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10/07/2026

Lar Cooperativa reúne lideranças para celebrar o Dia do Cooperativismo

Em celebração do Coops Day na Lar Cooperativa, presidente destaca sucessão e renovação das lideranças  O cooperativismo ganhou espaço para celebrar conquistas e projetar o futuro nesta sexta-feira (10), durante a programação especial do Dia Internacional do Cooperativismo, o Coops Day, promovida pela Lar Cooperativa, em Medianeira (PR). Convidada para a palestra principal do evento, a presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella, se reuniu com cerca de mil cooperados, entre lideranças, mulheres e jovens, para uma conversa sobre o papel transformador das cooperativas e os desafios de preparar as próximas gerações para dar continuidade a esse legado.  Tania destacou que o cooperativismo vive um período de expansão no Brasil, mas que seu crescimento depende, cada vez mais, da capacidade de abrir espaço para novas lideranças e ampliar a participação feminina nos espaços de decisão. "A força do cooperativismo está nas pessoas. São elas que mantêm vivos os nossos valores, fortalecem as comunidades e garantem que esse modelo continue sendo uma resposta concreta para os desafios do presente e do futuro", afirmou.  Ao falar para um público formado majoritariamente por mulheres — cerca de 600 participantes — e com forte presença de jovens cooperados, Tania compartilhou parte de sua própria trajetória e lembrou a importância da representatividade dentro das organizações. Primeira mulher a ocupar a presidência executiva do Sistema OCB em 57 anos de história da instituição, ela ressaltou que o movimento já conta com ampla participação feminina, mas ainda precisa avançar na ocupação dos cargos de liderança.  Ela lembrou que, atualmente, as mulheres representam 41,8% do quadro social das cooperativas brasileiras e 52% dos empregos gerados pelo setor. No entanto, ocupam apenas 22% dos cargos de dirigentes nas cooperativas. "Esses números mostram que avançamos, mas também revelam que ainda há um caminho importante pela frente. O cooperativismo sempre acreditou na inclusão, na participação e na construção coletiva. Precisamos garantir que esses princípios também estejam presentes quando falamos de liderança", acrescentou.     Sucessão  Outro tema central da palestra foi a sucessão. Tania reforçou que a continuidade das cooperativas depende do envolvimento das novas gerações. Segundo ela, sucessão não significa apenas preparar quem ocupará cargos de gestão no futuro, mas criar oportunidades para que os jovens participem das decisões, tragam inovação e ajudem a construir cooperativas cada vez mais fortes. "O cooperativismo precisa continuar sendo um espaço onde os jovens encontrem propósito, oportunidades e protagonismo. O futuro das cooperativas começa muito antes da sucessão acontecer. Ele começa quando damos voz, confiança e espaço para quem está chegando", completou.   Tania também destacou que o fortalecimento do cooperativismo passa pelo trabalho de representação político-institucional realizado pelo Sistema OCB. Segundo ela, a atuação em defesa dos interesses das cooperativas junto aos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário contribui para o aprimoramento das políticas públicas e para um ambiente mais favorável ao desenvolvimento do setor.  A palestra integrou a programação especial preparada pela cooperativa para celebrar o Dia Internacional do Cooperativismo, comemorado mundialmente na primeira sexta-feira de julho. Em 2026, a data tem como tema Cooperativas constroem um mundo melhor, definido pela Aliança Cooperativa Internacional (ACI).  Saiba Mais:  Cooperativas de crédito superam R$ 1 trilhão em ativos e ampliam alcance  Vitrine do Coop leva cafés especiais ao Congresso Nacional  Campanha nacional convida coops a fortalecer proteção às mulheres
Lar Cooperativa reúne lideranças para celebrar o Dia do Cooperativismo
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10/07/2026

Campanha nacional convida coops a fortalecer proteção às mulheres

Iniciativa mobiliza para ampliar conscientização, prevenção e acolhimento em situação de violência  As cooperativas de crédito de todo o país têm a oportunidade de ampliar sua atuação social ao aderirem à campanha nacional Segurança Privada: Por Elas, Para Elas, iniciativa coordenada pela Polícia Federal para fortalecer a prevenção e o enfrentamento à violência contra a mulher.  O Sistema OCB está mobilizando as cooperativas que integram a Câmara Temática de Comunicação do Ramo Crédito para participarem da ação, levando a campanha para suas agências e postos de atendimento. A proposta é ampliar a visibilidade da iniciativa e contribuir para que esses espaços também sejam pontos de informação, acolhimento e orientação às mulheres em situação de vulnerabilidade.  A campanha será lançada oficialmente no dia 5 de agosto, em Brasília, e faz parte das ações desenvolvidas pela Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada (CCASP), fórum coordenado pela Polícia Federal do qual o Sistema OCB participa.  Para apoiar essa mobilização, a Polícia Federal disponibilizou um conjunto completo de peças oficiais, incluindo cartazes, banners, artes para redes sociais, vídeos, anúncios, release e outros materiais institucionais. A ideia é que as cooperativas possam utilizar esse conteúdo de forma integrada.    Compromisso  Embora tenha como foco o setor de segurança privada, a iniciativa reconhece que profissionais e instituições presentes no cotidiano da população podem exercer um papel importante na identificação de situações de risco, no acolhimento humanizado e na orientação sobre os canais oficiais de denúncia e proteção.  Nas cooperativas de crédito, esse compromisso encontra respaldo na própria essência do modelo cooperativista, que alia a oferta de serviços financeiros ao cuidado com as pessoas e ao desenvolvimento das comunidades onde atua.  Para a gerente-geral de Negócios do Sistema OCB, Clara Maffia, a participação das cooperativas fortalece uma rede de proteção que ultrapassa a dimensão da prestação de serviços financeiros. "As cooperativas de crédito estão presentes em milhares de municípios brasileiros e mantêm uma relação de proximidade e confiança com seus cooperados e com a comunidade. Participar dessa campanha é colocar essa capilaridade a serviço de uma causa que exige o envolvimento de toda a sociedade”, afirmou.  A campanha também prevê ações permanentes de conscientização, treinamentos, orientações práticas, divulgação de materiais informativos e iniciativas educativas voltadas aos profissionais de segurança privada. O objetivo é ampliar a capacidade de identificação de situações de violência, promover o acolhimento adequado e fortalecer o encaminhamento das vítimas aos serviços públicos de proteção.  A iniciativa reúne entidades representativas da segurança privada, do sistema financeiro e dos trabalhadores do setor.    Saiba Mais:  Publicado decreto que regulamenta a Lei do Segurado Especial  Sistema OCB abre nova turma de qualificação para cooperativas exportarem  Vitrine do Coop leva cafés especiais ao Congresso Nacional 
Campanha nacional convida coops a fortalecer proteção às mulheres
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08/07/2026

Vitrine do Coop leva cafés especiais ao Congresso Nacional

Iniciativa reúne cooperativas e entidades do setor para apresentar a qualidade da bebida brasileira  A tradição dos cafés especiais produzidos pelas cooperativas brasileiras voltou a ocupar um espaço de destaque na Câmara dos Deputados. Entre os dias 7 e 9 de julho, a Vitrine do Coop reúne parlamentares, assessores, servidores, jornalistas e visitantes em uma experiência que combina degustação, informação e valorização de um dos produtos mais emblemáticos do agronegócio nacional.  Realizado em parceria com a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), o deputado federal Evair de Melo (ES) e entidades representativas da cadeia produtiva do café, o evento apresenta diferentes perfis sensoriais, métodos de preparo e cafés reconhecidos pela qualidade dentro e fora do país. A proposta é aproximar o público do trabalho desenvolvido pelas cooperativas.  Além da experiência sensorial proporcionada aos visitantes, a Vitrine do Coop apresenta o papel das cooperativas na organização da produção cafeeira brasileira. O modelo permite que pequenos e médios produtores tenham acesso à assistência técnica, inovação, mercados mais competitivos e agregação de valor aos produtos.  "A Vitrine do Coop aproxima o cooperativismo das pessoas por meio de um produto que faz parte do dia a dia dos brasileiros. Cada café apresentado carrega histórias de cooperação, inovação e compromisso com a qualidade. É uma oportunidade de mostrar que as cooperativas geram desenvolvimento econômico, promovem inclusão produtiva e fortalecem as regiões onde estão presentes”, destaca a superintendente do Sistema OCB, Fabíola Nader Motta.    Espaço de diálogo  Em sua 12ª edição, a Vitrine do Coop já integra o calendário de ações promovidas pelo cooperativismo no Congresso Nacional e se consolidou como um espaço de diálogo entre o setor produtivo e o Poder Legislativo.  O deputado Evair de Melo salienta a importância da iniciativa para aproximar os parlamentares da realidade vivida pelos produtores organizados em cooperativas. "É um momento em que conseguimos mostrar, de forma muito concreta, a excelência dos cafés produzidos pelas nossas cooperativas e, ao mesmo tempo, valorizar o trabalho de milhares de produtores rurais que fazem do cooperativismo um instrumento de desenvolvimento, geração de renda e competitividade para o Brasil."  A programação conta com a participação de cooperativas de diferentes estados produtores, que apresentam cafés com características próprias, resultado da diversidade de terroirs, técnicas de cultivo e processos de pós-colheita desenvolvidos em todo o país.  A ação é realizada em parceria com entidades representativas do setor cafeeiro, entre elas a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), o Consórcio Pesquisa Café e a Embrapa Café.    Saiba Mais:  Força do cooperativismo é celebrada em Sessão Solene na Câmara  Cooperativismo leva prioridades do setor ao debate sobre o futuro do RS  Em evento no Tocantins, Sistema OCB defende mais mulheres na liderança 
Vitrine do Coop leva cafés especiais ao Congresso Nacional
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08/07/2026

