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Notícias ESG

Coopavel destaca técnicas sustentáveis

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Temas de interesse do agricultor brasileiro, como as práticas sustentáveis que podem ser utilizadas na lavoura, serão abordados na 23ª edição do Show Rural Coopavel, entre os dias 7 e 11 de fevereiro, em Cascavel/PR. Técnicos do Ministério da Agricultura vão apresentar as vantagens da produção integrada, Indicação Geográfica e da Integração Lavoura-Pecuária-Floresta.

“As novas regras para os produtores de orgânicos, que começaram a vigorar em janeiro deste ano, também serão explicadas aos visitantes. Trata-se de um selo do governo que está presente nas gôndolas dos supermercados”, informa o diretor do Departamento de Sistemas de Produção e Sustentabilidade do Ministério da Agricultura, José Maranhão.

Durante a feira, técnicos do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) vão divulgar a situação do tempo em todas as regiões do país. Já a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) estará presente com a vitrine de tecnologias. Serão 19 unidades da empresa, entre centros de pesquisa e de serviços, que vão expor cerca de 100 tecnologias.

Tecnologias
Na quinta-feira, 10 de fevereiro, a Embrapa fará o lançamento de cinco tecnologias. Entre elas, a soja BRS 316 RR, uma cultivar transgênica que confere às plantas tolerância a herbicidas à base de glifosato, sendo indicada para semeadura nos estados do Paraná, São Paulo, Santa Catarina e na região sul de Mato Grosso do Sul. Já a soja BRS 317 (não-transgênica), tem ciclo semiprecoce, com maturação média de 125 dias.

O feijão BRS Estilo (grão tipo carioca), possui alto potencial produtivo, com boa resistência ao acamamento (tombamento) e tem qualidade comercial. O feijão BRS Esplendor (grão tipo preto) apresenta potencial de rendimento e é direcionado para a colheita mecanizada -- ciclo normal que varia de 85 a 90 dias.

A última tecnologia é o inoculante AzoTotal, que consiste em nova alternativa em biofertilizante promotor de crescimento de plantas. Além disso, contribui para a tolerância à seca, maior absorção de água e nutrientes, bem como permite maior produção de grãos.

Saiba mais
O Show Rural Coopavel difunde tecnologias voltadas ao aumento da produtividade de pequenas, médias e grandes propriedades rurais. A feira facilita o acesso dos agricultores a equipamentos e técnicas que auxiliam a produzir mais e melhor. O evento recebe, em média, 180 mil visitantes por ano, em uma área de 72 ha.

Integração Lavoura-Pecuária-Floresta
Combina atividades agrícolas, florestais e pecuárias, ao promover a recuperação de pastagens em degradação. De acordo com o Ministério da Agricultura, a área utilizada nessa prática poderá ser aumentada em 4 milhões de hectares nos próximos dez anos. A previsão é que o volume de toneladas de dióxido de carbono (CO2) diminua entre 18 milhões e 22 milhões no período.

Produção Integrada
Esse sistema alinha requisitos de sustentabilidade ambiental, segurança alimentar, viabilidade econômica e rastreabilidade de todas as etapas produtivas. O sistema prevê a inserção de tecnologias sustentáveis na agropecuária que propiciam a certificação dos produtos.

Indicação Geográfica
Esse tipo de registro é conferido aos produtos ou serviços característicos do seu local de origem, que se distinguem dos similares disponíveis no mercado. Apresentam qualidade única, em função das condições geográficas naturais como solo, vegetação, clima e modo de produção.
(Fonte: Mapa)

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Mercado interno de orgânicos cresce 40%

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As vendas de produtos orgânicos no Brasil alcançaram R$ 350 milhões em 2010. O valor é 40% superior ao registrado em 2009, conforme os números divulgados pelo Projeto Organics Brasil, organização não-governamental (ONG) que reúne empresas exportadoras de produtos e insumos orgânicos. “Esse crescimento representa a difusão do setor.

Cada vez mais pessoas buscam informações sobre produtos orgânicos e, consequentemente, consomem mais esse tipo de alimento”, destaca o coordenador do Agroecologia do Ministério da Agricultura, Rogério Dias. “As novas regras para a cadeia produtiva de orgânicos, que passaram a ser obrigatórias a partir de 1º de janeiro deste ano, fomentam ainda mais o crescimento do setor”, diz.

O mercado externo de orgânicos também cresceu em 2010. As 72 empresas associadas ao Organics Brasil, que representam mais de 60% do setor, exportaram cerca de U$ 108 milhões no ano passado, segundo levantamento do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Esse valor é 30% superior às receitas geradas em 2009. Os produtos mais exportados são os do complexo soja (grão, farelo e óleo), açúcar, café, cacau e frutas (abacaxi, mamão e manga). Os principais países consumidores são Holanda, Suécia, Estados Unidos, França, Reino Unido, Bélgica e Canadá.

Rogério Dias destaca também que o número de feiras de produtos orgânicos tem crescido bastante no país, o que também favorece e incentiva a comercialização. Segundo o coordenador, hoje, os produtos orgânicos mais procurados pelos brasileiros são as hortaliças, legumes, frutas e produtos processados como sucos, arroz, açúcar e café. “O consumidor busca esses produtos nas feiras agroecológicas, onde há uma relação de confiança com o agricultor, que garante a origem dos alimentos oferecidos”, ressalta Dias.

Regulamentação do setor
De acordo com o Ministério da Agricultura, cerca de 5,5 mil produtores já estão de acordo com as novas regras de produção orgânica. Desde o dia primeiro de janeiro, o produto comercializado na rede varejista como orgânico deve conter o selo do Sistema Brasileiro de Conformidade Orgânica.

Durante alguns meses, os consumidores ainda poderão encontrar produtos sem o selo em função da comercialização de parte dos estoques produzidos em 2010. Os agricultores que vendem em feiras livres não recebem o selo, mas também devem estar cadastrados no Ministério da Agricultura.

Quem ainda não se cadastrou no sistema deve se adequar às novas regras e vincular-se a alguma entidade certificadora. Produtores que fazem venda direta devem se cadastrar no hosite do Ministério da Agricultura. Os interessados também podem procurar as superintendências federais do Ministério da Agricultura para as orientações sobre o processo de regularização.

A legislação brasileira estabelece três instrumentos para garantir a qualidade dos alimentos: a certificação, os sistemas participativos de garantia e o controle social para a venda direta sem certificação. Os agricultores que buscarem a certificação e estiverem de acordo com as normas poderão usar o selo oficial nos seus produtos.

