escolha consciente, escolha o coop • escolha consciente, escolha o coop • escolha consciente, escolha o coop • escolha consciente, escolha o coop • escolha consciente, escolha o coop • escolha consciente, escolha o coop • escolha consciente, escolha o coop • escolha consciente, escolha o coop

Notícias

As principais informações e novidades do coop no Brasil e no mundo!

Notícias

As principais informações e novidades do coop no Brasil e no mundo!

Filtrar Notícias

Todos os ramos
Agropecuário
Consumo
Crédito
Infraestrutura
Trabalho, Produção de Bens e Serviços
Transporte
Saúde

Limpar
Notícias eventos
04/09/2026

Sistema OCB integra missão que leva artesanato brasileiro à Europa

Cooperativas e associações participam de agenda com compradores e especialistas em Paris  O artesanato brasileiro desembarca em Paris na próxima semana com uma agenda voltada a novos negócios e à entrada em mercados internacionais. Entre os dias 7 e 10 de setembro, 20 artesãos, cooperativas, associações e empresas de 14 estados participam da Jornada Exportadora Artesanato 2026, promovida pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).  O Sistema OCB é parceiro institucional da iniciativa, que faz parte do programa Brasil Feito à Mão, voltado à qualificação e à promoção internacional do artesanato brasileiro. A programação reúne capacitação, visitas técnicas, encontros com compradores europeus e participação na Maison&Objet, uma das principais feiras internacionais de decoração e design.  A missão foi formada a partir de 267 inscrições. Para chegar à seleção final, os participantes foram avaliados em critérios como preparação para exportar, participação em capacitações, presença digital, potencial dos produtos e maturidade do negócio. Também foram considerados aspectos como design, acabamento, matérias-primas, identidade cultural e adequação ao mercado francês.  A delegação reúne representantes do Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pará, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Entre os participantes estão as cooperativas Copamart, Comart e TuriarteTuriarte, que levam à missão produtos e saberes do artesanato cooperativo brasileiro. Ao todo, 25% dos selecionados são cooperativas e associações, 55% são artesãos individuais ou grupos com marca própria e 20% são empresas que comercializam produtos artesanais ou trabalham em parceria com artesãos. A participação feminina também é expressiva: 90% dos negócios são liderados por mulheres.   “A experiência representa uma oportunidade de conhecer de perto um mercado com novas demandas e possibilidades de comercialização. Ao mesmo tempo, permite apresentar ao público internacional produtos que carregam técnicas, materiais e conhecimentos construídos ao longo de gerações”, destaca a presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella.    Preparação   A viagem é resultado de um processo que começou antes da chegada a Paris. Nos últimos meses, os participantes participaram de quatro webinars, que somaram cerca de dez horas de capacitação sobre temas como marketing internacional, formação para rodadas de negócios, seguro de crédito à exportação e características do mercado francês de acessórios, casa e decoração.  O Sistema OCB também atuou diretamente na preparação das cooperativas participantes, com reuniões preparatórias, desenvolvimento de folder comercial bilíngue e acompanhamento técnico ao longo da Jornada.  Também receberam acompanhamento individual de consultores credenciados pelo Apex+Perto. Durante dois meses, foram trabalhados temas como formação de preços, estratégia de vendas, posicionamento, marketing e procedimentos para exportação. Onze participantes fazem, ainda, parte da Trilha do Conhecimento para Exportação de Artesanato Brasileiro, iniciada em abril.    De Paris para o mundo  Na capital francesa, a programação começa com um seminário sobre o funcionamento do mercado local. Especialistas vão apresentar regras e canais de comercialização, tendências de consumo e estratégias para posicionar produtos diante do público francês.  A agenda também terá uma rodada de negócios com dez compradores de oito países: Alemanha, Irlanda, Reino Unido, Grécia, Portugal, Holanda, Bélgica e França. O objetivo é aproximar a produção brasileira de potenciais parceiros comerciais e transformar a preparação em oportunidades concretas.  O encerramento será na Maison&Objet. Além de conhecer a feira e o pavilhão brasileiro, nove empresas participantes da jornada foram selecionadas para expor seus produtos no evento.  A iniciativa reúne o trabalho de ApexBrasil, Sistema OCB, Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (MEMP), por meio do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB), e Sebrae.    Saiba Mais:  Dia C transforma cooperação em milhares de gestos pelo Brasil  Cooperativas avançam para atuar diretamente em telecomunicações  Portfólio de Soluções amplia atuação do Sistema OCB com escala e estratégia local 
Sistema OCB integra missão que leva artesanato brasileiro à Europa
Notícias eventos
03/09/2026

Dia C transforma cooperação em milhares de gestos pelo Brasil

Cooperativas se uniram em ações de solidariedade, serviços, cultura, esporte e sustentabilidade
Dia C transforma cooperação em milhares de gestos pelo Brasil
Notícias eventos
01/09/2026

Sistema OCB leva ao MIDR proposta para ampliar acesso ao FNE

Agenda inclui medidas para ampliar a participação das cooperativas e projeto-piloto para levar recursos do FNE a municípios sem agência do BNB  O Sistema OCB apresentou ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) e ao Banco do Nordeste (BNB), nesta terça-feira (1º), as Propostas do Cooperativismo de Crédito aos Fundos Constitucionais. O documento reúne medidas legislativas, regulatórias e operacionais para o Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO), o Fundo Constitucional do Norte (FNO) e o Fundo Constitucional do Nordeste (FNE) e inclui, como uma das iniciativas prioritárias, o Projeto-piloto para viabilizar o acesso do cooperativismo de crédito aos recursos do FNE.  A reunião foi conduzida pela superintendente do Sistema OCB, Fabíola Nader Motta, e contou com a participação do secretário nacional de Fundos e Instrumentos Financeiros, Eduardo Corrêa Tavares, representantes técnicos da Secretaria e do BNB, banco administrador do FNE.  Construído em conjunto com os sistemas cooperativistas de crédito, as Organizações Estaduais do Sistema OCB (OCEs) e o Conselho Consultivo Nacional do Ramo Crédito, o documento “Propostas do Cooperativismo de Crédito aos Fundos Constitucionais 2027” contribui para as discussões das Programações Anuais de 2027 do FCO, FNO e FNE.  A agenda está organizada em três frentes. No campo legislativo, propõe alterações na Lei 7.827/1989 para ampliar ao FNE condições já aplicadas ao cooperativismo no FCO e no FNO. Na frente regulatória, estão ajustes para ampliar a participação das cooperativas na política dos Fundos. Já no eixo operacional, as propostas contemplam a expansão das linhas de financiamento e dos perfis de tomadores que podem ser atendidos pelas instituições cooperativas.  “A participação das cooperativas de crédito nos Fundos Constitucionais é uma agenda que combina desenvolvimento regional, inclusão financeira e maior capilaridade na aplicação dos recursos. Estamos apresentando propostas construídas com o setor e que podem contribuir para tornar essas políticas públicas ainda mais acessíveis nos territórios”, destacou Fabíola. Projeto-piloto para o FNE  Entre as propostas apresentadas ao MIDR está o projeto-piloto que prevê a participação dos bancos cooperativos Sicoob e Sicredi como instituições repassadoras de recursos do FNE, sendo o Banco do Nordeste o administrador do Fundo.  O modelo foi desenhado para alcançar 315 municípios da área de atuação da Sudene que possuem postos de atendimento cooperativo, mas não contam com agência física do BNB. Ao todo, são 371 postos já instalados nesses municípios.  A iniciativa utiliza uma possibilidade prevista na regulamentação do FNE. A Programação Anual do Fundo permite que entre 1% e 3% dos recursos sejam repassados a outras instituições financeiras. Para o piloto, a proposta estabelece limite de até R$ 300 milhões por exercício, conforme a demanda e os parâmetros definidos para o Fundo.  O desenho também mantém a distribuição de responsabilidades entre as instituições: o risco de crédito permanece integralmente com o agente repassador, enquanto a remuneração do banco administrador não sofre alteração. A vigência prevista é de 24 meses, sendo seis meses para estruturação e integração dos sistemas e 18 meses para execução monitorada.  “A expectativa é avançar na articulação com a Secretaria, a Sudene e o Banco do Nordeste para que o projeto seja formalmente apresentado ao banco administrador e os instrumentos possam ser assinados ainda em 2026. Queremos preparar a operação para o ciclo da Programação Anual do FNE de 2027”, destacou Fabíola.    Mais capilaridade para os recursos  A proposta considera a complementaridade entre as redes de atendimento. Dados do Banco Central, com posição em dezembro de 2025, mostram que as cooperativas de crédito possuem mais de 10,5 mil pontos de atendimento no país, estão presentes em 59% dos municípios brasileiros e são a única instituição financeira em 1.072 cidades.  Na área de abrangência do FNE, 503 municípios contam atualmente com postos de atendimento cooperativo. A inserção do modelo na política pública dedicada ao nordeste pode ampliar a presença física da política de financiamento em municípios que hoje têm cobertura mais limitada.  Dos 315 municípios previstos no piloto, 234 estão localizados no semiárido. Minas Gerais concentra a maior parte deles, com 160 municípios e 177 postos cooperativos, seguido pela Bahia, com 78 municípios e 87 postos.  A proposta para o FNE também considera a experiência acumulada pelo cooperativismo de crédito na operação dos outros Fundos Constitucionais. No FCO e no FNO, os sistemas cooperativos já participam da aplicação de recursos e, desde 2015, realizaram mais de R$ 7,7 bilhões em mais de 26,8 mil operações. Em 2025, foram R$ 2,2 bilhões em aproximadamente 8 mil operações, maior volume anual da série.  A apresentação ao MIDR abre agora uma etapa de articulação com os órgãos envolvidos na gestão dos Fundos Constitucionais. A expectativa do Sistema OCB é avançar nas discussões das propostas e preparar as condições para que as medidas possam contribuir para a programação dos recursos de 2027.    Saiba Mais:  Solução Eficiência energética transforma dados em decisões  Sistema OCB debate novos mercados de seguros em congresso nacional  Cooperativas ampliam atuação na agenda de descarbonização 
Sistema OCB leva ao MIDR proposta para ampliar acesso ao FNE
Notícias eventos
01/09/2026