Sistema OCB abre nova turma de qualificação para cooperativas exportarem

Capacitação do NegóciosCoop Mercado Internacional selecionará 20 cooperativas agro e de artesanato  O Sistema OCB abriu as inscrições para uma nova turma da Qualificação para Exportação, iniciativa do Programa NegóciosCoop Mercado Internacional que prepara cooperativas brasileiras para atuar de forma mais competitiva no comércio exterior. Voltada prioritariamente às cooperativas agropecuárias e de artesanato, a capacitação combina conteúdos estratégicos e aplicação prática para apoiar tanto organizações que desejam iniciar suas exportações quanto aquelas que buscam ampliar sua presença em mercados internacionais.  As inscrições podem ser feitas até o dia 24 de julho na página específica da iniciativa. Ao todo, serão selecionadas 20 cooperativas, conforme os critérios previstos no regulamento. A divulgação das selecionadas está prevista para 4 de agosto, e a qualificação será realizada entre agosto de 2026 e janeiro de 2027.  Desenvolvida com metodologia exclusiva, adaptada à realidade do cooperativismo brasileiro, a formação é conduzida por consultoria especializada em comércio exterior e aborda todas as etapas do processo exportador. Entre os temas trabalhados estão inteligência comercial, acesso a mercados, requisitos regulatórios, logística internacional, formação de preços, negociação com compradores estrangeiros e estratégias de promoção comercial.  O programa é destinado a cooperativas que possuam produção estruturada ou excedente, produtos com maior valor agregado ou características diferenciadas e interesse em desenvolver uma cultura exportadora. Também podem participar organizações que já fornecem para redes varejistas ou indústrias e contam com estrutura mínima de governança e gestão profissionalizada.  Durante a jornada, as cooperativas participam de mentorias individuais e coletivas, que auxiliam na construção de estratégias para inserção internacional e na preparação para oportunidades como feiras internacionais, missões empresariais e rodadas de negócios com compradores estrangeiros.  A iniciativa integra a estratégia do Sistema OCB para ampliar a competitividade das cooperativas brasileiras no cenário global e está alinhada às diretrizes aprovadas no 15º Congresso Brasileiro do Cooperativismo (CBC), que definiu a internacionalização como uma das prioridades para o desenvolvimento do setor, o incentivo a abertura de novos mercados e a atuação conjunta das cooperativas no exterior.    Resultados alcançados  Desde 2022, mais de 80 cooperativas já participaram das ações de apoio à internacionalização promovidas pelo Sistema OCB. Apenas entre abril e dezembro de 2025, 37 cooperativas concluíram a Qualificação para Exportação.  Entre elas, duas iniciaram suas operações internacionais após a participação no programa e outras seis ampliaram suas exportações. Além disso:  59% identificaram novos clientes ou parceiros comerciais para atuação no mercado internacional;   95,5% afirmaram sentir-se mais preparadas para exportar;   61% implementaram novas iniciativas em seus processos de internacionalização;   91% aprenderam estratégias para reduzir custos operacionais e logísticos relacionados às exportações.   Confira o cronograma  Inscrições: 3 a 24 de julho de 2026;   Divulgação das cooperativas selecionadas:  4 de agosto de 2026;   Assinatura do Termo de Compromisso e agendamento das mentorias: 4 a 18 de agosto de 2026;   Período de qualificação: 24 de agosto de 2026 a 30 de janeiro de 2027;   Prazo máximo para início da qualificação: 24 de setembro de 2026;   Entrega das atividades finais e avaliação: até 15 de fevereiro de 2027;   Formatura: fevereiro de 2027 (data a definir).   As cooperativas selecionadas serão comunicadas por e-mail, com cópia para as suas respectivas Organizações Estaduais (OCEs).    Saiba Mais:  Força do cooperativismo é celebrada em Sessão Solene na Câmara  Cooperativismo leva prioridades do setor ao debate sobre o futuro do RS  Em evento no Tocantins, Sistema OCB defende mais mulheres na liderança 
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07/07/2026

Cooperativismo leva prioridades do setor ao debate sobre o futuro do RS

Em Porto Alegre, Tania Zanella defendeu diálogo permanente entre o setor e o próximo governo estadual O Sistema OCB marcou presença nas discussões sobre o futuro do Rio Grande do Sul, nesta segunda-feira (06), durante o Fórum dos Presidentes 2026, em Porto Alegre. Promovido pelo Sistema Ocergs, o encontro reuniu lideranças cooperativistas e os principais pré-candidatos ao Governo do Estado para debater desafios e oportunidades para o desenvolvimento gaúcho. Na abertura do evento, a presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella, apresentou a visão do cooperativismo brasileiro sobre temas estratégicos para o Rio Grande do Sul, como infraestrutura, gestão de riscos climáticos, logística, conectividade e fortalecimento da parceria entre as cooperativas e o poder público. Segundo ela, o cooperativismo chega ao debate respaldado por resultados concretos. Hoje, o Brasil reúne 25,8 milhões de cooperados, mais de 4,3 mil cooperativas distribuídas em mais de 3,5 mil municípios e um volume de negócios que ultrapassa R$ 757 bilhões por ano. "O cooperativismo está presente onde as pessoas vivem e produzem. Somos um movimento construído pelo diálogo e pela cooperação, capaz de transformar realidades e contribuir com soluções para os desafios do país", afirmou. Ao tratar do cenário gaúcho, Tania destacou a relevância do estado para o movimento cooperativista. O Rio Grande do Sul concentra 352 cooperativas, mais de 4,37 milhões de cooperados e cerca de 80,8 mil empregos diretos. Em 2024, o setor movimentou R$ 90,5 bilhões em ingressos e alcançou R$ 215,2 bilhões em ativos. Ela lembrou ainda que foi em Nova Petrópolis que nasceu a primeira cooperativa de crédito do Brasil, marco que colocou o estado na história do cooperativismo nacional e ajudou a consolidar um modelo que hoje impulsiona o desenvolvimento em milhares de municípios.   Temas que impactam as cooperativas Após a abertura, os quatro pré-candidatos ao Governo do Estado responderam a perguntas elaboradas pelo Sistema Ocergs sobre assuntos ligados à realidade das cooperativas gaúchas. Entre os temas debatidos estiveram medidas para ampliar a previsibilidade diante de eventos climáticos extremos, investimentos em infraestrutura e logística, melhorias na oferta de energia e conectividade no interior, manutenção de um canal permanente de diálogo com o cooperativismo e ampliação da participação das cooperativas de trabalho e saúde nas contratações públicas. Para Tania, o formato do encontro permitiu colocar o cooperativismo no centro das discussões sobre o desenvolvimento do estado. "As cooperativas conhecem de perto os desafios das comunidades onde atuam e têm condições de contribuir com soluções para o desenvolvimento econômico e social. Esse diálogo é fundamental para construir políticas públicas mais eficientes e conectadas com a realidade." As pautas apresentadas durante o Fórum estão alinhadas ao documento Propostas para um Brasil Mais Cooperativo, elaborado pelo Sistema OCB para contribuir com o debate nacional sobre competitividade, inovação, infraestrutura, segurança jurídica e fortalecimento do ambiente de negócios para as cooperativas.   Saiba Mais: Sistema OCB prestigia os 55 anos da Ocepar em fórum de lideranças Em Foz do Iguaçu, lideranças das Américas definem agenda da ACI Sistema OCB e Anatel avançam diálogo sobre cooperativas em telecom
Cooperativismo leva prioridades do setor ao debate sobre o futuro do RS
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06/07/2026

