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13/08/2026

Educação cultiva pertencimento e futuro no cooperativismo

Conhecimento, confiança, participação e cultura ajudam a preservar a essência do movimento  Manter viva a essência do cooperativismo em organizações que crescem, recebem novas gerações e acompanham as transformações da sociedade exige intenção, aprendizado e participação. Na trilha Educação Cooperativista, da Semana de Competitividade 2026, especialistas e representantes do movimento mostraram como a educação fortalece o pertencimento, aproxima cooperados, forma novas lideranças e ajuda a transformar os valores cooperativistas em práticas capazes de atravessar gerações e preparar as cooperativas para o futuro.  A programação contou com José Máximo Daronco, diretor geral da Escoop; Hugo Andrade, coordenador de Ramos do Sistema OCB; Rogério Machado, superintendente da Fundação Sicredi; Fernanda Paiva, analista do Instituto Sicoob; Débora Ingrisano, gerente de Desenvolvimento de Cooperativas do Sistema OCB; Helena Soares, pesquisadora da TM20; Tania Savaget, CSO da Zaic; Cláudia Moreno, coordenadora Educacional do Sistema OCB; Itamar Vodzicki, gerente da Cresol Instituto; Thaís Cristina, coordenadora de Organização do Quadro Social na Rede Cooper; Ricardo Leite, palestrante da Resultte Educação Corporativa; e Ricardo Cappra, fundador do Cappra Institute.  Na abertura das apresentações, José Máximo destacou que a educação é fundamental para preservar a identidade cooperativista à medida que as organizações crescem. “Quanto maior a cooperativa, mais intencional precisa ser a construção de sua cultura”.  Entre os cases apresentados, Rogério Machado trouxe o Programa Crescer. Ele começou contextualizando o tamanho do Sicredi hoje, com mais de 10 milhões de associados, 99 cooperativas e 3 mil agências, para mostrar que quanto maior a cooperativa fica, maior a responsabilidade de manter os cooperados entendendo o modelo de negócio. A lógica apresentada foi direta: crescimento gera escala, escala aumenta complexidade, complexidade pode afastar o associado, e é a educação que reconecta e reengaja.   O programa Crescer, segundo ele, se estrutura numa trilha de 4 passos:  sentir que pertence, conhecer o modelo, participar de fato e gerar valor coletivo, com conteúdo básico, avançado e complementar que cada cooperativa pode adaptar à sua realidade. O impacto da iniciativa é comprovado pelos números alcançados. Rogério relatou que associados formados pelo programa aumentam indicadores como ISA e principalidade em até 50% depois de 18 meses, com mais de 1 milhão de associados já formados.   "A educação cooperativista é fundamental para acompanhar o crescimento, aproximar os associados e fortalecer o sentimento de pertencimento. O crescimento constrói escala, a educação constrói pertencimento, e o pertencimento sustenta uma cooperativa”, concluiu.     Novas gerações  A formação de crianças e jovens para os valores e princípios do cooperativismo foi o foco da apresentação de Fernanda Paiva, que compartilhou a experiência do Programa Cooperativa Mirim. Ao destacar os desafios da educação diante das transformações da sociedade, ela defendeu novas formas de aprendizagem capazes de dialogar com as habilidades exigidas pelo futuro. “Temos uma escola do século XIX, um professor do século XX e um aluno do século XXI”, provocou.   O programa leva a vivência cooperativista a crianças e adolescentes de 8 a 17 anos em escolas e instituições sociais, com aprendizado prático sobre cooperação, participação e organização coletiva. Atualmente, são 170 cooperativas mirins e mais de 5,5 mil associados, distribuídos por 13 estados e presentes também em comunidades quilombolas, ribeirinhas e indígenas, além de uma Apae.   Os resultados refletem o alcance da iniciativa. Segundo Fernanda, 86% dos participantes afirmam ter aprendido como funciona uma cooperativa e 77% se sentem mais motivados a enfrentar desafios. A apresentação foi encerrada com uma reflexão de Paulo Freire sobre o papel da educação: “Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria construção.”  A relação entre educação e cultura foi discutida por Helena Soares e Tania Savaget. Elas apresentaram os resultados da Pesquisa Nacional de Cultura Cooperativista, que contou com 46 entrevistas em profundidade realizadas com representantes de 37 cooperativas de todas as unidades federativas do país, além de 9.761 respondentes na etapa quantitativa. O estudo identificou uma cultura marcada por confiança, lealdade e propósito, mas também desafios para ampliar sua presença.  “O desafio agora é transformar essa força em participação, renovação e pertencimento”, destacou Helena.     Vivência  Ao debater o 5º princípio cooperativista, Itamar Vodzicki apresentou iniciativas educacionais da Cresol, enquanto Thaís Cristina mostrou a experiência dos Núcleos Cooper, voltados à participação e à formação de lideranças. “Numa cooperativa com milhares de cooperados, a participação não sobrevive por inércia, ela precisa de espaço, de escuta e de gente disposta a cultivá-la todos os dias”, afirmou Thaís.  Ricardo Leite abordou o papel do educador cooperativista e a importância de transformar conhecimento em vivência. “Ensinar o cooperativismo é essencial. O nosso desafio é fazer com que ele seja experimentado efetivamente cada vez mais”.  Ricardo Cappra encerrou a trilha com uma apresentação sobre os impactos do uso de dados e da inteligência artificial na cultura das organizações. Para ele, a adaptação tecnológica exige também mudanças de comportamento, ambiente e formas de decisão, sem perder de vista os valores que orientam as cooperativas. “Cultura não se implementa. Comportamento, ambiente e recursos precisam ser reconfigurados e os valores precisam orientar a transformação. Assim, a cultura se adapta”, defendeu.    Saiba Mais:  Pesquisa revela desafios e avanços da cultura cooperativista no Brasil  O cooperativismo que transforma e amplia desenvolvimento local   Memória e identidade ajudam a fortalecer as raízes do cooperativismo 
Educação cultiva pertencimento e futuro no cooperativismo
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12/08/2026

Pesquisa revela desafios e avanços da cultura cooperativista no Brasil

Estudo apresentado por Fabíola Nader Motta ouviu 9.761 pessoas e mapeou a relação dos cooperados com o movimento  Como está a cultura cooperativista no Brasil hoje? Foi essa pergunta que a superintendente do Sistema OCB, Fabíola Nader Motta, levou ao palco da Semana de Competitividade 2026, nesta quarta-feira (12). Pela primeira vez, o movimento conta com um diagnóstico nacional sobre a maturidade dessa cultura, construído a partir da percepção de cooperados, empregados, dirigentes e conselheiros.  A pesquisa ouviu 9.761 pessoas em todo o país. Na etapa qualitativa, foram realizadas 46 entrevistas em profundidade, em 37 cooperativas de 26 Unidades da Federação e do Distrito Federal, ampliando a compreensão sobre as percepções, experiências e desafios vividos no dia a dia do cooperativismo.  O estudo chega em um momento de forte crescimento da base. O cooperativismo passou de 15,5 milhões de cooperados em 2019 para 29 milhões em 2025, uma média de 6,1 mil novos cooperados por dia no período. Para Fabíola, o número também traz uma responsabilidade: garantir que quem chega conheça o modelo e saiba qual é seu papel. “Esses 6 mil novos cooperados todos os dias sabem que são cooperados? Eles sabem seus deveres, responsabilidades, direitos, o seu papel?”, questionou.    Quem conhece, cria vínculo  Um dos principais achados da pesquisa foi a força da relação entre cooperados e cooperativas. Entre os entrevistados, 93% afirmaram sentir o dever de honrar os compromissos assumidos com a cooperativa; 89% pretendem manter uma relação de longo prazo e o mesmo percentual recomendaria sua cooperativa a amigos ou familiares. Outros 87% mantêm a fidelidade mesmo em períodos de crise.  Por outro lado, a participação ainda é um ponto de atenção. Participar ativamente das assembleias foi o item com menor índice entre os cooperados. A falta de tempo apareceu como principal barreira, citada por 36%, seguida pela falta de informação sobre como participar, com 22%. No conjunto, três em cada dez cooperados citaram alguma barreira relacionada à informação ou ao conhecimento, índice que chega a 43% entre os cooperados do ramo Crédito.  “Quem conhece, gosta. A barreira é a comunicação e o caminho é a educação cooperativista”, resumiu Fabíola.    Educação e integração são prioridades  Os resultados também mostram que educação, formação e informação foi o princípio mais citado pelos participantes como prioridade. Entre os cooperados, 58% escolheram esse princípio como prioritário, percentual que sobe para 71% entre os empregados e chega a 57% entre os dirigentes. Entre os jovens de 18 a 34 anos, a prioridade foi apontada por 62%.  A chegada de novos integrantes foi apontada como um ponto de alerta. Na consulta realizada com os participantes durante a Semana de Competitividade, apenas 18% das cooperativas disseram ter um programa estruturado e contínuo de integração de novos cooperados. Além disso, 17% afirmaram utilizar história e memória para fortalecer a identidade cooperativa. Para Fabíola, os dados mostram que o desafio não é apenas crescer, mas fazer com que cada novo cooperado compreenda o movimento do qual passou a fazer parte.  A preocupação com a cultura cooperativista, no entanto, não é recente. Em 2023, dirigentes de todo o país responderam à Pesquisa Nacional do Cooperativismo e 65% elegeram o reforço da cultura cooperativista como uma prioridade para o futuro do movimento.  O diagnóstico apresentado agora amplia essa agenda e ajuda a indicar caminhos para transformar a prioridade em ações mais concretas de educação, comunicação, participação e preparação de novas lideranças.     Saiba Mais:  Semana de Competitividade 2026 celebra raízes que inspiram o futuro  Documentário resgata histórias de pioneiros do coop brasileiro  Clóvis de Barros destaca a força da cooperação para o século XXI 
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12/08/2026