Sistema OCB debate novos mercados de seguros em congresso nacional

Entidade participou de painel cooperativas e Proteção Patrimonial Mutualista no Rio de Janeiro  A abertura de novos modelos de proteção está mudando o cenário do mercado de seguros no Brasil e colocando as cooperativas no centro de uma discussão que envolve regulação, distribuição e acesso à proteção. O tema foi debatido durante o 24º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros, realizado de 27 a 29 de agosto, no Rio de Janeiro, com participação do Sistema OCB.  No painel Novos Mercados de PPM e Cooperativas de Seguros, Hugo Andrade, coordenador de Ramos do Sistema OCB, discutiu os caminhos que se abrem para o cooperativismo a partir da regulamentação da Proteção Patrimonial Mutualista (PPM) e, em especial, das cooperativas de seguros.   Durante o painel, foi apresentado o processo de regulamentação dos novos modelos e destacado o espaço ainda existente para o desenvolvimento de estruturas cooperativas e mutualistas no país. A discussão trouxe para o centro do debate a possibilidade de ampliar a oferta de proteção e, ao mesmo tempo, criar novas oportunidades de atuação para os profissionais da distribuição de seguros.  Para o cooperativismo, a regulamentação representa uma mudança importante. A Lei Complementar (LC) 213/2025 e a Resolução CNSP 492/2026 estabeleceram novas regras para a atuação das cooperativas de seguros, o que criou um ambiente regulatório específico para as cooperativas que surgirão.  A agenda também exige preparação dos profissionais que estarão na ponta. Hugo destacou a importância de conhecer a legislação e compreender as particularidades do cooperativismo para atuar no novo segmento. “A regulamentação abre uma nova frente para o cooperativismo ao criar um ambiente mais seguro para o desenvolvimento das cooperativas. Agora, o desafio é transformar esse marco em oportunidades concretas, com qualificação, boa governança e modelos de atuação que atendam às necessidades dos cooperados e do mercado”, afirmou.  O painel contou ainda com a presença de Carlos Queiroz, diretor da Superintendência de Seguros Privados (Susep); João Armando de Castro Santos, presidente do Sicoob Credseguro; e Marco Antonio Gonçalves, presidente do Conselho Consultivo da MAG e do Fórum Mário Petrelli. A mediação foi de Marcelo Augusto Camacho Rocha, da Escola de Negócios e Seguros (ENS).  A discussão ocorreu no último dia do congresso, que teve como tema A nova era da distribuição de seguros no Brasil. Ao longo da programação, o evento reuniu representantes de seguradoras, corretores, entidades e órgãos reguladores para tratar das transformações que impactam o setor, entre elas mudanças regulatórias, novas tecnologias e comportamento dos consumidores.    Saiba Mais:  Coop de seguros ganha espaço e abre novas oportunidades no Brasil  Cartilha do Sistema OCB aproxima cooperativas de crédito e municípios  Cooperativas ampliam atuação na agenda de descarbonização 
Sistema OCB debate novos mercados de seguros em congresso nacional
Notícias eventos
28/08/2026

Sistema OCB leva demandas do cooperativismo mineral à Exposibram 2026

Participação no evento debateu representação do setor e caminhos para comercialização legal do ouro  O cooperativismo mineral marcou presença na Exposibram 2026, um dos principais encontros do setor mineral no Brasil. Representantes do Sistema OCB participaram do Fórum das Entidades, ao lado do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) e de outras organizações representativas. A presença contribuiu para as discussões sobre os desafios e os caminhos para o desenvolvimento da mineração no país.  Representando o Sistema OCB estiveram Letícia Monteiro, analista Técnica e Econômica, e Gilson Camboim, Coordenador Nacional do Cooperativismo Mineral da OCB e presidente da Federação das Cooperativas de Mineração do Estado de Mato Grosso (Fecomin).  Um dos principais pontos discutidos foi a necessidade de reconhecer a diversidade que compõe o setor mineral brasileiro. A participação de diferentes segmentos na construção de políticas públicas e na representação junto ao Poder Legislativo foi destacada como fundamental para que as decisões considerem as características e os desafios específicos de cada atividade.  A programação também abriu espaço para uma discussão diretamente ligada às cooperativas minerais. Gilson participou do talk show Os controles na comercialização de ouro no Brasil, que reuniu representantes do terceiro setor, da Polícia Federal, do Ministério Público e da Agência Nacional de Mineração (ANM).  O debate abordou questões como rastreabilidade, formalização da atividade e comercialização do ouro produzido no país. Para as cooperativas minerais, o tema tem impacto direto, já que dificuldades relacionadas ao escoamento e à comercialização podem comprometer a atividade de organizações que atuam dentro da legalidade.    Formalização  A discussão também colocou em evidência o papel das cooperativas na organização da atividade garimpeira. Ao estruturar produtores, estabelecer processos e ampliar a transparência das operações, o modelo cooperativista pode contribuir para uma cadeia do ouro mais organizada e rastreável.  Nesse cenário, a formalização da atividade por meio do cooperativismo é apontada como um dos caminhos para garantir que a produção legal das cooperativas tenha acesso ao mercado e possa ser comercializada com segurança.  Para Letícia, a participação na Exposibram foi importante justamente por ampliar a presença do cooperativismo nos debates que envolvem o futuro da mineração brasileira. “As cooperativas têm características e desafios próprios e precisam ser consideradas na construção das políticas públicas. No caso do ouro, avançar na formalização, na rastreabilidade e na comercialização passa também por fortalecer o cooperativismo mineral, que tem capacidade de organizar a atividade e dar mais segurança para que a produção legal chegue ao mercado”, defendeu.     Saiba Mais: Crescimento com propósito marca debate do Sistema OCB no Concred Sistema OCB destaca expansão e identidade cooperativista no Concred Dia C reúne cooperativas em ações de solidariedade por todo o país
Sistema OCB leva demandas do cooperativismo mineral à Exposibram 2026
Notícias eventos
28/08/2026