Em evento no Tocantins, Sistema OCB defende mais mulheres na liderança

No Workshop Ela Coopera, Tania Zanella destacou importância da diversidade nos espaços de decisão  O protagonismo feminino no cooperativismo foi o foco da participação do Sistema OCB, representado pela presidente executiva, Tania Zanella, no Workshop Ela Coopera, realizado neste sábado (4), em Paraíso do Tocantins (TO). Promovido pelo Comitê Femicoop, do Sicoob Tocantins, com apoio do Sistema OCB/TO e do Sebrae, o encontro reuniu cerca de 400 mulheres cooperadas, empreendedoras e representantes da governança cooperativista para debater liderança, inovação e desenvolvimento de negócios.  Durante a palestra, Tania destacou que o avanço da participação das mulheres nos espaços de decisão tem fortalecido o cooperativismo brasileiro e contribuído para organizações mais inovadoras, diversas e preparadas para enfrentar os desafios do futuro. "Quando mais mulheres ocupam espaços de liderança, ganham as cooperativas, ganham as comunidades e ganha toda a sociedade. O cooperativismo tem mostrado que é possível construir ambientes mais inclusivos, onde diferentes perspectivas geram melhores decisões, fortalecem os negócios e ampliam o impacto positivo que levamos às pessoas".  A presidente executiva também apresentou ações conduzidas pelo Sistema OCB para incentivar esse processo em âmbito nacional. Entre elas, destacou o Comitê Nacional de Mulheres Elas pelo Coop, criado para ampliar a presença feminina na governança das cooperativas, estimular a troca de experiências entre lideranças e apoiar iniciativas desenvolvidas nos estados.  Tania reforçou que o crescimento da presença das mulheres nas cooperativas tem sido acompanhado por mudanças importantes na forma de empreender, inovar e construir soluções coletivas. Segundo ela, investir na formação de lideranças femininas significa ampliar a capacidade das cooperativas de gerar desenvolvimento econômico, inclusão social e prosperidade para seus territórios.  No Tocantins, esse trabalho vem sendo fortalecido por diferentes iniciativas. O estado conta com a atuação do Femicoop, presente em 18 núcleos do Sicoob Tocantins, além de comitês femininos em cooperativas como a Coapa e a Copefa. O Sistema OCB/TO também promove anualmente o Encontro Estadual de Mulheres, alinhando as ações locais às diretrizes do Comitê Nacional de Mulheres.  Além da palestra da presidente executiva do Sistema OCB, a programação reuniu especialistas, painéis e momentos de networking voltados ao fortalecimento do empreendedorismo feminino e da liderança cooperativista no estado.  A participação no workshop ocorreu em uma data simbólica para o movimento cooperativista. O evento foi realizado no Dia Internacional das Cooperativas (Coops Day), celebrado mundialmente em 4 de julho.   Saiba Mais:  Sistema OCB prestigia os 55 anos da Ocepar em fórum de lideranças  Em Foz do Iguaçu, lideranças das Américas definem agenda da ACI  Sistema OCB e Anatel avançam diálogo sobre cooperativas em telecom 
Em evento no Tocantins, Sistema OCB defende mais mulheres na liderança
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03/07/2026

Em Foz do Iguaçu, lideranças das Américas definem agenda da ACI

Encontro estratégico que alinhou prioridades  antes da Assembleia Eleitoral da ACI Global  Durante quatro dias (29/06 - 02/07), Foz do Iguaçu (PR) recebeu algumas das principais lideranças do cooperativismo das Américas. O Sistema OCB sediou a reunião presencial do Conselho de Administração da Aliança Cooperativa Internacional das Américas (ACI Américas), encontro que contou com representantes de mais de 20 países para definir estratégias políticas e institucionais que orientarão a atuação da região nos próximos anos.  O encontro teve como foco a preparação para a Assembleia Geral da Aliança Cooperativa Internacional (ACI Global), marcada para setembro, no Panamá. Além da definição das prioridades regionais, os conselheiros alinharam posições sobre o processo eleitoral que escolherá a nova direção da entidade para o próximo quadriênio.  Atualmente, o Brasil ocupa a presidência da ACI Américas, exercida por José Alves de Souza, e integra o Conselho de Administração da ACI Global, com a candidatura do presidente do Conselho de Administração do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, à reeleição para um novo mandato.  Como anfitrião do encontro, o Sistema OCB recebeu as delegações internacionais e apresentou a estrutura de representação do cooperativismo brasileiro. Participaram da programação o presidente Márcio, a superintendente Fabíola Nader Motta e o analista de Relações Internacionais do Sistema OCB, Enzo Ramos.  "O cooperativismo das Américas tem enorme potencial para influenciar as decisões globais quando constrói posições comuns e atua de forma coordenada. O Brasil acredita na cooperação entre as organizações nacionais como caminho para fortalecer nossa representação internacional e ampliar o impacto econômico e social das cooperativas. Receber este encontro em Foz do Iguaçu simboliza nosso compromisso permanente com esse processo de integração”, destacou o presidente Márcio.  Além das discussões eleitorais, o Conselho debateu temas estratégicos para o fortalecimento da atuação regional da Aliança. Entre eles estiveram o planejamento institucional da Aliança para o próximo ciclo, propostas de atualização do modelo de contribuição das organizações associadas e o alinhamento das prioridades dos comitês temáticos e setoriais, como agropecuário, habitação, juventude e mulheres.  O encontro também consolidou o posicionamento conjunto das cooperativas americanas para os debates que ocorrerão durante a Assembleia da ACI Global. A expectativa é que o continente chegue ao Panamá com candidaturas definidas e uma agenda comum para fortalecer a participação das Américas nas decisões do movimento cooperativista mundial.  A programação começou na segunda-feira (29), com um jantar de boas-vindas às delegações. Na terça-feira (30), tiveram início as reuniões do Conselho, acompanhadas de apresentações do presidente da ACI Global, Ariel Guarco, do presidente da ACI Américas, José Alves de Souza, e de Márcio Lopes de Freitas, que abordaram o cenário internacional do cooperativismo e os desafios do próximo ciclo de governança da organização.  Os debates tiveram continuidade na quarta-feira (1º) e foram encerrados na manhã de quinta-feira (2). À tarde, os representantes internacionais conheceram experiências do cooperativismo paranaense durante visitas técnicas à Frimesa e à sede da Sicredi Vanguarda, em Medianeira (PR).    Saiba Mais: No Senado, Sistema OCB defende debate técnico sobre jornada de trabalho Nova Lei impulsiona emprego e desenvolvimento regional Mais que crédito: orientação técnica fortalece o coop no campo
Em Foz do Iguaçu, lideranças das Américas definem agenda da ACI
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03/07/2026

Coops Day 2026 mobiliza cooperativas em todo o país neste sábado

Campanha celebra o Dia Internacional do Cooperativismo com ações simultâneas e reforça a mensagem de que cooperar ajuda a construir um mundo mais pacífico  O cooperativismo brasileiro celebra neste sábado (4) o Dia Internacional do Cooperativismo (Coops Day) com uma mobilização nacional que levará a campanha Cooperativas por um mundo pacífico para diferentes regiões do país. A iniciativa reúne o Sistema OCB e as Organizações Estaduais em ações simultâneas para aproximar a sociedade do cooperativismo e destacar o impacto positivo do modelo de negócio na vida das pessoas.  Ao longo do dia, as unidades estaduais promoverão blitzes em parceria com emissoras de rádio que farão ativações em espaços públicos com distribuição de brindes. A proposta é aproveitar momentos de grande circulação de pessoas para apresentar, de forma leve e interativa, os valores do cooperativismo e ampliar o alcance da campanha. A iniciativa integra o conceito Time que Coopera, que utiliza a paixão nacional pelo esporte para reforçar a mensagem de que, no cooperativismo, ninguém joga sozinho.  Para a gerente-geral de Negócios do Sistema OCB, Clara Maffia, o Coops Day é uma oportunidade de levar a mensagem do cooperativismo para além das cooperativas. "O Coops Day é a oportunidade de levar para a rua aquilo que defendemos todos os dias: que cooperar é a forma mais eficiente de chegar mais longe. Cada conversa e cada ação realizada nesse dia carregam essa mensagem de um jeito simples e direto para quem ainda não conhece o cooperativismo."  Neste ano, a mobilização conta com a participação de organizações estaduais de 18 unidades da Federação — Alagoas, Amapá, Amazonas, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Roraima, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins. Embora cada estado tenha programação própria, todas as ações compartilham a mesma identidade visual e a mensagem da campanha nacional.  O tema de 2026, Cooperativas por um mundo pacífico, reforça o papel das cooperativas na promoção do diálogo, da inclusão, da solidariedade e do desenvolvimento sustentável. Em um cenário marcado por desafios sociais e conflitos, o movimento cooperativista destaca que a cooperação é um caminho para fortalecer comunidades e construir soluções coletivas.    O Coops Day  Celebrado sempre no primeiro sábado de julho, o Coops Day reúne cooperativas de todo o mundo desde 1923 e, desde 1995, também integra o calendário oficial da Organização das Nações Unidas (ONU).  Cooperados e cooperadas podem consultar a Organização Estadual do Sistema OCB em sua região para conferir a programação e participar das atividades preparadas para celebrar o Dia Internacional do Cooperativismo.     Saiba Mais:  Coops de crédito celebram papel na estabilidade e no desenvolvimento  Sistema OCB reforça liderança feminina durante encontro no PEC Brasil  Reunião debate atuação das cooperativas nas telecomunicações 
Coops Day 2026 mobiliza cooperativas em todo o país neste sábado
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03/07/2026