Como está a cultura na sua coop? Palestra provoca reflexão

Jessyca Bolzan e Thais Jerônimo discutiram como valores do movimento podem ser mensurados na prática  O que faz uma cooperativa ser reconhecida como cooperativa? A resposta pode estar em pontos que, à primeira vista, parecem pequenas: na forma como um novo cooperado é recebido, na maneira como a história da organização é contada, em como as assembleias são realizadas, na relação com a comunidade ou até nos símbolos espalhados pelos espaços da cooperativa. Foi por esse caminho que Jessyca Bolzan, coordenadora de Desenvolvimento de Cooperativas do Sistema OCB, e Thais Jerônimo, historiadora e palestrante, conduziram, nesta terça-feira (11), a apresentação Como está a cultura na sua coop?, durante a Semana de Competitividade 2026.  A conversa partiu de características que tornam o tema desafiador: cultura é viva, está em movimento e se manifesta nas relações e atitudes. Ainda assim, segundo Thais, é possível identificar sinais concretos dessa cultura. Uniformes, símbolos, formas de comunicação, rituais, comportamentos e práticas recorrentes são alguns dos elementos que ajudam a revelar como os valores e princípios cooperativistas são vivenciados. “Nosso desafio é tornar visíveis esses sinais para entender como os valores e princípios do movimento estão presentes na vida das cooperativas”, explicou.  A pesquisadora apresentou a proposta de um mapeamento de artefatos da cultura cooperativista, que ainda será desenvolvido. A ideia é começar pelo que pode ser observado para, posteriormente, ampliar a compreensão sobre outros aspectos da cultura. “O trabalho não pretende dizer quais cooperativas tem uma cultura melhor ou pior, mas identificar práticas, padrões e iniciativas que ajudam a manter a identidade cooperativista viva”, acrescentou.     Cotidiano  Experiências compartilhadas durante a palestra ajudaram a mostrar como esses sinais podem surgir de maneiras inesperadas. Thaís citou, como exemplo, a camiseta usada pelos participantes de Santa Catarina que trazem nas costas a frase Em Santa Catarina, cooperar é cultural. Para ela, a iniciativa revelou uma manifestação da cultura cooperativista.  Outro exemplo veio de uma experiência com cooperados do Sicredi Vale do Piquiri. Durante uma celebração dos dez anos dos comitês de mulheres e jovens, uma cooperada definiu sua relação com a organização de uma forma inusitada: disse que a cooperativa tinha um “cheiro” próprio. A frase, segundo a palestrante, traduziu uma percepção que dificilmente apareceria em um indicador tradicional, mas que faz parte da experiência de quem vive aquela cooperativa.  A partir dessas manifestações, a proposta apresentada por Jéssyca e Thais, considerou cinco dimensões para observar a presença cultura nas cooperativas: comunicação e expressão; legado e memória; educação e formação; liderança e participação; e relações e vivências. “Na prática, isso significa olhar para a maneira como a cooperativa declara sua identidade, preserva e transmite sua história, educa seus públicos, prepara novas lideranças e estabelece relações com cooperados, colaboradores e comunidade. São diferentes caminhos para entender se os valores do movimento estão presentes apenas no discurso ou também nas experiências cotidianas”, descreveu Jessyca.    De cooperado a cooperativista  A discussão também levou a uma reflexão sobre o próprio significado de ser cooperado. A associação formal é o ponto de partida, mas a experiência cooperativista envolve engajamento, conhecimento e pertencimento. Participar das assembleias, compreender os valores e princípios, acompanhar as decisões e escolher a própria cooperativa como espaço de negócios são atitudes que aproximam o cooperado do movimento. Por isso, uma das perguntas deixadas para o público foi direta: se uma pessoa se tornasse cooperada hoje, quanto tempo levaria para descobrir que faz parte de um movimento diferente das demais empresas?  A resposta, segundo Jéssyca, passa pela forma como as cooperativas recebem seus novos membros. “Não basta realizar uma atividade de integração; é preciso avaliar se ela consegue transmitir o que diferencia aquela organização e qual é o papel do cooperado dentro dela. É importante entender se as ações estão, de fato, contribuindo para fortalecer a cultura cooperativista. Precisamos olhar para a forma como contamos nossa história, como promovemos a educação cooperativista e como estimulamos a participação. A cultura se constrói no cotidiano e precisa ser intencionalmente cuidada”, complementou.  Outro ponto levantado foi o papel das lideranças. Para que a cultura se mantenha viva, é necessário que o comportamento de quem lidera esteja alinhado aos valores que a cooperativa pretende transmitir. A palestra terminou com um convite. “Antes de medir ou comparar, é preciso observar o que já acontece dentro de cada organização. Como as pessoas se relacionam, quais histórias são preservadas, que práticas se repetem e de que maneira a cooperativa é percebida por quem faz parte dela”, concluiu Thais.  Saiba Mais:  Semana de Competitividade 2026 celebra raízes que inspiram o futuro Documentário resgata histórias de pioneiros do coop brasileiro Clóvis de Barros destaca a força da cooperação para o século XXI
Como está a cultura na sua coop? Palestra provoca reflexão
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11/08/2026

Sistema OCB lança livro Raízes e Fundamentos do Cooperativismo

Obra reforça a importância da preservação da memória e o fortalecimento da cultura cooperativista  O primeiro dia da Semana de Competitividade 2026, nesta terça-feira (11), foi marcado pelo lançamento do livro Raízes e Fundamentos do Cooperativismo – volume 1. Legado, da Trilogia Cultura Cooperativista, obra traça um histórico da evolução do movimento, explicando as origens do pensamento cooperativista e as experiências protocooperativistas, que culminaram com a constituição do modelo atual contemplando valores, princípios e práticas que compreendem mais de 360 anos e que permanecem atuais. O lançamento ocorreu durante a palestra As raízes do Coop e a memória institucional, conduzida por Carolina Kuk, fundadora da Raiz Projetos e Pesquisas de História, com participação de Débora Ingrisano, gerente de Desenvolvimento de Cooperativas e Eduardo Queiroz, gerente de Relações Institucionais do Sistema OCB.   “O livro nasce de uma grande responsabilidade: transmitir a cultura cooperativista para as milhões de pessoas que fazem parte desse movimento. Ao revisitar nossa trajetória, buscamos compreender os valores e princípios que nos trouxeram até aqui e mantê-los vivos para as próximas gerações. Esta é a primeira obra de uma trilogia que conecta passado, presente e futuro e reforça que preservar nossa cultura é também preparar o que ainda vamos construir juntos”, afirmou Débora.   Ao revisitar acontecimentos, personagens e marcos históricos, a obra demonstra que a cultura cooperativista é resultado de uma construção coletiva, continuamente fortalecida pelas pessoas que fazem parte desse modelo de negócios.  Organizado em cinco capítulos, o livro percorre diferentes momentos da evolução do cooperativismo. O primeiro resgata as experiências de cooperação ao longo da história, passando pelas raízes filosóficas do movimento, pelas primeiras iniciativas cooperativas e pela experiência de Rochdale, na Inglaterra, reconhecida como marco do cooperativismo moderno. Também apresenta a expansão do modelo pelo mundo até sua chegada ao Brasil.  Na sequência, a publicação aborda o desenvolvimento do cooperativismo brasileiro, com destaque para a organização institucional do movimento, a atuação de lideranças que contribuíram para sua consolidação e a evolução da legislação voltada ao setor. O capítulo também apresenta o papel desempenhado pelo Sistema OCB na representação e no fortalecimento das cooperativas em todo o país.  Um dos principais eixos da obra é a cultura cooperativista. O livro mostra que ela vai além do conhecimento sobre os sete princípios ou da adoção de práticas de gestão. Trata-se de um conjunto de valores, símbolos, formas de relacionamento e comportamentos que orientam o dia a dia das cooperativas e fortalecem sua identidade.   Outro tema de destaque é a preservação da memória cooperativista. A publicação evidencia que cuidar da memória é, antes de tudo, um ato estratégico e dessa forma incentiva iniciativas que mantenham viva a trajetória das cooperativas.  O último capítulo apresenta as principais correntes de pensamento que influenciaram a formação do cooperativismo ao longo do tempo e relaciona esses fundamentos aos desafios contemporâneos enfrentados pelas cooperativas. A proposta é mostrar que compreender as origens do movimento é indispensável para que ele continue inovando sem perder sua essência.  Para o presidente do Conselho de Administração do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, o lançamento representa mais um passo na valorização da memória institucional do cooperativismo brasileiro. “Ao reunir conhecimento histórico, reflexão conceitual e referências sobre cultura cooperativista em uma única publicação, o livro amplia o acesso a conteúdo fundamental para dirigentes, lideranças, colaboradores, pesquisadores e todos aqueles que desejam aprofundar seu entendimento sobre esse modelo de negócios”, afirma.    Saiba Mais: Semana de Competitividade 2026 celebra raízes que inspiram o futuro Documentário resgata histórias de pioneiros do coop brasileiro Cooperativas de saúde reforçam papel na assistência aos brasileiros
Sistema OCB lança livro Raízes e Fundamentos do Cooperativismo
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11/08/2026

Memória e identidade ajudam a fortalecer as raízes do cooperativismo

Palestras da Semana de Competitividade reuniram reflexões sobre patrimônio cultural e preservação  O que faz o cooperativismo ser reconhecido e permanecer relevante ao longo do tempo? Para além dos resultados econômicos, há uma trajetória construída por pessoas, comunidades, valores e experiências que ajudam a explicar a identidade do movimento. Essa foi a reflexão central da palestra As raízes do coop e a memória institucional, realizada nesta terça-feira (11), durante a Semana de Competitividade 2026.  A atividade reuniu Carolina Kuk, fundadora da Raiz Projetos e Pesquisas de História, Débora Ingrisano, gerente de Desenvolvimento de Cooperativas, e Eduardo Queiroz, gerente de Relações Institucionais do Sistema OCB. O encontro também marcou o lançamento do livro Raízes e Fundamentos do Cooperativismo – volume 1. Legado, primeiro título da trilogia Cultura Cooperativista.  Carolina conduziu a discussão a partir da relação entre identidade e legado. Segundo ela, construções, monumentos, documentos e outros registros podem adquirir um significado que vai além de sua função original. Eles ajudam a materializar uma trajetória que foi construída ao longo de gerações, em diferentes comunidades e contextos. “A cooperação acompanha a humanidade há muito tempo. Antes mesmo de existirem as cooperativas como conhecemos hoje, diferentes sociedades já criavam formas de ajuda mútua, organização coletiva e defesa de interesses comuns. Conhecer essas experiências nos ajuda a compreender as raízes do cooperativismo e a dimensão dessa história”, afirmou.    Representação e identidade caminham juntas  A atuação institucional foi apresentada por Eduardo Queiroz. Ele lembrou que a cultura cooperativista esteve entre os temas mais recorrentes nas discussões realizadas pelas lideranças do setor durante o 15º Congresso Brasileiro do Cooperativismo (CBC), em 2024, e apresentou as principais iniciativas e ações desenvolvidas pelo Sistema OCB para preservar o legado do movimento, como o documentário Histórias de um mundo melhor, o livro fotográfico Retratos de um mundo melhor, e a sanção da Lei 15.433/2026, que reconheceu o cooperativismo como manifestação da cultura nacional.   “Vivemos um novo momento de consolidação, que nos convida a assumir o protagonismo diante de novos desafios e responsabilidades. Nosso negócio é, acima de tudo, feito de pessoas para pessoas, e essa essência precisa estar sempre conectada à nossa história e aos valores que não podem ser esquecidos. A junção da nossa identidade com o nosso legado nos dá bases consistentes para que as novas gerações assumam responsabilidades, renovem nosso propósito e deem continuidade a uma história construída por tantas pessoas”, afirmou.    Livro reúne fundamentos e trajetória  A discussão ganhou um novo capítulo com o lançamento da publicação Raízes e Fundamentos do Cooperativismo – volume 1. Legado, apresentado por Débora durante a programação. “Temos uma grande responsabilidade em transmitir a cultura cooperativista para milhões de pessoas que fazem parte desse movimento. O livro nasce justamente desse compromisso: revisitar nossa trajetória para compreender os valores e princípios que nos trouxeram até aqui e manter essa cultura viva para as próximas gerações. Raízes e Fundamentos do Cooperativismo é o primeiro de uma trilogia que também abordará educação cooperativista e sucessão, conectando passado, presente e futuro”, destacou.  A publicação recupera mais de 360 anos de experiências de cooperação e acompanha a evolução do pensamento cooperativista até a formação do modelo atual. O percurso passa pelas primeiras iniciativas cooperativas, pelas experiências que antecederam o movimento moderno, por Rochdale, na Inglaterra, e pela expansão da iniciativa até sua chegada ao Brasil. Em cinco capítulos, a obra também aborda a organização do cooperativismo brasileiro, a atuação de lideranças, a evolução da legislação e o papel do Sistema OCB na representação do setor.    Saiba Mais:  Semana de Competitividade 2026 celebra raízes que inspiram o futuro  Documentário resgata histórias de pioneiros do coop brasileiro  Clóvis de Barros destaca a força da cooperação para o século XXI 
Memória e identidade ajudam a fortalecer as raízes do cooperativismo
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11/08/2026