Coop de seguros ganha espaço e abre novas oportunidades no Brasil

No Concred, Clara Maffia destacou potencial do novo ramo e os desafios para sua consolidação  O cooperativismo de seguros entra em uma nova fase no Brasil. Com a regulamentação específica do setor, as cooperativas passam a ter um ambiente mais claro para atuar em um mercado que pode ampliar o acesso à proteção, estimular a concorrência e gerar novas oportunidades de negócios. O tema foi debatido durante o painel Cooperativismo de Seguros: Uma Nova Fronteira para o Cooperativismo Brasileiro, realizado durante o 16º Concred, nesta sexta-feira (28).   Representando o Sistema OCB, a gerente geral de Negócios, Clara Maffia, apresentou um panorama do novo ramo ao lado de Ricardo Balbinot, Presidente da Cresol Mato Grosso e diretor institucional da OCB/MT. Clara chamou atenção para o potencial de participação das cooperativas brasileiras. Segundo ela, a chegada ao mercado de seguros não deve ser vista apenas como uma nova frente de negócios, mas como uma oportunidade de levar a lógica cooperativista a mais pessoas e territórios.  “O cooperativismo de seguros chega para ampliar o acesso à proteção e colocar o cooperado no centro do negócio. Temos a oportunidade de construir um mercado mais acessível, competitivo e alinhado às necessidades reais das pessoas, sem perder de vista a identidade e os princípios que fazem parte do nosso modelo”, afirmou a gerente.   Entre os pontos destacados na apresentação de Clara estão a possibilidade de ampliar a oferta de seguros, especialmente em regiões onde a presença das seguradoras tradicionais ainda é menor, e a perspectiva de tornar produtos mais acessíveis. A atuação cooperativista também pode contribuir para fortalecer economias locais e regionais, com uma relação mais próxima entre cooperativa e cooperado.  Para a gerente, a entrada no segmento também abre espaço para a intercooperação. Cooperativas de diferentes ramos podem contribuir com estrutura, tecnologia, conhecimento dos seus públicos e experiência na gestão de riscos, criando condições para novos modelos de atuação. O cooperativismo de crédito, o agropecuário e o de transporte, por exemplo, aparecem entre os segmentos com maior potencial de conexão.  “O cooperativismo brasileiro já tem capilaridade, relacionamento com milhões de cooperados e experiência em diferentes atividades econômicas. Essa base pode ser uma vantagem importante para o desenvolvimento dos seguros, desde que saibamos transformar essa presença em soluções bem estruturadas e sustentáveis”, acrescentou Clara.     Um mercado em construção  A regulamentação representa um passo importante para dar segurança às cooperativas interessadas em ingressar no segmento. A apresentação citou a Lei Complementar 213/2025 e a Resolução CNSP 492/2026, além de outras normas que estabelecem requisitos para constituição, governança e operação das cooperativas de seguros.  Clara destacou ainda que a abertura do mercado vem acompanhada de responsabilidades. Entre os desafios, ela citou a necessidade de aporte inicial, a construção de uma governança adequada, a sustentabilidade financeira no longo prazo e a capacidade de competir em um setor formado por empresas tradicionais. A transformação digital, o uso de inteligência artificial e as mudanças sociais, ambientais e climáticas também exigirão adaptação constante.  “A regulamentação cria uma porta de entrada, mas ela não garante, sozinha, o sucesso das cooperativas. É preciso planejamento, capital, governança e uma operação preparada para o longo prazo. O desafio é crescer com consistência e, ao mesmo tempo, preservar aquilo que diferencia o cooperativismo””, argumentou.   A expectativa é que o novo ramo contribua para ampliar a cultura de proteção e prevenção no país e fortaleça a presença brasileira em um dos maiores segmentos do cooperativismo mundial. Para isso, será necessário combinar a capacidade de inovação do setor com os fundamentos do modelo cooperativista.  “Temos diante de nós uma oportunidade que exige visão de futuro. O cooperativismo de seguros pode gerar valor econômico e social, ampliar a proteção de brasileiros e aproximar ainda mais o cooperado das decisões sobre o negócio. Um futuro mais seguro também pode ser construído com cooperação” finalizou Clara.    Saiba Mais:  Crescimento com propósito marca debate do Sistema OCB no Concred  Sistema OCB destaca expansão e identidade cooperativista no Concred  Dia C reúne cooperativas em ações de solidariedade por todo o país 
Coop de seguros ganha espaço e abre novas oportunidades no Brasil
Notícias eventos
28/08/2026

Cartilha do Sistema OCB aproxima cooperativas de crédito e municípios

Publicação lançada durante o 16º Concred reúne orientações sobre movimentação de recursos públicos  A relação entre cooperativas de crédito e prefeituras ganhou novos caminhos para contribuir com o desenvolvimento local. Durante o 16º Concred, realizado nesta sexta-feira (28), o Sistema OCB participou do lançamento da 3ª edição da cartilha Retenção de Riqueza nos Municípios — Relação entre Cooperativas de Crédito e Entes Públicos Municipais.  O lançamento contou com a participação de Cledir Magri, presidente da Cresol Confederação e coordenador do Conselho Consultivo Nacional do Ramo Crédito (Ceco/OCB), e Eduardo Queiroz, gerente de Relações Institucionais do Sistema OCB. Produzida pelo Sistema OCB em parceria com o Sebrae e o Banco Central do Brasil, a publicação reúne orientações para gestores municipais sobre a movimentação de recursos públicos em cooperativas de crédito. A proposta busca aproximar as administrações municipais de instituições que conhecem a realidade local e fazem os recursos circularem no próprio território.  A nova edição também incorpora as mudanças trazidas pela Resolução CMN 5.273/2025, que ampliou a possibilidade de captação de recursos municipais pelas cooperativas de crédito. Com a atualização, o material apresenta as novas regras e os caminhos para que prefeitos e equipes técnicas conheçam melhor as possibilidades dessa relação.    Relacionamento  Atualmente, as cooperativas de crédito mantêm relacionamento com mais de 5,5 mil entes municipais, em cerca de 2,9 mil municípios. Em dezembro de 2025, os depósitos no segmento chegaram a R$ 4,33 bilhões, segundo dados do Banco Central.   A atuação das cooperativas também tem um papel importante em localidades onde o acesso a serviços financeiros é mais limitado. Em 1.072 municípios brasileiros, elas são a única instituição financeira presente, o que amplia sua contribuição para produtores, empreendedores e demais atividades que movimentam a economia dessas cidades.  Durante o lançamento, Eduardo destacou a importância de transformar as possibilidades previstas na legislação em relações concretas entre cooperativas e gestores públicos. A nova cartilha chega, segundo ele, justamente, para facilitar esse diálogo e apoiar quem busca alternativas para manter os recursos circulando mais perto de onde são gerados.  “A cartilha busca servir como um ponto de partida para novas parcerias. A expectativa é que prefeitos, equipes municipais e lideranças cooperativistas encontrem no material informações para transformar uma possibilidade institucional em ações capazes de movimentar a economia de cada município”, destacou o gerente.     Saiba Mais:  Crescimento com propósito marca debate do Sistema OCB no Concred  Sistema OCB destaca expansão e identidade cooperativista no Concred  Dia C reúne cooperativas em ações de solidariedade por todo o país 
Cartilha do Sistema OCB aproxima cooperativas de crédito e municípios
Notícias eventos
27/08/2026

Crescimento com propósito marca debate do Sistema OCB no Concred

Tania Zanella destacou a cultura cooperativista como base para o crescimento sustentável do Ramo Crédito  A presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella, foi uma das palestrantes da plenária principal do primeiro dia do 16º Congresso Brasileiro do Cooperativismo de Crédito (Concred), realizado em Goiânia (GO), nesta quinta-feira (27). Com o tema Cooperativismo: crescimento com propósito, ela abordou os desafios que acompanham a expansão do setor e defendeu o fortalecimento da cultura cooperativista como parte desse processo.  Durante a palestra, realizada no bloco Da Cooperação à Escala: fortalecendo o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC), Tania chamou atenção para o ritmo de crescimento do cooperativismo. Em 2025, o movimento brasileiro alcançou 29 milhões de cooperados, ante 15,5 milhões em 2019. O Ramo Crédito responde por cerca de 23 milhões desse total.  Para a presidente executiva, os números mostram a força do setor, mas também trazem uma questão importante: como garantir que esse crescimento seja acompanhado pela compreensão do que significa fazer parte de uma cooperativa? “Estamos crescendo e levando o cooperativismo para cada vez mais pessoas. Mas precisamos olhar para esse crescimento e entender se quem chega conhece, de fato, o modelo do qual está fazendo parte”, afirmou.  A reflexão conduziu a discussão sobre cultura cooperativista, tema que tem sido trabalhado pelo Sistema OCB a partir da Pesquisa Nacional do Cooperativismo e de uma investigação específica sobre o assunto. Tania destacou desafios relacionados ao conhecimento sobre o modelo, à participação dos cooperados e à preparação de novas lideranças.  Segundo ela, a expansão das cooperativas exige atenção para que sua identidade seja preservada. “Nosso desafio é crescer sem perder aquilo que nos diferencia. A cultura cooperativista precisa estar presente na relação com o cooperado, na formação das lideranças e nas decisões que tomamos para o futuro”, acrescentou.   Evolução  A apresentação também abordou transformações que já impactam o setor, como o avanço da inteligência artificial, a agenda ESG e as mudanças no perfil das novas gerações. Para Tania, a tecnologia amplia possibilidades, mas torna ainda mais importante investir em capacidades humanas, como criatividade, diálogo e construção coletiva.  Nesse cenário, ela apresentou a atuação do Sistema OCB no apoio às cooperativas e os caminhos desenvolvidos pela entidade para responder a desafios relacionados à governança, à educação cooperativista, à formação de lideranças e ao fortalecimento da cultura do movimento.  A participação de Tania na plenária principal levou ao centro do Concred uma discussão que dialoga diretamente com o momento vivido pelo cooperativismo financeiro: ampliar escala, competitividade e presença no mercado sem perder a conexão com os princípios que deram origem ao modelo.    Saiba Mais:  Sistema OCB reforça parceria com BNDES em agenda no Paraná  Pontos focais recebem capacitação para uso institucional de IA  Cooperativismo conecta liderança, participação e desenvolvimento 
Crescimento com propósito marca debate do Sistema OCB no Concred
Notícias eventos
27/08/2026