Sistema OCB prestigia os 55 anos da Ocepar em fórum de lideranças

Evento debate temas estratégicos voltados ao futuro do cooperativismo paranaense  Nesta quinta-feira (2), o Sistema OCB esteve representado pelo presidente do Conselho de Administração, Márcio Lopes de Freitas, na abertura do Fórum dos Presidentes das Cooperativas Paranaenses, realizado em Castro (PR). Promovido pelo Sistema Ocepar em comemoração aos seus 55 anos, o encontro reúne presidentes de cooperativas do estado para debater temas estratégicos relacionados ao futuro do cooperativismo, à representação institucional e às alianças para o desenvolvimento do setor.  Durante sua participação, Márcio ressaltou a importância da trajetória construída pelo cooperativismo paranaense e seu papel como referência para o movimento brasileiro. Também destacou a parceria histórica entre o Sistema OCB e o Sistema Ocepar na defesa dos interesses das cooperativas e na construção de políticas públicas voltadas ao fortalecimento do setor.   "Celebrar os 55 anos da Ocepar é reconhecer uma história construída com liderança, visão de futuro e compromisso com as cooperativas. O Paraná consolidou um dos mais sólidos e organizados sistemas cooperativistas do mundo, resultado do trabalho conjunto de lideranças que compreenderam, desde cedo, a força da cooperação como estratégia de desenvolvimento econômico e social. Essa trajetória inspira todo o cooperativismo brasileiro", afirmou Márcio.  O presidente também considerou que a integração entre as organizações estaduais fortalece a representação nacional e amplia a capacidade de o cooperativismo responder aos desafios do país. "O Sistema OCB e o Sistema Ocepar caminham lado a lado na construção de um ambiente cada vez mais favorável às cooperativas. Essa parceria tem sido fundamental para ampliar a competitividade do setor, defender os interesses dos cooperados e mostrar que o cooperativismo é parte da solução para os grandes desafios do Brasil. Quando atuamos de forma integrada, todo o movimento se fortalece", complementou.   A programação de abertura também contou com a participação do presidente da Castrolanda, Willem Berend Bouwman, e do presidente do Conselho Deliberativo da Ocepar, Luiz Roberto Baggio. Na sequência, os participantes acompanharam palestra do economista Eduardo Giannetti; painel sobre a atuação da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), coordenado pelo deputado federal Arnaldo Jardim (SP); homenagens aos 75 anos das cooperativas Castrolanda e Agrária; e lançamento do livro comemorativo pelos 55 anos da Ocepar.  Além das celebrações, o Fórum promoveu debates sobre temas estratégicos para o cooperativismo paranaense. Nesta sexta-feira (3), a programação continua no Castrolanda Expocenter com palestra do ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, sobre ética nas relações entre cooperativas; painéis dedicados às alianças estratégicas no Centro-Sul do Paraná e ao Projeto PRC300; e uma plenária com os presidentes das cooperativas do estado.    Saiba Mais:  No Senado, Sistema OCB defende debate técnico sobre jornada de trabalho  Nova Lei impulsiona emprego e desenvolvimento regional  Mais que crédito: orientação técnica fortalece o coop no campo 
Sistema OCB prestigia os 55 anos da Ocepar em fórum de lideranças
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03/07/2026

Sistema OCB e Anatel avançam diálogo sobre cooperativas em telecom

Reunião debates próximos passos da nova legislação e abre caminho para futura cooperação institucional  A presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella, participou nesta quinta-feira (2), de uma reunião com o presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Carlos Baigorri, para discutir a implementação da Lei 15.324/2026, que passou a permitir expressamente a atuação das cooperativas como prestadoras de serviços de telecomunicações. Também participaram do encontro o gerente Técnico e Econômico do Sistema OCB, João Prieto, e a analista Thayná Cortês.  A reunião teve como foco os próximos passos para a inserção das cooperativas no setor, especialmente em relação ao ambiente regulatório. Durante a conversa, Baigorri reforçou que as cooperativas deverão observar as mesmas regras aplicáveis às demais prestadoras de serviços de telecomunicações, com atenção especial às normas de outorga estabelecidas pela Agência.  O presidente da Anatel também manifestou apoio à construção de um acordo de cooperação com o Sistema OCB. A proposta é desenvolver iniciativas conjuntas voltadas à troca de informações e à produção de materiais orientativos que auxiliem as cooperativas interessadas em atuar no segmento.  Durante a reunião, Tania apresentou um panorama do cooperativismo brasileiro e destacou a experiência do Sistema OCB no diálogo com órgãos reguladores de diferentes setores, como Banco Central, Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e Superintendência de Seguros Privados (Susep).   Ela ressaltou que esse relacionamento institucional tem sido fundamental para criar um ambiente regulatório mais adequado às especificidades do modelo cooperativista. "As cooperativas já demonstraram sua capacidade de atuar com eficiência em setores altamente regulados. Nosso objetivo é construir, em parceria com a Anatel, um ambiente de orientação e segurança jurídica para que novas iniciativas possam surgir de forma estruturada, sempre em conformidade com a regulamentação vigente", afirmou.   O Sistema OCB também agradeceu o apoio institucional da Anatel durante a tramitação do Projeto de Lei 1.303/2022, que deu origem à Lei 15.324/2026. A Agência emitiu parecer favorável à proposta e contribuiu para o reconhecimento da possibilidade de atuação das cooperativas no setor de telecomunicações.   Atualmente, a atuação da entidade está concentrada em orientar as cooperativas sobre o novo cenário regulatório. Entre as ações já desenvolvidas estão uma transmissão ao vivo para esclarecimento da nova legislação, um documento de perguntas e respostas (FAQ) e um boletim de mercado. Também está prevista a elaboração de um guia com informações sobre a regulamentação e os principais normativos aplicáveis ao setor.     Saiba Mais:  Reunião debate atuação das cooperativas nas telecomunicações Sem internet, campo perde oportunidades; cooperativas viram solução Live do Sistema OCB debate atuação de cooperativas em telecom
Sistema OCB e Anatel avançam diálogo sobre cooperativas em telecom
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02/07/2026

