramiro Hensel. As inscrições podem ser feitas por meio do site www.ocesc.org.br. Mais informações pelo telefone (85) 3231 6833 ou e-mail
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No primeiro dia (12), haverá apresentação das ações de mercado desenvolvidas em Minas Gerais; Espírito Santo; Santa Catarina; Paraná; e Amazonas. À tarde, os participantes terão palestra sobre Inteligência Comercial com enfoque no mercado doméstico e apresentação sobre a ação de promoção comercial para mel, avestruz, flores, frutas e artesanato, itens que foram prioritários em 2006.
No segundo dia (13), haverá apresentação da base de dados em ambiente Web e treinamento. Para finalizar, uma palestra sobre Competências Empreendedoras. No último dia (14), a programação prevê mais um treinamento em comércio exterior com enfoque na inserção de cooperativas no mercado internacional (Programa Redeagentes do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior).
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Sintonizadas com a necessidade de financiamento que o setor necessita para crescer, algumas cooperativas de crédito prometem ampliar os empréstimos este ano. Só na Cooperativa Central de Crédito de Minas Gerais (Crediminas/Sicoob), com 250 mil associados, o aumento de carteira de empréstimos deve ser de 25%. Com mais dinheiro na mão, o produtor pode investir na qualidade.
Na Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé (Cooxupé), responsável por boa parte do café exportado pelo país, o investimento em tecnologia de ponta tem gerado bons retornos financeiros aos produtores. A cooperativa já exporta para vários mercados, como Alemanha, Estados Unidos, Itália e Japão. (Com informações da Ocemg)
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A área dos projetos especiais foi a de maior crescimento: foram desenvolvidas 328 “ações delegadas”, para as quais o Sescoop liberou recursos e as próprias cooperativas realizam os eventos. Para viabilizar essas atividades delegadas, o Sescoop cobre até 80% dos recursos gastos pelas cooperativas em cada evento realizado. Nessa esfera, foram atendidas 37.058 pessoas mediante investimentos de R$ 1,84 milhão. O crescimento foi linear com número de eventos 50% superior ao ano de 2005, o número de beneficiados 31% acima e o volume de dinheiro ampliado em 87%.
Os resultados foram anunciados pelo presidente do conselho de administração, Neivor Canton, após reunião que analisou e aprovou o relatório de 2006. Durante o ano foram desenvolvidas 43 ações de capacitação e treinamento de recursos humanos das cooperativas, envolvendo 2.665 pessoas e absorvendo R$ 427,3 mil.
Com cerca de 1,4 mil cooperativas e 37 centrais, o sistema cooperativo de crédito representa hoje "algo entre 2% e 3% de qualquer indicador do sistema financeiro nacional". A expectativa de Feltrin é de que o sistema se fortaleça, atingindo níveis de crescimento expressivos e ocupando uma boa fatia do mercado.
Afirmou não ter dúvidas de que a Resolução 3.106/03, que criou a possibilidade de livre admissão nas cooperativas, foi a "grande divisora de águas" do cooperativismo de crédito no Brasil. "A resolução abriu caminhos para a expansão do sistema", conta. Depois dessa resolução surgiram pelo menos 100 novas cooperativas de livre admissão no país, além das cooperativas singulares. O Banco Central analisa a criação de mais 130 cooperativas de crédito. (Fonte: Diário de Cuiabá/Ocesp)
"O biodiesel gera emprego, gera renda, gera desenvolvimento. E o nosso programa poderia ser um exemplo a ser financiado pelos países ricos aos países africanos e aos países da América Central", disse Lula.
Um dos principais temas em discussão no Fórum Econômico Mundial 2007, que começou no dia 24 e termina no próximo domingo (28), são as mudanças climáticas. Como são provocadas principalmente pela emissão de gases poluentes, o biodiesel aparece com uma das alternativas para reduzir esse processo.