Sistema OCB destaca expansão e identidade cooperativista no Concred

Presidente Márcio participou da abertura e abordou desafios e próximos passos do setor  O cooperativismo de crédito se reúne, a partir desta quarta-feira (26), em Goiânia (GO), para discutir os caminhos de um setor que já alcança milhões de brasileiros e ocupa um espaço cada vez maior no sistema financeiro nacional. A abertura do 16º Congresso Brasileiro do Cooperativismo de Crédito (Concred) contou com a participação do presidente do Conselho de Administração do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, que destacou a força do ramo e a importância de manter a identidade cooperativista diante de um cenário de crescimento e transformação.  Márcio levou à abertura uma mensagem de valorização da trajetória construída pelo cooperativismo de crédito e de reconhecimento ao papel que as cooperativas desempenham na ampliação do acesso a serviços financeiros e no desenvolvimento das comunidades. Atualmente, o ramo reúne cerca de 23 milhões de cooperados, 682 cooperativas e mais de R$ 1,1 trilhão em ativos.  Ao falar aos congressistas, o presidente destacou que os números revelam a dimensão alcançada pelo setor, mas não resumem a sua importância. A proximidade com os cooperados, a presença nos territórios e a participação das pessoas nas decisões continuam sendo características que diferenciam o modelo cooperativista. “Nosso crescimento é resultado de um modelo que coloca as pessoas no centro das decisões. O desafio, agora, é continuar a avançar, ganhar escala e incorporar novas soluções sem perder aquilo que nos trouxe até aqui: a nossa essência cooperativista”, afirmou Márcio.  A cerimônia de abertura reuniu representantes do poder público, do sistema financeiro e das principais lideranças do cooperativismo de crédito. Ao lado de Márcio Lopes de Freitas, participaram da mesa o prefeito de Goiânia, Sandro Mabel; o presidente da Confebras, Luiz Lesse Moura Santos; o presidente do Sistema OCB/GO, Luís Alberto Pereira; os presidentes da Central Sicredi Brasil Central, Celso Ronaldo Raguzzoni Figueira, do Sicoob Nova Central, Marcelo Baiocchi Carneiro, e da Central Sicoob Uni, Raimundo Nonato Leite Pinto.  Também participaram Carolina Pancotto Bohrer, chefe do Departamento de Organização do Sistema Financeiro do Banco Central; o deputado Arnaldo Jardim (SP), presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop); Rodrigo de Sousa Soares, diretor-presidente interino do Sebrae; e Marcelo Porteiro Cardoso, superintendente da Área de Operações e Canais Digitais do BNDES.  A edição deste ano celebra duas datas importantes: os 40 anos da Confederação Brasileira das Cooperativas de Crédito (Confebras) e os 70 anos do Sistema OCB/GO. Para Márcio, as duas trajetórias ajudam a contar a própria história de expansão e consolidação do cooperativismo de crédito no Brasil.  Realizado de 26 a 28 de agosto, no Centro de Convenções da PUC Goiás, o 16º Concred tem como tema Cooperativismo Financeiro: no campo e na cidade, juntos na construção de um futuro sustentável. Com correalização do Sistema OCB/GO e apoio e patrocínio do Sistema OCB, o congresso reúne lideranças e especialistas para debater assuntos que estão entre os principais desafios do setor, como risco climático, inteligência artificial, governança, intercooperação e cenário macroeconômico.    Saiba Mais:  Sistema OCB reforça parceria com BNDES em agenda no Paraná  Cooperativismo conecta liderança, participação e desenvolvimento  Cooperação internacional avança em agendas com Japão e China 
Sistema OCB destaca expansão e identidade cooperativista no Concred
Notícias eventos
27/08/2026

Cooperativismo avança na agenda de seguros no Brasil

Fórum IRB(P&D) destaca papel do modelo na ampliação da cobertura e na redução da lacuna de proteção  O Sistema OCB esteve presente nesta quarta-feira (26), no Rio de Janeiro, na terceira edição do Fórum IRB(P&D), que reuniu representantes do setor de seguros para discutir caminhos de ampliação da cobertura securitária no Brasil. Com o tema Não há futuro sem seguro: ciência, inovação e resiliência para ampliar a proteção, o evento teve o apoio da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e do Instituto IRB.  A programação reservou espaço de destaque para o cooperativismo. Em um dos painéis do dia, dedicado ao papel do setor na redução da lacuna de proteção do país, representantes do Sicoob, do Sicredi e da Cresol discutiram as perspectivas do cooperativismo de seguros, pauta que o segmento de crédito tem conduzido em conjunto com o Sistema OCB.  "Temos avançado, junto com as centrais e confederações do Ramo Crédito, na construção de uma agenda própria para o cooperativismo de seguros. Participar de um espaço como o Fórum IRB(P&D), ao lado de Sicoob, Sicredi e Cresol, mostra que essa discussão já ocupa lugar relevante no debate nacional sobre proteção e gestão de riscos", afirmou Hugo Andrade, coordenador de Processos do Sistema OCB.  Durante o fórum, também foi lançado o livro O futuro do mercado de seguros: perspectivas e desafios para a evolução do setor no Brasil, coordenado por Otávio Damaso, Pedro Eroles, Reinaldo Marques e Vinicius Ratton Brandi. Dividida em dois volumes, a obra reúne capítulos assinados por profissionais e instituições ligados ao mercado segurador, entre eles o Sistema OCB, o Sicoob, a Cresol e o Sicredi, cada um responsável por um capítulo próprio.  Pelo Sistema OCB, o capítulo foi escrito por Clara Maffia, gerente geral de Negócios, Hugo Andrade e Daniel Antunes, coordenador societário. "É uma satisfação ver o cooperativismo integrado a uma publicação dessa envergadura, que vai circular entre estudantes, profissionais e formuladores de política do setor. Nosso capítulo busca justamente mostrar como o modelo cooperativo pode contribuir para levar proteção a quem hoje ainda está descoberto", acrescentou Hugo.  Saiba Mais: Crescimento com propósito marca debate do Sistema OCB no Concred Sistema OCB destaca expansão e identidade cooperativista no Concred Dia C reúne cooperativas em ações de solidariedade por todo o país
Cooperativismo avança na agenda de seguros no Brasil
Notícias eventos
27/08/2026

Coordenação do Ceco debate pautas estratégicas em reunião em Goiânia

Encontro alinhou posições sobre temas que impactam atuação do cooperativismo de crédito  A Coordenação do Conselho Consultivo Nacional do Ramo Crédito (Ceco) realizou, nesta quarta-feira (26), uma reunião presencial em Goiânia (GO). O encontro ocorreu durante o 16º Congresso Brasileiro do Cooperativismo de Crédito (Concred) e reuniu lideranças do setor para discutir pautas estratégicas que estão no radar do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC).  Na agenda, os participantes acompanharam atualizações e discutiram temas com impacto direto na atuação das cooperativas de crédito, como a Reforma Tributária, a renegociação de dívidas rurais, o Seguro Rural, os fundos constitucionais e questões relacionadas à Lei 14.967/2024, que institui o Estatuto da Segurança Privada e da Segurança das Instituições Financeiras.   Também foram apresentados os desdobramentos de propostas em tramitação, entre elas o Projeto de Lei (PL) 5.122/2023 e a Medida Provisória (MP) 1.376/2026, que tratam da renegociação de dívidas rurais, além do PL 2.951/2024 (novas regras para o Seguro Rural). A reunião permitiu alinhar o acompanhamento dessas pautas e discutir os possíveis reflexos para o cooperativismo de crédito.  Para a presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella, o encontro presencial foi uma oportunidade para aproximar as lideranças e organizar uma atuação conjunta diante dos assuntos que movimentam o setor. “São temas que exigem acompanhamento constante e diálogo entre as cooperativas e suas representações. Reunir a coordenação do Ceco em um momento como o Concred nos permite atualizar a agenda, compartilhar diferentes visões e alinhar os próximos passos em relação às pautas que podem impactar o cooperativismo de crédito”, afirmou.   A escolha de Goiânia para o encontro também aproveitou a presença de representantes de cooperativas de crédito de diferentes regiões do país no Concred. Realizado de 26 a 28 de agosto, o congresso reúne dirigentes, executivos e especialistas para debater os desafios e as perspectivas do cooperativismo financeiro.  Segundo Tania, a atuação coordenada é fundamental para que o setor acompanhe as mudanças em curso e participe das discussões que afetam o ambiente de negócios das cooperativas. “O cooperativismo de crédito tem crescido e ampliado sua presença no sistema financeiro. Esse movimento traz novas oportunidades, mas também exige atenção às mudanças regulatórias e institucionais. O papel do Ceco é justamente contribuir para esse acompanhamento e manter o setor mobilizado em torno de uma agenda comum”, completou.     Saiba Mais:  Sistema OCB reforça parceria com BNDES em agenda no Paraná  Pontos focais recebem capacitação para uso institucional de IA  Cooperativismo conecta liderança, participação e desenvolvimento 
Coordenação do Ceco debate pautas estratégicas em reunião em Goiânia
Notícias eventos
27/08/2026

