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Belém (1º/11) – O cotidiano de quem sofreu violência sexual não é fácil. É preciso conviver com marcas que podem comprometer o futuro de muitas crianças e adolescentes. O Programa Viravida é uma inciativa do Conselho Nacional do Serviço Social da Indústria (SESI) que resgata esses jovens em situação de vulnerabilidade para torná-los agentes de desenvolvimento do país. Nesse processo de reabilitação, o SESI-PA conta com mais um aliado: O cooperativismo.
O Programa é desenvolvido em consonância com as diretrizes da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República para a redução da criminalidade e do aliciamento de jovens pelas redes de exploração sexual e tráfico de pessoas.
O Viravida compreende um processo sócio educativo que contempla formas de restituição dos direitos fundamentais dos beneficiados, incluindo educação básica, atendimento psicossocial, formação profissionalizante, noções de autogestão, empreendedorismo e cooperativismo, assim como encaminhamento ao mundo de trabalho. A iniciativa, desenvolvida desde 2008, combate a violação de direitos de crianças e adolescentes com idade entre os 14 a 24 anos, atendendo especialmente aqueles que sofrem violência sexual.
Em setembro, o Departamento Regional do SESI assinou termo de cooperação técnica com o Sescoop/PA para o desenvolvimento de ações conjuntas para a capacitação dos jovens atendidos pelo Programa. O acordo tem o objetivo de desenvolver a cultura da cooperação, disseminar a doutrina, os princípios e os valores do cooperativismo aos jovens.
“O nosso propósito é orientar esse público especifico de que o cooperativismo é uma alternativa comprovadamente eficaz para reabilitação social e para a geração de emprego e renda. Queremos capacitá-los para posteriormente auxiliá-los no processo de constituição, gestão e sustentabilidade da cooperativa advinda do projeto, não os tratando mais como vulneráveis, mas como donos do próprio negócio”, afirma o Presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol.
No período de janeiro a julho deste ano, o estado do Pará registrou 115 denúncias de exploração sexual infantil. Se considerados os últimos quatro anos, o número sobe para 935 denúncias, segundo dados da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. Em relação à capital, foram 180 registros nos últimos quatro anos.
Para Flávia Monteiro, coordenadora operacional do ViraVida no Pará, o problema, apesar de sério, ainda tem pouca visibilidade. “O Estado do Pará, hoje, ocupa o terceiro lugar em número de casos de violência sexual contra crianças e adolescentes em nível de Brasil. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, as estradas do Pará são as que mais têm ocorrência desse crime. Nós identificamos as carências que os alunos têm, como a superação dos seus traumas, e focamos no desenvolvimento humano deles.
Um dos recursos utilizados é a arte educação que tem um engajamento muito grande dos alunos. O programa trabalha o fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários do jovem atendido, além da sua profissionalização e inclusão produtiva sociedade”.
O ViraVida foi criado pelo SESI em 2008. No Pará, o programa é desenvolvido desde 2009 e atende cerca de 100 jovens por ano. “Com a inclusão do cooperativismo na grade curricular do curso, os alunos terão uma ferramenta à mais para empreender. Eles já são formados em empreendedorismo, mas os princípios e valores cooperativistas preconizam um empreendedorismo diferente, coletivo. Eles são capacitados também a desenvolver negócios em conjunto. Aprendem que juntos, somos mais fortes e podemos alcançar resultados mais expressivos”, complemente Ernandes Raiol.
Denúncias de casos de exploração sexual podem ser feitas pelo Disque 100 ou pelo celular, por meio do aplicativo Proteja Brasil, desenvolvido pela Unicef e o governo brasileiro. Disponível na Apple Store ou na Google Play, a ferramenta auxilia os usuários a identificar e denunciar as violações de direitos de crianças e adolescentes. (Fonte: Assimp Sistema OCB/PA)
Celebração ocorre sempre na terceira quinta-feira do mês de outubro em mais de 100 países
Brasília (15/10) – O Cooperativismo de Crédito é um dos maiores do mundo em número de cooperados (217 milhões) e de cooperativas (57 mil), distribuídos em 105 países. Dados como estes comprovam o quanto esse tipo de empreendimento garante inclusão e segurança financeira, além de rentabilidade e serviços com baixo custo. Razões como estas estão entre os propulsores do reconhecimento deste Ramo. É por isso que, hoje, em todos estes 105 países, é celebrado o Dia Internacional do Cooperativismo de Crédito, ou DICC, como é mais conhecido.
Desde 1948, o DICC é comemorado anualmente na terceira quinta-feira de outubro e promovido pelo World Council of Credit Unions (Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito), mais conhecido como Woccu, na siga em inglês. A cada edição, o evento internacional relembra a história de sucesso do cooperativismo de crédito, disseminando os seus diferenciais para toda a sociedade. O tema deste ano – Pessoas Ajudando Pessoas – enfatiza o impacto positivo das cooperativas de crédito não apenas em suas comunidades, mas também ao redor do mundo, como um movimento organizado.
Para o coordenador do Conselho Consultivo do Ramo Crédito e Diretor do Sistema OCB (CECO), Celso Regis Ramos, a celebração desta data tem a função de mostrar à sociedade a importância social do segmento. “As cooperativas de crédito não são instituições financeiras convencionais, mas empresas que, além de oferecer produtos e serviços do mercado, trazem aos seus cooperados uma proposta diferente: a de serem não somente clientes, mas donos do seu próprio banco. E o mundo realmente tem ansiado por um novo modelo econômico, que valorize as pessoas. Tanto é assim que hoje são mais de 217 milhões de associados.”
Os números, aqui no Brasil também chamam atenção e as expectativas para o futuro, segundo Celso Regis, são as melhores. Segundo ele, o cooperativismo de crédito ocupa 2,5% do Sistema Financeiro Nacional (SFN), mas, vale ressaltar que, em algumas praças, essa participação chega aos 23%.
NÚMEROS – Segundo dados de 2014 do Woccu, 57 mil cooperativas estão presentes em 105 países nos seis continentes. No Brasil, quase 7 milhões de pessoas escolheram cooperativas de crédito como sua instituição financeira, de acordo com informações do Banco Central. O total de cooperativas, em dezembro de 2014, chegou a 1.106. Isso representa mais de 43 mil pessoas empregadas pelo setor e ativos no valor de R$ 143 milhões, com R$ 68 bilhões em depósitos.
O DICC é reservado não só para lembrar o passado, celebrar as conquistas, mas também para olhar para o futuro. O Woccu definiu que um dos grandes desafios atuais para o crescimento do setor é aumentar a base se associados, especialmente de jovens, além de outros quatro pontos: obrigações regulatórias, inovação nos meios de pagamento, sustentabilidade das pequenas cooperativas de crédito e a concorrência de novos participantes não-tradicionais.
O objetivo do Woccu é atrair 50 milhões de novos associados para as cooperativas de crédito até 2020, totalizando 260 milhões de pessoas. Como caminho para chegar lá, a entidade aponta a necessidade de documentar e compartilhar as melhores práticas e ferramentas para o crescimento da base de associados jovens.