Clóvis de Barros destaca a força da cooperação para o século XXI

Professor refletiu sobre confiança, generosidade e solidariedade como caminhos para fortalecer o coletivo  A força do cooperativismo está na capacidade de transformar interesses individuais em construção coletiva e reconhecer no outro uma parte fundamental para o desenvolvimento de todos. Essa reflexão marcou a palestra do professor Clóvis de Barros Filho, nesta terça-feira (11), durante palestra de abertura da Semana de Competitividade 2026, promovida pelo Sistema OCB, em Brasília. Com o tema O que é ser cooperativista no século XXI, Clóvis apresentou uma reflexão sobre as relações humanas e os diferentes caminhos que levam à cooperação.   Para ele, compreender o cooperativismo passa, primeiro, pelo reconhecimento de que ninguém atua sozinho. “Na cooperação temos uma operação que envolve pelo menos mais uma pessoa. Quando falamos de convivência, precisamos compreender a fertilidade e a riqueza da cooperação e, com isso, a riqueza desse modelo de organização social, profissional e produtiva”, afirmou.  Um dos principais pontos abordados pelo professor foi o que classificou como uma “sociedade da desconfiança”, marcada pela tendência de enxergar o outro como alguém que precisa ser permanentemente vigiado, controlado ou fiscalizado. Segundo o professor, essa lógica favorece uma visão individualizada do sucesso, associada ao acúmulo de recursos e à busca por reconhecimento, embora a própria vida em sociedade seja sustentada por inúmeras relações de confiança e colaboração, que costumam receber menos atenção do que os episódios de ruptura.   Nesse contexto, ele ressaltou a importância das organizações coletivas como espaços capazes de ampliar a representação e a capacidade de atuação das pessoas. “Quem entende das organizações coletivas sabe da força do coletivo. Indivíduos isolados são mais fáceis de dominar do que coletividades organizadas”, acrescentou.    Talentos individuais, generosidade e solidariedade  Ao recorrer à filosofia clássica, Clóvis lembrou a concepção de Aristóteles de que o ser humano depende da convivência para realizar plenamente sua humanidade. Segundo ele, uma sociedade justa deve criar condições para que cada pessoa reconheça e desenvolva seus talentos e coloque suas melhores capacidades a serviço dos demais. Essa ideia, explicou, está na base da “cooperação virtuosa”, em que as características individuais fortalecem o coletivo. “É uma cooperação em que cada indivíduo, respeitando as características particulares de sua própria natureza, oferece aos demais aquilo que faz de melhor”, destacou.  Ao abordar diferentes formas de cooperação nas relações humanas, Clóvis diferenciou o amor, baseado no sentimento, da generosidade, que pode ser aprendida e estimulada. Para ele, essa característica torna a generosidade especialmente relevante nos ambientes coletivos, onde pode integrar a própria cultura organizacional. Nesse processo, destacou o papel das lideranças na valorização das pessoas e de suas contribuições. “Uma liderança generosa pode fazer uma enorme diferença”.  Outro conceito abordado durante a palestra foi o da solidariedade, apresentada como uma forma de cooperação baseada na existência de interesses e objetivos compartilhados. O professor detalhou, que nesse modelo, cada pessoa preserva seus próprios objetivos, mas compreende que alcançá-los também depende da participação e do sucesso dos demais. “É perceber que o sucesso do coletivo pode ser condição para o seu próprio sucesso individual”. Para ele, colaborar, incentivar e contribuir para o desenvolvimento do outro fortalece todo o grupo e amplia a capacidade de alcançar resultados comuns.    Programação segue até quinta  Promovida pelo Sistema OCB, a Semana de Competitividade 2026 segue até quinta-feira (13), no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília. A edição deste ano tem a cultura cooperativista como eixo central e reúne lideranças, especialistas e representantes do movimento para debater os desafios e as transformações do cooperativismo brasileiro.  Ainda nesta terça-feira, a programação conta com a palestra As raízes do coop e a memória institucional, com Carolina Kuk, Débora Ingrisano e Eduardo Queiroz, além do painel O impacto do coop nas comunidades, com representantes do Sistema OCB, Fipe, Sicoob Credisul, CCO e Agrária.    Saiba Mais: Semana de Competitividade 2026 celebra raízes que inspiram o futuro Documentário resgata histórias de pioneiros do coop brasileiro Sistema OCB leva agenda cooperativista ao congresso do Agronegócio
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11/08/2026

Documentário resgata histórias de pioneiros do coop brasileiro

Produção do Ano CulturaCoop reúne memórias de lideranças que ajudaram a construir o movimento no país  A história do cooperativismo brasileiro é feita principalmente de pessoas. Lideranças que dedicaram décadas ao movimento, ajudaram a estruturar cooperativas, participaram da criação de entidades e contribuíram para que a cooperação chegasse a diferentes regiões e setores do país. Para preservar essas trajetórias e aproximá-las das novas gerações, o Sistema OCB lançou, nesta terça-feira (11), durante a Semana de Competitividade 2026, o documentário Pioneiros do Cooperativismo Brasileiro. A produção integra o Ano CulturaCoop, iniciativa que trabalha a cultura cooperativista a partir de três perspectivas: passado, presente e futuro. Dentro desse eixo, o projeto de memória audiovisual registra relatos e experiências de pessoas que ajudaram a construir o cooperativismo brasileiro ao longo das últimas décadas.  O documentário reúne momentos marcantes das entrevistas realizadas com os pioneiros, além de registros em ambientes ligados às suas trajetórias. A proposta é transformar essas histórias em um patrimônio de memória para o movimento e também em conteúdo que possa ser utilizado nas soluções do CulturaCoop, especialmente na frente dedicada ao legado.  “Pioneiros do Cooperativismo Brasileiro registra diferentes capítulos de uma trajetória coletiva. São histórias de liderança, organização e participação que ajudam a contar como o cooperativismo ganhou espaço no Brasil e chegou à dimensão que tem hoje”, destaca o presidente do Conselho de Administração do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.    Homenageados  Entre os homenageados estão quatro lideranças reconhecidas por sua contribuição ao cooperativismo em âmbito nacional e estadual: Roberto Rodrigues, pioneiro do cooperativismo nacional; Ronaldo Scucato, em Minas Gerais; Malaquias Oliveira, em Pernambuco; e Américo Utumi, em São Paulo. A trajetória de Utumi ganha um significado especial no documentário, que também se constitui como um registro em sua memória e preserva sua contribuição para a história do cooperativismo brasileiro.  O documentário também registra a trajetória de pioneiros que se destacaram em diferentes ramos do movimento: Jânio Stefanello (Infraestrutura), Nilson Luiz May (Saúde), Dorival Bartzike (Transporte), Hercílio Schmitt (Consumo), Margaret Garcia (Trabalho), Moacir Krambeck (Crédito), e José Aroldo Gallassini (Agropecuário).  As histórias mostram como o cooperativismo se desenvolveu em diferentes frentes. Roberto Rodrigues, por exemplo, teve atuação como líder do movimento, professor e ex-ministro da Agricultura, com forte presença nos debates sobre produção agrícola, agronegócio e políticas públicas. Já Américo Utumi teve participação importante na organização da representação cooperativista paulista e nacional e na articulação que antecedeu a promulgação da Lei Nacional do Cooperativismo, em 1971.  No âmbito dos ramos, as trajetórias também revelam diferentes formas de contribuição. Jânio Stefanello está ligado à expansão da energia elétrica e da conectividade no meio rural. Nilson Luiz May construiu sua carreira no cooperativismo médico. Moacir Krambeck dedicou mais de seis décadas ao ramo Crédito e à defesa da intercooperação. Já Gallassini está à frente de uma das principais referências do cooperativismo agroindustrial brasileiro.    Memória que olha para o futuro  O projeto parte de uma ideia simples: conhecer quem veio antes ajuda a entender o que o cooperativismo é hoje e a pensar os caminhos que ainda serão construídos. Por isso, o registro das memórias não se limita a uma homenagem. Ele também funciona como ferramenta de educação e formação para as próximas gerações.  Ao preservar relatos, documentos e experiências, o Ano CulturaCoop busca manter vivas referências que podem inspirar dirigentes, cooperados, profissionais e educadores. A iniciativa também apresenta, na prática, uma das propostas da solução LegadoCoop: cuidar da memória como parte da continuidade do movimento.  O lançamento durante a Semana de Competitividade dá ainda mais significado à homenagem. O maior evento anual do Sistema OCB reúne representantes do cooperativismo de todo o país e cria o ambiente para que essas histórias sejam compartilhadas com quem vive o presente e participa da construção do futuro do movimento.    Saiba Mais: Semana de Competitividade 2026 celebra raízes que inspiram o futuro Sistema OCB leva agenda cooperativista ao congresso do Agronegócio Cooperativas de saúde reforçam papel na assistência aos brasileiros  
Documentário resgata histórias de pioneiros do coop brasileiro
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04/08/2026