Dia C reúne cooperativas em ações de solidariedade por todo o país

Mobilização leva serviços gratuitos, saúde, educação, cultura e sustentabilidade às comunidades  No dia 29 de agosto, cooperativas de diferentes estados brasileiros estarão mobilizadas em mais uma edição do Dia de Cooperar, o Dia C. A iniciativa vai reunir voluntários, cooperados e parceiros em ações gratuitas que aproximam o cooperativismo das comunidades e colocam em prática o sétimo princípio do movimento: o interesse pela comunidade. A programação inclui atendimentos de saúde, atividades educativas e culturais, esporte, arrecadação de donativos, ações ambientais e iniciativas de bem-estar.  O Dia C reúne projetos com diferentes formatos e públicos. Em alguns estados, a mobilização terá grandes eventos comunitários. Em outros, as cooperativas desenvolverão campanhas próprias ou atividades ao longo do ano para mostrar que o voluntariado cooperativista se adapta às necessidades de cada território.  “A dinâmica mostra que o Dia C vai além de uma celebração pontual. Ao conectar cooperativas, voluntários e comunidades em torno de necessidades concretas, a iniciativa transforma o princípio do interesse pela comunidade em ações que podem permanecer depois do calendário oficial”, afirma a presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella.    Saúde, cidadania e educação  Em Alagoas, 15 cooperativas participam de uma grande mobilização no estacionamento do Maceió Shopping. A programação conta com serviços de saúde, vacinação, primeiros socorros, orientações sobre saúde bucal, educação financeira e orientação empresarial. Também haverá atividades para crianças, oficinas, ações de saúde mental, bem-estar, cultura, beleza e sustentabilidade.  A saúde também está no palco das ações em Goiás, com consultas cardiológicas, eletrocardiogramas, aferição de pressão, testes de glicemia, avaliações nutricionais e de enfermagem. A programação inclui ainda doação de sangue, cadastro de doadores de medula óssea, distribuição de alimentos e materiais de higiene, além de atividades de educação financeira, reciclagem e distribuição de mudas.  No Ceará e em Sergipe, a programação combina prevenção e cidadania. Entre as iniciativas estão atendimentos de saúde, vacinação, orientações sobre saúde da mulher, saúde bucal, testes rápidos, primeiros socorros e atividades de bem-estar. Em Sergipe, a agenda contempla educação financeira e fiscal, ações ambientais, troca de lâmpadas, distribuição de mudas e programação cultural.  O Distrito Federal terá atendimentos gratuitos nas áreas de saúde e educação financeira, além de atividades de recreação, reciclagem e energia renovável. No Rio de Janeiro, a programação reúne serviços de saúde, educação financeira, atividades infantis e recreativas, além de uma campanha para arrecadação de alimentos, brinquedos e livros.  Em Roraima, cooperativas participam de uma mobilização para arrecadar e entregar donativos a famílias venezuelanas atingidas pelos terremotos registrados em 2026. No Paraná, a campanha estadual de doação de sangue mobiliza cooperativas, os comitês Elas pelo Coop e Geração C, além de órgãos parceiros da área da saúde.    Solidariedade que também se movimenta  O esporte será uma das ferramentas usadas para mobilizar as comunidades. No Maranhão, a Corrida da Cooperação terá caráter solidário, com inscrições vinculadas à doação de cestas básicas para famílias em situação de vulnerabilidade. O Pará terá corridas da cooperação em diferentes municípios, além de pedal solidário, ações de bem-estar e mobilizações para arrecadação de alimentos e recursos destinados a projetos sociais.  Na Paraíba, um pedal solidário em Patos deve reunir cerca de 800 participantes. Pernambuco terá caminhada cooperativista, atividades físicas e doações de alimentos para escolas. Já o Espírito Santo combina esporte e voluntariado com a Corrida da Cooperação e ações intercooperativas de atendimento à comunidade.    Cultura, meio ambiente e novas gerações  O Dia C tem espaço ainda para cultura e educação. Em Mato Grosso, o espetáculo teatral Terra de Muitas Mãos integra o projeto Dia C na Linha do Coop e celebra os 50 anos do cooperativismo no estado por meio de teatro, música e participação de diferentes cooperativas.  Em Mato Grosso do Sul, crianças poderão participar de atividades recreativas, educação financeira com mercadinho educativo, cinema e ações de educação cooperativista. A programação inclui ainda a pescaria Pesque e Plante, com distribuição de mudas, além de serviços como corte de cabelo.  Minas Gerais terá uma programação que combina formação, cultura e voluntariado. Depois de workshops, lançamento da campanha e webinar sobre voluntariado, o estado realiza uma grande celebração na Praça da Assembleia, em Belo Horizonte, com música, oficinas, atividades infantis e ações relacionadas ao cooperativismo. O estado também mantém projetos permanentes de voluntariado e iniciativas de economia circular, como o reaproveitamento e a doação de uniformes.  No Rio Grande do Sul, a Casa do Cooperativismo, durante a Expointer, será um dos pontos de encontro das ações. A programação inclui atividades de saúde, bem-estar, educação financeira, economia doméstica e separação de resíduos, além de teatro e interação com mascotes. O estado também fará uma cobertura especial por meio do videocast Fala, Coop!, acompanhando as atividades e o alcance da mobilização.    Saiba Mais:  Sistema OCB debate futuro da saúde cooperativa na Suespar  Cooperativismo educacional debate desafios e caminhos para o futuro  Sistema OCB recebe homenagem por compromisso com sustentabilidade
Dia C reúne cooperativas em ações de solidariedade por todo o país
Notícias eventos
26/08/2026

Pontos focais recebem capacitação para uso institucional de IA

Workshop em Brasília concluiu os dois primeiros módulos da trilha projetada pelo Sistema OCB  A inteligência artificial já faz parte da rotina de trabalho e, no Sistema OCB, o desafio é transformar esse movimento em conhecimento, estratégia e aplicações que façam sentido para a organização. Com esse objetivo, os pontos focais das Unidades Estaduais participantes do projeto Uso Institucional de IA estiveram em Brasília, nos dias 24 e 25 de agosto, para os dois primeiros módulos da Trilha de Capacitação em Inteligência Artificial.  O projeto contempla uma etapa de letramento em inteligência artificial, voltada à preparação desses profissionais. Para isso, foram previstas quatro oficinas: Básico: Fundamentos e Governança, Intermediário: Aplicação Prática aos Processos, Avançado: Planejamento Estratégico de IA e Tecnológico: Desenvolvimento Técnico Avançado.  Realizado no Auditório do Sistema OCB, o workshop integrou a segunda etapa do projeto de Uso Institucional de IA, que conta com a participação de 15 Organizações Estaduais. A capacitação teve como foco preparar os profissionais que vão apoiar a adoção da tecnologia nas OCEs. As primeiras 16 horas da trilha foram dedicadas aos módulos Básico: Fundamentos e Governança e Intermediário: Aplicação Prática aos Processos, com conteúdos e atividades voltados a situações do dia a dia das equipes.  No módulo básico, foram abordados fundamentos da inteligência artificial, diferenças entre IA preditiva e generativa, ética, vieses, segurança, LGPD, modelos de IA generativa e construção de prompts. Os participantes também conheceram conceitos relacionados a assistentes e agentes, assim como tiveram contato prático com ferramentas.  A segunda etapa avançou para a aplicação da IA nos processos organizacionais. Entre os conteúdos estiveram arquitetura e orquestração de assistentes e agentes e elaboração de instruções. As atividades trouxeram exemplos de atendimento às cooperativas, comunicação institucional, produção de pareceres, análise de documentos, atas e estatutos, diagnósticos, projetos, eventos e ofícios.  A metodologia combinou demonstrações, atividades colaborativas e resolução de desafios. A proposta é que os pontos focais possam levar o conhecimento para suas unidades e contribuir para a utilização da inteligência artificial de forma mais estruturada no trabalho.    Próximos passos  A trilha de capacitação é formada por quatro módulos. Depois das etapas Básica e Intermediária, estão previstos os módulos Avançado: Planejamento Estratégico de IA e Tecnológico: Desenvolvimento Técnico Avançado, que vão tratar de planejamento, implementação, integração de sistemas e desenvolvimento de soluções de inteligência artificial.  “Estamos buscando sair de um uso mais individual da inteligência artificial para uma utilização institucional, baseada em boas práticas e com atenção à segurança das informações. A ideia é que esse conhecimento seja aplicado de forma responsável, considerando a realidade de cada equipe e os processos que já fazem parte da nossa rotina” destacou Rodrigo Rangel, analista do Núcleo de Inteligência e Inovação do Sistema OCB.  Saiba Mais:  Sistema OCB reforça parceria com BNDES em agenda no Paraná  Cooperativismo conecta liderança, participação e desenvolvimento  Cooperação internacional avança em agendas com Japão e China 
Pontos focais recebem capacitação para uso institucional de IA
Notícias eventos
26/08/2026