Sistema OCB destaca cooperação lusófona em seminário

Intercooperação entre países de língua portuguesa é estratégia para ampliar desenvolvimento sustentável O Sistema OCB participou nesta quinta-feira (2) do Seminário Internacional Virtual Cooperativas e os próximos 30 anos da CPLP: cooperação e unidade na diversidade. A entidade foi representada pela superintendente Fabíola Nader Motta, que fez uma apresentação durante o evento. O encontro abordou o papel das cooperativas na integração dos países de língua portuguesa e na construção de uma agenda comum de desenvolvimento para as próximas décadas. Promovido pela Organização Cooperativista dos Países de Língua Portuguesa (OCPLP), em parceria com a Universidade Federal de Viçosa (UFV), o seminário contou com representantes da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), da Aliança Cooperativa Internacional África (ACI África), da Organização das Nações Unidas (ONU) e de entidades nacionais do cooperativismo dos países lusófonos. Ao abrir sua participação, Fabíola destacou o simbolismo do encontro, realizado às vésperas da celebração dos 30 anos da CPLP. Segundo ela, a comunidade reúne nove países com realidades distintas, mas conectados por uma herança cultural e linguística capaz de fortalecer iniciativas de cooperação. Nesse contexto, a superintendente afirmou que o cooperativismo representa um dos modelos mais alinhados aos princípios da comunidade, justamente por promover a união entre pessoas e organizações em torno de objetivos comuns. "O cooperativismo transforma confiança em desenvolvimento, participação em prosperidade e cooperação em resultados concretos para as comunidades. É um modelo que precisa ser cada vez mais valorizado e apoiado pelos governos", afirmou. Fabíola também ressaltou que a cooperação entre os países de língua portuguesa cria oportunidades para ampliar o intercâmbio de experiências e acelerar a disseminação de boas práticas. Para ela, iniciativas desenvolvidas por cooperativas no Brasil, Portugal, Moçambique, Cabo Verde ou Guiné-Bissau podem inspirar soluções em toda a comunidade lusófona, fortalecendo setores como agricultura, sustentabilidade, inclusão e inovação. Durante a apresentação, a superintendente lembrou que a atuação internacional é uma prioridade para o Sistema OCB, que hoje participa de 18 fóruns globais. Nesse cenário, a OCPLP ocupa posição estratégica por aproximar organizações que compartilham idioma, valores e desafios semelhantes, o que facilita a construção de parcerias e projetos conjuntos. Ao abordar o momento vivido pelo cooperativismo no cenário internacional, Fabíola destacou que o reconhecimento das cooperativas pela ONU, especialmente com o Ano Internacional das Cooperativas celebrado em 2025, ampliou a visibilidade do modelo como ferramenta para promover desenvolvimento sustentável, inclusão econômica e fortalecimento das comunidades. "O mundo busca modelos capazes de unir eficiência econômica e impacto social positivo. O cooperativismo oferece exatamente essa resposta", afirmou. Ao encerrar, Fabíola defendeu que o seminário seja um ponto de partida para ampliar a intercooperação entre os países da CPLP, com a criação de novas redes de colaboração, missões técnicas, programas de intercâmbio e projetos voltados ao protagonismo de jovens e mulheres cooperativistas. "Temos a convicção de que essa nova etapa da história da CPLP será construída com mais conexão entre pessoas, instituições e cooperativas. O cooperativismo é o caminho para transformar essa unidade em ação", concluiu. Saiba Mais: Senado: Sistema OCB defende debate técnico sobre jornada de trabalho Nova Lei impulsiona emprego e desenvolvimento regional Mais que crédito: orientação técnica fortalece o coop no campo
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02/07/2026

Expoleite 2026 destaca força da pecuária leiteira e do cooperativismo

Presidente Márcio participou da abertura da feira e ressaltou o papel do movimento no agronegócio  A 52ª edição da Expoleite começou nesta quarta-feira (1), em Arapoti (PR), com produtores, cooperativas, empresas e especialistas reunidos para três dias de programação voltada ao fortalecimento da cadeia leiteira e do agronegócio. O presidente do Conselho de Administração do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, participou da solenidade de abertura da feira, promovida pela Capal Cooperativa Agroindustrial.  A Expoleite reúne julgamentos de animais, palestras técnicas, encontros de produtores e debates sobre temas estratégicos para o campo, além de aproximar cooperados, pesquisadores, lideranças e empresas ligadas ao agronegócio.  Durante a abertura, o presidente Márcio destacou que eventos como a Expoleite demonstram a capacidade do cooperativismo de impulsionar a inovação, disseminar conhecimento e fortalecer a competitividade da produção agropecuária. "A Expoleite traduz o que o cooperativismo faz de melhor: aproxima pessoas, compartilha conhecimento e cria oportunidades para que os produtores evoluam juntos. É um ambiente que fortalece a inovação, valoriza quem produz e contribui para o desenvolvimento das comunidades onde as cooperativas atuam".  O presidente também ressaltou que o cooperativismo tem papel estratégico para o crescimento sustentável da pecuária leiteira e para o fortalecimento do agronegócio brasileiro. "Quando cooperamos, conseguimos levar tecnologia, assistência técnica, acesso a mercados e geração de renda para milhares de famílias. O resultado é um setor mais forte, mais competitivo e preparado para enfrentar os desafios do futuro", declarou.     Programação  A programação da Expoleite segue até sexta-feira (3), no Parque de Exposições Capal, com atividades voltadas à pecuária leiteira, agricultura, suinocultura e cafeicultura. Entre os destaques estão julgamentos de animais, rodadas técnicas, encontros de produtores, palestras sobre mercado agrícola, macroeconomia e comunicação no agro, além da tradicional premiação do Leite de Qualidade.  A feira também oferece atrações para toda a comunidade, como praça de alimentação, galeria comercial, Expoflor e apresentações musicais diárias, para reforçar seu papel como um dos principais eventos do calendário agropecuário da região.    Saiba Mais:  No Senado, Sistema OCB defende debate técnico sobre jornada de trabalho  Nova Lei impulsiona emprego e desenvolvimento regional  Mais que crédito: orientação técnica fortalece o coop no campo 
Expoleite 2026 destaca força da pecuária leiteira e do cooperativismo
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01/07/2026

No Senado, Sistema OCB defende debate técnico sobre jornada de trabalho

Transição planejada e regras que considerem as especificidades das cooperativas foram abordadas  A presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella, participou, nesta quarta-feira (1º), de sessão de debate no Plenário do Senado Federal para discutir as propostas que tratam da redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6x1. Durante o encontro, ela reafirmou que o cooperativismo brasileiro está aberto ao diálogo sobre o tema, mas defendeu que qualquer mudança seja construída com base em estudos técnicos, ampla análise de impactos e regras de transição capazes de preservar a continuidade de atividades essenciais.  Em sua manifestação, Tania destacou que o debate exige equilíbrio e não pode ser tratado como um conflito entre trabalhadores e empregadores. Segundo ela, o cooperativismo reúne atualmente cerca de 26 milhões de cooperados, que são, ao mesmo tempo, donos dos empreendimentos e protagonistas do desenvolvimento econômico e social em suas comunidades. "Precisamos sair da lógica de trabalhador versus empregador e olhar para um modelo em que milhões de brasileiros são donos dos próprios empreendimentos", afirmou.  Ao apresentar o panorama do setor, a presidente executiva ressaltou que as cooperativas estão presentes em atividades estratégicas para o país, como a produção agropecuária, a saúde, a reciclagem, o transporte, o crédito e diversos serviços essenciais. Ela lembrou que, somente no ramo agropecuário, cerca de 72% dos cooperados são agricultores familiares, cuja produção depende diretamente da capacidade das cooperativas de receber, industrializar e comercializar seus produtos.  Nesse contexto, Tania alertou que mudanças implementadas sem uma avaliação aprofundada podem gerar impactos relevantes sobre a capacidade operacional das cooperativas, especialmente diante do atual cenário de escassez de mão de obra.    Especificidades  Outro ponto enfatizado foi a necessidade de que setores considerados essenciais recebam tratamento adequado na discussão legislativa. Segundo Tania, cooperativas que atuam em áreas como saúde, limpeza urbana e produção de alimentos possuem características operacionais que exigem planejamento específico para garantir a continuidade dos serviços prestados à população.  Ela também defendeu que eventual mudança seja acompanhada por uma regra de transição compatível com a realidade do mercado de trabalho. Na avaliação da presidente executiva, prazos curtos para adaptação não contemplam os desafios enfrentados pelas cooperativas na contratação e capacitação de novos profissionais. "Não é possível capacitar trabalhadores em um prazo tão curto para atender às novas exigências. As cooperativas assumem compromissos com cooperados, consumidores e mercados, inclusive internacionais, que exigem planejamento e segurança jurídica", afirmou.  Ao encerrar sua participação, Tania reiterou que o Sistema OCB permanece à disposição do Congresso Nacional para contribuir tecnicamente com o debate, apresentando dados e estudos que permitam avaliar os impactos das propostas sobre os diferentes ramos do cooperativismo e sobre a economia brasileira.    Saiba Mais:  Sistema OCB acompanha lançamento dos Planos Safra 2026/2027  Licenciamento ambiental define ritmo dos investimentos cooperativos  Sistema OCB impulsiona agenda global do cooperativismo no CM50 
No Senado, Sistema OCB defende debate técnico sobre jornada de trabalho
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01/07/2026