Labs da Semana de Competitividade prometem levar teoria à prática

Oficinas colaborativas vão transformar debates em planos de ação aplicáveis à realidade das cooperativas  A programação da Semana de Competitividade 2026 reserva um espaço dedicado à construção de soluções práticas para as cooperativas. No dia 12 de agosto, paralelamente às salas temáticas, os participantes poderão aprofundar os debates em quatro Labs, que foram desenhados para transformar conhecimento em ação por meio de oficinas colaborativas, metodologias participativas e desenvolvimento de ferramentas. O evento acontece entre os dias 11 a 13 de agosto em Brasília.  "A ideia é que os participantes desenvolvam ferramentas, metodologias e planos de ação que possam ser implementados em suas cooperativas, transformando os debates das salas temáticas em iniciativas concretas para fortalecer a cultura cooperativista", destaca o gerente do Núcleo de Inteligência e Inovação do Sistema OCB, Guilherme Costa.  Os Labs acompanham os mesmos eixos das trilhas temáticas: Governança Cooperativa, Educação Cooperativista, Comunicação e Experiência, e Legado e Sucessão. E cada um deles oferece diferentes oportunidades para que os participantes vivenciem atividades práticas e saiam do evento com estratégias que possam ser implementadas em suas cooperativas.    Jovens no centro   No Lab Governança Cooperativa, o foco será a construção de um plano de ação para ampliar o engajamento de jovens nas cooperativas. A oficina será conduzida por Tai Barroso e Matheus Cardoso, fundadores da Awelle, que vão apresentar ferramentas e metodologias para estimular a participação das novas gerações no movimento e contribuir para a renovação das lideranças.    Aprendizagem com propósito  Quem optar pelo Lab Educação Cooperativista participará da oficina Design de experiência de aprendizagem, conduzida por Kasuo Yassaka e Willians Pressi, fundador e sócio, respectivamente, da Yassaka. Durante a atividade, serão apresentadas estratégias para criar experiências de aprendizagem mais envolventes, ao colocar o participante no centro do processo de desenvolvimento. O objetivo é apoiar cooperativas na elaboração de programas educacionais que fortaleçam o aprendizado e ampliem o engajamento de cooperados, dirigentes e colaboradores.    Comunicação que aproxima  No Lab Comunicação e Experiência, Bruno Peres, fundador da Arca.buzz, vai conduzir a oficina Como criar um plano de comunicação eficiente com os cooperados. A atividade aborda o planejamento da comunicação como ferramenta estratégica para fortalecer o relacionamento entre cooperativas e seus públicos. Ao longo da oficina, os participantes serão convidados a estruturar um plano de comunicação adaptado à realidade de suas organizações.    Preservar histórias para construir futuro  O Lab Legado e Sucessão, por sua vez, abordará o tema Como fazer um projeto de memória institucional. A oficina será conduzida pela fundadora, Carolina Kuk, e historiadoras Mari Rosa Crespo e Thaís Pelligrinelli, da Raiz Projetos. A proposta é demonstrar que registrar histórias, experiências e aprendizados fortalece a identidade organizacional, valoriza a cultura cooperativista e contribui para preparar as futuras gerações de dirigentes e cooperados.      Saiba Mais:  Semana de Competitividade: trilhas serão comandadas por especialistas  Cooperativas agropecuárias movimentam R$ 487,3 bilhões e ampliam presença no país Missão técnica fortalece estudos sobre comunidades energéticas
Labs da Semana de Competitividade prometem levar teoria à prática
Notícias
28/07/2026

Semana de Competitividade: trilhas serão comandadas por especialistas

Programação terá palestras, painéis, cases de cooperativas e oficinas práticas para os participantes  Especialistas reconhecidos nacionalmente, lideranças do cooperativismo e representantes de diferentes ramos do movimento estarão reunidos na programação das salas temáticas da Semana de Competitividade 2026, que acontece entre os dias 11 a 13 de agosto. No segundo dia (12), os participantes poderão escolher entre quatro trilhas de conteúdo que abordam os principais pilares da cultura cooperativista: Governança Cooperativa, Educação Cooperativista, Comunicação e Experiência, e Legado e Sucessão.  A sala de Governança Cooperativa reunirá especialistas e dirigentes para discutir o papel da liderança na consolidação da cultura cooperativista e os desafios da gestão nas organizações. A programação será aberta pelo consultor da Giacoo, Silvio Giusti, com a palestra Como a liderança pode promover a cultura coop. Em seguida, o presidente da Certaja Energia, Edersson Madruga, e o presidente da Coopersino, Magno Braz, compartilharão experiências sobre o fortalecimento da governança em um painel mediado pelo Sistema OCB.  Durante a tarde, os participantes acompanharão discussões sobre diversidade e inclusão nos conselhos de administração, protagonismo feminino, ESG e boas práticas de governança. Entre os convidados estão Gisele Gomes, CEO da Parônima, Rosilene Rosado, sócio-fundadora da Gália, e Ricardo Voltolini, fundador da Ideia Sustentável.  A programação também traz experiências de cooperativas como a Cocatrel, representado Coordenadora do Grupo Cafeína Cocatrel, Iandra Mendes e Sicoob Meridional, representado pela presidente do Conselho de Administração, Solange Martins, que apresentarão iniciativas voltadas ao fortalecimento da participação feminina nos processos de liderança e tomada de decisão.    Identidade  Na trilha Educação Cooperativista, os debates serão voltados ao desenvolvimento das pessoas e ao fortalecimento da identidade cooperativista. A programação começa com a palestra de José Máximo, diretor geral da Escoop, sobre educação do quadro social. Ao longo do dia, especialistas discutirão como a educação pode orientar a construção da cultura organizacional, além do papel dos educadores cooperativistas e dos impactos das novas tecnologias no processo de aprendizagem.  O painel Educação como orientadora da cultura cooperativista reunirá Helena Soares, representante da TM20, e Tania Savaget, sócia da Zaic. Já os cases previstos vão mostrar experiências desenvolvidas pela Fundação Sicredi, representada pelo diretor executivo Rogério Machado; pelo Instituto Sicoob,  representado pela analista Fernanda Paiva; pelo Instituto Cresol, com a participação do gerente Itamar Vodzicki ; e pela cooperativa Cooper, com a presença da coordenadora de Marketing, Thaís Cristina.  A programação será encerrada com uma reflexão sobre o uso de dados e inteligência artificial na promoção da cultura organizacional, conduzida por Ricardo Cappra, fundador do Cappra Institute.    Pertencimento  A sala de Comunicação e Experiência vai mostrar como fortalecer o relacionamento com os cooperados e contribuir para consolidar a cultura cooperativista. A abertura será conduzida por Patrícia Marins, fundadora da Oficina Consultoria, que discutirá o papel da comunicação institucional nesse processo. Em seguida, Júlio Pollária, gerente de Marketing da Aurora Coop e o Gualter Ramalho, diretor de Mercado e Marketing da Unimed do Brasil,  apresentam case do movimento SomosCoop.  Durante a tarde, a programação abordará temas como fidelização, centralidade no cooperado e construção de relacionamento e pertencimento. O gerente da Cocamar, João Sadao, e o presidente da cooperativa Arteza, Ângelo Mácio, apresentarão iniciativas desenvolvidas para aproximar ainda mais seus cooperados da gestão e dos valores do cooperativismo.  Entre os destaques também está a participação de Gisele Paula, CEO do Instituto Cliente Feliz. O encerramento ficará por conta de Marcelo Minutti, fundador da InLabs, com orientações sobre como estruturar um plano de comunicação voltado aos cooperados.    Futuras lideranças  A trilha Legado e Sucessão discutirá estratégias para garantir a continuidade das cooperativas por meio do fortalecimento da cultura organizacional e da preparação de novas lideranças. A escritora e palestrante Dafna Blaschkauer, abre a programação com um painel sobre a influência da cultura no sucesso das organizações. Na sequência, a presidente da Casa Cooperativa, Heloisa Lopes, e o presidente da Camta, Alberto Oppata, compartilham experiências relacionadas à preservação do legado cooperativista.  À tarde, os debates abordarão planejamento sucessório, desenvolvimento de lideranças e sucessão com propósito, com participação das cooperativas CooperConcórdia, representada pela professora Larissa Zambiasi; Coplana, representada pelo presidente Bruno Rangel; Sicredi Pioneira, com participação do presidente do Conselho de Administração Tiago Schmidt; e Cooperxvale, com participação da cooperada Gabriela Olinda.  O encerramento da trilha ficará a cargo de Marcus Nakagawa, que apresentará a sucessão como um dos fatores essenciais para garantir a sustentabilidade das cooperativas no longo prazo.    Conhecimento e prática  Paralelamente às salas temáticas, os participantes poderão aprofundar os conteúdos nos quatro Labs da Semana de Competitividade. Organizados nas mesmas áreas temáticas — Governança Cooperativa, Educação Cooperativista, Comunicação e Experiência, e Legado e Sucessão —, os espaços foram concebidos para promover oficinas colaborativas e atividades práticas.  “A proposta é que os participantes desenvolvam ferramentas, metodologias e planos de ação que possam ser implementados em suas cooperativas, transformando os debates das salas temáticas em iniciativas concretas para fortalecer a cultura cooperativista”, destaca o gerente do Núcleo de Inteligência e Inovação do Sistema OCB, Guilherme Costa.    Saiba Mais:  Sistema OCB promove imersão para fortalecer agenda rumo à COP31  Sistema OCB avança na preservação do patrimônio cultural cooperativo  Experiência brasileira é destaque em conferência mundial de crédito 
Semana de Competitividade: trilhas serão comandadas por especialistas
Notícias eventos
21/07/2026