"Mantendo o olhar atento ao mercado de consórcios e as oportunidades nele existentes, a estratégia da instituição financeira cooperativa é aumentar a competitividade por meio de produtos que atendam às necessidades dos associados. Quando contemplado, o consorciado do Sicredi Consórcio Sustentável pode utilizar sua carta de crédito para adquirir equipamentos ecoeficientes com prazo de pagamento de até 120 meses, nesta que é uma opção segura para comprar bens e serviços e formar patrimônio, pois não há pagamento de juros à instituição financeira. O valor à disposição do associado contemplado vem do autofinanciamento dos participantes do grupo de consórcio, com cartas de crédito que variam de R$ 7 mil a R$ 350 mil.
“O Sicredi Consórcio Sustentável é uma das formas de contribuirmos com a nova realidade climática e energética. Quando incentivamos nosso associado a adquirir estes equipamentos ecoeficientes, estamos oferecendo práticas sustentáveis para melhor utilização dos recursos naturais”, afirma Cidmar Stoffel, diretor de Seguros, Consórcios e Cartões do Banco Cooperativo Sicredi.
Além da atuação no segmento sustentável, que permite a aquisição de bens ecoeficientes, o Sicredi possui amplo portfólio de consórcios, disponibilizando cotas nos segmentos de automóveis, motocicletas, tratores e implementos agrícolas, imóveis e serviços.
A Administradora de Consórcios Sicredi vem se consolidando no mercado brasileiro do segmento, e, em pouco mais de oito anos de atividades, já possui uma carteira de 143 mil cotas e mais de R$ 7 bilhões em créditos ativos. Esses números colocam o Sicredi na 10ª posição no ranking nacional do BACEN, entre as 186 administradoras do país autorizadas a comercializar cotas de consórcio.
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa com mais de 3 milhões de associados e 1.356 pontos de atendimento, em 11 Estados* do País. Organizado em um sistema com padrão operacional único, conta com 97 cooperativas de crédito filiadas, distribuídas em quatro Centrais Regionais – acionistas da Sicredi Participações S.A. - uma Confederação, uma Fundação e um Banco Cooperativo que controla uma Corretora de Seguros, uma Administradora de Cartões e uma Administradora de Consórcios.
* Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Tocantins, Pará, Rondônia e Goiás. (Fonte: MB Comunicação)
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Porto Alegre (10/9) – O presidente do Sistema Ocergs, Vergilio Perius, e a direção da Faculdade de Tecnologia do Cooperativismo (Escoop), acompanhados de coordenadores e colaboradores do Sistema, receberam ontem de manhã, na sede do Centro de Formação Profissional Cooperativista (CFPC), o embaixador da Nigéria no Brasil, Adamu Azimeyeh Emozozo, e sua comitiva, que está no Rio Grande do Sul em sua primeira visita oficial.
O objetivo principal da agenda foi convidar oficialmente o cooperativismo gaúcho para uma missão empresarial multissetorial de visita ao país nigeriano, para estabelecer e expandir as relações de negócios entre as empresas brasileiras e empresários e autoridades da Nigéria. A visita está programada para ocorrer entre os dias 10 a 18 de outubro de 2015.
Emozozo afirmou ser muito oportuna a visita para conhecer outros aspectos da vida do Rio Grande do Sul. Desde janeiro de 2015 na função, ele faz sua quinta visita ao estado, dessa vez em visita oficial. Nas outras vezes esteve na Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque e em preparativos para a Copa do Mundo.
Segundo o embaixador, a comitiva procura por meio dessa visita informar e subsidiar os líderes da indústria, comércio e cooperativas e incentivá-los a fazer parte da missão. “A Nigéria e o Brasil têm muitas coisas em comum, como as condições climáticas, o setor cultural e são os maiores países de seus continentes, sendo natural que trabalhem em conjunto”, afirmou.
Em seu pronunciamento aos cooperativistas, disse que busca garantir o bem-estar dos povos, e por esse motivo procura essa cooperação. A Nigéria é um grande produtor de petróleo e por décadas dependeu dele para o desenvolvimento do país. Segundo Emozozo, não é saudável depender de só um produto para o nosso desenvolvimento.
“E isso tem levado à decisão pela diversificação e o país tem revisto suas prioridades e estratégias. Queremos utilizar o conhecimento do Rio Grande do Sul no agronegócio para aprendermos e mudar nosso sistema manual de agricultura para o mecanizado. Também seus conhecimentos em infraestrutura e saúde serão muito úteis para a Nigéria,” frisou.
O governo da Nigéria tem incentivado os empresários que investem no país, por conta própria ou em parceria com os nigerianos. Emozozo destacou que o comércio entre os países ainda é baixo e existe a possibilidade de melhorar esses números, em negócios na Nigéria ou com países vizinhos.
Por fim, disse que essa missão empresarial não terá um fim em si só, ela elevará o patamar comercial entre os dois países. Salientou também a importância da presença de um representante também da Escoop na missão, para que seja possível demonstrar em seu país o que tem sido feito em relação ao ensino cooperativista no RS.
O presidente do Sistema Ocergs, Vergilio Perius, elogiou o pronunciamento do embaixador e sua disposição em abrir novas fronteiras comerciais para o país. Perius apresentou números que mostram a expressão do cooperativismo gaúcho e disse que novas oportunidades são sempre atrativas às cooperativas gaúchas. O diretor geral da Escoop, Derli Schmidt apresentou a Faculdade de Tecnologia do Cooperativismo (Escoop) e sua importância no cenário da educação cooperativista no Rio Grande do Sul.
Mario De Conto, gerente jurídico da Ocergs e coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão da Escoop, responsável pelo lado brasileiro no projeto de cooperação bilateral com a DGRV, apresentou aos presentes os termos da parceria com o cooperativismo alemão, dissecado em três áreas – auditoria e controles, formação profissional e parcerias comerciais. Por fim, disse ainda que hoje o projeto é trilateral, com a inclusão da Argentina.
Evaldo Silva Junior, oficial de ligação da Embaixada no RS, citou a importância da relação comercial entre os países e destacou algumas parcerias já estabelecidas com setores da economia do Estado.
A comitiva do embaixador da Nigéria no Brasil contou com a presença de Acha Francis Odey, primeiro secretário da Embaixada; Rosemay E. Oseye-Okosodo, primeira secretária Embaixada Comércio e Investimento e foi acompanhada por Dilmar Portela, representante do Estado do Rio Grande do Sul.
Iniciativa faz parte das estratégias do Prêmio ABAG, que levou universitários à Cocapec para conhecer o setor, apresentado pelo presidente do Sistema OCB
Brasília (20/8) – Durante três dias, cerca de 70 alunos de jornalismo do interior de São Paulo percorreram diversas empresas agrícolas, dentre elas algumas cooperativas paulistas. A iniciativa faz parte da 8ª edição do Prêmio ABAG/RP de Jornalismo José Hamilton Ribeiro, realizada pela Associação Brasileira do Agronegócio, com o objetivo de aproximar os futuros jornalistas do setor do agronegócio. A intenção é evidenciar a riqueza de assuntos a serem trabalhados nas redações, a partir do campo. São temas que vão desde questões de saúde e segurança alimentar até relações internacionais e economia.
Após terem tido contato com diversas culturas, os estudantes finalizaram o ciclo de visitas na Cooperativa de Produtores Agropecuaristas (Cocapec), localizada na cidade de Franca/SP. Lá, os universitários conheceram um pouco da cafeicultura da região da Alta Mogiana, durante exposições técnicas feitas pelos diretores Maurício Miarelli e Carlos Sato. O superintendente, Ricardo Lima de Andrade, e o gerente comercial de café, Jandir de Castro Filho, também traçaram um panorama mercadológico atual, mostrando os desafios da commodity que é o grão do café.