O selo é fornecido por certificadoras cadastradas no Ministério da Agricultura que são responsáveis pela fiscalização dos produtos.

Produtos orgânicos
Verduras, legumes, frutas, castanhas, carnes, pães, café, laticínios, sucos e outros produtos, tanto in natura, quanto processados, são considerados  orgânicos quando cultivados sem agrotóxicos, adubos químicos e outras substâncias sintéticas. A prioridade é empregar matéria orgânica e adotar boas práticas que harmonizem os processos biológicos.

Os produtos orgânicos também são provenientes de sistemas agrícolas baseados em processos naturais, que não agridem a natureza e mantêm a vida biológica do solo ativa. As técnicas para obter o produto orgânico incluem manejo especial do solo e diversidade (rotação) de culturas, que garantem a qualidade dos alimentos.

Também são características fundamentais na produção orgânica a responsabilidade social e ambiental, como o uso adequado do solo, água, ar e dos recursos naturais.

O coordenador de Agroecologia Rogério Dias acredita que o grande desafio para ampliar o sistema orgânico de produção é aumentar o número de profissionais formados nas escolas técnicas e universidades. O ministério pretende reforçar a assistência aos produtores interessados em converter o sistema convencional em orgânico.

Desenvolvimento tecnológico específico, mecanismos que ampliem o acesso da população aos produtos orgânicos e à utilização dos instrumentos de controle para garantia da qualidade são também considerados importantes pelo coordenador.
(Fonte: Mapa)
 
 
 

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Cooperja também realiza Campo Demonstrativo este mês

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No próximo dia 17 de fevereiro acontece a 7 ª edição do Campo Demonstrativo Cooperja (CDC). Esta promete ser uma das mais completas edições já realizadas. Mais de 50 empresas são parceiras do evento. São esperadas mais de 1.500 pessoas, interessadas na busca de novos conhecimentos na área da agricultura.

Segundo o eng. Agrônomo e coordenador do evento, Jordanis Hoffmann, a expectativa é muito positiva. “Os preparativos estão na reta final. Esperamos que os agricultores compareçam em peso. Afinal, todo o trabalho de um ano é dedicado a eles”, afirma Hoffmann.

Nesta edição, além das exposições e inovações para as culturas de arroz, banana, pastagem e milho, o CDC apresenta algumas novidades: a cultura do feijão e o reflorestamento farão parte das demonstrações; as plantas medicinais terão uma área própria para sua exposição e haverá uma área destinada ao lazer das crianças. Mas a grande novidade é a inclusão das tradicionais técnicas de plantio de arroz em solo seco.

A Cooperativa destina uma área com 6 hectares, exclusivamente para o CDC, na localidade de Picadão, em Jacinto Machado (SC). O evento é destinado não apenas para os associados da Cooperja, mas para todos os produtores rurais da região.
(Fonte: Cooperja)

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O que o alimento representa para o mundo de hoje

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*Alysson Paulinelli
Economia
Tenho sempre falado que quem conviveu no Brasil nas décadas de 60 e 70 com os problemas de alimentação tem muito mais experiências nesse campo que os que vivem nos dias de hoje. Até quase o final do século passado, os países tropicais, como o Brasil, pagaram muito caro o seu despreparo de conhecimentos de tecnologias que permitissem o uso dos seus recursos naturais e deles conseguir retirar, competitivamente, os produtos e alimentos para a sua própria manutenção.

Ou eram receptores de "sobras" internacionais ou pagavam um preço muito caro por aquilo que não sabiam fazer (produzir bem e barato). Creio que o Brasil experimentou essas duas condições.

Atribuo isso à evolução que houve no ensino das ciências agrárias no Brasil, no início dos anos 60, colocando próximo ao modelo dos land grant colleges dos americanos, que permitiu que os nossos profissionais passassem a ser muito mais realistas e preparados para enfrentar o novo desafio que surgira.

A crise da ineficiência industrial, com a urbanização repentina do País, o desabastecimento, provocado pela incapacidade de produzir o alimento para o próprio consumo nos centros urbanos, e a primeira grande crise do petróleo, que elevava o preço de um barril de US$ 3 para US$ 11, num país que dependia de 80% de petróleo importado em seu consumo, levaram-nos toda a liquidez da nossa conta café para o buraco e à expectativa de que passaríamos a viver num país derrotado e falido.

Foi aí que valeu o melhor preparo e a evolução das ciências agrárias do País. Permitiram aos governos que acreditassem e investissem em projetos de busca de novos conhecimentos, em criação de novas estruturas de pesquisas, mais ágeis, com autonomia técnica, científica, administrativa e financeira, dando condições de trabalho e produção aos seus pesquisadores.

Não somente o governo federal criou a Embrapa, mas também 17 Estados ou criaram ou fizeram evoluir as suas já tradicionais instituições de pesquisas, num esforço sem precedente, cujos resultados não demoraram a aparecer. Pode-se dizer que, em menos de 30 anos aqui, se desenvolveu a primeira e mais competitiva agricultura tropical do globo.

O País, mesmo com as dificuldades financeiras pelo acúmulo das três crises, teve a lucidez de acreditar que os investimentos em ciência e tecnologia valeriam a pena. Antes de desperdício poderia ser essa a solução de tantos e inreplaceáveis problemas de um Brasil que necessitava se afirmar, e não se curvar diante das ameaças. De país consumidor de alimentos mais caros do mundo, na década 70, que chegava a consumir quase a metade da renda média familiar só em alimentação, chegamos aos anos 2 mil com um dos mais baratos alimentos do mundo, conforme prova o Ipea em sua última pesquisa sobre custos com alimentação, onde esse gasto não passa de 13,6% da renda familiar. De país receptor ou importador de alimentos à custa da conta café, produto tropical que dominávamos, passamos a ser exportador de comida, fibras, outras matérias-primas agrícolas, óleos e até da energia renovável que o mundo tanto necessita. Criamos em 30 anos uma nova e competitiva agricultura tropical, hoje indiscutivelmente uma solução para garantir que o mundo, mesmo com sua demanda duplicada a cada 30 anos, não fique só na dependência de suas regiões temperadas, que praticamente já esgotam os seus recursos de terra.