Vem aí a Semana de Competitividade 2026

Evento vai discutir como fortalecer valores, identidade e práticas que impulsionam o coop  Como transformar valores cooperativistas em resultados concretos? Essa será uma das principais reflexões da Semana de Competitividade 2026, que será realizada entre os dias 11 e 13 de agosto, em Brasília. Com o tema Cultivando a Cultura Cooperativista, o evento reunirá lideranças, especialistas e profissionais do setor para discutir como a cultura cooperativista pode ser um diferencial estratégico para o fortalecimento e a competitividade das cooperativas.   Promovida pelo Sistema OCB, a iniciativa terá programação voltada ao desenvolvimento de pessoas, lideranças e estratégias capazes de fortalecer a identidade cooperativista e ampliar o engajamento dentro das organizações. Ao longo de três dias, os participantes terão acesso a palestras, painéis, salas temáticas e laboratórios com discussões sobre governança, educação cooperativista, comunicação, sucessão e experiência do cooperado.   A abertura contará com as participações do presidente do Conselho de Administração do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, e do presidente da ACI Américas, José Alves de Souza Neto. Na sequência, o filósofo Clóvis de Barros Filho ministrará a palestra O que é ser cooperativista no século XXI, com reflexões sobre o papel dos princípios cooperativistas diante das transformações da sociedade e do ambiente de negócios.   Durante a programação, especialistas e representantes do cooperativismo compartilharão conhecimentos e experiências sobre os desafios e oportunidades para fortalecer a cultura dentro das organizações. Entre os participantes estão a historiadora Carolina Kuk (Raiz), Fabíola Nader Motta (superintendente do Sistema OCB) e o autor e best-seller Michel Alcoforado (antropólogo), além de lideranças de cooperativas que apresentarão práticas voltadas ao desenvolvimento da cultura que envolve o modelo de negócios.   Trocas e conhecimento  Entre os destaques do evento está o painel O impacto do coop nas comunidades, que reunirá representantes do Sistema OCB, cooperativas e instituições de pesquisa para discutir a contribuição do cooperativismo para o desenvolvimento local. A programação também abordará temas como memória institucional, juventude cooperativista, comunicação e conflitos geracionais, além do papel da cultura como compromisso com o futuro.   Os participantes poderão ainda aprofundar conhecimentos em quatro trilhas e laboratórios temáticos: Governança Cooperativa, Educação Cooperativista, Comunicação e Experiência, e Legado e Sucessão. A proposta é estimular a troca de conhecimentos e apresentar caminhos para que as cooperativas fortaleçam sua cultura e estejam mais preparadas para os desafios de um ambiente em constante transformação.   Para o gerente do Núcleo Inteligência e Inovação do Sistema OCB, Guilherme Costa, a cultura é um dos principais elementos para a sustentabilidade e a competitividade das cooperativas. “A cultura cooperativista está no centro da identidade das cooperativas e é fundamental para garantir sua sustentabilidade e competitividade. A Semana de Competitividade será uma oportunidade para trocar experiências, fortalecer práticas e discutir como manter vivo o propósito que move o cooperativismo”, destaca.   Saiba Mais:  Experiência brasileira é destaque em conferência mundial de crédito Fungetur: coop defende ampliação do acesso ao crédito no turismo Coops de artesanato avançam rumo ao mercado internacional em Paris
Vem aí a Semana de Competitividade 2026
Notícias saber cooperar
10/07/2026

Semana de Competitividade 2026 impulsiona a cultura cooperativista

Como crescer sem perder a identidade? Desde o 15º Congresso Brasileiro do Cooperativismo (CBC), essa reflexão tem orientado a construção de uma visão estratégica para o futuro do movimento, fundamentada nos princípios e valores que o definem. Em agosto, essa mobilização terá um marco importante, com a Semana de Competitividade 2026, que este ano terá como tema “Cultivando a Cultura Cooperativista”, um chamado à ação para fortalecer os diferenciais do coop e  impulsionar o crescimento sustentável. O evento será realizado de 11 a 13 de agosto, em Brasília, e integra as atividades do Ano da Cultura Coop, promovido pelo Sistema OCB para oferecer às cooperativas soluções que visam fortalecer a cultura cooperativista por meio da educação orientada para continuidade e renovação, com foco na formação de educadores cooperativistas.  “A cultura cooperativista é um movimento vivo, em transformação. No momento em que o modelo de negócios cooperativista está em plena expansão no Brasil, reforçar o que nos torna únicos é fundamental. Para que os valores e princípios do coop se mantenham sólidos, precisamos investir em educação e informação sobre nossa identidade, e a Semana de Competitividade trará importantes ferramentas para isso”, afirma a gerente de Desenvolvimento de Cooperativas do Sistema OCB, Débora Ingrisano.  Durante o evento, serão apresentados os resultados da Pesquisa de Cultura Cooperativista 2026, estudos sobre identidade e memória  cooperativista, além de novas soluções do Eixo CulturaCoop nas áreas de legado, educação e sucessão.  Formação e engajamento  A programação vai reunir cooperativistas de todo o país, especialistas e lideranças em trilhas sobre  governança cooperativa, educação cooperativista, comunicação e experiência, legado e sucessão. Os participantes poderão compartilhar experiências, tendências e boas práticas de cultura cooperativista em palestras, labs, salas temáticas e momentos de troca sobre temas fundamentais para o futuro do cooperativismo brasileiro. “Esta edição foi pensada para valorizar aquilo que diferencia o coop: sua essência, seus valores, sua identidade e sua capacidade de gerar desenvolvimento de forma coletiva. É uma oportunidade para refletirmos, na prática, sobre como a cultura coop pode fortalecer nossas organizações e ampliar nosso diferencial competitivo”, destaca o gerente do Núcleo de Inteligência e Inovação do Sistema OCB, Guilherme Costa. Ao longo dos três dias, a Semana de Competitividade vai propor discussões sobre a cultura cooperativista como um diferencial estratégico das cooperativas, abordando identidade, valores, práticas organizacionais, educação cooperativista e formas de fortalecer o jeito cooperativo de atuar. Reconhecido pelas ativações inovadoras e interatividade, o evento deste ano oferecerá uma experiência ainda mais dinâmica e conectada com os desafios atuais das cooperativas. “A proposta é que os participantes encontrem uma programação diversa, com conteúdos que combinam reflexão estratégica, cases reais e atividades mais aplicadas, sempre com foco em mostrar como a cultura cooperativista pode ser cultivada no dia a dia e transformada em diferencial competitivo.”, ressalta Costa. Reflexões e prática    Os destaques da programação da Semana de Competitividade 2026 estão disponíveis no site oficial do evento. As palestras irão debater temas como juventude cooperativista, tendências de comunicação e oportunidades geracionais, futuro do coop e legado cooperativista. Nas salas temáticas, os programas incluem diversidade e inclusão, protagonismo feminino, educação e Inteligência Artificial (IA), além de sucessão, fidelização de cooperados e governança. Os labs – com atividades práticas –  foram definidos a partir de questões norteadoras para o futuro do coop, como engajamento de jovens, design de experiência, plano de comunicação e memória institucional. Confira a programação no site da Semana de Competitividade 2026. 
Semana de Competitividade 2026 impulsiona a cultura cooperativista
Notícias eventos
24/02/2026

Sistema OCB participa do lançamento da Plataforma Parque Cafeeiro

Ferramenta da Conab garante rastreabilidade e certifica café brasileiro como livre de desmatamento 
Sistema OCB participa do lançamento da Plataforma Parque Cafeeiro
Notícias negócios
16/06/2025