Para relacionar tudo isso com o cooperativismo e fechar o ciclo de palestras com chave de ouro, o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, ministrou uma palestra aos futuros jornalistas. Márcio Lopes que também já esteve à frente da presidência da Cocapec discorreu sobre a importância do trabalho do Sistema OCB para o fortalecimento e defesa dos interessas das cooperativas brasileiras junto aos Três Poderes, em Brasília, promovendo tanto a ideologia cooperativista, quanto pleiteando e defendendo os interesses e direitos do movimento cooperativista nacional.
Ao falar sobre o setor, Márcio Lopes ressaltou que a responsabilidade social, apontada como diferencial de mercado por empresas convencionais, é para as cooperativas um princípio inerente à sua existência, assim como a sustentabilidade e preocupação com a comunidade.
“O cooperativismo é uma forma inteligente e sustentável de empreender, que se diferencia dos demais por valorizar a participação dos associados, a gestão democrática e por zelar pelo crescimento de toda a comunidade. Justamente por isso, o pensamento cooperativista ganha novos adeptos todos os dias e se posiciona como uma alternativa empresarial capaz de gerar renda e, ao mesmo tempo, contribuir para a construção de um Brasil mais justo e igualitário”, comenta o presidente do Sistema OCB.
Os estudantes se surpreenderam com a força do movimento cooperativista no Brasil, quando apresentados aos números de produção e de famílias envolvidas nas mais de seis mil de cooperativas, cuja atuação está focada em 13 diferentes ramos de atuação.
O presidente, Márcio Lopes, apresentou ainda os desafios do cooperativismo diante dos problemas estruturais do país e das transformações tecnológicas, mas principalmente diante do comportamento das novas gerações para os próximos anos, citando a importância da relação de transparência e velocidade na comunicação com os cooperados, fornecedores e, também, com o próprio mercado consumidor.
Finalizando, o presidente mostrou exemplos de cooperativas que representam modelos de sucesso ao agregar valor à produção de commodities, acessando novos mercados globais e ampliando a renda dos cooperados de forma sustentável. E elogiou a ABAG pelo projeto que há oito anos visa a contribuir para o enriquecimento das discussões e informações sobre o agronegócio no país.
Saiba mais – Após esta maratona de visitas e com muito conteúdo nas mãos, os alunos poderão inscrever suas matérias e concorrer nesta oitava edição do Prêmio ABAG/RP de Jornalismo, nas modalidades vídeo e escrito. Os primeiros colocados receberão R$ 2,5 mil, por modalidade; os estudantes que ocuparem os segundo e terceiro lugares receberão câmeras fotográficas. (Fonte: Assessoria de Comunicação da Cocapec)
"O presidente do Sistema OCB/AM, Petrucio Magalhães Junior, participou nesta segunda feira, dia 17 de agosto, no Centro de Convenções Vasco Vasques, do lançamento do Plano Safra Amazonas 2015-2016, apresentado pelo governador do estado do Amazonas Jose Melo. O Plano Safra foi desenvolvido pela Secretaria de Estado e Produção Rural e Sustentabilidade (SEPROR), e vai atender produtores rurais, agricultores familiares, associações, cooperativas, pescadores, manejadores, indígenas, extrativistas, através de um pacote de investimento de R$ 362 milhões. Em sua fala, o presidente Petrucio afirmou que o Governo do Estado por intermédio da SEPROR, pode contar com o apoio do Sistema OCB/AM e das cooperativas agropecuárias na execução do plano de mecanização agrícola. Petrucio enalteceu a escolha do Secretário Sidney Leite pelo Governador Prof. José Melo, e disse estar confiante na execução dos programas e projetos previstos no Planao Safra, destacando os investimentos em agroindustrias. Para o presidente do Sistema OCB/AM as cooperativas são excelentes parceiros para o governo atingir as metas do Plano Safra 2015-2016.
Os recursos serão aplicados para mecanização de 12 mil hectares e tratamento do solo com calcário. Um montante de R$ 36,2 milhões será destinado para aquisição de tratores e implementos. As áreas prioritárias são: mandiocultura: 3,2 mil hectares, o que irá aumentar a produção de mandioca em até três vezes; fruticultura tem como meta a produção de 20 mil toneladas de frutas na produção do estado, através do financiamento para as culturas de abacaxi, açaí, banana, laranja, mamão e maracujá.
No que se refere a culturas industriais, o Plano Safra tem como meta mecanizar áreas para o desenvolvimento da cadeia produtiva do guaraná e cacau, assim como atuar na correção do solo e produção de mudas. Parte dos recursos serão destinados ainda para hortaliças, pecuária de leite, pecuária de corte, pesca manejada, pesca extrativista e para o programa de revitalização da juta e malva que será feito através de ações de distribuição de 75 toneladas de sementes e área plantada de 5 mil hectares, melhoramento da tecnologia, intensificação da assistência técnica, fomento à aquisição de sementes e capacitação de técnicos e produtores.
Em reunião realizada na ultima quinta-feira na sede da Secretaria de Produção do estado do Amazonas, o presidente do Sistema OCB/AM, Petrucio Magalhães Junior e o Secretário de Produção, Sidnei Leite, discutiram possibilidades de parceria para otimizar a implantação do Programa de Mecanização Agrícola, que tem como objetivo aumentar a produtividade e reduzir a emissão de carbono.
O Secretário destacou a importancia das cooperativas agropecuárias para a implantação do projeto em razão da capacidade organização e mobilização. “A parceria será importante para otimizar a execução do Programa e mensurar os resultados. Esse projeto vai melhorar bastante os índices de produtividade e diminuir impactos ambientais, através da perenização de áreas de cultivo”.
Petrucio manifestou bastante interesse e considera que as cooperativas agropecuárias terão oportunidade de ampliar sua participação no mercado com esse projeto. “Acreditamos que, a partir da mecanização das áreas de seus cooperados, as cooperativas terão maior volume de produção para estabelecer contratos, pois terão mais segurança em relação à produção”.
Estão previstas novas reuniões com a participação das cooperativas para discutir ações conjuntas voltada à implementação do Programa de Mecanização.
Brasília (21/7) – No próximo sábado, dia 25/7, o Sistema OCDF realizará a 15ª edição dos Jogos de Integração Cooperativista (Cooperjogos). As competições fazem parte da celebração do Dia Internacional do Cooperativismo, celebrado sempre no primeiro sábado do mês de julho. O Cooperjogos procura unir as pessoas num ambiente de arte, cultura, esporte e lazer, além de conscientizá-las a levar uma vida ambientalmente mais saudável.