Agora tanto se fala, novamente, em crise mundial de alimentos, matérias-primas agrícolas e energia renovável, na subida dos preços das commodities agrícolas e o que isso irá representar econômica, social e ambientalmente para todo o mundo. As vistas de todo o mundo se voltam para o potencial produtivo de suas regiões tropicais e, logicamente, para as tecnologias e capacidade produtiva desenvolvidas no Brasil nesses últimos anos do século 20. E o que é mais engraçado é que nem os governos nem o povo brasileiro se apercebem disso. O agricultor, aqui, para o nosso cidadão urbano desinformado (ou, intencionalmente, mal informado), continua como o vilão de toda a história, como um eterno latifundiário, explorador de mão de obra, caloteiro e aproveitador ou destruidor dos nossos recursos naturais. Numa verdadeira fúria legiferante, procura impor e imputar no produtor nacional todas as culpas, crimes e responsabilidades por todos os males e tormentas climáticas que nos assolam. Arbitram-lhes multas impagáveis ou penas insuportáveis, numa ansiedade de justificar sua insanidade estranhamente criada pelos benefícios que receberam em redução de preços de seus alimentos, pela qualidade melhor dos produtos que consomem e pela tranquilidade de que aqui ainda temos as melhores condições de garantias da existência de alimentos, matérias-primas agrícolas, energia renovável, sem a dependência ou os favores de terceiros, como tínhamos há 30 anos. Esse tem sido o preço que o produtor rural brasileiro está pagando por gerar quase US$ 60 bilhões anuais líquidos para nossa balança comercial, afastar o Brasil definitivamente da"

Copersucar faz joint venture na área de frete

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A Copersucar, maior comercializadora de açúcar e etanol do país, que nesta safra 2011/12 deve faturar R$ 14 bilhões, anunciou ontem a criação de uma empresa de afretamento marítimo em parceria com o grupo Jamal Al-Ghurair (JAG) - que, entre outros negócios, é dono da Al Khaleej Sugar (AKS), a maior refinaria de açúcar do mundo, localizada em Dubai.

A nova empresa, batizada de Copa Shipping Company Limited, num primeiro momento fretará navios para as cargas da Copersucar e da AKS, mas numa segunda etapa também atenderá terceiros. Copersucar e a JAG detêm cada uma 50% da companhia.

Sem grandes investimentos, por se tratar de uma prestadora de serviços, a Copa Shipping começa a operar neste primeiro trimestre, com sede em Dubai e escritório em São Paulo. O volume movimentado na safra 2011/12 será de cerca de 5 milhões de toneladas de açúcar, e contemplará os volumes enviados de açúcar bruto pela Copersucar à Dubai e os de produto refinado exportados pela AKS.

Há potencial, segundo Paulo Roberto de Souza, presidente da Copersucar, para que esses volumes subam para entre 7 milhões e 8 milhões de toneladas no médio prazo. Além de açúcar, a nova empresa também afretará navios para etanol. Neste ano, os 600 milhões de litros a serem exportados pela Copersucar já vão estrear o novo serviço.

A parceria faz parte da estratégia da Copersucar de avançar em toda a cadeia logística para açúcar e etanol. Souza explica que assumir o controle sobre o afretamento de navios se fez necessário para melhorar a administração do fluxo logístico da empresa "Se o embarque na ponta atrasa, toda a cadeia para trás é prejudicada. A ferrovia, por exemplo, que é um modal em expansão na Copersucar, não pode parar por conta desse tipo de problema".

Chegar a esse nível de verticalização logística só foi possível, segundo ele, porque atualmente 80% do volume de açúcar exportado pela empresa - neste ano serão 6 milhões de toneladas - são de contratos de longo prazo.

Com estabilidade de volumes e destinos, a empresa precisará agora converter os contratos com clientes, de forma que 70% deles tenham a entrega do produto no destino final sob a responsabilidade da Copersucar (CIF - Cost, Insurance and Freight), percentual que atualmente é de 30%.

Para isso, detalha Souza, parte da economia com frete obtida com a Copa Shipping será repassada aos clientes como contrapartida para essa mudança do regime de entrega da mercadoria - de CIF para FOB (Free on Board).

Com capacidade para refinar 2 milhões de toneladas de açúcar por ano, a AKS é a maior cliente individual da Copersucar que, por questões contratuais, não revela o volume vendido à agora sócia. "Atendemos a maior parte dessa demanda", resume Souza.
(Fonte: Valor Econômico)

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Rotary Club de Teutônia é pioneiro ao neutralizar emissão de gases poluentes

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O Rotary Club de Teutônia é o primeiro do País a neutralizar sua emissão de gases de efeito estufa, principais causadores do aquecimento global. Através do projeto Energia Verde em Harmonia Ambiental, desenvolvido pela Certel Energia, a entidade plantará 32 árvores para neutralizar 6,16 toneladas de carbono equivalente.

A parceria foi oficializada na manhã de terça-feira, dia 18, no auditório da Certel Energia, em Teutônia, onde o presidente, Ivandro Carlos Rosa, acompanhado por colegas rotarianos, recebeu o Selo Carbono Neutro e o certificado do projeto, entregues pela direção da cooperativa.

“É uma satisfação contribuir com o plantio de algumas espécies que serão muito importantes para os nossos filhos e netos. Devemos ter atitudes que influenciem positivamente o futuro das novas gerações”, assinala Ivandro.

Em 2010, o Rotary de Teutônia também participou do projeto Revive Boa Vista, por meio de mutirão de limpeza e arborização nas margens do arroio que passa pelo município.

Na mesma ocasião, houve a renovação de contrato com a Sicredi Ouro Branco e a Reinigend Química do Brasil, ambas de Teutônia, e com a Malharia Silva, de Barão, que novamente neutralizarão suas emissões.

Reinigend Química do Brasil
É a terceira vez que a Reinigend Química do Brasil, que industrializa produtos de limpeza, recebe o Selo Carbono Neutro. Agora, 388 árvores serão plantadas para neutralizar 77,35 toneladas de carbono.

Segundo o diretor, Renato Lauri Scheffler, a recuperação ambiental se alia ao ganho de imagem da marca. “Os clientes perguntam qual o significado do Selo Carbono Neutro nas notas fiscais, e se impressionam pela preocupação que temos em preservar a natureza.

O projeto é importante também por motivar os funcionários que, de diversas maneiras, procuram evitar a poluição”, afirma, acrescentando que as catástrofes ambientais registradas no Brasil e em todo o mundo são um sinal de que a natureza pede socorro.

