Ramo Agropecuário
Crédito e Seguro Rural
A capacidade de acessar crédito é fator preponderante para o desenvolvimento econômico de diversos segmentos nacionais, inclusive das cadeias de produção de alimentos, fibras e energia, que conseguem, através de financiamento, fortalecer o desenvolvimento econômico, social e ambiental nas regiões em que estão presentes. Nesse contexto, as cooperativas agropecuárias se destacam como agentes potencializadoras, presentes em todos os elos da cadeia produtiva. Elas têm a capacidade de promover escala, oferecer assistência técnica e agregar valor aos pequenos produtores rurais, que são predominantes entre seus associados. Contudo, para que os cooperados e seus negócios coletivos possam acessar os mecanismos disponíveis, ainda é necessário superar desafios estruturais, normativos e legislativos, além de realizar aprimoramentos nas áreas regulatória e de financiamento.
Ademais, diante do cenário de exposição ampla a riscos inerentes à atividade agropecuária, o impacto chega de forma direta para os produtores rurais e suas cooperativas, que são naturalmente afetados por estarem inseridos em um modelo produtivo que conta com etapas produtivas a céu aberto. Desta forma, a gestão de riscos rurais passa a ser um pilar essencial para manutenção da competitividade do agronegócio brasileiro. Nesse contexto, as cooperativas agropecuárias se destacam como agentes protetores do seu quadro social, amenizando perdas, respaldando seus associados e permitindo a garantia de continuidade da sua atividade produtiva. Entretanto, para que os cooperados e suas cooperativas acessem os mecanismos disponíveis, é necessário superar desafios estruturais e normativos, além de realizar aprimoramento nas áreas regulatórias e de financiamento, garantindo previsibilidade e perenidade econômica.
Ademais, diante do cenário de exposição ampla a riscos inerentes à atividade agropecuária, o impacto chega de forma direta para os produtores rurais e suas cooperativas, que são naturalmente afetados por estarem inseridos em um modelo produtivo que conta com etapas produtivas a céu aberto. Desta forma, a gestão de riscos rurais passa a ser um pilar essencial para manutenção da competitividade do agronegócio brasileiro. Nesse contexto, as cooperativas agropecuárias se destacam como agentes protetores do seu quadro social, amenizando perdas, respaldando seus associados e permitindo a garantia de continuidade da sua atividade produtiva. Entretanto, para que os cooperados e suas cooperativas acessem os mecanismos disponíveis, é necessário superar desafios estruturais e normativos, além de realizar aprimoramento nas áreas regulatórias e de financiamento, garantindo previsibilidade e perenidade econômica.