Lula citou que os Estados Unidos, por exemplo, em vez de produzirem etanol do milho, deveriam financiar projetos de biodiesel nos países pobres, o que poderia ser inclusive mais barato. (Fonte: Agência Brasil)
"Sem o recurso, as cooperativas de crédito rural estão sendo prejudicadas, o que impacta diretamente na atividade dos produtores rurais. Nossa intenção é enfrentar as barreiras para destravar este processo", explica Del Grande. "Sem esses certificados, as cooperativas não conseguem acesso às linhas de crédito do BNDES", completa. (Fonte: Ocesp)
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As demais receitas foram obtidas com derivados lácteos R$ 99,4 milhões (crescimento de 76,73%), rações suínas R$ 35,3 milhões (+15,16%), carnes bovinas R$ 18,5 milhões (+4,77%), venda de reprodutores R$ 12,6 milhões (-35,73%), sucos e óleos essenciais R$ 4,2 milhões (+0,79%), rações de aves R$ 1,3 milhão (-82,14%), pintos, ovos e matrizes R$ 649 mil (+49,48%), massas R$ 3,9 milhões (+1,22%) e mercadorias e serviços R$ 11,8 milhões (-41,06%).
A importância relativa do mercado externo na composição da receita da Aurora mudou. Os dirigentes expuseram que a perda do mercado russo para as carnes catarinenses afetou imediatamente as exportações, causando perdas de divisas ao país e gerando um excesso de oferta no mercado interno. Por outro lado, a ocorrência de casos de influenza aviária na Ásia criou uma sinistrose mundial.
Avaliações alarmistas geraram uma crise de desinformação sem precedentes e, em conseqüência, influenciaram a opinião pública a restringir o consumo de carnes de aves. Imprevisíveis e fora do controle empresarial, essas duas ocorrências simultâneas se conjugaram pela derrubar o volume físico das exportações. Além disso, a atual política cambial brasileira, centrada na excessiva valorização do real frente ao dólar, deprimiu o resultado financeiro das operações com o mercado externo.
Refletindo esse quadro perverso, as receitas da Coopercentral Aurora obtidas com exportações que, em 2005 representavam 24,62% das receitas totais, passaram a contribuir com 17,46% do faturamento em 2006, ficando em R$ 332,5 milhões. As vendas de carnes suínas representaram R$ 161,2 milhões com queda de 33,17% em relação ao ano anterior. As vendas de carnes de aves fecharam em R$ 162,6 milhões, com redução de 7,41%. Suco concentrado e óleos essenciais venderam R$ 8,5 milhões, com crescimento de 2,47%. (Fonte: Ocesc)
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Janaine Lopes Pimentel é administradora de cooperativas pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), com MBA em Gestão de Cooperativas (parceria da Ocesp-Sescoop com a Fundação Getúlio Vargas - FGV) e especialização em Banking, também na FGV. Janaine Pimentel é controller da Coopercredi-SP, cooperativa de crédito com mais de 5 mil associados.
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São Paulo segue na liderança do ranking de vendas externas das cooperativas brasileiras, seguido por Paraná, que somou US$ 852 milhões, Minas Gerais, US$ 209 milhões, Santa Catarina, US$ 196 milhões, Rio Grande do Sul, US$ 143 milhões, e Goiás, com US$ 90 milhões. As vendas externas de São Paulo representam 39% do total alcançado pelas cooperativas brasileiras em 2006, que totalizaram US$ 2,8 bilhões, um incremento nacional de 27%.
Os dois principais produtos vendidos ao exterior pelas cooperativas brasileiras foram açúcar e álcool, seguidos por soja em grão, frango congelado e café. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio e revelam que as exportações de álcool das cooperativas tiveram uma variação positiva de 103%, passando de US$ 180 milhões em 2005 para US$ 367 milhões em 2006. O açúcar também registrou aumento significativo: 61%, gerando receitas de US$ 689 milhões, diante de 426 milhões no ano anterior.
Os maiores importadores dos produtos das cooperativas brasileiras em 2006 foram EUA (US$ 318 milhões), Emirados Árabes Unidos (US$ 280 milhões), China (US$ 215 milhões), Holanda (US$ 204 milhões) e Alemanha (US$ 180 milhões). (Fonte: Ocesp)
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O “Invest Educação” está baseado no princípio cooperativista que prega o acesso à educação para todos. De acordo com a Gerente de Desenvolvimento e Negócios do Sicoob Central DF, Adriana Carneiro, “o produto pode assegurar a educação futura dos filhos dos associados, proporciona recursos de longo prazo para a cooperativa filiada”. (Fonte: Assessoria Sicoob DF)"
Como resultado direto desse programa, os bolsistas tornaram-se espontaneamente cooperados e, identificados com a cooperativa; divulgam o benefício que obtiveram, trazendo novos cooperados para a Credicoonai. O projeto também aproximou a cooperativa das instituições de ensino visitadas; algumas delas, inclusive, tornaram-se correntistas da cooperativa.