Sicredi Ouro Branco
“Neste primeiro ano de caminhada que se passou, percebemos especialmente a conscientização das equipes que trabalham na Sicredi, que efetivamente se engajaram no projeto”. A afirmação é do superintendente regional da Sicredi Ouro Branco, Neori Ernani Abbel que, juntamente com o presidente, Silvo Landmeier, recebeu o selo pela segunda vez.

Conforme o superintendente, o projeto desperta para a realidade de que é preciso preservar. “Dentro de nossas operações diárias, a Sicredi tem feito isso, desde o reaproveitamento de papel, utilização de luz solar e economia de energia elétrica. É necessário respeitar muito mais o lugar em que vivemos. Projetos como o Energia Verde mostram que é possível viver em harmonia com o meio ambiente”, ressalta Abbel.

Nesta segunda participação, a Sicredi plantará 586 árvores para neutralizar 116,93 toneladas de gases.

Malharia Silva
Já a Malharia Silva, de Barão, que também recebeu o selo pela terceira vez, plantará 80 árvores para neutralizar 15,77 toneladas de carbono equivalente. “Estamos procurando fazer a nossa parte. Paralelamente, captamos água da chuva, usamos retalhos de madeira na caldeira, reciclamos retalhos de malha e plástico e realizamos o tratamento biológico de esgoto doméstico por zona de raízes”, sublinha o gerente de produção, Luiz Carlos de Souza.

Distribuídos pelo Brasil, os clientes também já se manifestaram surpresos pela responsabilidade ambiental da malharia. “Como já usávamos o selo nas etiquetas da marca Use Tricot e Mix Tricot, e agora também incluímos na Kardiê, grande parte da nossa clientela vê que estamos comprometidos com a preservação do meio ambiente. Na próxima convenção, queremos realizar um trabalho junto aos nossos representantes para que, cada vez mais, levem o bom exemplo desta iniciativa e ajudem a divulgar, por todo o País, tudo que estiver relacionado à recuperação da natureza”, assegura o gerente.

Próximas gerações
O engenheiro agrônomo Ricardo Jasper, responsável pelo departamento de meio ambiente da Certel Energia, diz que o projeto já conta com 39 entidades, entre privadas e públicas, e, com estas novas adesões, o plantio de aproximadamente 66 mil árvores já neutralizou mais de 13 toneladas de carbono equivalente. O vice-presidente, Erineo José Hennemann, destacou que o projeto simboliza uma semente que está germinando e que dará bons frutos para as próximas gerações.
(Fonte: Certel)

 

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Candeias do Jamari recebe primeiro PAC da COOPERASA

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Iniciando um projeto novo de expansão das áreas de assistência aos associados e cooperados, e para ampliar a prestação de serviços técnicos e mão de obra qualificada, a Cooperativa de Trabalho e Empreendedores do Estado de Rondônia (COOPERASA), com sede em Porto Velho (RO) começa a operar na cidade de Candeias do Jamari, ainda este mês.

A sede da primeira unidade do projeto POSTO DE ATENDIMENTO AO COOPERADO (PAC) está quase pronta, localizada numa das principais ruas comerciais da cidade, na verdade, o centro empresarial de Candeias, na Avenida Ayrton Senna, 167, ao lado da COOPRAZON e da Associação Rural.

Parceria
Segundo informações do presidente da COOPERASA, Almir Kerdy, “é muito oportuna a iniciativa, já que naquela região (de Candeias) contamos com expressivo número de cooperados e associados, além da parceria que fizemos com a Cooperativa dos Produtores Rurais da Amazônia (COOPRAZON), que vai facilitar as nossas atividades. É uma espécie de mutirão, a intercooperação com aquela entidade nossa congênere.”

Serviços
O PAC da COOPERASA, em Candeias do Jamari, vai oferecer atendimento, inclusive, à população, comerciantes, órgãos públicos, estudantes e empreendedores locais.

Entre as ofertas do PAC de Candeias serão disponibilizados, na loja, papelaria, serviços de encadernações, xerox, fax e informática; na área técnica (e oficina), estarão à disposição dos associados, cooperados e à população, um variado estoque de suprimentos para impressoras, copiadoras e eletroeletrônicos.

Importante é anunciar, segundo Almir Kerdy, que o PAC de Candeias terá técnicos especializados à disposição da clientela, na área de assistência técnica e orientação sobre uso e manuseio de equipamentos de escritório.

Mão de Obra
O PAC de Candeias vai oferecer cursos profissionalizantes de Corte e Costura, Confeitaria, Elaboração de Derivados de Leite, Panificação, Manutenção e Mecânica de Motos e Bicicletas, entre outros.

A COOPERASA
- “Cooperativa de Trabalho e Empreendedores do Estado de Rondônia (COOPERASA) é fruto da  necessidade dos microempresários se organizarem, devido aos novos desafios de enfrentar o mercado cada vez mais organizado e competitivo, em face das dificuldades de se manter na ativa, com as altas taxas e impostos, e por outro lado, a apatia do Poder Público quando se trata de microempresas”, disse o presidente Almir Kerdy, ao falar sobre a cooperativa.

Fundada em 4 de outubro de 2004, a COOPERASA é a única cooperativa do setor, em plena atividade na região Norte, e, a primeira no estado de Rondônia.

Motivação
O que mais pesou para sua constituição, segundo Kerdy, foram os fatores sociais e econômicos: Social, pelo fato de ser uma sociedade igualitária organizada de forma que todos os seus cooperados (associados) tenham participação em todo o âmbito de sua gerência quanto às tomadas de decisão; Financeira, porque o capital social da Cooperativa é dividido de igual forma, i.e. mesmo valor de cotas, para todos os seus componentes.
(Fonte: Cooperasa)

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Leilão CoE tem preço de abertura de R$ 775 por saca

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O concorrido leilão internacional do Cup of Excellence será realizado, via internet, na próxima terça-feira (18), a partir das 11h (horário de
Brasília). Com preço mínimo de abertura fixado em US$ 3,50 por libra peso, ou cerca de R$ 775,00 por saca de 60 kg, o pregão será disputado por compradores de Brasil, Américas do Norte e Central, Europa e Ásia.

No leilão, serão ofertados os 31 lotes vencedores do 11º Concurso de Qualidade Cafés do Brasil – Cup of Excellence 2010, realizado pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA, na sigla em inglês) em parceria com Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Agricoffee Consultoria em Café e Alliance for Coffee Excellence (ACE).