“O Cooperjogos simboliza, na prática, o momento em que os vários ramos do cooperativismo se unem, para celebrar a intercooperação”, comenta Roberto Marazzi, presidente do Sistema OCDF. Com relação ao Dia Internacional do Cooperativismo, ocorrido no dia 4/7, Marazzi explicou que a data destaca aquilo que já faz parte do DNA das cooperativas: gerar felicidade e promover a inclusão social. “Mais do que focar apenas no retorno financeiro, a essência das cooperativas é o lado humano. O segmento cuida das necessidades de seus associados e tem interesse pela comunidade na qual estão inseridas as cooperativas brasileiras”, enfatizou. (Com informações da Assessoria de Comunicação do Sistema OCDF)
Curitiba (17/7) – A criação de uma linha de financiamento voltada às cooperativas de saúde foi proposta pelo diretor de mercado da Unimed Paraná, Sérgio Ioshii, ao presidente em exercício do Banco do Brasil, Osmar Dias, durante a reunião entre representantes das cooperativas do Paraná e executivos do banco, realizada na quinta-feira (16/7), na Ocepar, em Curitiba.
Representando o presidente da Unimed Paraná, Paulo Roberto Fernandes Farias, o dirigente destacou que atualmente a maior necessidade do cooperativismo de saúde é justamente alavancar recursos para investir em projetos voltados à assistência médica no Estado do Paraná, a exemplo da construção de hospitais e redes de atendimento.
MAPEAMENTO – Segundo ele, está sendo realizado um mapeamento de toda a rede assistencial do sistema Unimed no estado, sendo que os resultados já apurados são preocupantes, pois sinalizam o risco de faltar pontos para atendimento à saúde da população na rede pública em algumas regiões. “Diante disso, estamos fazendo um grande trabalho para identificar os locais exatos onde teríamos que realizar investimentos para garantir assistência. Mas, para isso, há a necessidade de um aporte de recursos, principalmente de financiamentos. Então, precisamos de um parceiro forte, como é o caso do Banco do Brasil”, disse.
VOLUME DE RECURSOS – Sérgio Ioshii comentou que ainda não foi possível levantar o volume de recursos necessários para financiar os projetos das cooperativas médicas no Paraná. “Neste primeiro momento, o foco é mapear os locais onde há a necessidade de investimentos mas, sem dúvida nenhuma, são projetos que ultrapassam a barreira de R$ 2 a R$ 3 bilhões no âmbito do Paraná”, frisou.
Na opinião do dirigente, a proposta de uma linha de financiamento para o ramo saúde, que foi chamada de Prodecoop Saúde, teve uma boa receptividade por parte do Banco do Brasil. “Acredito que, se unirmos toda a força do sistema Unimed no Paraná, será possível formatar um projeto prevendo a captação de um volume expressivo de recursos para financiar os projetos e garantir a sustentabilidade da assistência médica em todo o estado”, afirmou. (Fonte: Assimp Ocepar)
Brasília (1º/7) – Conscientes da missão de promover o bem-estar da comunidade, as cooperativas do Distrito Federal estão engajadas no Dia de Cooperar, também chamado Dia C – movimento de incentivo ao voluntariado que conta com a adesão de mais de mil cooperativas de todo o país. Este ano, o evento de celebração do Dia C será realizado na Praça do Relógio em Taguatinga, neste sábado, dia 4 de julho.
As cooperativas vão promover uma bela festa, com diversos serviços à população. Com o apoio do Sistema OCDF, os voluntários vão promover palestras sobre educação financeira, corte de cabelo gratuito, aferição de pressão arterial e muitos outros serviços e atividades.
Segundo o presidente do Sistema OCDF, Roberto Marazi, o Distrito Federal abraçou o Dia C pela importância da iniciativa. "Conscientes da missão de convencer a sociedade de que as cooperativas promovem a felicidade dos associados e, consequentemente, de toda a comunidade ao redor, o Dia C é um movimento marcante que mostra o engajamento das cooperativas do Distrito Federal e todo o Brasil com a responsabilidade social, em busca de uma sociedade mais justa e menos desigual", afirma. Marazi destaca a adesão cada vez maior das cooperativas no Dia C, que este ano conta com iniciativas de 15 cooperativas, de nove diferentes ramos atuantes no DF.
Confira as ações promovidas pelas cooperativas no DF ao longo do ano e que terão repercussão no Dia C:
Bancoob: visitas e revitalização de uma casa de repouso para idosos.
COOPERMAIS Saúde: doação de sangue para pacientes com anemia falciforme; doação de roupas e cobertores para moradores de rua.
Coopersystem: inclusão digital das cooperativas Recicle a Vida e Rede Alternativa.
Cooplem: arrecadação de leite com sorteio de bolsa de estudo e de donativos até o fim do ano para o "Natal Cooperativo".
Imovelcoop: doação de um refrigerador à Creche Renascer.
Querubim Saúde: Palestras, corridas e ações de conscientização para a prática de exercícios físicos e adoção de hábitos alimentares saudáveis.
Sicoob Empresarial: educação financeira para crianças, jovens e adolescentes com palestras educativas nas escolas e campanha de doação de livros.
Sescoop/DF: recreação, pintura de rosto e musicalidade infantil.
Dia de Cooperar em Taguatinga
Local: Praça do Relógio, Taguatinga -DF
Horário: das 9h às 15h
Atividades realizadas: exames médicos, corte de cabelo, palestras sobre educação financeira e cooperativismo, oficinas de artesanato, apresentação do Coral Sicoob atividades lúdicas e brincadeiras para as crianças e muitas outras atividades.
(Fonte: Assimp Sistema OCDF)
Florianópolis (23/6) – A secretária de cultura, educação e desporto de Itapiranga, Elaine Schuck Rambo, esteve entre os 45 professores do oeste catarinense que participaram da Oficina de Jogos Cooperativos, promovida pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo de Santa Catarina (Sescoop/SC), na última semana, em Chapecó. A iniciativa, realizada em dois dias, faz parte da formação continuada do Programa Cooperjovem e visa o desenvolvimento de metodologias colaborativas para incorporar nas escolas a estratégia da cooperação.
Elaine comenta que o Cooperjovem foi implantado em Itapiranga há dois anos e, atualmente, quatro escolas participam do programa (três rurais e uma urbana). “A introdução da pedagogia da cooperação fez toda a diferença não somente na questão pedagógica, mas de modo especial, no relacionamento pessoal e interpessoal de toda a comunidade escolar”, enfatiza.
Na visão de Elaine, o programa proporciona uma mudança de olhar que se traduz em atitudes e em vivências mais cooperativas. “Participar dos jogos cooperativos é uma experiência maravilhosa. A dinâmica é excelente. É impressionante a forma com que o instrutor conduz, pois é capaz de encantar. Além disso, faz com que nos desperte uma vontade de correr para nossas escolas e colocar em prática todas essas aprendizagens. É um privilégio poder estar aqui”, conclui.
A nova versão da “dança das cadeiras”, que termina com apenas um acento para vários participantes, foi uma das dinâmicas realizadas durante a oficina. O objetivo é que o grupo desenvolva estratégias de parceria e colaboração para que permaneça no jogo e, com isso, todos ganhem. “Diferente do jogo competitivo, o jogo cooperativo visa que todos joguem uns com os outros e não uns contra os outros”, ressalta o co-fundador do projeto Cooperação e focalizador da oficina, Fábio Otuzi Brotto.
Ele explica que a raiz do jogo cooperativo é a inclusão, enquanto que no jogo competitivo, é a exclusão. “A ação pretende ajudar o grupo a refletir sobre a dinâmica de competição e cooperação, construindo conhecimento e experiência em torno do jogo cooperativo. No ano passado, com base na Copa do Mundo – uma experiência tradicional competitiva –realizamos a “Coopa de Futebol” – uma experiência cooperativa. Os resultados foram excelentes. Para 2016, temos a intenção de realizarmos novamente a mesma ação, só que agora inspirada nos Jogos Olímpicos”.