Sistema OCB detalha impactos do Plano Safra 2026/2027 para as coops

Análise técnica reúne principais mudanças nas regras e orienta sobre o novo ciclo agrícola  Com a publicação das resoluções do Conselho Monetário Nacional (CMN), o Sistema OCB concluiu, nesta quarta-feira (1º), a análise técnica dos Planos Safra 2026/2027. O estudo consolida as medidas anunciadas pelo governo federal e detalha as mudanças que passam a valer para o crédito rural, com destaque para os principais impactos para as cooperativas agropecuárias.  Entre as principais mudanças para o cooperativismo no Plano Safra Empresarial está a redução das taxas de juros das linhas Prodecoop e Procap-Agro, que passaram de 13,5% para 12% ao ano. Também houve redução das taxas dos recursos controlados destinados às cooperativas, de 14% para 12,5% ao ano, com abrangência para as operações de crédito geral, comercialização, industrialização, atendimento aos cooperados e integralização de cotas-partes.   As resoluções também ampliaram alguns limites de financiamento. O Procap-Agro elevou os tetos para operações de capital de giro e integralização de cotas, enquanto o Inovagro aumentou de R$ 12 milhões para R$ 15 milhões o limite para operações coletivas. Além disso, o Prodecoop passou a permitir o financiamento de projetos voltados à geração de energia renovável e ao armazenamento de energia elétrica para consumo próprio das cooperativas.   Por outro lado, o levantamento também identifica redução dos recursos destinados a programas estratégicos para o cooperativismo. Os volumes previstos para o Prodecoop e o Procap-Agro ficaram menores que os do ciclo anterior, assim como os recursos voltados às operações de custeio e comercialização. A análise ainda observa que a inclusão de programas como Move Agricultura e EcoInvest na composição do montante total do Plano Safra exige cautela na comparação com as safras anteriores, uma vez que parte do crescimento anunciado decorre da incorporação dessas iniciativas ao volume global de recursos.   "As resoluções do Conselho Monetário Nacional traduzem, na prática, como as medidas anunciadas serão implementadas. Nossa análise busca justamente apoiar as cooperativas na compreensão dessas mudanças, identificando tanto os avanços nas condições de financiamento quanto os pontos que merecem acompanhamento ao longo da execução do Plano Safra”, destaca a presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella.    Agricultura Familiar  No Plano Safra da Agricultura Familiar, a análise registra a ampliação dos recursos do Pronaf para R$ 85,2 bilhões, destes 39,95 bilhões de custeio e R$ 45,26 bilhões para investimento, acompanhada da redução das taxas de juros em diversas modalidades de financiamento. Também cresceram os limites de crédito para mulheres, jovens, habitação rural, agroecologia, bioeconomia e microcrédito, além da criação de novas linhas destinadas a públicos específicos.   As resoluções do CMN também promoveram ajustes operacionais relevantes para o crédito rural. Entre eles estão mudanças nas regras de renegociação de operações, aperfeiçoamentos no Proagro, atualização dos critérios de enquadramento de beneficiários e a manutenção dos descontos nas taxas de custeio para produtores que adotam práticas sustentáveis ou mantêm o Cadastro Ambiental Rural (CAR) regular.   Outro destaque é a criação de condições especiais para operações de capital de giro destinadas às cooperativas agropecuárias afetadas pelos eventos climáticos ocorridos no Rio Grande do Sul em 2024. As medidas anunciadas estabelecem regras temporárias para acesso ao crédito, com prazos, carência e taxas diferenciadas para cooperativas que atendam aos critérios definidos pelo CMN.     Saiba Mais:  Sistema OCB acompanha lançamento dos Planos Safra 2026/2027  Licenciamento ambiental define ritmo dos investimentos cooperativos  Sistema OCB impulsiona agenda global do cooperativismo no CM50 
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30/06/2026

Sistema OCB acompanha lançamento dos Planos Safra 2026/2027

Entidade vai analisar impactos das medidas para o cooperativismo após publicação das resoluções do CMN  O Sistema OCB acompanhou, nesta terça-feira (30), o lançamento dos Planos Safra 2026/2027 para a agricultura empresarial e para a agricultura familiar. Juntas, as duas políticas somam mais de R$ 610 bilhões em recursos destinados ao financiamento da produção agropecuária, além de investimentos em programas voltados à gestão de riscos, assistência técnica, inovação e desenvolvimento rural.                                               Foto: Percio Campos/ MAPANo âmbito do plano safra da agricultura e da pecuária, foram anunciados R$ 525,1 bilhões em crédito rural, montante 1,7% superior ao do ciclo anterior, considerando também programas complementares, como o Move Agricultura e o Eco Invest. Desse total, R$ 384,9 bilhões serão destinados às operações de custeio e comercialização e R$ 140,2 bilhões aos investimentos. As taxas de juros variam entre 8% e 12,5% ao ano, com reduções entre 0,5 e 1,5 ponto percentual, conforme a linha de financiamento.  Entre as medidas voltadas ao cooperativismo, o governo anunciou a redução das taxas de juros das linhas Prodecoop e Procap-Agro, que passaram de 13,5% para 12% ao ano, redução de 1,5 ponto percentual em relação à safra anterior.  Para  o plano safra da agricultura familiar, o governo destinou R$ 85,2 bilhões ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), crescimento de 9% em comparação ao Plano Safra 2025/2026. Também foram anunciados R$ 12,1 bilhões para outras políticas públicas, como o Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPM), o Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) e ações de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater).  As taxas de juros do Pronaf variam entre 1% e 7,5% ao ano, e podem chegar a 0,5% ao ano em linhas específicas, como o microcrédito. O pacote inclui ainda duas chamadas públicas da Finep, que destinarão cerca de R$ 220 milhões para projetos de inovação desenvolvidos por Instituições Científicas, Tecnológicas e de Inovação (ICTs) e empresas em parceria com a agricultura familiar.  A presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella, destacou que a entidade acompanhará a regulamentação das medidas para avaliar seus efeitos sobre o cooperativismo. "O anúncio das diretrizes é uma etapa importante, mas a avaliação técnica depende da publicação das resoluções do Conselho Monetário Nacional. É a partir delas que poderemos verificar, de forma detalhada, como as medidas dialogam com as propostas apresentadas pelo Sistema OCB e quais avanços ainda serão necessários para fortalecer a política de crédito rural voltada às cooperativas."  Segundo ela, o Sistema OCB fará uma análise técnica das normas assim que forem publicadas e compartilhará orientações com as cooperativas sobre as condições de acesso às linhas de financiamento.  As cerimônias de lançamento foram realizadas em Brasília e reuniram representantes do governo federal, do setor produtivo e de instituições ligadas ao agro. Participaram dos eventos o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva; o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin; o ministro da Fazenda, Dario Durigan; o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula; e a ministra do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Fernanda Machiaveli , além de parlamentares, dirigentes de entidades representativas e lideranças do setor agropecuário.  Saiba Mais:  Coops de crédito celebram papel na estabilidade e no desenvolvimento  Sistema OCB reforça liderança feminina durante encontro no PEC Brasil  Reunião debate atuação das cooperativas nas telecomunicações 
Sistema OCB acompanha lançamento dos Planos Safra 2026/2027
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30/06/2026

Sistema OCB impulsiona agenda global do cooperativismo no CM50

Encontro em Bruxelas contou com liderança do Sistema OCB em uma das principais frentes de trabalho  Nesta segunda e terça-feira (29 e 30), lideranças de grandes cooperativas e organizações mutualistas do mundo participaram, em Bruxelas, na Bélgica, da reunião anual do Círculo de Liderança de Cooperativas e Mutuais (CM50), fórum criado em 2025 para transformar compromissos estratégicos em ações concretas capazes de ampliar a presença do modelo cooperativista na economia mundial.   Representando o Sistema OCB, o coordenador de Relações Internacionais, João Penna, acompanhou as discussões em nome da superintendente Fabíola Nader Motta, uma das lideranças responsáveis por coordenar um dos seis compromissos estratégicos definidos pelo grupo. Criado para reunir as maiores cooperativas e mutualidades do planeta, o CM50 representa organizações presentes em diversos setores da economia, como agropecuária, crédito, saúde, seguros, varejo, energia e habitação. Juntas, elas reúnem mais de um bilhão de cooperados e movimentam centenas de bilhões de dólares por ano. O objetivo do grupo é ampliar a cooperação entre seus integrantes e dobrar a participação das cooperativas na  economia global até 2035.   Durante o encontro, os participantes aprofundaram a construção de seis grandes compromissos que nortearão a atuação do CM50 nos próximos anos: acesso a capital; educação e liderança; infraestrutura digital cooperativa; marketplace global entre cooperativas; sistemas alimentares saudáveis; e comunidades e economias resilientes.     Formação de lideranças   Um dos destaques da programação foi o avanço do compromisso educação e liderança, coordenado pelo Sistema OCB e pela Iran Chamber of Cooperatives. A proposta busca criar uma arquitetura global para a formação de líderes cooperativistas, reunindo universidades, programas de capacitação e experiências práticas voltadas ao desenvolvimento de jovens talentos e mulheres em posições de liderança.   O projeto prevê duas frentes complementares. A primeira consiste na criação de um currículo cooperativista internacional, com certificações reconhecidas globalmente em cursos de graduação, pós-graduação e educação executiva. A segunda é a Purposeful Leadership Journey, uma jornada internacional de desenvolvimento de lideranças que combinará mentorias, intercâmbios, experiências em cooperativas de diferentes países e participação em desafios reais enfrentados pelo movimento. Uma das propostas da jornada é utilizar a inicitiava do Patrimônio Cultural Cooperativo para transformar os valores e o legado cooperativistas em vantagem competitiva.   A meta é formar quatro mil lideranças até 2035 e estabelecer uma rede internacional de universidades parceiras.    Projetos estratégicos Além do Sistema OCB, cooperativas brasileiras também contribuíram diretamente para os trabalhos do CM50. O presidente do Conselho de Administração da Coopercitrus, Matheus Marino, integra o desenvolvimento do compromisso marketplace cooperativo global, iniciativa que amplia negócios entre cooperativas de diferentes países. A proposta prevê uma plataforma internacional para conectar empresas cooperativas, facilitar relações comerciais e estimular novos mercados dentro do próprio movimento. A Cresol também esteve representada na reunião pelo CEO Adriano Michelon e pelo gerente de Relações Internacionais, Jaap van Waalwijk Doorn, participando das discussões sobre os projetos em construção. Além disso,outra cooperativa brasileira que está entre as organizações integrantes do CM50 é a Unimed.   Saiba Mais:  Coops de crédito celebram papel na estabilidade e no desenvolvimento  Sistema OCB reforça liderança feminina durante encontro no PEC Brasil  Reunião debate atuação das cooperativas nas telecomunicações 
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29/06/2026