O campeão do certame foi o lote do produtor Cláudio Carneiro Pinto, da Grota São Pedro, localizada no município de Carmo de Minas, no sul de Minas Gerais, com nota 93,91 do Júri Internacional.

Em 2º lugar, com 90,68 pontos, ficou o lote de Carlos Sérgio Sanglard, da Fazenda Serra do Boné, situada na cidade de Araponga, também em Minas. Uma particularidade comum a ambos é o fato de produzirem cafés orgânicos.

A relação completa dos 31 lotes finalistas, com características sobre o café, a propriedade e o sistema de processamento, além da preocupação do cafeicultor com qualidade e sustentabilidades ambiental e social, pode ser acessada no site da BSCA, através do link http://bit.ly/fQse6I.

Neste mesmo endereço estão disponíveis informações sobre todas as etapas do concurso, incluindo as seleções feitas pelos júris nacional e internacional. Expectativa — Segundo o novo presidente da BSCA, Luiz Paulo Pereira Dias Filho, há grande expectativa de bons preços no pregão da próxima terça-feira, uma vez que o mercado cafeeiro apresenta, atualmente, excelentes cotações.

“Além disso, o fato de o campeão e o vice serem cafés orgânicos deve possibilitar quebra de recordes no leilão do Cup of Excellence deste ano, pois são cafés muito bem aceitos em todo o mundo", avalia.

Qualidade preservada — Os cafés que serão comercializados no leilão do Cup of Excellence, no dia 18, não são armazenados nas tradicionais sacas de 60 kg. Por serem grãos de altíssima qualidade, são embalados em plástico resistente e a vácuo, em pacotes de 7,5 kg.

Em cada caixa são colocados quatro pacotes, totalizando 30 kg, o que implica que duas caixas correspondem a uma saca de café. A BSCA explica que, embalados dessa maneira, os cafés verdes preservam todas as suas
características e qualidades até a safra seguinte, também possibilitando que os compradores, como as cafeterias, abram os pacotes de acordo com sua demanda.

O 11º Concurso de Qualidade Cafés do Brasil teve como juiz principal Eduardo Ambrocio, da Associação Nacional do Café da Guatemala (Anacafé) – considerada uma das instituições de excelência em organização de eventos sobre cafés especiais.

A coordenação técnica ficou com o classificador e presidente da Agricoffee, Sílvio Leite. A auditoria de todas as etapas foi feita pela conceituada BCS ÖKo-Garantie-Brasil.

O leilão pode ser seguido através do link: http://cupofexcellence.org/coeauctions.aspx?tabid=36

Mais informações: http://www.bsca.com.brhttp://www.cupofexcellence.org
(Fonte: CNC)

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Resíduos agrícolas ampliam oferta de energia

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Aumentar a oferta de energia no país com o aproveitamento de biomassa (matéria orgânica de animais e vegetais) é uma das ações previstas no Decreto nº 7.404, que regulamenta a Política Nacional de Resíduos Sólidos.
“O decreto reafirma a importância da utilização energética dos resíduos gerados pelas cadeias produtivas de origem animal e vegetal, além de fomentar o uso dessas fontes renováveis”, destaca o coordenador-geral de Agroenergia do Ministério da Agricultura, Denilson Ferreira.

Para o coordenador, exemplo concreto é o uso do sebo (gordura) bovino na produção de biodiesel, que correspondeu a cerca de 15% do biocombustível fabricado no Brasil em 2010.
 
“Além de ser baseada nos critérios de sustentabilidade, a energia gerada por meio da biomassa pode garantir renda para os agricultores, já que o nosso país tem potencial para produção de energia a partir de resíduos gerados pelas atividades agrícola, pecuária e silvícola” ressalta Ferreira.

Ele explica que um dos diferenciais do aproveitamento da matéria orgânica é o fato de se tratar de um tipo de energia renovável e que pode contribuir na redução da emissão de gases que provocam o efeito estufa.

Nesse contexto, iniciativas de produtores brasileiros ganham cada vez mais espaço no mercado nacional. O bagaço da cana-de-açúcar responde por 13% da energia gerada no país, com o uso de 28,8 milhões de toneladas do produto.

No caso de suínos e aves, uma quantidade significativa de projetos está em andamento com objetivo de proporcionar a geração de biogás a partir de dejetos (fezes) de animais, especialmente na região Sul.

E ainda há potencial para briquetes e pellets (carvão natural) a serem produzidos com resíduos de origem silvícola e agrícola, como a casca de arroz e outros.

Sebo bovino
Conhecido como gordura animal, esse material até pouco tempo atrás era queimado ou enterrado. O que consolidou a gordura do boi como uma das principais matérias-primas desse tipo de biocombustível foi sua viabilidade econômica. O sebo é mais barato do que o óleo de soja.

Pesquisas da Universidade Federal do Rio de Janeiro indicam que são retirados 20 quilos de sebo de cada boi abatido. O Brasil é um dos maiores exportadores de carne e detém o maior rebanho de gado de corte do mundo, com cerca de 200 milhões de cabeças.
 
Bagaço
Em 2009, 13% da energia consumida no Brasil foi gerada a partir do bagaço da cana-de-açúcar, subproduto da indústria socroalcooleira. Além de ser baseada nos critérios de sustentabilidade, a energia gerada por meio da biomassa de cana-de-açúcar aumenta a competitividade do segmento, que pode suprir a necessidade energética das usinas e vender o excedente para empresas de distribuição de energia. 
(Fonte: Mapa)

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Cooperativas mineiras estão otimistas para 2011

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Na contramão das previsões para a economia do país, que deve crescer de forma mais lenta, as cooperativas de crédito não devem reduzir o ritmo de expansão em Minas, podendo apresentar evolução ainda maior

O setor registrou incremento de aproximadamente 20% em relação a 2009 e a previsão é de aumento de 30% neste ano em relação a 2010. O segmento conquistou uma significativa fatia de mercado na crise mundial, absorvendo a demanda por crédito pessoal e microcrédito deixada pelos bancos, que priorizaram o socorro às grandes empresas durante o período. Após a recuperação da economia, as cooperativas conseguiram manter crescente a carteira de associados através da diversificação e flexibilização dos serviços.

"Apostamos em um novo nicho de clientes e a tendência é de que as opções de empréstimo e financiamento direcionados às microempresas sejam ainda mais elásticas e flexíveis nos anos a seguir", afirmou o presidente da Cooperativa de Crédito do Circuito das Malhas (Credmalhas), Tosyuki Akagui.