Sistema OCB reforça parceria com BNDES em agenda no Paraná

Encontro com Aloizio Mercadante tratou de financiamento, crédito e oportunidades para o cooperativismo  A relação construída entre o cooperativismo e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ganhou destaque em uma agenda institucional realizada nesta terça-feira (25), no Paraná. Representando o Sistema OCB, a gerente geral de Negócios, Clara Maffia, participou do encontro com o presidente do banco, Aloizio Mercadante, e reforçou a importância da parceria para ampliar o acesso das cooperativas a recursos e fortalecer o desenvolvimento nos municípios brasileiros.  Realizado na sede da Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), o encontro foi aberto pelo presidente do Conselho da entidade, José Roberto Baggio. Em seguida, o presidente executivo da Ocepar, José Roberto Ricken, apresentou um panorama do cooperativismo paranaense, com os principais números do setor, projetos apoiados pelo BNDES e demandas relacionadas ao financiamento das cooperativas.  Entre os pontos apresentados por Ricken estiveram ajustes no Plano Safra, fortalecimento do seguro rural e a necessidade de buscar novas fontes de financiamento para o cooperativismo. Também foi discutida a possibilidade de mecanismos vinculados ao dólar ou a outras moedas. Outro pedido foi o apoio do BNDES nas discussões sobre a Reforma Tributária, especialmente na regulamentação relacionada às cooperativas de crédito.                                                        Foto: Reinaldo Reginato/BNDES   Parceria que chega à ponta  Em sua participação, Clara Maffia ressaltou que a relação entre o Sistema OCB e o BNDES vem sendo construída há anos e já resultou em dois acordos de cooperação. O mais recente foi formalizado no ano passado, com vigência de cinco anos. “O BNDES é um parceiro importante para o cooperativismo. Ao longo dos anos, esse apoio ajudou a financiar as atividades de cooperativas de diferentes ramos e também fortaleceu a atuação das cooperativas de crédito, que são fundamentais para fazer os recursos chegarem aos municípios e às pessoas”, afirmou.  Clara destacou ainda a capilaridade das cooperativas de crédito no país. Segundo ela, há cerca de mil municípios brasileiros em que uma cooperativa de crédito é a única instituição financeira presente. Para ela, essa presença ajuda a explicar a importância do modelo na democratização do acesso a recursos e na movimentação das economias locais. “O cooperativismo de crédito tem uma capilaridade que faz diferença. Em muitos municípios, é a cooperativa que está presente quando outras instituições financeiras não estão. Isso mostra o potencial que temos para fazer o recurso chegar onde ele é necessário e gerar desenvolvimento”, explicou.  A gerente geral também mencionou estudos que relacionam a presença de cooperativas a melhores indicadores de prosperidade nos municípios. A avaliação reforça, segundo ela, o papel do cooperativismo como parceiro estratégico de políticas de desenvolvimento.    Agenda de financiamento  A reunião também serviu para aproximar as demandas do setor das possibilidades de atuação do BNDES. A diversificação das fontes de financiamento aparece como uma frente importante diante dos investimentos necessários para ampliar a capacidade das cooperativas e fortalecer suas atividades.  Para Clara, a continuidade do diálogo é fundamental para transformar as necessidades apresentadas pelo setor em novas oportunidades de parceria. “Saímos desse encontro reforçando uma parceria que já tem uma história muito positiva. O Sistema OCB está à disposição para continuar esse diálogo e buscar, junto ao BNDES, novas alternativas que contribuam para o crescimento das cooperativas e para o desenvolvimento do país”, concluiu.    Saiba Mais:  Sistema OCB debate futuro da saúde cooperativa na Suespar  Cooperativismo educacional debate desafios e caminhos para o futuro  Sistema OCB recebe homenagem por compromisso com sustentabilidade 
Sistema OCB reforça parceria com BNDES em agenda no Paraná
Notícias eventos
25/08/2026

Cooperativismo conecta liderança, participação e desenvolvimento

Apresentação no Programa Líder-MS destaca papel das cooperativas na transformação dos territórios  O cooperativismo brasileiro cresceu, ganhou escala e hoje está presente em praticamente todo o país. Por trás desses números, está um modelo que aposta na participação, pertencimento e na capacidade de transformar a realidade de quem faz parte dele. Foi a partir dessa conexão que Tania Zanella, presidente executiva do Sistema OCB, conversou com alunos do Programa Líder-MS, durante o Ciclo Nacional da iniciativa, realizado na sede da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), nesta terça-feira (25).  Em palestra seguida de interação com os participantes, Tania apresentou um panorama do cooperativismo nacional, com atenção especial à atuação das cooperativas no agronegócio e aos caminhos para fortalecer a participação de novas lideranças no desenvolvimento do setor. A conversa começou por uma mudança que já está em curso na sociedade: o perfil de um consumidor mais informado, participativo e atento aos valores que estão por trás dos produtos e serviços que escolhe.   Nesse cenário, segundo a presidente Tania, ganham espaço modelos capazes de combinar eficiência econômica, propósito e colaboração. “O consumidor de hoje quer qualidade, mas também quer saber de onde vem aquilo que consome e quais valores estão presentes nessa escolha. O cooperativismo dialoga diretamente com esse momento porque coloca as pessoas no centro do negócio e transforma a participação coletiva em desenvolvimento”, destacou.  Ela também apresentou características que diferenciam o modelo cooperativista, como o vínculo de confiança, o interesse pela comunidade, a participação do cooperado nas decisões, a inclusão produtiva e a geração de desenvolvimento regional. E reforçou os números do movimento. “Em 2025, o cooperativismo brasileiro alcançou 29 milhões de cooperados e 4,4 mil cooperativas presentes em 3.425 municípios. Juntas, elas movimentaram R$ 848,4 bilhões em ingressos e geraram mais de 613 mil empregos diretos”, relatou.    Força no campo  Para um grupo formado por lideranças do meio rural, o cooperativismo agropecuário ocupou espaço central na conversa. Com 1.254 cooperativas, o ramo respondeu por R$ 487,3 bilhões em ingressos em 2025, o equivalente a 57,4% do total movimentado pelo cooperativismo brasileiro. Também é o maior empregador entre os ramos, com cerca de 277 mil trabalhadores. Mais de 70% dos cooperados do segmento são agricultores familiares.  “A cooperativa tem uma capacidade muito concreta de gerar oportunidades no território. No campo, ela permite que produtores ganhem escala, acessem mercados, incorporem tecnologia e tenham mais força para enfrentar os desafios da atividade. É uma ferramenta de desenvolvimento que nasce da união das pessoas”, afirmou Tania.  A presidente abordou a estrutura de representação do cooperativismo brasileiro, com o trabalho desenvolvido pelo Sistema OCB e pelas Organizações Estaduais (OCEs), que atuam como elo entre o movimento e os espaços de decisão, além de oferecer soluções voltadas à competitividade, à gestão e à sustentabilidade das cooperativas.  Ao falar sobre o futuro, Tania destacou a importância da formação de lideranças e da participação político-institucional para que o cooperativismo continue avançando. Segundo ela, o Programa de Educação Política do Sistema OCB busca ampliar a conscientização, o engajamento e a participação do setor, fortalecendo sua representação e sua voz coletiva. “Representação também se constrói com participação. Precisamos de pessoas preparadas para ocupar espaços, compreender os desafios do país e defender soluções que façam sentido para os territórios e para quem produz. É assim que construímos um cooperativismo ainda mais forte para o futuro”, acrescentou.   O encontro foi realizado com um grupo restrito de participantes do Programa Líder-MS, iniciativa do Sistema Famasul/Senar-MS voltada à formação de lideranças do meio rural. Ao longo da tarde, os alunos puderam apresentar perguntas e compartilhar percepções sobre os desafios do agronegócio, da representação e da construção de novas lideranças.    Saiba Mais:  Sistema OCB debate futuro da saúde cooperativa na Suespar  Cooperativismo educacional debate desafios e caminhos para o futuro  Sistema OCB recebe homenagem por compromisso com sustentabilidade 
Cooperativismo conecta liderança, participação e desenvolvimento
Notícias eventos
25/08/2026