Semana de Competitividade inspira coops com inovação e propósito

Evento reuniu cerca de 800 comunicadores em três dias de imersão e troca estratégica  Durante três dias intensos, Brasília foi o ponto de encontro de comunicadores, lideranças, influenciadores e entusiastas do cooperativismo que participaram da Semana de Competitividade 2025, promovida pelo Sistema OCB. O evento reuniu cerca de 800 participantes em uma jornada de conhecimento, inspiração e conexão, com foco em fortalecer a identidade, a comunicação e a inovação das cooperativas brasileiras.  A programação da Semanafoi estruturada para oferecer uma experiência imersiva, prática e estratégica. Foram 30 palestras, quatro trilhas temáticas, quatro labs e uma experiência gamificada, que mobilizaram os participantes em torno de temas centrais para o futuro do movimento cooperativista.  A abertura oficial ficou por conta do presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, que ressaltou a importância da comunicação como ferramenta de transformação e competitividade para o setor. “Vamos comunicar em rede, com estratégia, emoção e coragem. Juntos, vamos mostrar ao Brasil e ao mundo porque as cooperativas constroem um mundo melhor. A nossa capacidade de transformação é enorme”, declarou.   Logo após, um painel sobre comunicação com propósito, mediado por Glenda Kozlowski, reuniu influenciadores que já participaram de ações anteriores com o SomosCoop como Dani Colombo, Mari Kruger e Betto Auge. “Estamos falando de emoção, de propósito real. Comunicação com propósito não é uma tendência, é uma necessidade para que as marcas cooperativas façam sentido na vida das pessoas”, destacou Dani Colombo.  Glenda aproveitou para anunciar a estreia da 4ª temporada da websérie SomosCoop na EstradaSomosCoop na Estrada, que leva o público a uma jornada audiovisual por sete estados do Norte e Nordeste, revelando como o cooperativismo transforma vidas mesmo em contextos de escassez e desigualdade. Os episódios retratam histórias reais de inclusão, sustentabilidade e desenvolvimento protagonizadas por cooperativas locais.  A programação também contou com a plenária SomosCoop: o movimento que conecta e transforma, conduzida pela gerente-geral da OCB, Fabíola Nader Motta, que  apresentou os próximos passos da campanha nacional do cooperativismo e o carimbo SomosCoop — ferramenta que fortalece a identidade visual do movimento.   A gerente resumiu o sentimento que impulsionou o evento. “O Ano Internacional das Cooperativas declarado pela ONU, foi a oportunidade perfeita para a gente juntar a nossa força e falar do cooperativismo, levar o cooperativismo cada vez mais longe, mais próximo da sociedade, das pessoas que procuram escolhas conscientes”, destacou. “A gente conseguiu se reunir, trocar boas práticas, discutir, avaliar esse futuro e, o mais importante de tudo, alinhar uma comunicação conjunta e mostrar que juntos somos mais fortes.”  Fechando as plenárias do primeiro dia, o designer e especialista em branding, Fred Gelli, trouxe a provocação: qual é a vantagem competitiva que só o cooperativismo tem? Para ele, o propósito é o maior diferencial das cooperativas e deve estar no centro de toda construção de marca.  “O que move as pessoas não é o produto. É o porquê. E o cooperativismo tem isso como essência. É nisso que está o seu maior valor”, afirmou Gelli.  Conteúdo estruturado   A programação da Semana foi organizada em quatro trilhas temáticas simultâneas, que refletiram os principais desafios e oportunidades da comunicação no cooperativismo:  Planejamento e Dados: explorou inteligência estratégica, métricas, IA e tendências de mercado;  Branding: abordou identidade, storytelling e construção de marcas cooperativas fortes;  Comunicação Institucional: debateu reputação, imprensa, media training e fidelização;  Marketing: trouxe insights sobre segmentação, marketing de relacionamento e economia da atenção.  As trilhas aconteceram ao longo de todo o segundo dia e permitiram que os participantes circulassem entre temas de interesse, aprofundando conhecimentos e compartilhando experiências com especialistas e colegas de outras cooperativas.   Complementando a parte teórica, quatro labs práticos promoveram oficinas e atividades aplicadas sobre temas como comunicação digital, ativação do carimbo coop, design de campanhas e estratégias de engajamento. Os participantes vivenciaram dinâmicas de cocriação e resolveram desafios reais, com apoio de especialistas em cada tema.  No lab de Comunicação Institucional, simulações de entrevistas e atividades de gestão de crise ajudaram as cooperativas a estruturarem planos eficazes e prepararem seus porta-vozes. Já nos labs de Branding e Marketing, os grupos trabalharam o posicionamento de marca, a identificação de públicos e estratégias de engajamento com base em dados e tendências de consumo. No lab de Planejamento e Dados, por sua vez, o destaque foi o uso de indicadores reais como base para a estratégia.  Caminhos que seguem  O último dia da Semana de Competitividade foi marcado por reflexões estratégicas e anúncios importantes para o futuro da comunicação no cooperativismo. Um dos destaques foi a plenária Comunicar para cooperar: estratégias que conectam pessoas e negócios, mediada por Samara Araujo, gerente de Marketing e Comunicação do Sistema OCB. O painel marcou também o lançamento do livro Comunicação e Marketing no CooperativismoComunicação e Marketing no Cooperativismo, uma publicação inédita com artigos, orientações práticas e cases inspiradores de cooperativas. Samara provocou o público ao lembrar que, sem comunicação clara e estratégica, o cooperativismo não consegue mostrar ao mundo a sua verdadeira força transformadora.  Ao lado de especialistas como Patrícia Marins, Samira Cardoso e Renan Silvestre, o painel discutiu gestão de reputação, marketing analítico, publicidade eficaz e o uso inteligente de dados. Os convidados reforçaram que comunicar também é cooperar — e que, ao dominar a linguagem da conexão e da estratégia, as cooperativas ganham espaço no imaginário social. O recado foi claro: comunicação precisa de propósito, planejamento e dados para gerar impacto real.  Durante o encerramento, a superintendente Tania Zanella anunciou o lançamento da Rede Comunica Coop, uma iniciativa que inaugura uma nova fase de conexão entre comunicadores das cooperativas de todo o Brasil. A proposta é transformar o grupo criado durante o evento em uma comunidade ativa e permanente, dedicada ao compartilhamento de experiências, boas práticas e estratégias de comunicação. A rede será organizada pelas Organizações Estaduais (OCEs), e funcionará como um espaço de aprendizado contínuo, troca de ideias e articulação nacional das ações de comunicação cooperativista.  Outra novidade apresentada durante a Semana de Competitividade foi a trilha Comunicação e Marketing no Cooperativismo, da plataforma CapacitaCoop. Gratuita, on-line e certificada, ela reúne oito temas voltados para profissionais de comunicação e marketing das cooperativas, com foco em desafios reais do setor. Com carga horária total de 36 horas, os conteúdos abordam desde fundamentos do marketing até temas como branding, análise de mercado, comunicação de crise e definição de OKRs.  O evento contou ainda com um experiência gamificada e dinâmica que convidou os participantes a completarem dez ativações espalhadas pelo espaço para conquistar selos e trocar por brindes na loja temática. Com propostas interativas e educativas, as ativações abordaram temas como o Ano Internacional das Cooperativas, COP30, CapacitaCoop, Carimbo SomosCoop, Sala Sensorial e muito mais.    Compromisso com a sustentabilidade  Por fim, o evento se destacou por ações concretas de sustentabilidade e inclusão. Desde o credenciamento, os participantes puderam calcular a pegada de carbono individual de suas viagens, promovendo a conscientização sobre o impacto ambiental dos deslocamentos. Todas as emissões do evento — cerca de 213 toneladas de carbono equivalente — foram integralmente neutralizadas por meio do Programa REDD+Vale do Jari.   Além disso, medidas como a coleta seletiva, a redução de materiais impressos e o uso de alternativas digitais e reutilizáveis reforçaram o cuidado com os resíduos e o uso responsável dos recursos. “Com essa ação, mostramos que o compromisso do cooperativismo com a sustentabilidade vai além do discurso. É uma prática concreta, conectada com a agenda global e com as futuras gerações”, reforçou Alex Macedo, coordenador de Meio Ambiente do Sistema OCB.    Participação e impacto  A Semana de Competitividade foi marcada ainda por momentos de grande inspiração e conteúdo de alto impacto.  A Raissa Costa, do Sicoob Central Norte, resumiu a emoção de participar: “Foi uma experiência extraordinária. Três dias de imersão e eu nunca imaginei que estaria vivendo esse momento. Foi único.”  Para Vanessa Zandonade, da Coopermota (SP), o evento foi uma demonstração da força coletiva do cooperativismo: “Estamos com 800 pessoas reunidas para falar sobre comunicação e cooperativismo. A gente percebe a grandeza do que fazemos e o quanto temos potência para transformar realidades — não só das cooperativas, mas das comunidades onde estamos inseridos.”  O gestor de Comunicação da Comunicoop (RJ), Paulo Montenegro, elogiou o fato de a Semana de Competitividade ter como tema a comunicação cooperativa. “Foi muito importante vivenciar essa dimensão do nosso movimento e explorar todas as suas nuances com tanta profundidade”.   “Foi um evento muito completo. As plenárias, trilhas, ativações e estandes trouxeram aprendizados valiosos. A Sala Sensorial, por exemplo, foi uma experiência única para mim. Percebi o quanto é importante não ficarmos apenas no discurso, mas transformar essas reflexões em ações práticas. Saio daqui com uma bagagem muito positiva, com informação, conhecimento e motivação para ajudar a propagar ainda mais o cooperativismo”, completou Maria Lidiane, da Coomarca (SC).   Saiba Mais:  Sistema OCB lança livro sobre comunicação e marketing no coop  Inteligência de dados guia o futuro da comunicação cooperativista  Marketing com propósito engaja e converte 
Semana de Competitividade inspira coops com inovação e propósito
Notícias negócios
12/06/2025

CapacitaCoop lança trilha de Comunicação e Marketing no Cooperativismo

Conteúdo gratuito, 100% on-line e com certificação atende objetivos da Semana de Competitividade  A comunicação eficiente é uma aliada fundamental para o crescimento e fortalecimento do cooperativismo. Pensando nisso, a CapacitaCoop, plataforma de ensino a distância do Sistema OCB, por meio do Sescoop Nacional, lançou oficialmente durante a Semana da Competitividade 2025 a trilha de aprendizagem Comunicação e Marketing no Cooperativismo, voltada especialmente para quem atua com comunicação nas cooperativas de todo o país.  Para os participantes do evento, uma ativação especial também foi preparada. Em uma sequência de telas, foi possível verificar partes do conteúdo e acessar informações detalhadas sobre como se inscrever e concluir as etapas para garantir a certificação final.   Com uma carga horária total de 36 horas, a trilha oferece conteúdos atualizados, práticos e alinhados aos princípios cooperativistas. O percurso formativo é gratuito, 100% on-line, e pode ser concluído em até 60 dias. Ao final de cada curso, os participantes que alcançarem pelo menos 70% de aproveitamento nas avaliações recebem certificado digital.  A trilha reúne oito cursos que abordam desde os fundamentos do marketing até temas estratégicos como gestão de marcas, análise de mercado e comunicação em momentos de crise. São eles:  Fundamentos de Marketing para Cooperativas (4h)  Comunicação Assertiva (2h)  Escrita Criativa (2h)  Branding Básico (2h)  Gestão de Marcas (6h)  Análise de Mercado (6h)  OKR - Objetivos e resultados-chave (4h)  Comunicação na Gestão de Crises em Cooperativas (10h)  A proposta é desenvolver habilidades para utilizar a comunicação de forma assertiva com cooperados, colaboradores, parceiros e com a sociedade, além de apoiar a construção de marcas mais fortes e bem-posicionadas no mercado.  Para quem é a trilha?  O conteúdo é indicado para comunicadores, profissionais de marketing e demais interessados em aprimorar suas práticas dentro do contexto cooperativista. Basta ter acesso à internet e estar cadastrado na plataforma CapacitaCoop para iniciar a jornada de aprendizado.  Com uma linguagem acessível, flexibilidade de horários e foco em desafios reais da comunicação cooperativa, a trilha Comunicação e Marketing no Cooperativismo é mais uma ferramenta estratégica oferecida pelo Sistema OCB para apoiar o desenvolvimento das cooperativas em todo o Brasil.  Fortaleça a comunicação da sua cooperativa. Acesse agora mesmo a trilha no CapacitaCoop e comece a aprender!  Saiba Mais:  Mensagem de união e ação coletiva encerra Semana de Competitividade  Sistema OCB lança livro sobre comunicação e marketing no coop  Rede Comunica Coop fortalece conexão entre comunicadores  CapacitaCoop oferece trilha de aprendizagem em Design Thinking Jogar+Aprender conecta novas gerações ao cooperativismo 
CapacitaCoop lança trilha de Comunicação e Marketing no Cooperativismo
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12/06/2025