Segundo a coordenadora de promoção social do Sescoop/SC, Patricia Gonçalves de Souza, o propósito é incentivar a prática da cooperação no cotidiano escolar, oportunizando que os professores conheçam e vivenciem os Jogos Cooperativos como uma metodologia para o fortalecimento e desenvolvimento do Cooperjovem.
“Essa é uma das etapas de formação que vem sendo realizada pelo Sescoop/SC desde a implantação do programa em Santa Catarina no ano de 2001. Vale destacar que esse é um grande diferencial, pois somos o único Estado a trabalhar esta temática dentro da formação continuada do programa”.
A oficina de Jogos Cooperativos é dividida em quatro módulos. São eles: Competir ou cooperar – qual a melhor jogada; O importante é competir, o fundamental é cooperar; Jogos cooperativos, uma pedagogia da cooperação; e Confiando a rede da cooperação. Nos dias 23 e 24 de junho, a oficina será realizada no Hotel Monthez, em Brusque, reunindo cerca de 30 professores de escolas participantes do programa da região do Vale do Itajaí. (Fonte: Assimp Sistema Ocesc)
Articulação política e contribuições da Organização têm fortalecido o setor na agenda de desenvolvimento econômico e social do país
Brasília (8/6) – A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) completa hoje 45 anos de registro. São mais de quatro décadas de atividade incessante, cuidando bem dos cooperativistas brasileiros, por meio da articulação e da contribuição em diversas frentes que envolvem os Três Poderes da República. Ao longo deste quase meio século o resultado de tanto trabalho é o fortalecimento do cooperativismo na agenda de desenvolvimento econômico e social do país.
Para o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, quem integra a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), têm orgulho de viver, na prática, o real significado de ser cooperativista. Todos os dias, segundo ele, é possível ver o quanto esse movimento – feito por pessoas e para pessoas – tem ajudado a transformar as vidas de milhares de Josés, Marias, Pedros e Anas.
“Ser cooperativista é muito mais do que fazer parte de uma cooperativa. É quase um estado de espírito, capaz de nos fazer enxergar o mundo de forma bastante particular. É buscar o justo, sem abrir mão da ambição. É querer crescer – sim, e muito! –, sem passar por cima de valores como a ética, a confiança e a honestidade. É encontrar um caminho para ter uma boa renda, sem abrir mão da felicidade. Ser cooperativista é compartilhar”, analisa Márcio Freitas.
O presidente lembra que o cooperativismo brasileiro vive, em 2015, um importante momento para a sua representação política: o início de uma nova legislatura e a renovação do quadro governamental que, juntos, abrem inúmeras oportunidades para que o setor possa aprimorar sua interlocução com o poder público e fortalecer, ainda mais, o seu papel na agenda de desenvolvimento econômico e social do país.
REPRESENTAÇÃO – “Nosso papel é amplificar essa voz, levantar a bandeira cooperativista e fazer com que sejam concretizados os pleitos fundamentais para o crescimento sustentável do setor. Para isso, contamos com as 27 organizações estaduais e com as 6,8 mil cooperativas, que nos aproximam dos 11,5 milhões de cooperados lá na ponta”, comenta Márcio Freitas.
ALTERNATIVAS – Todo esse trabalho tem uma razão de ser: em um cenário no qual o Brasil possui como grandes desafios à recondução do crescimento econômico e à busca por um ambiente político favorável às demandas da sociedade, o cooperativismo se apresenta como uma das principais alternativas de inclusão produtiva e de transformação da vida das pessoas.
APOIO ÀS UNIDADES ESTADUAIS – A partir de uma atuação conjunta com suas unidades estaduais, o Sistema OCB tem contribuído diretamente para o fortalecimento do cooperativismo brasileiro. Nesse processo, cabe à OCB – sempre pensando em unir forças e beneficiar o setor – apoiar os estados em seu trabalho com a base. O atendimento sobre questões jurídicas é um dos serviços prestados. Para se ter uma ideia, somente em 2014, houve 180 atendimentos a consultas sobre questões jurídicas, contábeis e tributárias das unidades estaduais, dos conselhos consultivos dos ramos e de avaliações de projetos de lei.
BASE – A OCB aprendeu, com a prática, que a maneira mais eficaz de fortalecer o movimento cooperativista é expandir o diálogo com as bases. Por isso, estamos sempre trocando experiências com as unidades estaduais e com as nossas cooperativas. Esse intercâmbio ocorre em diversos fóruns criados justamente para este fim. São eles: conselhos consultivos, câmaras temáticas, fóruns regionais e grupos de trabalhos.
“Nosso grande objetivo é vencer cada um dos nossos desafios, a partir de valores muito sólidos, e concretizar a visão estabelecida para o cooperativismo em 2025. Meta que pertence a todos nós, cooperativistas brasileiros”, enfatiza o presidente do Sistema OCB.
E por falar em desafios, os principais que queremos superar para o desenvolvimento do cooperativismo brasileiro são:
• Qualificar mão de obra para o cooperativismo
• Profissionalizar a gestão e a governança do sistema cooperativo
• Fortalecer a representatividade do cooperativismo
• Estimular a intercooperação
• Fortalecer a cultura cooperativista
• Promover a segurança jurídica e regulatória para as cooperativas
• Fortalecer a imagem e a comunicação do cooperativismo
“Os rumos estão traçados e, sim, temos tudo o que é necessário para vencer o desafio de tornar o cooperativismo reconhecido pela sociedade por sua competitividade, integridade e capacidade de promover a felicidade dos cooperados. Somos cooperativistas e duas coisas não nos faltam nessa vida: ousadia e persistência! Um ano de muitas realizações para todos nós!”, reforça Márcio Freitas.
COMO SURGIU – A partir da unificação da Associação Brasileira de Cooperativas (ABCOOP) e da União Nacional de Cooperativas (Unasco), a OCB foi instituída em 1969 durante o IV Congresso Brasileiro de Cooperativismo. Em 8 de junho de 1970, foi registrada em cartório, ato que formalizou sua existência como entidade representativa dos interesses do cooperativismo brasileiro. Sua atuação foi determinante para a sanção da Lei nº 5.764/1971, que regula o setor e especifica regras para a criação de cooperativas.
Sistema OCB tem acompanhado as discussões em nível nacional e nesta etapa as unidades estaduais poderão participar dos fóruns regionais do Dialoga Brasil
Brasília (19/5) – As unidades estaduais do Sistema OCB e suas cooperativas poderão participar, a partir desta quinta-feira (21/5) da série de fóruns regionais da iniciativa Dialoga Brasil, com objetivo de discutir e auxiliar na elaboração do Plano Plurianual 2016/2019 do governo federal. O Fórum Dialoga Brasil foi instituído por representantes da União, dos movimentos sociais e das entidades sindicais e empresariais no dia 14/4, marcando o início do processo de discussão do PPA.
A intenção é contribuir com a definição e o planejamento das políticas públicas prioritárias para os próximos quatro anos. As discussões terão início nesta semana, com representantes de estados da região Nordeste.