A cooperativa, sediada em Monte Sião, no sul do estado, atendia apenas empresas do ramo de confecções e vestuário. No entanto, uma pesquisa feita na cidade revelou que 90% dos empresários possuíam uma demanda por até R$ 30 mil em crédito, o que fez com que a entidade passasse a oferecer os serviços a empresas de outros segmentos, como bares, restaurantes e agronegócio.

Em 2010, a Credimalhas registrou incremento superior a 70% no volume de crédito disponibilizado, e deve fechar o ano com uma carteira ativa de R$ 14 milhões. O número de cooperados mais que dobrou no mesmo intervalo, chegando a cerca de 2 mil.

Apostando na crescente demanda por crédito pessoal, a Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Médicos e Demais Profissionais da Área da Saúde de Belo Horizonte e Cidades-Polo de Minas Gerais (Credicom), que é atualmente a maior cooperativa de crédito dos profissionais de saúde do Brasil, também desenvolveu um novo tipo de cartão de crédito. A opção é exclusiva para estudantes da área de saúde.

"Com o cartão de crédito universitário, adiantamos em seis anos a entrada dos cooperados, que antes só poderiam se associar à entidade após terem concluído a faculdade. Por conhecer as necessidades dos profissionais, disponibilizamos condições mais adequadas e flexíveis em todos os serviços. O cheque especial, por exemplo, é o único no país que oferece 14 dias sem juros", disse o presidente da Credicom, Samuel Flam.

A cooperativa, que possui sede e outras 19 unidades na Capital e mais 10 postos de atendimento espalhados pelo Estado, apresentou crescimento de 20% no volume de empréstimos e financiamentos em 2010 na comparação com o ano anterior. Na mesma base de comparação, a carteira ativa, que fechará este exercício com R$ 600 milhões, subiu 25%, o mesmo crescimento apresentado na carteira de empréstimos, que chegou a R$ 200 milhões. Para 2011, Flam acredita que a expansão total deve superar os 25%.

Já a Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Engenheiros de Belo Horizonte e Região Metropolitana (Engecred) deve apresentar aumento superior a 30% em 2011. De acordo com o gerente-geral, João Bosco Faria da Fonseca, o robusto incremento é esperado em função do forte aquecimento da indústria da construção civil.

"Apesar de trabalharmos com diversos ramos da engenharia, é a construção civil que impulsiona o movimento da cooperativa. As obras necessárias para a Copa do Mundo de 2014 e para as Olimpíadas de 2016 contribuirão para manter o setor aquecido, o que favorecerá os negócios da entidade", afirmou Fonseca. Em 2010, a Engecred registrou expansão de 25% em relação ao ano passado, com lucro líquido de R$ 1,4 milhão.
(Fonte: Ocemg-Sescoop/MG)

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Cooperativas do Paraná vão investir R$ 1,3 bilhão no ano

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Em 2011, as cooperativas paranaenses vão investir R$ 1,3 bilhão, 28,6% mais que em 2010 e também um montante recorde. Cerca de R$ 900 milhões serão destinados a projetos agroindustriais, o equivalente a 70% do total, e R$ 400 milhões serão usados para melhorar a estrutura de recebimento e armazenagem de grãos, na aquisição de veículos e equipamentos e em inovações tecnológicas.

Feitas as projeções para o exercício, as cooperativas agora dependem do clima para concretizá-las, de acordo com o presidente da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), João Paulo Koslovski. Além de financiamentos para a construção das unidades industriais. Conforme o dirigente, a safra vai bem, não houve problemas com o La Niña no Estado e está chovendo regularmente. "O milho está garantido, mas a soja ainda depende de chuvas", comenta.

Entre os investimentos em andamento está a construção de um abatedouro e de uma fábrica de ração pela Cocari, cooperativa de Mandaguari, no noroeste do Paraná, orçados em R$ 115 milhões. A Coopavel, de Cascavel, no oeste do estado, está construindo um moinho de trigo. A Cotriguaçu, que reune quatro cooperativas (C.Vale, Lar, Coopavel e Copacol), vai modernizar a estrutura que possui no porto de Paranaguá. E a Integrada, a Coamo(maior cooperativa do país) e a Agrária devem tocar projetos na área de milho. Além disso, a Frimesa está ampliando a estrutura de abate de suínos.

Koslovski lembra que as cooperativas paranaenses têm como meta para 2015 obter 50% das receitas com produtos industrializados - hoje a fatia é de 40%, e dez anos atrás, era de 29%. Dados da Ocepar mostram que o alvo está sendo levado a sério. De 2001 a 2010, quase R$ 8 bilhões foram investidos pelas associadas nas áreas de tecnologia, infraestrutura e indústrias. Uma das motivações, além da agregação de valor aos produtos, é reduzir os efeitos das oscilações de preços de commodities agrícolas no mercado internacional.

Com a industrialização, os produtos das cooperativas estão ganhando mais espaço nas gôndolas de supermercados brasileiros e de fora do país. Em 2009, as exportações somaram US$ 1,47 bilhão e, em 2010, US$ 1,65 bilhão. Outra meta é alcançar a R$ 30 bilhões de faturamento em 2011, sendo R$ 28 bilhões com cooperativas agropecuárias. Para isso, o crescimento previsto para o ano é de 7%, já que as receitas somaram R$ 28 bilhões em 2010 - R$ 25 bilhões no segmento agropecuário - e foram 12% maiores que no exercício anterior. Outro dado do levantamento da Ocepar chama a atenção: as cooperativas do Estado geram 65 mil empregos diretos e contam com 632 mil cooperados.

Para Koslovski, as condições de mercado estão favoráveis para as cooperativas e medidas anunciadas na segunda-feira pelo novo secretário da Agricultura do Paraná, Norberto Ortigara, foram bem recebidas, como a criação de uma Agência de Defesa Agropecuária. Ortigara acredita que é possível obter a certificação de Estado livre de aftosa sem vacinação em 2012 ou 2013 e colocou a questão como uma das prioridades da pasta, o que deve abrir mais mercados para as carnes produzidas no Estado.
(Fonte: Valor Econômico)

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Cooperadas da Coopergrip recebem atenção especial

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A equipe de Responsabilidade Social da Unimed Blumenau dedicou um dia inteiro (6/12) exclusivamente para dar atenção às 17 cooperadas do Núcleo Garcia da Coopergip – Cooperativa de Inclusão Produtiva – o Dia Especial da Mulher. Há dois anos a Unimed desenvolve e capacita as cooperadas da Coopergip buscando sua inserção no mercado. Como forma de apoiar a cooperativa, a Unimed compra os produtos de hotelaria hospitalar descartável que elas produzem.