Tania Zanella destaca força do cooperativismo no Summit de Governança

Sistema OCB apresenta impacto do setor no Brasil e no mundo durante evento do Sicredi  A superintendente do Sistema OCB, Tania Zanella, foi uma das palestrantes da 4ª edição do Summit de Governança do Sicredi, realizado nesta quarta (11), e levou ao público formado por lideranças do cooperativismo financeiro uma visão abrangente e estratégica sobre a atuação do setor no Brasil e no mundo. O evento ocorreu em um momento especialmente simbólico para o movimento: 2025 foi declarado pela ONU como o Ano Internacional das Cooperativas.  Na apresentação, Tania destacou a força do cooperativismo como motor de desenvolvimento econômico e social. Globalmente, o setor reúne 3 milhões de cooperativas, com 1 bilhão de cooperados — o equivalente a 12% da população mundial. As 300 maiores cooperativas do mundo geram um faturamento conjunto de US$ 2,17 trilhões, que as colocaria como a 9ª maior economia do planeta, caso formassem um país.  No Brasil, os números também impressionam: o movimento é composto por 4,5 mil cooperativas, que somam 23,4 milhões de cooperados — cerca de 11% da população brasileira — e 550 mil empregos diretos. Juntas, essas cooperativas movimentaram, em 2023, R$ 692 bilhões em faturamento e acumulam ativos superiores a R$ 1,1 trilhão.  “O cooperativismo brasileiro está presente em 90% dos municípios, gerando impactos concretos na geração de renda, inclusão produtiva, acesso a crédito e fortalecimento da economia regional. É um modelo que entrega resultados e, por isso, precisa ocupar espaço central nas agendas de desenvolvimento”, afirmou Tania.  Ela também destacou o papel das cooperativas de crédito, que hoje têm a maior rede de atendimento entre instituições financeiras do país, com presença em 9 mil pontos de atendimento e exclusividade em 368 municípios, onde nenhuma outra instituição financeira está presente. Esses números demonstram a capacidade única do setor de alcançar populações em áreas remotas e de menor densidade econômica.  No âmbito da Reforma Tributária, Tania ressaltou o trabalho do Sistema OCB junto aos Três Poderes para garantir que o modelo cooperativista seja reconhecido e respeitado nas normas fiscais, preservando sua identidade e diferencial jurídico. O envolvimento do setor nesse processo foi destacado como um exemplo de articulação estratégica, com a mobilização de 10 mil lideranças cooperativistas e o envio de mais de 14 mil manifestações institucionais ao longo das negociações.  “Estamos em um momento único para consolidar o papel das cooperativas como protagonistas de um novo modelo de desenvolvimento. O Ano Internacional das Cooperativas é a nossa chance de mostrar, com dados, práticas e resultados, que somos parte essencial da construção de um Brasil mais justo e sustentável”, disse a superintendente.  O Sistema OCB tem promovido diversas ações para aproveitar o Ano Internacional das Cooperativas como uma vitrine de boas práticas e fortalecimento institucional. Entre os objetivos estão: aumentar a visibilidade do setor, atrair novos cooperados, ampliar o diálogo com os poderes públicos e reforçar a identidade cooperativista entre os próprios associados e colaboradores.    Saiba Mais:  Comissão aprova reconhecimento do coop como manifestação cultural  CMA aprova projeto que zera PIS/Cofins para atividades de reciclagem  Senado: Sistema OCB defende papel do cooperativismo na COP30
Tania Zanella destaca força do cooperativismo no Summit de Governança
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11/06/2025

Rede Comunica Coop fortalece conexão entre comunicadores

Iniciativa integra profissionais do cooperativismo em todo o país  A superintendente do Sistema OCB, Tania Zanella, anunciou, no encerramento da Semana de Competitividade, o lançamento da Rede Comunica Coop – uma iniciativa que marca o início de uma nova fase de conexão permanente entre os profissionais de comunicação das cooperativas de todo o Brasil. “Queremos que esta seja uma comunidade ativa, viva e integrada, que multiplique conhecimento, engajamento e o sentimento de pertencimento ao cooperativismo”, afirmou Tania.  A proposta transformou o grupo de WhatsApp utilizado durante o evento em uma plataforma estruturada de trocas e colaboração, que dará continuidade ao diálogo iniciado ao longo dos dias de programação. A Rede Comunica Coop surge com o objetivo de fomentar o compartilhamento de boas práticas, o alinhamento de estratégias e a construção de uma comunicação mais integrada e eficiente para promover o cooperativismo.  Cada estado terá seu próprio grupo dentro da comunidade, sob a coordenação das respectivas Organizações Estaduais (OCEs), garantindo o elo com a unidade nacional. Essa estrutura vai permitir um fluxo mais ágil de informações e facilitar o planejamento de ações coordenadas em todo o país.  “A Rede Comunica Coop tem um potencial imenso. Ao unir nossos esforços, podemos fortalecer campanhas já conhecidas, além de desenvolver novas iniciativas integradas que ampliem a visibilidade e o reconhecimento do nosso movimento”, acrescentou Tania.  A nova rede é um espaço de pertencimento, onde os comunicadores poderão se apoiar mutuamente, encontrar inspiração em experiências de outras cooperativas e contribuir para uma narrativa cada vez mais forte e coerente sobre os valores e impactos do cooperativismo.  “Esse é só o começo. Quando unimos nossas vozes, conseguimos mostrar ainda mais a força que o cooperativismo representa para o Brasil. Juntos, vamos mais longe e levamos a nossa mensagem para muito mais pessoas”, completou a superintedente.    Saiba Mais:    Inteligência artificial e o futuro das cooperativas: o poder da inovação    SomosCoop entra em nova fase e convida cooperativas a ativar o carimbo    Glenda Kozlowski comanda painel sobre comunicação com propósito   
Rede Comunica Coop fortalece conexão entre comunicadores
Notícias negócios
11/06/2025

Mensagem de união e ação coletiva encerra Semana de Competitividade

Superintendente Tania Zanella destaca iniciativas que ampliam o protagonismo do movimento   Com uma mensagem de otimismo e compromisso com o futuro do cooperativismo brasileiro, a superintendente do Sistema OCB, Tania Zanella, encerrou, nesta quarta-feira (11), a Semana de Competitividade 2025. O evento, que reuniu comunicadores de cooperativas e Organizações Estaduais (OCEs), especialistas e influenciadores durante três dias, teve como foco a inovação, a sustentabilidade e o protagonismo na comunicação e no marketing das cooperativas.  Com o tema O que o Sistema OCB pode fazer pela sua coop?, Tania destacou em sua palestra o papel estratégico do Sistema OCB na articulação, formação e fortalecimento do cooperativismo no país. Ela enfatizou que a entidade é composta por três casas: a OCB Nacional, que representa institucional e politicamente o setor; o Sescoop, responsável pela capacitação e desenvolvimento das cooperativas; e a CNCoop, que é o braço sindical do sistema.   A superintendente também falou sobre o mapa do ecossistema cooperativista como um instrumento essencial para visualizar e potencializar as conexões estratégicas que fortalecem o movimento brasileiro. “O Sistema OCB atua de forma sistêmica, em um ciclo contínuo de apoio e impulsionamento às cooperativas, o que torna o movimento mais sustentável, competitivo e inovador. Esse ecossistema é composto por uma ampla rede de parceiros — como fundações, universidades, entidades setoriais, organismos internacionais, startups, o Sistema S, reguladores e os Três Poderes —, além dos clientes, que são peça-chave para o funcionamento e a vitalidade do modelo cooperativista”, explicou.  Ela ressaltou ainda o poder do cooperativismo no país. “Somos mais de 23 milhões de pessoas. A força do cooperativismo brasileiro está na união de nossos esforços e na capacidade de transformar vidas e comunidades por meio do trabalho cooperado”, afirmou Tania, ressaltando a importância da comunicação alinhada aos valores cooperativistas e o protagonismo dos comunicadores no movimento.  Ela também lembrou que a Semana de Competitividade integra as ações do Ano Internacional das Cooperativas, reconhecido pela ONU, e se conecta com a participação brasileira na COP30, destacando o compromisso das cooperativas com a sustentabilidade e as práticas ESG. “O cooperativismo é economicamente viável, socialmente justo e ambientalmente correto. E vamos provar isso ao mundo”, afirmou.  Durante a apresentação, foram detalhados os eixos temáticos que oferecem soluções para apoiar as cooperativas e contribuem para o seu fortalecimento em diversas áreas como governança e gestão, capacitação, inovação, ESG, fomento de negócios e levantamento de dados estratégicos sobre o setor, entre outros.  Tania Zanella também enfatizou conquistas recentes, como o reconhecimento do adequado tratamento tributário ao ato cooperativo na Reforma Tributária, fruto da mobilização de milhares de lideranças e da atuação política do Sistema OCB, que hoje conta com a terceira maior frente parlamentar do país, a Frencoop, com 325 deputados. “A força do cooperativismo está na união e na articulação estratégica entre o Sistema OCB e as cooperativas. Juntos, fazemos um belo barulho”, destacou.  Rede Comunica Coop  Um dos grandes anúncios da última plenária da Semana de Competitividade foi a transformação do grupo de WhatsApp dos comunicadores participantes da Semana de Competitividade em uma comunidade nacional, a Comunica Coop. A iniciativa, reúne em uma única rede, profissionais de comunicação das cooperativas, das organizações estaduais e da unidade nacional do Sistema OCB. “Queremos criar uma comunidade ativa, viva e integrada, que multiplique conhecimento, engajamento e o sentimento de pertencimento ao cooperativismo”, afirmou Tania. A coordenação da nova rede será feita pelas organizações estaduais.  Tania encerrou sua fala convocando todos os presentes a manter viva a energia do evento. “Esse encontro foi só o começo. Agora, cabe a cada um de nós levar essa transformação adiante”, disse, antes de chamar ao palco os comunicadores das organizações estaduais para um momento coletivo de união, encerrando a Semana de Competitividade em clima de celebração e engajamento.  A plenária final reforçou a mensagem de que o Sistema OCB está pronto para apoiar ainda mais as cooperativas na base — com ferramentas práticas, formação continuada, presença política e uma rede de comunicação cada vez mais articulada. “Cooperativismo transforma. E você faz parte dessa história”, finalizou Tania Zanella.    Saiba Mais:  Inteligência artificial e o futuro das cooperativas: o poder da inovação    SomosCoop entra em nova fase e convida cooperativas a ativar o carimbo    Glenda Kozlowski comanda painel sobre comunicação com propósito    
Mensagem de união e ação coletiva encerra Semana de Competitividade
Notícias representação
11/06/2025