A programação tem sequência da seguinte forma:
Dia 22/5: Salvador - região Nordeste 2 (Bahia, Sergipe, Alagoas e Pernambuco)
Dia 28/5: Porto Alegre - região Sul;
Dia 29/5: Belo Horizonte - região Sudeste;
Dia 2/6: Goiânia - região Centro-Oeste;
Dia 10/6: Belém - região Norte.
Dia 11/6: Fortaleza - região Nordeste 1 (Ceará, Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte e Paraíba)
PARTICIPAÇÃO – A expectativa é que o governo federal esteja representado pelos Ministros Miguel Rossetto, da Secretaria Geral da Presidência, e Nelson Barbosa, do Planejamento. Além deles, espera-se, ainda, representantes da sociedade civil – conselhos estaduais e municipais, movimentos sociais, entidades sindicais e empresariais dos estados de cada região. Para cada fórum é esperada uma participação de 500 pessoas. O prazo final para a presidenta Dilma Rousseff enviar o Plano Plurianual ao Congresso Nacional é no mês de agosto.
COOPERATIVISMO – O Sistema OCB tem acompanhado as discussões que se passam em nível nacional contribuindo com a construção das políticas nacionais, contudo, nesta etapa de discussão, caberá aos estados manter a contribuição do cooperativismo ao PPA.
Segundo o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, a participação dos estados é fundamental para evidenciar a força das cooperativas como agentes de desenvolvimento socioeconômico. “É muito importante que as nossas unidades estaduais participem das discussões, pois, desta forma, poderão consolidar a imagem do movimento cooperativista, chamando a atenção do governo às nossas demandas”, argumenta a superintendente.
SAIBA MAIS – O PPA é o instrumento constitucional de planejamento governamental que reflete as diretrizes do governo para um período de quatro anos. Previsto na Constituição Federal de 1988, o PPA estabelecerá de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes e às relativas aos programas de duração continuada. Desta forma, todos os investimentos realizados pelo governo devem estar previstos no PPA.
Assim, a proposta do governo federal para os Eixos Estratégicos do próximo PPA é:
- Acesso universal à educação de qualidade para garantir a cidadania e ampliar as capacidades da população;
- Inclusão social para além da renda, com melhor distribuição das oportunidades de acesso a bens e serviços públicos, com foco na qualidade;
- Ampliação da produtividade e da competitividade da economia, com fundamentos macroeconômicos sólidos e ênfase nos investimentos públicos e privados, especialmente em infraestrutura.
A partir desses eixos, as Diretrizes Estratégicas orientarão a construção dos Programas Temáticos que devem identificar o que será feito, considerando os compromissos assumidos pelo governo que indicam as principais agendas para os próximos quatro anos.
INSCRIÇÃO – Para participar, basta realizar a inscrição online, clicando aqui.
Rio de Janeiro (18/5) – Fundada em setembro de 2014 e exemplo administrativo-operacional no segmento reciclagem, a Cooperativa de Trabalho e Produção de Catadores de Materiais Recicláveis de Irajá (Coopfuturo) recebeu no dia 14/5 o Registro Provisório da OCB/RJ, juntamente com a Coopcult, Coopcoterio e Coopgbell. Durante um ano, as instituições serão avaliadas e, caso sejam sugeridas alterações, deverão adequar-se para que possam receber o Registro Definitivo.
A Coopfuturo que, hoje, possui 25 cooperados, opera na primeira Central de Triagem do Rio de Janeiro, construída em Irajá por meio do Programa de Ampliação da Coleta Seletiva da Cidade do Rio de Janeiro com a Inclusão Social e Produtiva dos Catadores de Materiais Recicláveis. O Sescoop/RJ contribuiu no processo de formação dos catadores, assim como nos procedimentos administrativos para fundação da cooperativa.
Presidente do Sistema OCB/RJ, Marcos Diaz vê na entrega dos registros a possibilidade de as cooperativas receberem o apoio necessário para que possam crescer de forma contínua. “A Coopfuturo, por exemplo, nasceu dentro de um projeto feito por nós. Hoje, ela é um exemplo para o segmento e já está fazendo história. O seu papel, agora, será o de cobrar das demais a mesma lisura e empenho, permeada pelos valores cooperativistas”, disse Diaz.
Evelin Marcele, dirigente da Coopfuturo, afirmou que a responsabilidade é grande, mas que a cooperativa busca sempre se superar. “Os cooperados de outras instituições do ramo nos visitam e ficam impressionados com a nossa organização. Transparência é fundamental e é isso que procuro passar aos nossos cooperados”, comentou Evelin. (Foto: Assimp Sistema OCB/RJ)
Durante cerimônia, ocorrida no Palácio do Planalto, em Brasília, presidente do Sistema OCB assina Pacto pela Qualidade Agropecuária
Brasília (6/5) – O governo federal lançou hoje, em Brasília, o Plano de Defesa Agropecuária, que define estratégias e ações para evitar e combater a pragas nas lavouras, além de doenças nos rebanhos brasileiros. O lançamento ocorreu no Palácio do Planalto e reuniu ministros, parlamentares, governadores, e representantes de todos os setores da agropecuária do país.
Durante a cerimônia houve a assinatura do Pacto pela Qualidade Agropecuária, visando à cooperação entre Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e as entidades do movimento agropecuário nacional possibilitando o desenvolvimento e a implementação do Plano de Defesa Agropecuária. O acordo foi assinado pela ministra da Agricultura, Kátia Abreu, e representantes do setor agropecuário, dentre eles o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.
“O movimento cooperativista sempre foi e continuará sendo um forte apoiador das ações do MAPA. Desde que assumiu, a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, nos tem demandando muito tecnicamente e, por isso, fazer parte de um pacto dessa magnitude representa a boa relação com ela e sua equipe, cada vez mais sensíveis às necessidades das cooperativas. Vamos continuar colaborando muito para termos uma agropecuária viável e, sobretudo, sustentável”, comenta Márcio Freitas.
PLANO DE DEFESA AGROPECUÁRIA – Aliás, a palavra sustentabilidade tem um forte significando no PDA, pois é intenção do governo promover o desenvolvimento sustentável do agronegócio, garantindo a preservação da vida e da saúde das pessoas e dos animais, a segurança alimentar e o acesso a mercados.
O PDA introduz um novo modelo de gestão eficiente, capaz de fortalecer uma ação conjunta em nível federal, estadual e municipal. O plano vai atualizar diversas normas sanitárias à realidade do agronegócio do país, além de adaptar procedimentos e capacitar ainda mais os técnicos a tomarem decisões na área sanitária com base em conhecimento científico e análise de risco.
BENEFÍCIO – A presidente, Dilma Rousseff, reforçou o compromisso do seu governo com a simplificação de regras e a desburocratização de processos também no setor agropecuário. De acordo com Dilma, as medidas anunciadas hoje, como a atualização do Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (Riispoa) e do Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-POA), vão beneficiar o agronegócio, mas principalmente os pequenos agricultores, com a melhoria de sua renda.
“O Plano Nacional vai permitir que possamos atender as demandas de consumidores cada vez mais exigentes e conscientes da importância do acesso a alimentos seguros. Além de capacitar o Brasil, ainda mais, para superar as barreiras sanitárias que ganham cada vez mais relevo no mercado internacional”, discursa a presidente.