Sistema OCB reforça liderança feminina durante encontro no PEC Brasil

Evento reuniu produtoras rurais cooperadas para discutir caminhos da liderança no campo  Um auditório lotado, com cerca de 800 mulheres vindas de diferentes regiões do Ceará e do Nordeste, deu o tom do IV Encontro das Mulheres do Agro e do Cooperativismo Cearense, realizado neste sábado (27), durante o PEC Brasil, em Fortaleza. Com inscrições esgotadas, o evento reuniu produtoras rurais cooperadas e lideranças do setor para discutir os caminhos da liderança feminina no campo.  Convidada para abrir a programação, a presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella, conduziu uma palestra que uniu dados, experiências pessoais e a atuação do cooperativismo na construção de ambientes mais inclusivos. A mensagem central foi clara: ampliar a presença das mulheres nos espaços de decisão é um passo essencial para fortalecer o agro e as cooperativas.  A fala ganhou ainda mais significado por acontecer no Ano Internacional da Mulher Agricultora, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU). Para Tania, o reconhecimento coloca em evidência o papel das mulheres em toda a cadeia agroalimentar.  A presidente executiva apresentou um panorama sobre a presença feminina na liderança. Embora as mulheres representem mais da metade da população brasileira, elas ainda ocupam uma parcela reduzida dos cargos de comando. No cenário global, respondem por 31% das posições de liderança e, no Brasil, apenas três das mais de 400 empresas listadas na B3 têm uma mulher na presidência.  Mudar essa realidade depende de ações concretas, segundo Tania. "O talento das mulheres nunca esteve em dúvida. O que ainda precisa avançar é o acesso aos espaços onde as decisões são tomadas. Liderança se constrói com oportunidade, preparo e confiança", afirmou.     Avanços e desafios  Ao falar sobre o cooperativismo, Tania apresentou um cenário mais positivo, mas que também exige atenção. Hoje, as mulheres representam 42% dos cooperados brasileiros e 52% dos empregados das cooperativas. Apesar dessa presença expressiva, ocupam apenas 22% dos cargos de presidência e dos conselhos de administração.  Segundo ela, reduzir essa diferença é uma das prioridades do Sistema OCB. "Temos motivos para celebrar os avanços, mas ainda precisamos transformar participação em representação. Quanto mais mulheres liderando cooperativas, mais diverso e preparado será o nosso movimento", declarou.     Uma história que começou no interior  A palestra também teve espaço para um relato pessoal. Natural de Ipumirim (SC), Tania relembrou sua trajetória iniciada em 2008 como analista do Sistema OCB, passando pela gerência, superintendência e, em dezembro de 2025, a escolha para a presidência executiva da entidade.  A primeira mulher a ocupar o cargo.  Ao compartilhar essa caminhada, ela ressaltou que a liderança é construída ao longo do tempo e que abrir caminhos para outras mulheres faz parte da responsabilidade de quem ocupa posições de destaque. "Ser a primeira mulher na presidência executiva do Sistema OCB é um compromisso. Cada conquista individual ajuda a abrir espaço para muitas outras mulheres".     Agenda permanente  Tania também apresentou as principais iniciativas desenvolvidas pelo Sistema OCB para ampliar a participação feminina nas cooperativas. Entre elas estão o Comitê Nacional Elas pelo Coop, o Manual de Implantação de Comitês de Mulheres, o Guia de Inclusão, Diversidade e Equidade do ESGCoop e o programa Futuras Lideranças.  Ela lembrou ainda que o fortalecimento da liderança feminina deixou de ser uma pauta isolada para se tornar uma prioridade estratégica do cooperativismo brasileiro. Das 25 diretrizes aprovadas no 15º Congresso Brasileiro do Cooperativismo, cinco tratam diretamente do protagonismo das mulheres.  Ao encerrar sua participação, a presidente executiva reforçou que ampliar a presença feminina na liderança fortalece todo o setor. "É assim que construímos um cooperativismo mais representativo, mais inovador e preparado para o futuro”, concluiu.  Saiba Mais:  Sistema OCB participa de missão sobre seguros e clima no Reino Unido  Cooperativas reforçam defesa de proteção ao produtor rural  Cooperativas de seguros entram em nova fase de expansão no Brasil 
Sistema OCB reforça liderança feminina durante encontro no PEC Brasil
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29/06/2026

Reunião debate atuação das cooperativas nas telecomunicações

Diálogo com o Ministério das Comunicações reforçou importância do setor para ampliar conectividade   O Sistema OCB esteve reunido, nesta quinta-feira (25), com representantes do Ministério das Comunicações para discutir a implementação da Lei 15.324/2026, que atualizou a Lei Geral de Telecomunicações e assegurou a prestação de serviços de telecomunicações por cooperativas.   Pelo Sistema OCB, estiveram presentes o gerente de Relações Institucionais, Eduardo Queiroz, o coordenador de Ramos, Hugo Andrade, e a analista técnico institucional, Thayná Côrtes. Pelo Ministério das Comunicações participaram o diretor de Política Setorial, Juliano Stanzani, o coordenador-geral de Políticas Públicas para Serviços de Telecomunicações, Vinícius Albernaz, e a assessora Patrícia Artur.   A reunião também foi uma oportunidade para agradecer o apoio técnico e institucional do Ministério durante a tramitação do Projeto de Lei (PL)  1.303/2022, que deu origem à nova legislação. A atuação conjunta contribuiu para garantir segurança jurídica às cooperativas interessadas em atuar no setor e ampliar sua participação na oferta de serviços de telecomunicações.  Durante o encontro, o Sistema OCB destacou que as cooperativas podem desempenhar um papel estratégico na execução de políticas públicas voltadas à universalização dos serviços de telecomunicações, especialmente em regiões onde a infraestrutura ainda é limitada. Pela presença consolidada em milhares de municípios e pela proximidade com as comunidades, o cooperativismo reúne condições para ampliar o acesso à internet, reduzir desigualdades digitais e promover o desenvolvimento regional.  "O cooperativismo tem uma capacidade única de chegar onde muitas vezes os grandes operadores não conseguem atuar. As cooperativas conhecem a realidade das comunidades, têm forte presença no interior do país e podem contribuir diretamente para ampliar o acesso aos serviços de telecomunicações. Nosso objetivo é colocar essa experiência à disposição das políticas públicas voltadas à conectividade", afirmou o gerente Eduardo Queiroz.   Outro tema tratado foi o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST). O Sistema OCB defendeu a importância do descontingenciamento dos recursos e reforçou que as cooperativas devem ter acesso aos instrumentos de financiamento voltados à expansão da infraestrutura de conectividade.  A reunião também abriu espaço para discutir novas frentes de cooperação entre o Sistema OCB e o Ministério das Comunicações. Entre as possibilidades estão o desenvolvimento de materiais orientativos, iniciativas de capacitação e projetos conjuntos voltados ao fortalecimento da atuação das cooperativas no setor de telecomunicações, contribuindo para a implementação da nova legislação.  "Agora inicia uma nova fase. A implementação da legislação exige diálogo permanente, construção conjunta e troca de conhecimento. O Sistema OCB continuará colaborando tecnicamente com o Ministério para que as cooperativas estejam preparadas para ampliar sua atuação e contribuir com a inclusão digital, a conectividade e o desenvolvimento das regiões brasileiras”, complementou Eduardo.    Saiba Mais:  Cooperativismo entra em campo para democratizar acesso aos seguros  Sem previsibilidade ambiental, investimentos no campo ficam no papel  Casa do Cooperativismo recebe Sessão Solene pelo dia do Coop 
Reunião debate atuação das cooperativas nas telecomunicações
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26/06/2026