Sistema OCB lança livro sobre comunicação e marketing no coop

Obra oferece insigths valiosos para comunicar o movimento com sucesso    O cooperativismo brasileiro acaba de ganhar uma nova ferramenta para fortalecer sua imagem e ampliar sua presença na sociedade o livro: Comunicação e Marketing no Cooperativismo, lançado oficialmente pelo Sistema OCB nesta terça-feira (11), durante a Semana da Competitividade 2025. A obra foi distribuída para todos os participantes em conjunto com o livro O Futuro é Coop, de Martha Gabriel, lançado durante o 15º Congresso Brasileiro do Cooperativismo (CBC) em maio de 2024.  O lançamento ocorreu durante a plenária Comunicar para cooperar: estratégias que conectam pessoas e negócios, moderada por Samara Araujo, gerente de Marketing e Comunicação da entidade, e com a participação dos especialistas Renan Silvestre, Patrícia Marins e Samira Cardoso, que discutiram os desafios e oportunidades de comunicar um modelo de negócios tão singular como o cooperativismo. “Nosso objetivo com esse livro é oferecer um conteúdo prático, acessível e inspirador, que ajude as cooperativas a se comunicarem com intenção, coerência e impacto”, destacou Samara durante o evento.  O livro parte de uma constatação que há muito ecoa entre os cooperativistas: o maior inimigo do cooperativismo é o desconhecimento. Embora mais de 23 milhões de brasileiros façam parte de cooperativas, ainda há pouca compreensão sobre como elas funcionam, quais seus diferenciais e como contribuem para o desenvolvimento econômico e social.  Por isso, a publicação oferece um mergulho profundo nas estratégias de comunicação e marketing voltadas para o universo cooperativista. Os capítulos abordam temas como branding, comunicação, marketing e relacionamento, publicidade e propaganda, storytelling e planejamento, sempre com foco em boas práticas, exemplos reais e ferramentas aplicáveis à realidade das coops.   A obra também conta com artigos especiais assinados por especialistas como Fred Gelli, Isabelli Gonçalves, Martha Terenzzo, Patrícia Marins, Samira Cardoso e Renan Silvestre que reforçam o papel estratégico da área na construção de reputação e confiança. Além disso, traz cases inspiradores da Aurora Coop, Vinícula Aurora, Unimed, Sicoob, Sicredi, Coopfam e Coop, que transformaram sua comunicação e alcançaram resultados expressivos em engajamento, posicionamento de marca e impacto social.     Vetor de competitividade  O livro trata a comunicação como um vetor essencial para o posicionamento, a reputação e o crescimento das cooperativas. Ao conectar os princípios do cooperativismo com técnicas modernas de comunicação, a publicação mostra como é possível construir marcas fortes, engajadas e coerentes com seus valores. “Comunicar o cooperativismo é construir pontes entre uma proposta de mundo mais justa e sustentável e as pessoas que ainda não conhecem esse modelo”, reforça um dos trechos da obra.  O conteúdo também destaca a importância de eixos estratégicos — como propósito, missão, visão e valores — na definição do posicionamento institucional, e orienta sobre como adaptá-los para os diferentes públicos de interesse: cooperados, colaboradores, comunidade, consumidores, entidades reguladoras e demais stakeholders.  Outro diferencial da obra é mostrar como os princípios do cooperativismo representam um diferencial competitivo autêntico. Eles são apresentados como parte central da narrativa institucional que deve ser comunicada com clareza, emoção e verdade. Ainda entre os destaques da publicação, está a defesa da comunicação como ferramenta de geração de pertencimento, construção de identidade e fortalecimento do vínculo entre a cooperativa e seus públicos.  Segundo Samara, o livro é resultado da escuta de experiências reais e do diálogo com profissionais da área e se consolida como um guia essencial para lideranças, gestores e equipes de comunicação das cooperativas brasileiras. “Em um contexto em que atenção, reputação e conexão são ativos valiosos, essa obra oferece caminhos para posicionar o cooperativismo com mais força, visibilidade e protagonismo”, destacou.     Saiba Mais:  Marcas com propósito: legado, estratégia e conexão  Inteligência artificial e o futuro das cooperativas: o poder da inovação  SomosCoop entra em nova fase e convida cooperativas a ativar o carimbo  Glenda Kozlowski comanda painel sobre comunicação com propósito  
Sistema OCB lança livro sobre comunicação e marketing no coop
Notícias negócios
11/06/2025

Comunicar também é cooperar: especialistas citam estratégias de sucesso

Ações que conectam pessoas e negócios foram destaque em plenária da Semana de Competitividade  Finalizando três dias repletos de aprendizados e imersão, a Semana de Competitividade trouxe, na manhã desta quarta-feira (11), uma discussão essencial para o futuro do cooperativismo: o papel estratégico da comunicação. Na plenária Comunicar para cooperar: estratégias que conectam pessoas e negócios, especialistas compartilharam suas visões e sugestões práticas sobre como a comunicação pode ser a ponte entre os valores do cooperativismo e o engajamento de públicos diversos.  A mediação ficou por conta de Samara Araujo, gerente de Marketing e Comunicação do Sistema OCB e uma das responsáveis pela produção do livro Comunicação e Marketing no Cooperativismo, lançado no início da plenária. A obra foi elaborada pelo Sistema OCB com o objetivo de apoiar as cooperativas na construção de estratégias de comunicação mais eficazes. Artigos de especialistas, cases inspiradores e orientações práticas sobre os principais pilares da comunicação cooperativista: branding, comunicação, publicidade e propaganda, planejamento, marketing e relacionamento e storytelling foram reunidos com uma linguagem acessível e inspiradora.   Samara resumiu a importância do tema para o setor: “Como mostrar a beleza do nosso modelo cooperativo, seus princípios e valores — e, mais do que isso, a diferença que ele faz na vida das pessoas — sem uma comunicação clara, estratégica e inspiradora?” O painel reuniu Samira Cardoso, CEO da Layer Up e especialista em publicidade; Patrícia Marins, sócia da Oficina Consultoria e referência em gestão de crises de reputação; e Renan Silvestre, fundador da Deep Metrics e especialista em marketing analítico e dados. Juntos, eles apresentaram perspectivas complementares sobre como as cooperativas podem se comunicar melhor em tempos de hiperconexão, múltiplos canais e públicos exigentes.  Com foco em ações práticas, os especialistas abordaram temas como gestão de reputação, publicidade eficaz, uso de dados em estratégias de marketing e os desafios de comunicar com consistência em um setor marcado pela diversidade. Eles reforçaram ainda que comunicar é também uma forma de cooperar. E que, ao dominar a linguagem da conexão e da estratégia, o cooperativismo pode ocupar com mais força e clareza seu espaço no imaginário social — e no coração das pessoas.  O recado final dos especialistas foi de que é necessário conectar planejamento com dados e propósito. Segundo eles, com esses três itens, a comunicação cooperativa, com certeza chegará mais longe e atingirá seus objetivos.  Para a comunicação institucional, Patrícia Marins reforçou que o ecossistema plural do cooperativismo precisa ter uma voz única e trabalhar seu público-alvo de forma segmentada como determina a sociedade hiper conectada da atualidade. “A capilaridade do cooperativismo é um ativo fundamental. E uma voz uníssona também. Mas é importante salientar que a comunicação precisa ser segmentada. Precisa ser feita pelo canal em que o público está. É o que chamo de nanocomunicação”.   Samira lembrou que hoje o usuário trilha seu próprio caminho e que é necessário resgatar insights que tragam o propósito da comunicação como um valor indispensável. “Não são só transações. É necessário criar conexão genuína com o público e isso só acontece se a comunicação conseguir reverberar o propósito do negócio cooperativista”.   Já Renan afirmou que o marketing é uma das principais funções de qualquer organização. E que o uso de dados de forma adequada e estratégica contribui para comprovar essa premissa. “Faz com que possamos nos sentar à mesa de decisões. Então, utilizem os dados para que eles sejam fontes de informação e planejamento imprescindíveis”.    Saiba Mais:  Semana de Competitividade convoca coops a liderarem com comunicação  Fred Gelli reforça que propósito é vantagem competitiva do coop  Semana da Competitividade: labs promovem oficinas práticas  Marketing com propósito engaja e converte  SomosCoop na Estrada volta a percorrer o Brasil 
Comunicar também é cooperar: especialistas citam estratégias de sucesso
Notícias eventos
11/06/2025

Da Olympikus para o coop: como marcas fortes nascem da coerência

Márcio Callage compartilha lições sobre foco, propósito e conexão com o público em plenária da Semana de Competitividade  "Se um dia minha marca desaparecer, eu quero que as pessoas sintam falta”. Com essa frase, Márcio Callage, diretor de marketing da Vulcabras e responsável pela virada estratégica da Olympikus, abriu a plenária, nesta quarta-feira (11), do último dia da Semana da Competitividade 2025 promovida pelo Sistema OCB, em Brasília. Durante três dias, o evento reuniu cerca de 800 comunicadores de cooperativas e Organizações Estaduais (OCEs), especialistas e influenciadores para discutir inovação, sustentabilidade e comunicação no universo cooperativo. Coube à fala de Callage dar o tom mais humano e provocativo dos debates.  Sob o tema O poder da rua: a estratégia da Olympikus para reconstruir sua marca, Callage compartilhou reflexões sobre branding, comportamento do consumidor e a necessidade urgente de coerência em tempos de saturação digital. “A maior escassez hoje não é de dinheiro ou tecnologia. É de atenção”, alertou logo no início de sua apresentação. Para ele, o excesso de estímulos tem levado o consumidor a operar no piloto automático. “Nesse cenário, não basta ser lembrado. É preciso ser escolhido”, ressaltou.   Segundo ele, a mensagem-chave do cooperativismo também precisa ressoar e se destacar, principalmente em um universo onde tantas iniciativas disputam espaço na mente do público. “Quando o propósito é claro e a identidade é forte, o cooperado, o consumidor e a comunidade reconhecem valor real”, reforçou o executivo.  Durante sua fala Callage também mostrou como a Olympikus, marca 100% nacional, se reposicionou sem perder suas raízes. Ao optar por investir em ações de proximidade com o público real, como eventos de corrida e ativações locais, a marca passou a escutar — e dialogar — com quem de fato utiliza seus produtos. “No cooperativismo, a escuta ativa também é um diferencial competitivo. Quem entende a base, entrega com mais verdade”. E acrescentou:  “a marca forte nasce quando o que ela fala é coerente com o que ela faz — princípio que também move o modelo cooperativista”.   A regra 70-20-10  Uma das contribuições mais práticas da palestra foi a divisão estratégica de orçamento para trabalhar a marca, baseada na lógica 70-20-10:  70% para ações que sustentam o negócio;  20% para construção da marca com consistência;  10% para inovação e testes, sem cobrança de retorno imediato.  De acordo com Callage, a lógica pode ser facilmente aplicada por cooperativas que precisam equilibrar sustentabilidade financeira com inovação e propósito social. “É esse 10% que nos permite ouvir a comunidade, testar ações e criar experiências memoráveis”, destacou.   Outro ponto alto da apresentação foi quando o executivo explicou a importância de manter um foco bem definido nas estratégias de branding.  “Foco exige sacrifício. O PowerPoint aceita tudo, mas a realidade impõe escolhas. Ao recusar patrocínios em eventos fora do universo esportivo, mesmo quando o público-alvo estava presente, a Olympikus reforçou seu compromisso com o esporte — e ganhou relevância por sua coerência de posicionamento”, descreveu.   Callage complementou ressaltando que o paralelo com as cooperativas é evidente. “Não é preciso estar em todos os lugares, mas nos lugares certos. O impacto não está em falar mais alto — mas em falar com verdade”.   A mensagem final do executivo foi um convite à reflexão. “A marca forte não é a que grita. É a que conversa. Para as cooperativas, que muitas vezes enfrentam o desafio da visibilidade diante de grandes empresas está em usar a força da comunidade, a escuta ativa e o propósito como estratégia de diferenciação,” concluiu.     Saiba Mais:  Marketing com propósito engaja e converte   SomosCoop na Estrada volta a percorrer o Brasil   Marcas com propósito: legado, estratégia e conexão  
Da Olympikus para o coop: como marcas fortes nascem da coerência
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