A respeito do Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (Riispoa), o Sistema OCB participou intensamente das discussões, contribuindo com o avanço da legislação para que os interesses das cooperativas fossem preservados.
AVANÇO – Para a ministra Kátia Abreu, o plano é um avanço na defesa agropecuária brasileira e representa a modernização de toda a legislação para o setor. Além disso, segundo ela, deve transformar a qualificação na defesa agropecuária em um trabalho ativo, em parceria com estados e municípios.
De acordo com a ministra Kátia Abreu, o novo Plano permitirá, também, a redução dos custos da defesa agropecuária em até 30% no Brasil. Para ela, a defesa agropecuária representa hoje a prioridade nº 1 do Ministro da Agricultura. “A defesa agropecuária é muito mais que um simples instrumento de organização do setor, mas o que garante a qualidade e a segurança alimentar do País”, destaca.
PILARES – O Plano de Defesa Agropecuária está concebido para os próximos cinco anos, dividido em duas etapas. A primeira será executada até junho de 2016 e, a segunda, até 2020.
Seis pontos principais alicerçam o PDA:
1. Modernização e desburocratização: informatizar e simplificar processos a fim de agilizar a tomada de decisões e reduzir em 70% o tempo entre a solicitação de um registro e sua análise final.
2. Marco regulatório: atualizar a legislação vigente e padronizar diretrizes que atualmente estão contrapostas nas diversas esferas federativas. Criar condições necessárias para a instituição de um Código de Defesa Agropecuário.
3. Suporte estratégico: com apoio das universidades, desenvolver a técnica de análise de risco para pragas e doenças. Assim, reduzir em 30% os custos da defesa agropecuária.
4. Sustentabilidade econômica: levantar o custo da defesa agropecuária a fim de projetar os valores reais necessários para a área. Disponibilizar recursos para convênios com as 27 unidades da federação e regulamentar o Fundo Federal Agropecuário.
5. Metas de qualidade: modernizar o parque de equipamentos tecnológicos e ampliar programas de controle e erradicação de pragas e doenças, como febre aftosa, influenza aviária, peste suína clássica, mosca das frutas, brucelose e tuberculose, entre outras.
6. Avaliação e monitoramento do PDA: secretarias estaduais e municipais, órgãos da agricultura e o Mapa acompanharão o cumprimento das cinco metas. Para isso, serão criados comitês regionais e canais de comunicação com Fiscais de Defesa Agropecuária. (Com informações da Presidência da República)
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Brasília (6/5) – O governo federal lançou hoje, em Brasília, o Plano de Defesa Agropecuária, que define estratégias e ações para evitar e combater a pragas nas lavouras, além de doenças nos rebanhos brasileiros. O lançamento ocorreu no Palácio do Planalto e reuniu ministros, parlamentares, governadores, e representantes de todos os setores da agropecuária do país
Durante a cerimônia houve a assinatura do Pacto pela Qualidade Agropecuária, visando à cooperação entre Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e as entidades do movimento agropecuário nacional possibilitando o desenvolvimento e a implementação do Plano de Defesa Agropecuária. O acordo foi assinado pela ministra da Agricultura, Kátia Abreu, e representantes do setor agropecuário, dentre eles o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.
“O movimento cooperativista sempre foi e continuará sendo um forte apoiador das ações do MAPA. Desde que assumiu, a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, nos tem demandando muito tecnicamente e, por isso, fazer parte de um pacto dessa magnitude representa a boa relação com ela e sua equipe, cada vez mais sensíveis às necessidades das cooperativas. Vamos continuar colaborando muito para termos uma agropecuária viável e, sobretudo, sustentável”, comenta Márcio Freitas.
PLANO DE DEFESA AGROPECUÁRIA – Aliás, a palavra sustentabilidade tem um forte significando no PDA, pois é intenção do governo promover o desenvolvimento sustentável do agronegócio, garantindo a preservação da vida e da saúde das pessoas e dos animais, a segurança alimentar e o acesso a mercados.
O PDA introduz um novo modelo de gestão eficiente, capaz de fortalecer uma ação conjunta em nível federal, estadual e municipal. O plano vai atualizar diversas normas sanitárias à realidade do agronegócio do país, além de adaptar procedimentos e capacitar ainda mais os técnicos a tomarem decisões na área sanitária com base em conhecimento científico e análise de risco.
BENEFÍCIO – A presidente, Dilma Rousseff, reforçou o compromisso do seu governo com a simplificação de regras e a desburocratização de processos também no setor agropecuário. De acordo com Dilma, as medidas anunciadas hoje, como a atualização do Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (Riispoa) e do Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-POA), vão beneficiar o agronegócio, mas principalmente os pequenos agricultores, com a melhoria de sua renda.
“O Plano Nacional vai permitir que possamos atender as demandas de consumidores cada vez mais exigentes e conscientes da importância do acesso a alimentos seguros. Além de capacitar o Brasil, ainda mais, para superar as barreiras sanitárias que ganham cada vez mais relevo no mercado internacional”, discursa a presidente.
A respeito do Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (Riispoa), o Sistema OCB participou intensamente das discussões, contribuindo com o avanço da legislação para que os interesses das cooperativas fossem preservados.
AVANÇO – Para a ministra Kátia Abreu, o plano é um avanço na defesa agropecuária brasileira e representa a modernização de toda a legislação para o setor. Além disso, segundo ela, dever transformar a qualificação na defesa agropecuária em um trabalho ativo, em parceria com estados e municípios.
De acordo com a ministra Kátia Abreu, o novo Plano permitirá, também, a redução dos custos da defesa agropecuária em até 30#$-$#no Brasil. Para ela, a defesa agropecuária representa hoje a prioridade nº 1 do Ministro da Agricultura. “A defesa agropecuária é muito mais que um simples instrumento de organização do setor, mas o que garante a qualidade e a segurança alimentar do País”, destaca.
PILARES – O Plano de Defesa Agropecuária está concebido para os próximos cinco anos, dividido em duas etapas. A primeira será executada até junho de 2016 e, a segunda, até 2020.
Seis pontos principais alicerçam o PDA:
1. Modernização e desburocratização: informatizar e simplificar processos a fim de agilizar a tomada de decisões e reduzir em 70#$-$#o tempo entre a solicitação de um registro e sua análise final.
2. Marco regulatório: atualizar a legislação vigente e padronizar diretrizes que atualmente estão contrapostas nas diversas esferas federativas. Criar condições necessárias para a instituição de um Código de Defesa Agropecuário.
3. Suporte estratégico: com apoio das universidades, desenvolver a técnica de análise de risco para pragas e doenças. Assim, reduzir em 30#$-$#os custos da defesa agropecuária.
4. Sustentabilidade econômica: levantar o custo da defesa agropecuária a fim de projetar os valores reais necessários para a área. Disponibilizar recursos para convênios com as 27 unidades da federação e regulamentar o Fundo Federal Agropecuário.
5. Metas de qualidade: modernizar o parque de equipamentos tecnológicos e ampliar programas de controle e erradicação de pragas e doenças, como febre aftosa, influenza aviária, peste suína clássica, mosca das frutas, brucelose e tuberculose, entre outras.