"O projeto de Bolsa de Estudos da Credicoonai é visto atualmente como um importante instrumento de difusão da educação cooperativista entre cooperados da Credicoonai. Além disso, propicia uma série de outros benefícios à cooperativa, seus cooperados e funcionários, e contribui para a profissionalização das atividades agrícolas de nossa região, através do acesso a uma formação profissional", diz Danilo Lombardi, do departamento de marketing da Credicoonai.
O prazo para pagamento do crédito educativo é proporcional ao número de mensalidades financiadas, com uma carência de seis meses, visando oferecer ao recém-formado um tempo para integrar-se ao mercado de trabalho. A diretoria da cooperativa ressalta que o retorno financeiro de tal empreendimento é muito pequeno, em razão da baixa taxa de juros, porém a satisfação de uma necessidade dos cooperados e as conseqüências positivas daí decorrentes superam os ganhos financeiros. (Fonte: Ocesp)"
Em todo o Brasil, chega a 1 milhão o número de trabalhadores que vivem da coleta de resíduos sólidos. São catadores de papel, papelão, plásticos, garrafas descartáveis, vidros e todo tipo de material que possa ser reaproveitado A estimativa é do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis.
Segundo a secretária de Articulação Institucional e Parcerias do Ministério do Desenvolvimento Social, Heliana Tavares, com o crédito as cooperativas vão gerar mais trabalho e renda. Para saber como se inscrever basta acessar a página do Banco na internet pelo endereço, www.bndes.gov.br.
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Para o presidente da Cooestal, João Cândido Machado da Rocha, o papel central do projeto é de promover o controle social por meio da educação, formação e informação. "Queremos prevenir e combater as drogas, os maus tratos envolvendo as crianças em atividades como teatro, artesanato, capoeira, Hip Hop".
O vice-presidente da Ocergs, Irno Augusto Preto, participou do lançamento e elogiou a iniciativa da cooperativa: "essa parceria que beneficia crianças e adolescente só irá contribuir com o desenvolvimento social. Esse é mais um exemplo a ser seguido por outros municípios".
O projeto educacional é uma parceria entre a Cooestal, prefeitura e Secretaria de Desenvolvimento Social de Santa Cruz do Sul, Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (Comdica) e Conselho Tutelar de Santa Cruz do Sul. Mais informações: (51) 9663-7594.
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No ponto de atendimento, localizado no centro do bairro, a população local e os veranistas poderão realizar suas operações financeiras, movimentar contas-correntes e efetuar o pagamento de contas e de tributos estaduais. A inauguração ocorreu na última quarta-feira (3).
O local possui 11 mil habitantes e fica a 12 quilômetros do centro de São Mateus. Por disponibilizar todos os serviços bancários, a agência vai reforçar o atendimento do sistema financeiro na cidade. Esta é a 59º agência do Sicoob no Estado e a segunda em São Mateus.
“O Sicoob está cumprindo a missão de estar cada vez mais próximo do associado e de contribuir para o desenvolvimento das localidades onde se instala. A expectativa é que até o final deste ano o número de associados em Guriri ultrapasse a marca de 300”, destacou o presidente do Sistema no Espírito Santo, Bento Venturim.
Na agência do Sicoob em Guriri estão disponíveis dois caixas, equipe de atendimento e caixa-eletrônico. O horário de funcionamento é das 10h às 14h30, de segunda a sexta-feira. O ponto de atendimento está localizado na avenida Governador Eurico Vieira Rezende, 176, em Guriri. (Fonte: Sicoob-ES)
Por praticar juros mais baixos e prazos mais longos, o cooperativismo vem se consolidando como uma alternativa aos bancos, e já apresenta um crescimento de 12,5% no volume de empréstimos deste ano, em relação a 2005. O montante liberado para as pessoas físicas alcançou o total de aproximadamente R$ 10 bilhões.No Espírito Santo, a tendência é ainda mais forte.