Cooperação internacional avança em agendas com Japão e China

Márcio Lopes de Freitas discutiu apoio mútuo na ACI e ampliou diálogo com potências do coop mundial  A agenda internacional do Sistema OCB ganhou novos capítulos nesta semana com reuniões estratégicas entre lideranças do cooperativismo do Brasil, Japão e China. Os encontros, realizados em sequência, combinaram articulação em torno das eleições da Aliança Cooperativa Internacional (ACI) com a construção de relações que devem seguir avançando para além do processo  de escolha dos novos dirigentes da entidade.   Na segunda-feira (24), o presidente do Conselho de Administração do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, reuniu-se com Yoshito Shinno, presidente da Central Union of Agricultural Co-operatives (JA-Zenchu), organização nacional que representa as cooperativas agropecuárias japonesas. Shinno também preside a Japanese Co-operative Alliance (JCA), que reúne os diferentes ramos do cooperativismo no país.  A conversa teve como foco o alinhamento de apoio entre Brasil e Japão para as eleições da ACI. O encontro faz parte da série de diálogos que o Sistema OCB vem realizando com representantes do cooperativismo de diferentes países no contexto eleitoral. Além da articulação institucional, a reunião permitiu uma aproximação com um país marcado por uma forte cultura cooperativista e por um movimento consolidado em diferentes áreas da economia.  “Essas conversas são importantes porque a ACI é construída a partir do diálogo entre realidades muito diferentes, mas que compartilham os mesmos princípios. O Brasil e o Japão têm experiências próprias e, ao mesmo tempo, muitos pontos de convergência sobre o papel que o cooperativismo pode desempenhar no desenvolvimento das pessoas e dos territórios”, afirmou Márcio.  Nesta terça-feira (25), a agenda teve continuidade na reunião com Wang Yuyan, presidente da All-China Federation of Supply and Marketing Cooperatives (ACFSMC), a maior organização de representação cooperativa da China. O encontro buscou consolidar o apoio mútuo entre as candidaturas brasileira e chinesa ao Board da ACI, mas também abriu espaço para discutir uma relação bilateral que já apresenta resultados concretos.  Nos dias 17 e 18 de setembro, uma comitiva da ACFSMC estará no Brasil para uma agenda em São Paulo, organizada pelo Sistema OCB em conjunto com a Ocesp.  “Existem conexões concretas entre os nossos cooperativismos, e a visita da delegação chinesa ao Brasil será uma oportunidade importante para transformar esse diálogo em novas parcerias e oportunidades”, acrescentou o presidente Márcio.    Diálogo    As conversas com Yuyan e Shinno também ocorreram em um momento relevante para a composição da governança da ACI. China e Japão tem forte presença no movimento cooperativista e representam importantes forças na estrutura da Aliança, especialmente na região Ásia-Pacífico, que reúne o maior bloco eleitoral da organização. Nesse cenário, a participação chinesa ganha ainda mais relevância, com a ACFSMC como principal organização do país no processo de representação junto à ACI.  O cenário reforça a importância do diálogo com lideranças de diferentes regiões e da construção de convergências em torno dos próximos passos da organização internacional. A candidatura brasileira ao Board da ACI tem sido apresentada como uma contribuição para fortalecer a governança e ampliar a capacidade de entrega da entidade.  Durante a reunião, também estiveram em pauta as prioridades da ACI para o próximo ciclo e os pontos de convergência com a agenda brasileira. Entre os ativos apresentados pelo Sistema OCB estão a realização de reuniões do Conselho da ACI em Brasília, o protagonismo brasileiro na agenda de Patrimônio Cultural Cooperativo e a participação em espaços estratégicos do cooperativismo internacional.  Para Márcio, a atuação internacional do cooperativismo brasileiro precisa estar conectada à construção de relações duradouras. “Nosso objetivo é ampliar a presença do cooperativismo brasileiro no mundo, mas, principalmente, construir relações que gerem resultados concretos para as cooperativas. A representação internacional é fundamental, e ela se torna ainda mais forte quando vem acompanhada de diálogo, intercâmbio e oportunidades reais de cooperação”, completou.   Saiba Mais:  Sistema OCB debate futuro da saúde cooperativa na Suespar  Cooperativismo educacional debate desafios e caminhos para o futuro  Sistema OCB recebe homenagem por compromisso com sustentabilidade
Cooperação internacional avança em agendas com Japão e China
Notícias eventos
21/08/2026

Sistema OCB debate futuro da saúde cooperativa na Suespar

Presidente executiva discursou na abertura e participou de conferência sobre lideranças femininas  A presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella, participou nesta quinta-feira (20) da 32ª edição do Simpósio das Unimeds do Paraná (Suespar), com uma mensagem importante: as decisões tomadas hoje determinarão os rumos do cooperativismo de saúde nas próximas décadas. Durante a tarde, ela realizou a palestra Cooperativismo de Saúde: Escolhas de hoje que decidirão nosso futuro. À noite, discursou na abertura oficial do evento, que reúne mais de mil participantes até sábado (22), sob o tema A Unimed que Construímos e a que Precisamos.  Tania apresentou dados do cooperativismo brasileiro: 29 milhões de cooperados em 4,4 mil cooperativas, espalhadas por 3.425 municípios. Para ela, esse crescimento aumenta a responsabilidade de preservar os valores do modelo. "O crescimento é importante, mas ele também aumenta a nossa responsabilidade de preservar aquilo que nos trouxe até aqui: a participação das pessoas, a confiança e os valores que fazem do cooperativismo um modelo diferente", afirmou.  Sobre sucessão, ela citou que 60% dos dirigentes cooperativistas têm mais de 50 anos. "Sucessão não é algo que se resolve quando uma cadeira fica vazia. É um processo que precisa começar antes, com participação, formação e oportunidade", destacou.  Primeira mulher a presidir o Sistema OCB, Tania lembrou que as mulheres são 53,3% da força de trabalho do setor, mas ocupam apenas 22,2% dos cargos de presidência e conselhos. Ela citou o Comitê Nacional de Mulheres e o programa Futuras Lideranças como iniciativas para reduzir essa distância.    A força da saúde cooperativa  O setor reúne 695 cooperativas e mais de 304 mil cooperados, atendendo cerca de 20 milhões de beneficiários — a Unimed está entre os quatro maiores grupos cooperativistas do mundo. No Paraná, são 11 mil médicos cooperados e 1,8 milhão de beneficiários, com 58,4% do mercado de saúde suplementar do estado. "Vocês representam uma das maiores expressões do cooperativismo de saúde do Brasil. Na saúde, a cultura cooperativista se traduz em cuidado, acolhimento, proximidade e qualidade de vida", afirmou Tania.  Ela reforçou ainda o apoio do Sistema OCB às cooperativas em governança, gestão, inovação e representação institucional junto aos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. "Que estes dias sejam de bons debates, boas conexões e, principalmente, de boas escolhas para a Unimed que vocês constroem todos os dias. Quando a saúde cooperativa se fortalece, quem ganha é a saúde do Brasil”, concluiu.     Saiba Mais:  Jornal Valor Econômico destaca força e diversidade do cooperativismo  Ativações conectam cultura, aprendizado e cooperação  Sistema OCB recebe homenagem por compromisso com sustentabilidade 
Sistema OCB debate futuro da saúde cooperativa na Suespar
Notícias eventos
19/08/2026

Tania Zanella destaca liderança e cooperação em encontro de mulheres

Presidente executiva participou de painel sobre alta performance em encontro do Sicoob Unicoob  A liderança construída com propósito, a força das redes de relacionamento e a capacidade de gerar resultados a partir do coletivo foram alguns dos temas abordados por Tania Zanella, presidente executiva do Sistema OCB, durante o 2º Encontro de Mulheres Sicoob Unicoob, realizado nesta terça-feira (18). Em participação online, Tania integrou o painel Alta Performance, ao lado de Cláudia Lopes, CEO da Sancor Seguros Brasil, e Júlia Nakagawa, triatleta.  Ao falar sobre sua trajetória, Tania destacou a construção profissional dentro do Sistema OCB, onde atua desde 2008, até chegar à presidência executiva, sendo a primeira mulher a ocupar a posição. Para ela, assumir a função em um novo modelo de governança foi um desafio que exigiu preparo, escuta e capacidade de construir legitimidade. “Decisões difíceis se sustentam quando estão baseadas em conhecimento, escuta e coerência com o propósito. Liderar também é ter clareza de onde queremos chegar e disposição para construir esse caminho com as pessoas”, descreveu.   O conceito de alta performance também foi conectado a realidade do cooperativismo. Segundo Tania, o resultado de uma cooperativa não depende apenas de uma liderança ou de uma área, mas da articulação entre pessoas, cooperativas, ramos e diferentes níveis de decisão. O movimento reúne atualmente 29 milhões de cooperados e 4,4 mil cooperativas, segundo o AnuárioCoop 2026.  Nesse contexto, ela apontou a confiança como um dos principais ativos para transformar relacionamento em resultado. A atuação institucional do cooperativismo junto aos Três Poderes, ao setor produtivo e à sociedade, explicou, depende de diálogo permanente e da construção de parcerias. “Relacionamento é importante, mas confiança é o que permite construir resultados de longo prazo. No cooperativismo, ninguém faz nada sozinho. Quando compartilhamos conhecimento, responsabilidades e objetivos, conseguimos ampliar nossa capacidade de entrega”, destacou.    Crescer sem deixar pessoas para trás  A participação também trouxe para o debate uma das características que diferenciam o cooperativismo: a busca por conciliar resultado econômico e desenvolvimento das comunidades. Tania citou como exemplo a presença das cooperativas de crédito em municípios brasileiros. Segundo o AnuárioCoop 2026, em 1.072 municípios elas são a única instituição financeira presente.  Estudo realizado pelo Sistema OCB em parceria com a Fipe também aponta impactos da atuação das cooperativas de crédito na economia. A cada R$ 1 de crédito concedido pelas cooperativas, são gerados R$ 2,56 na economia, além de efeitos positivos relacionados à inclusão social e ao acesso ao ensino superior. “Alta performance é entregar resultado com consistência e levar as pessoas junto. É crescer sem perder de vista o território, os cooperados e as comunidades que fazem parte desse negócio”, afirmou Tania. Mulheres e renovação das lideranças  Para Tania, ampliar a participação das mulheres nos espaços de decisão passa por criar oportunidades concretas de desenvolvimento e liderança, além de estimular a participação. “Participar é o primeiro passo. Para ocupar espaços de decisão, é preciso preparo, oportunidade e um ambiente que favoreça essa presença. Precisamos formar pessoas e, ao mesmo tempo, abrir espaços reais para que elas possam liderar”, disse.  Os números do AnuárioCoop 2026 mostram que as mulheres já são maioria entre os empregados das cooperativas, representando 53% desse público. O desafio, segundo Tania, é transformar essa presença em maior participação também nos espaços de influência e decisão.  Ao encerrar o painel, a presidente executiva do Sistema OCB defendeu que o desenvolvimento de lideranças esteja conectado aos negócios e às comunidades. Entre os caminhos apontados estão a formação continuada, programas estruturados de liderança, participação efetiva nos processos decisórios e acompanhamento dos impactos gerados.  “Quando desenvolvemos pessoas, fortalecemos também os negócios e as comunidades. Liderança não é apenas sobre chegar a um lugar. É sobre criar condições para que outras pessoas também possam chegar e fazer a diferença”, concluiu.    Saiba Mais: Jornal Valor Econômico destaca força e diversidade do cooperativismo Ativações conectam cultura, aprendizado e cooperação Sistema OCB recebe homenagem por compromisso com sustentabilidade
Tania Zanella destaca liderança e cooperação em encontro de mulheres
Notícias eventos
19/08/2026