6. Avaliação e monitoramento do PDA: secretarias estaduais e municipais, órgãos da agricultura e o Mapa acompanharão o cumprimento das cinco metas. Para isso, serão criados comitês regionais e canais de comunicação com Fiscais de Defesa Agropecuária. (Com informações da Presidência da República)
São Paulo (2/4) – Bastante incrementado nos últimos anos, com a decisão do Banco Central de permitir que as cooperativas pudessem usufruir da livre admissão de associados, o cooperativismo de crédito vem crescendo a passos largos, com a possibilidade de ter maior fluxo de recursos e concorrer mais efetivamente com o sistema bancário.
Seguindo a prerrogativa de modelo mundial, as cooperativas vêm apostando em agregar jovens e mulheres em todas as suas instâncias, já que esses públicos trazem diversidade de informações, novas ideias e diferentes perspectivas para o negócio.
Apostando nisso, a Sicredi União PR/SP criou o Comitê Jovem e o Comitê Mulher, interessada em discutir a importância dos jovens como transformadores da realidade e o papel da mulher no cooperativismo.
De acordo com o presidente da cooperativa, Wellington Ferreira, é preciso fazer com que jovens e mulheres conheçam o cooperativismo, entendam seu funcionamento e aprendam a compartilhar e a tomar decisões conjuntas.
“Precisamos entender como nos comunicar com esses dois públicos e quais as suas necessidades. Explicar nossa filosofia, ensinar e também aprender como pensar a cooperativa como um conjunto. Aqui não tomamos decisões sozinhos. Além disso, atrair esse público é garantir também a continuidade da nossa cooperativa. Logo iremos precisar de novos diretores, novos presidentes”, frisa Ferreira.
COMITÊ JOVEM – Projeto piloto da Sicredi União PR/SP, o Comitê Jovem é novidade dentro do Sistema Sicredi, que tem dedicado sua atenção ao fator de perenidade e estímulo à participação dos jovens na prática do cooperativismo. E, para alcançar o sucesso nessa aproximação, a cooperativa busca discutir, com os jovens, questões pertinentes ao cooperativismo, seu funcionamento e benefícios.
O assessor de programas sociais da Sicredi União PR/SP, Alessandro Pelegrini, comenta ser motivo de orgulho fazer parte da semente lançada com este projeto. “Hoje são 2 milhões e 800 mil associados que fazem parte das 98 cooperativas do Sistema Sicredi. Selecionamos em nossa região um pequeno grupo e temos que nos sentir orgulhosos de estarmos participando desse primeiro Comitê Jovem, iniciando um sonho com objetivo de nos tornamos referência para todas as cooperativas do Sistema”, destaca.
Já Willian Mota de Abreu, cliente associado a nove meses da agência Sicredi de Piracicaba/SP, frisa a importância de conhecer como o cooperativismo funciona. “Fiquei feliz de ter sido escolhido entre tantos para participar desse projeto, poder conhecer sobre cooperativismo e ter possibilidade de expandir essas ideias para a comunidade em que estou inserido. O comitê está investindo em um sonho junto com a cooperativa”, conta Willian.
COMITÊ MULHER – Com a crescente e positiva participação da mulher nas entidades cooperativas nos últimos anos, o Sistema Sicredi também tem buscado adequar as demandas de necessidades de serviços para elas e para as famílias.
Ferreira conta que as cooperativas eram muito machistas no início. “Isso mudou muito hoje. Atualmente, cerca de 35% do nosso quadro de associados são mulheres e isso é bastante representativo. A mulher deixou de ser agente passivo das mudanças e transformações de nosso tempo. Antes apenas os maridos tinham contas nos bancos e cooperativas. Hoje a mulher conquistou o direito de participar das instituições ligadas direta ou indiretamente a sua vida”.
Desta forma, o Comitê Mulher visa trazer a mulher para perto da cooperativa, fazendo dela um agente integrador e disseminador. Sua presença contribui para harmonizar as diferenças, fortalecer os pontos de convergência e realçar os interesses comuns, por ser da natureza feminina o sentimento de cooperação.
De acordo com Gisely Almeida, assistente de programas sociais da Sicredi União PR/SP, os projetos têm diversos objetivos, além do aumento da base de associadas. “Estamos desenvolvendo o quinto princípio do Sistema que é “Educar, Formar e Informar”. Iremos discutir com elas as estratégias desse trabalho, de como desenvolver, agregar e transformar. Neste primeiro ano queremos levar informação, falar e ouvir, ensinar como a cooperativa funciona e como elas estão inseridas nesse Sistema”, destaca.
PROGRAMAÇÃO – Gisely ressalta ainda que este será um ano de conhecimento. Haverá uma programação de encontros, reuniões e treinamentos. Os dois grupos também irão conhecer a sede do Sistema Sicredi no Rio Grande do Sul e poderão vivenciar o funcionamento da cooperativa. Num segundo momento, serão realizadas reuniões regionalizadas em seis cidades, para fomento de ideias e definição de estratégias de atuação. “Atualmente temos poucos jovens e mulheres dentro da cooperativa. Estamos buscando meios de torna-los mais próximos e participativos”, finaliza.
SOBRE A SICREDI UNIÃO PR/SP – A Sicredi União PR/SP é uma instituição financeira cooperativa, com 71 agências espalhadas em sua área de atuação, que abrange o Norte e Noroeste do Paraná e o Centro Leste de São Paulo. Atende mais de 100 mil clientes associados e conta com todos os produtos e serviços de um banco, com o diferencial do atendimento de qualidade. É uma das maiores cooperativas financeiras do Brasil. (Fonte: Assimp da cooperativa)
Brasília (30/3) – Representantes da Organização das Cooperativas Brasileiras participaram hoje, em Cingapura, na Ásia, de reunião estratégica com integrantes da Aliança Cooperativa Internacional, antecedendo o encontro do Conselho Global da ACI. Autoridades cooperativistas de países como Argentina, Austrália, Brasil, Coreia do Sul, Estados Unidos, Finlândia, França, Índia, Inglaterra, Itália, México, Quênia, Suécia e da própria Cingapura estiveram presentes.
O movimento cooperativista brasileiro foi representado pelo presidente da Unimed Brasil, Eudes de Freitas Aquino, que, desde 2013, ocupa uma das 15 cadeiras permanentes do Conselho de Administração da ACI. O objetivo da reunião, cuja moderação foi feita pela presidente da Aliança Cooperativa Internacional, Dame Pauline Green, foi discutir os princípios cooperativistas. Quais sejam:
1º - Adesão voluntária e livre;
2º - Gestão democrática;
3º - Participação econômica dos membros;
4º - Autonomia e independência;
5º - Educação, formação e informação;
6º - Intercooperação;
7º - Interesse pela comunidade.
Em 2011 o Conselho da ACI iniciou o debate sobre a eficácia e a abrangência dos sete princípios internacionais do cooperativismo. A revisão está sobre a coordenação de Jean Paul Bancel, presidente da Confederação Francesa de Bancos Cooperativos e represente do país no Conselho da ACI. Cabe a ele a supervisão do estudo internacional que busca ouvir a todo o movimento cooperativista no mundo sobre a necessidade de adaptação dos princípios aos novos desafios das cooperativas em todo mundo e, até, sobre a inclusão de mais um princípio à lista.
A partir do mês de maio, a ACI fará consulta a seus integrantes em mais de 90 países sobre os princípios cooperativistas. Os comentários serão debatidos durante a Conferência da ACI, em Antalya, na Turquia, entre os dias 9 e 13 de novembro.