Cooperativismo inspira jovens do agro durante PEC Brasil 2026 no Ceará

Sistema OCB destacou propósito, liderança e impacto das cooperativas para novas gerações  O cooperativismo marcou presença na maior feira agropecuária do Norte e Nordeste, o PEC Brasil 2026, que está sendo realizada entre os dias 25 e 27 de junho, em Fortaleza. O Sistema OCB foi representado pelo presidente do Conselho de Administração, Márcio Lopes de Freitas, que participou da mesa-redonda O que o cooperativismo reserva para jovens.  O debate também contou com a participação do ex-ministro da Agricultura e cooperativista, Roberto Rodrigues, e do presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken.  Organizado pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Ceará (Faec) e pelo Senar/CE, o PEC Brasil é uma evolução do evento anteriormente conhecido como PEC Nordeste, e que neste ano chegaria à sua 29ª edição.. A programação reuniu empresas, produtores, instituições e lideranças do setor para debater inovação, oportunidades e caminhos para o desenvolvimento no campo.  Na conversa com a juventude cooperativista, o presidente Márcio reforçou que o movimento ultrapassa o conceito de alternativa de negócio: é um modelo capaz de unir eficiência econômica, participação e transformação social. “O cooperativismo não é apenas uma oportunidade de trabalho. É uma oportunidade de transformar vidas”.  Segundo ele, as novas gerações buscam cada vez mais propósito em suas escolhas profissionais, e o cooperativismo responde a essa demanda ao unir competitividade, participação e desenvolvimento coletivo. "Quando um jovem ingressa em uma cooperativa, ele passa a fazer parte de uma organização construída para que todos cresçam juntos. Esse é um modelo que forma lideranças, fortalece comunidades e cria oportunidades de longo prazo", ressaltou.  Na abertura do encontro, o presidente do Sistema OCB/CE, Nicédio Nogueira, destacou a importância de aproximar os jovens do cooperativismo ainda durante a formação profissional. "Na minha época, praticamente não se falava em cooperativismo nas universidades. Hoje, esses jovens têm a oportunidade de conhecer esse modelo muito antes de iniciarem suas carreiras profissionais, compreendendo seu potencial para transformar vidas e comunidades", afirmou.   Roberto Rodrigues reforçou o papel do movimento para o desenvolvimento do país. "O cooperativismo transforma realidades. É uma ferramenta concreta de inclusão social, desenvolvimento econômico e construção de um futuro mais justo e colaborativo". Já José Roberto Ricken lembrou que o sucesso do modelo depende do compromisso coletivo. "Não basta ser bom. No cooperativismo, é preciso ser organizado, atuar com propósito e trabalhar em conjunto para transformar resultados em impacto coletivo".  O cooperativismo brasileiro reúne atualmente 25,8 milhões de cooperados e está presente em mais de 3,5 mil municípios. No Ceará, são 129 cooperativas, 145 mil cooperados e mais de 11 mil empregos diretos contabilizados, números que reforçam a importância do modelo para o desenvolvimento regional e para a construção de oportunidades para as novas gerações.    Saiba Mais:  Sistema OCB participa de missão sobre seguros e clima no Reino Unido  Sem previsibilidade ambiental, investimentos no campo ficam no papel  Casa do Cooperativismo recebe Sessão Solene pelo dia do Coop 
Cooperativismo inspira jovens do agro durante PEC Brasil 2026 no Ceará
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26/06/2026

Sistema OCB participa de missão sobre seguros e clima no Reino Unido

Entidade integrou delegação que debateu inovação, gestão de riscos climáticos e oportunidades  O Sistema OCB participou, entre os dias 22 e 25 de junho, da Missão do Mercado Brasileiro de Seguros ao Reino Unido, realizada durante a London Climate Action Week. Representada pela gerente geral de Negócios, Clara Maffia, a organização integrou a delegação organizada pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), ao lado de representantes do mercado segurador, instituições financeiras, academia, governo e parlamentares para discutir o papel dos seguros diante dos desafios impostos pelas mudanças climáticas e pela transição para uma economia mais resiliente.   A participação do Sistema OCB ocorreu em um momento estratégico para o cooperativismo brasileiro. Com a entrada em vigor da Lei Complementar nº 213/2025, as cooperativas passaram a contar com novas possibilidades de atuação no mercado de seguros, com espaço para a oferta de soluções mais amplas aos cooperados e fortalecimento da presença do setor nesse segmento. Nesse contexto, a missão teve como objetivo aproximar diferentes atores do mercado, conhecer experiências internacionais e discutir caminhos para ampliar o papel dos seguros na gestão de riscos climáticos e no financiamento da adaptação às mudanças do clima.  Ao longo da programação, a delegação participou de fóruns, reuniões técnicas e visitas a empresas de referência no setor. Um dos destaques foi a visita à Guy Carpenter, uma das maiores companhias globais de resseguros, onde foram apresentadas soluções voltadas para seguros de crédito de carbono, gestão de riscos de enchentes e modelos de proteção desenvolvidos em parceria entre os setores público e privado.   A agenda também incluiu o Insurance Applied Research Meeting, promovido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) em parceria com a Queen Mary University of London. O encontro reuniu pesquisadores, seguradoras, especialistas e instituições para discutir como ciência, inovação e instrumentos financeiros podem apoiar políticas públicas de adaptação climática e fortalecer a capacidade das cidades e dos países de responder aos impactos de eventos extremos.   Outro ponto alto da missão foi o Brazil-UK Insurance Forum, organizado pela CNseg em parceria com a Association of British Insurers (ABI). O evento promoveu debates sobre proteção de investimentos em infraestrutura, riscos cibernéticos e, principalmente, sobre o papel do mercado segurador na gestão do risco climático. As discussões destacaram a necessidade de desenvolver produtos inovadores, aperfeiçoar modelos de precificação de riscos e ampliar a utilização de dados meteorológicos para tornar o setor mais preparado para responder aos desafios ambientais.   A programação ainda contou com o Insurance, Climate & Nature Dialogue, que discutiu mecanismos para reduzir riscos em investimentos sustentáveis e ampliar o financiamento da adaptação climática. Entre os temas abordados estiveram a redução da diferença entre perdas econômicas e perdas seguradas, o fortalecimento da infraestrutura resiliente e o desenvolvimento de instrumentos capazes de atrair mais investimentos privados para projetos de adaptação.   Encerrando a agenda, a delegação participou dos diálogos preparatórios entre a COP30 e a COP31, que reuniram representantes dos setores financeiro e segurador para discutir soluções capazes de ampliar o financiamento climático e acelerar a implementação de projetos voltados à transição para uma economia de baixo carbono.    "O mercado de seguros tem um papel cada vez mais estratégico diante dos desafios impostos pelas mudanças climáticas. Tivemos a oportunidade de conhecer experiências internacionais, discutir soluções inovadoras e entender instrumentos como seguros para crédito de carbono, cobertura para eventos extremos e mecanismos de compartilhamento de riscos vêm sendo estruturados em outros países. Esse aprendizado é fundamental para acompanharmos a evolução desse mercado", destacou Clara Maffia.  Segundo ela, a participação também fortalece o posicionamento do Sistema OCB diante das novas possibilidades abertas às cooperativas no setor. "A nova legislação amplia a participação das cooperativas no mercado de seguros e, por isso, estamos estreitando o relacionamento com os principais atores desse segmento. Nosso objetivo é compreender seus desafios, identificar oportunidades e construir um posicionamento sólido para que o cooperativismo contribua cada vez mais com soluções inovadoras, alinhadas às necessidades da sociedade e aos desafios da agenda climática", complementou.   Saiba Mais:  Cooperativismo entra em campo para democratizar acesso aos seguros  Cooperativismo de saúde acompanha implementação da Reforma Tributária  Clima extremo amplia pressão por crédito e seguro rural 
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