Cooperativismo educacional debate desafios e caminhos para o futuro

Encontro de dirigentes no RS discutiu cenário do segmento, gestão e impactos da Reforma Tributária  Nesta terça-feira (18), o Encontro dos Dirigentes das Cooperativas Educacionais debateu os desafios para o fortalecimento e as perspectivas para o desenvolvimento do segmento. O evento foi realizado na sede da Organização das Cooperativas do Estado do Rio Grande do Sul (Ocergs), em Porto Alegre, e é promovido pela Federação das Cooperativas Educacionais do Rio Grande do Sul (Fecoeduc-RS).  O Sistema OCB participou da programação com uma apresentação sobre o panorama das cooperativas educacionais no Brasil. O conteúdo foi conduzido pela analista Priscilla Coelho, que apresentou dados e características do segmento e discutiu os principais desafios e oportunidades para seu fortalecimento.  Priscilla abordou ainda a atuação do Sistema OCB na defesa dos interesses das cooperativas educacionais, com destaque para temas relacionados ao ambiente regulatório, à segurança jurídica e às discussões tributárias que afetam o ramo. “As cooperativas educacionais têm um papel importante na construção de uma educação baseada na participação e na cooperação. Para que esse modelo continue se desenvolvendo, é fundamental garantir um ambiente regulatório adequado, segurança jurídica e condições tributárias que reconheçam as especificidades das cooperativas”, afirmou.   Para a analista, momentos de diálogo com as lideranças do segmento são importantes para aproximar a agenda nacional das realidades vividas pelas cooperativas nos estados.  “Conhecer os desafios que estão no dia a dia das cooperativas e ouvir seus dirigentes é essencial para que a atuação de representação seja cada vez mais conectada às necessidades do setor. Esses encontros também ajudam a identificar oportunidades e a construir caminhos de forma conjunta”, acrescentou.    Cenário gaúcho  A programação também trouxe uma análise específica sobre o cooperativismo do Rio Grande do Sul. O panorama do movimento gaúcho foi apresentado por Cássio Triches, coordenador de Inteligência de Dados, que compartilhou informações sobre o desempenho e as características do cooperativismo no estado.  Outro momento foi dedicado aos indicadores de gestão e desempenho econômico-financeiro das cooperativas educacionais gaúchas. A apresentação permitiu aos dirigentes analisar dados do próprio segmento e refletir sobre aspectos relacionados à sustentabilidade, à gestão e às perspectivas de desenvolvimento das cooperativas.  A agenda contou ainda com a participação da presidente da Fetrabalho, Michele Fernandes.    Reforma Tributária   O encerramento do encontro foi dedicado a um dos temas que mais têm mobilizado as cooperativas: a Reforma Tributária. O assunto foi apresentado por Guilherme Paludo, que detalhou as mudanças em andamento e discutiu possíveis impactos para as cooperativas educacionais.  A discussão complementou a programação ao levar aos dirigentes informações sobre o novo cenário tributário e seus possíveis reflexos sobre a atividade das cooperativas. O tema também dialoga com a atuação do Sistema OCB, que acompanha a regulamentação da Reforma Tributária e trabalha pela preservação do adequado tratamento tributário ao ato cooperativo.  “A Reforma Tributária traz mudanças que precisam ser acompanhadas de perto pelas cooperativas. Ter informação, compreender os impactos e participar desse processo de discussão é fundamental para que as lideranças possam tomar decisões com mais segurança e planejar os próximos passos de suas organizações”, completou Priscilla.    Saiba Mais:  Jornal Valor Econômico destaca força e diversidade do cooperativismo  Ativações conectam cultura, aprendizado e cooperação  Sistema OCB recebe homenagem por compromisso com sustentabilidade 
Cooperativismo educacional debate desafios e caminhos para o futuro
Notícias eventos
18/08/2026

Sistema OCB recebe homenagem por compromisso com sustentabilidade

Reconhecimento destaca atuação na logística reversa de embalagens de defensivos agrícolas  O compromisso das cooperativas com a sustentabilidade no campo foi reconhecido nesta segunda-feira (17), durante a solenidade oficial do Dia Nacional do Campo Limpo, em Brasília. O Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inpEV) homenageou o Sistema OCB pela atuação da entidade e das cooperativas brasileiras no fortalecimento das práticas de responsabilidade ambiental no meio rural. O presidente do Conselho de Administração, Márcio Lopes de Freitas, recebeu a homenagem em nome da instituição.  Ao agradecer o reconhecimento, ele destacou a dimensão do cooperativismo agropecuário e a relação direta das cooperativas com os produtores, que permite levar orientação e boas práticas para dentro das propriedades. “Recebemos essa homenagem com muita alegria e, principalmente, como um reconhecimento ao trabalho que milhares de cooperativas e produtores fazem todos os dias. O cooperativismo está presente em toda a cadeia agropecuária e tem uma responsabilidade enorme na construção de uma produção cada vez mais sustentável”, afirmou.   De acordo com o AnuárioCoop 2026, as cooperativas agropecuárias respondem por 53% da produção nacional de grãos e por 25% da capacidade de armazenagem do país. O ramo reúne 1.254 cooperativas, que somam R$ 487,3 bilhões em ingressos e 277,2 mil empregos diretos.  Para Márcio, essa presença amplia a capacidade do cooperativismo de contribuir para iniciativas que envolvem educação ambiental, orientação técnica e responsabilidade compartilhada entre os diferentes elos da cadeia produtiva. “A cooperativa está muito próxima do produtor, desde o planejamento da safra até a comercialização. Por isso, também tem um papel importante na orientação, na educação e na construção de uma cultura de responsabilidade ambiental. Sustentabilidade não é tarefa de um único elo: ela depende da participação de toda a cadeia”, acrescentou.     Parceria   Gerido pelo inpEV, o Sistema Campo Limpo é o programa brasileiro de logística reversa de embalagens vazias de defensivos agrícolas. Em funcionamento desde 2002, o sistema reúne fabricantes, distribuidores, cooperativas agricultores, poder público e outros agentes da cadeia em um modelo de responsabilidade compartilhada.  As cooperativas participam desse processo como canais de distribuição, com apoio e orientação aos produtores sobre a devolução das embalagens e, em alguns casos, na operação das unidades de recebimento. Atualmente, mais de 240 associações de revendas e cooperativas integram a rede, que conta com 424 unidades de recebimento em todo o país.  O sistema já destinou corretamente mais de 900 mil toneladas de embalagens desde sua criação. Somente em 2025, foram 75.996 toneladas, o maior volume anual registrado, com crescimento de 11%. Segundo o inpEV, 100% das embalagens devolvidas recebem destinação ambientalmente adequada. Desse total, 92% são recicladas e transformadas em 38 artefatos homologados.  O presidente Márcio também ressaltou a importância da parceria entre as instituições para ampliar a conscientização no campo. “O Sistema Campo Limpo é uma referência e mostra o que é possível fazer quando indústria, produtores, cooperativas e poder público trabalham juntos. Nosso compromisso é continuar fortalecendo essa parceria e ajudando a levar informação e educação ambiental para quem está na ponta”, complementou.  Dia Nacional do Campo Limpo  A solenidade em Brasília marcou a 22ª edição do Dia Nacional do Campo Limpo, celebrado oficialmente em 18 de agosto e integrado ao Calendário Nacional por meio da Lei Federal 11.657/2008.   A programação nacional também contou com o lançamento do tour virtual Devolução de Embalagens Vazias de Defensivos Agrícolas, desenvolvido no âmbito do Acordo de Cooperação Técnica firmado entre o inpEV e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), vigente desde 2024. A iniciativa amplia as possibilidades de acesso a informações sobre o processo de devolução e destinação das embalagens.    Saiba Mais: Sistema OCB e DLG aproximam agendas de inovação e tecnologia no agro Márcio Lopes de Freitas recebe livro sobre o futuro dos conselhos Brasil e Tailândia ampliam diálogo sobre agricultura e cooperativismo
Sistema OCB recebe homenagem por compromisso com sustentabilidade
1
de
109

Filtrar Notícias

Todos os ramos
Agropecuário
Consumo
Crédito
Infraestrutura
Trabalho, Produção de Bens e Serviços
Transporte
Saúde

Limpar
Image
SISTEMA OCB © TODOS OS DIREITOS RESERVADOS.