Na parte da manhã as 17 cooperadas participaram de uma capacitação sobre a Qualidade na Confecção de Produtos de Hotelaria Hospitalar Descartável, ao meio dia almoçaram no refeitório da Unimed e no período vespertino tiveram a Tarde da Mulher que contou com a palestra sobre Autoestima. Em seguida receberam informações sobre maquiagem e todas foram maquiadas, penteadas e fotografadas individualmente em um cenário preparado para elas. Na saída, receberam uma rosa e também um kit de maquiagem como agradecimento pela participação e presente de Natal.

No dia 25 de janeiro de 2011 será inaugurada a nova sala do Núcleo da Coopergip do bairro Garcia, espaço reformado com o apoio da Unimed. Neste dia as 17 cooperadas receberão um CD com as fotos deste dia especial.
(Fonte: Unimed Blumenau)

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Brasil ganha disputa na bolsa de Nova Iorque

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O conselho de administração da Bolsa de NY aprovou a inclusão do café brasileiro no chamado contrato "C", do qual fazem parte alguns dos melhores cafés do mundo, de 19 origens, entre elas a Colômbia.

Com a aprovação, os vendedores brasileiros poderão fazer entrega física do
café em Nova York a partir de março de 2013, com deságio de US$ 0,09 sobre o preço do contrato, diz comunicado da bolsa.

Em maio, a bolsa pediu aos participantes do mercado que avaliassem a entrada do Brasil. Em outubro, a comissão de café recomendou ao conselho que aprovasse a medida. A inclusão do café brasileiro no contrato "C" é considerada uma vitória na disputa com outros países.

Nas negociações,o lobby colombiano tentou impedir a presença brasileira, alegando que a inclusão poderia derrubar os preços internacionais, desestimular a produção.
(Fonte: CNC)

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Ocesp pede participação em leilões de trigo

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O Ministério da Agricultura informou que foram negociados 89% das 470 mil toneladas de trigo ofertadas no leilão desta quinta-feira (2/12) de Prêmio de Escoamento de Produto (PEP).

Esta já é a segunda oferta pública feita pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para escoar trigo desta safra 2010 dos estados da região Sul para as regiões Norte e Nordeste.

Ontem, a Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo (Ocesp) protocolou na Conab pedido de inclusão da produção das cooperativas paulistas nos leilões de trigo.

A entidade diz que os armazéns estão "abarrotados" e pede a comercialização de 150 mil toneladas do cereal, com oferta já no leilão do próximo dia 9.
(Fonte: Valor Econômico)

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Sescoop/SP orienta sobre mudanças em normas contábeis

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Com o objetivo de capacitar os profissionais de cooperativas a respeito de mudanças nas normas contábeis, o Sescoop/SP realizou no último dia 19, em Marília, o Workshop de Contadores Cooperativistas. Com a presença de 50 profissionais de cooperativas da região, o workshop teve como destaque o painel “Aspectos Contábeis para o Cooperativismo”, com o contador, auditor e advogado Gilmar Wisnievski. O evento contou com a participação do superintendente do Sescoop/SP Aramis Moutinho Júnior.

Os profissionais da área devem se preparar para a convergência à contabilidade internacional, que traz novos conceitos contábeis e influencia significativamente a forma de trabalho. Alguns ajustes nas demonstrações contábeis precisam ser feitos até o dia 31 de dezembro.

“Como não há alternativa às mudanças, os profissionais devem se preparar em tempo hábil. Vale ressaltar que os contadores têm responsabilidade sobre os demonstrativos contábeis e podem responder perante o Conselho Regional de Contabilidade (CRC) em caso de irregularidades”, alerta Eliane Vela, do núcleo de Consultoria Contábil-Tributária do Sescoop/SP.

Para Leandro César Toniolo, contador da Casul, a reunião dos profissionais da área para debater temas atuais contribui para aprimorar o trabalho de todos. “A troca de informações e experiências é muito válida. Além disso, o palestrante trouxe informações pertinentes sobre as novas diretrizes contábeis”, disse.

O consultor do Núcleo Regional Oeste do Sescoop/SP, Ayries Lopes, relata que o workshop atendeu necessidades de cooperativas da região. “Tivemos uma resposta muito positiva e já nos comprometemos a organizar dois novos eventos desse tipo em 2011. Tivemos a participação de profissionais de 9 ramos do cooperativismo”, revelou o consultor.

No workshop salientou-se que algumas mudanças devem ser feitas até o último dia deste ano. As alterações envolvem ajustes na contabilização do imobilizado (bens ou conjunto de bens ainda em operação que apresentem valores substancialmente inferiores ou superiores ao seu valor justo, em seus saldos iniciais). O ajuste vale também para bens intangíveis, como a marca da cooperativa, e deve ser realizado até o dia 31 de dezembro. "As normas divulgadas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis exigem mais transparência", observa Eliane.
(Fonte: Ocesp)

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Ramón Imperial é reeleito presidente da ACI-Américas

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O mexicano Ramón Imperial foi reconduzido ao cargo de presidente da Aliança Cooperativa Internacional para as Américas (ACI-Américas), nessa quarta-feira (24/11), durante a IX Assembleia Regional da ACI-Américas, em Buenos Aires, na Argentina.

Entre as principais decisões tomadas, está a reformulação do 7º princípio para inclusão explícita do cuidado com a sustentabilidade ambiental. A proposta seguirá agora para o plenário de votação da assembléia mundial da Aliança Cooperativa Internacional (ACI), que se reunirá em novembro de 2011, em Cancun, no México.
 
Na oportunidade, renovaram-se as cadeiras do Conselho de Administração da ACI-Américas. Foram eleitos os representantes do Brasil, que irão substituir o presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, como titular, e seu assessor Américo Utumi, como suplente.

Irão representar o cooperativismo brasileiro, Eudes Aquino, presidente da Unimed do Brasil, como membro titular, e José Alves, presidente da Uniodonto do Brasil, como suplente. Eles ocuparão os cargos para um mandato de 2010 a 2014.

Ao final da assembléia, a ACI-Américas homenageou as pessoas e organizações que compuseram o conselho na administração que se encerra, entre estas a OCB, que foi agraciada com uma placa.