O aumento no volume de empréstimos realizados pelo Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) chegou a 54,% neste ano, em relação a 2005. Foram liberados aproximadamente R$ 800 milhões no período. Segundo especialistas, o setor só não cresceu mais porque grande parte da população ainda não conhece o funcionamento do cooperativismo. De acordo com o presidente do Sicoob no estado, Bento Venturim, apesar da elevação do volume de operações, os empréstimos concedidos pelas cooperativas brasileiras representaram apenas 1,9% do total registrado pelo sistema financeiro no país.
O Sicoob Espírito Santo, por sua vez, participou com 5,34% do total das operações de crédito realizadas no Estado. “A abertura das cooperativas, permitida pelas mudanças recentes na legislação, foi um dos fatores que impulsionaram este crescimento”, avalia Venturim, referindo-se ao fato de que agora as cooperativas do Sicoob funcionam em regime de livre admissão de associados, ou seja, podem ter como sócias pessoas e empresas de todos os segmentos da economia.
De acordo com o diretor-executivo do Sicoob Espírito Santo, Francisco Reposse Junior, por conta dessa autorização do Banco Central, o Sicoob agora pode atender inclusive segmentos da população que não têm acesso às instituições financeiras. Francisco Reposse também ressaltou que o Sistema vem ampliando a oferta de produtos e de serviços, entre eles, as linhas de financiamentos e os cartões. (Fonte: Sicoob)
As informações contidas nos relatórios da Ocesc evidenciam a preocupação permanente do setor cooperativista com o interesse pela comunidade, sendo este o sétimo princípio do cooperativismo. “É quando as ações cooperativistas transcendem o ambiente interno e influenciam no desenvolvimento das comunidades. É quando colaboram no desenvolvimento dos demais setores, geram riqueza, distribuem renda e reduzem custos”, enfatiza o presidente da Ocesc, Neivor Canton.
O faturamento global das cooperativas catarinenses de todos os ramos totalizou R$ 6 bilhões 936,5 milhões de reais, com crescimento de 10,6% em relação ao ano anterior, de acordo com o levantamento da Ocesc. O movimento econômico representa 12% do PIB estadual.
Neivor Canton avalia o desempenho das cooperativas e reforça que “o comprometimento com a qualidade, o meio ambiente, a segurança, saúde, bem-estar e responsabilidade social são fundamentais para que o setor cooperativista continue a crescer e mantenha qualidade em suas ações e serviços”. (Fonte: Ocesc/MB Comunicação)
"Além dos estandes das empresas de fertilizantes e agroquímicos haverá exposições de máquinas agrícolas, implementos, equipamentos de informática, alimentação animal, empresas de armazenagem e ainda departamentos de saúde e turismo.
Conforme o engenheiro agrônomo Jordanis Hoffmann, organizador do Campo Demonstrativo, o CDC se tornou um evento característico do período que antecede a colheita. “Devido ao sucesso das duas primeiras edições, o produtor já espera pelo CDC nessa época que é a fase final do desenvolvimento da cultura”, destaca. (Fonte: Ocesc)
"O Surf Comunitário é um projeto de responsabilidade social que a Unimed Litoral idealizou. Nele, os alunos da rede pública de ensino de Balneário Camboriú e Camboriú têm a oportunidade de aprender a surfar. O projeto teve início em maio de 2006, com o objetivo de contribuir no desenvolvimento sócio-educativo das crianças e adolescentes por meio da prática do esporte e também de atuar junto às famílias dos alunos contribuindo para minimizar os problemas sociais. (Fonte: Unimed Litoral)
As aulas serão ministradas pelos professores Frederico Zappi, professor do MBA de Gestão Empresarial em Cooperativas da Fundação Getúlio Vargas (FGV/RJ), José Horta Valadares (professor e consultor do MBA de Gestão Empresarial em Cooperativas – FGV/RJ), Carlos Claro de Oliveira Jr. (mestre em Administração de Empresa pela FGV/SP), entre outros. Os módulos incluem disciplinas como Economia, Administração, Marketing e Direito. Além da especialização, também vai estar disponível a grade de cursos regulares de qualificação profissional, desenvolvimento cooperativista e profissionalização da gestão. Mais informações com a Coordenação de Capacitação e Treinamento pelo telefone: (21) 2232-0133. (Fonte:OCB/Sescoop – RJ)
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