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Prazo para regulamentação de orgânicos termina em dezembro

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 O setor de orgânicos terá regulamentação do governo federal a partir do próximo ano. Os produtores têm até 31 de dezembro para se adaptar às normas previstas pelo Decreto nº 7.048/2009, específicas para produção e comercialização de orgânicos, que incluem armazenamento, rotulagem, transporte, certificação e fiscalização. O produtor que cumprir as novas regras receberá o selo do Sistema Brasileiro de Conformidade Orgânica.

Segundo o coordenador de Agroecologia do Ministério da Agricultura, Rogério Dias, a legislação brasileira estabelece três instrumentos para garantir a qualidade dos alimentos: a certificação, os sistemas participativos de garantia e o controle social para a venda direta sem certificação. Organizações de várias unidades da federação já solicitaram processo de regularização ao ministério.

Segundo Rogério Dias, os interessados podem obter informações sobre legislação, cartilhas educativas para adequação aos novos regulamentos, formulários para cadastros e credenciamento no hot site prefira orgânicos e nas representações estaduais do ministério.

Os produtos e ingredientes orgânicos devem receber cuidados para assegurar sua qualidade. O coordenador sugere que sejam tomadas providências, como proteger os produtos orgânicos para que não se misturem com materiais e substâncias não permitidas, cumprir as exigências das legislações específicas e identificá-los para venda avulsa e por atacado.

O sistema orgânico de produção agropecuária conta com técnicas específicas, que dão prioridade ao uso dos recursos naturais e socioeconômicos disponíveis e respeitam a integridade cultural da comunidade. O método busca sustentabilidade econômica e ecológica, maximizando os benefícios sociais, diminuindo a dependência de energia não renovável, empregando, sempre que possível, métodos biológicos e mecânicos, evitando o uso de materiais sintéticos. 

“A agricultura orgânica brasileira está caminhando para conquistar um mercado expressivo no país e no mundo”, afirma Rogério Dias. Segundo ele, a regulamentação é importante para a consolidação do setor e universalização dos orgânicos no Brasil.
(Fonte: Mapa)

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Coopema promove integração com pais e professores

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A Cooperativa Educacional de Maceió (Coopema), detentora do Colégio São Lucas, localizado no bairro de Mangabeiras, realizou na tarde da última quarta-feira (10/11) uma atividade de integração com pais de alunos dos ensinos infantil, fundamental e médio. A intitulada tarde de musicalidade e beleza visou levar descontração aos pais e proporcionar um momento de debate.
 
Há cerca de um mês a escola enviou para os pais dos mais de 600 alunos um questionário no qual seria feita uma avaliação do serviço educacional prestado pela cooperativa. No mesmo questionário havia espaço para sugestões e criticas. Segundo a diretora-presidente da Coopema, Yolanda Perciano, apenas cem questionários retornaram a escola, mas todos com sugestões e informações bastante pontuais.
 
Uma delas foi à solicitação de reuniões de pais e mestres, pleiteadas por pais de alunos do ensino infantil e médio. Neste ponto a coordenadora pedagógica, Maria de Fátima Monteiro, esclareceu que são duas situações diferentes. “O trabalho no ensino infantil é mais próximo com os pais, então temos esse contato diariamente. Já no ensino médio as reuniões sempre acontecem. O difícil é os pais comparecerem ou os alunos entregarem os avisos”, afirmou.
 
Outro ponto que mereceu destaque durante a exposição das sugestões foi à inclusão de alimentos saudáveis no lanche dos alunos e aulas de boas maneiras. Nesses dois casos a professora Yolanda Perciano explicou que a maior dificuldade é mudar os hábitos da criança, hábitos que elas adquirem em casa. “Retirar o refrigerante do lanche das crianças deve ser uma medida adota dentro de casa, assim na escola será mais fácil dá continuidade”, opinou.
 
Na oportunidade a direção aproveitou e reforçou a importância de manter as mensalidades em dia para o bom andamento da cooperativa e das atividades regulares. “O Colégio São Lucas está passando por uma grande reforma estrutural para atender a demanda dos nossos alunos e pais, mas para isso precisamos de recursos”, declarou Yolanda.

A direção da escola aproveitou o momento ainda para informar que este ano a unidade estará realizando as matriculas pela Internet através do portal www.coopema.com.br.  Após o debate houve distribuição de brindes, música e serviços de massagem corporal e facial.
 
A Coopema está entre as quatro cooperativas educacionais do estado de Alagoas que aplicam em sua grade curricular os ensinamentos básicos do cooperativismo. Em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo em Alagoas (Sescoop/AL) a unidade desenvolve o Programa Cooperjovem, com crianças do ensino fundamental.
(Fonte: Sescoop/Al)

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Copersucar prevê crescer 21% em 2011

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Maior comercializadora de açúcar e etanol do país, a Copersucar prevê atingir marcas inéditas na próxima safra de cana, a 2011/12. A primeira é  do volume de açúcar e álcool movimentado, que deverá bater novo recorde. Espera-se que os produtos venham de usinas (associadas e não-associadas) que somam capacidade de moagem de 138 milhões de toneladas de cana, 21% superior a da safra atual, que já está na reta final. A outra marca virá com a primeira operação de transporte ferroviário de açúcar em larga escala. A estimativa é de movimentar 1 milhão de toneladas da commodity por esse modal.

Paulo Roberto de Souza, presidente-executivo da Copersucar, explica que na temporada corrente, a 2010/11, ficou sob o guarda-chuva do grupo a venda de açúcar e álcool de unidades com capacidade para moer 114 milhões de toneladas de cana. No entanto, por causa da estiagem que resultou em quebra de safra em todo o Centro-Sul, o processamento efetivo dessas usinas ficou 7% abaixo do previsto e deve fechar o ciclo em 105 milhões de toneladas de cana, o equivalente a uma participação de 19% em toda a safra do Centro-Sul.

O crescimento em 2011, explica, considera uma relativa estabilidade entre as 39 usinas já associadas (pertencentes a 21 grupos), assim como das usinas das quais a Copersucar só origina produtos - ou seja, não sócias. "O aumento virá, sobretudo, da entrada de novas unidades associadas, que devem agregar em torno de 20 milhões de toneladas de capacidade de moagem de cana", diz Luís Roberto Pogetti, presidente do Conselho de Administração da Copersucar.

Por questões estratégicas, ele não revela o nome das usinas com as quais está em fase final de negociação. Mas será com a ajuda delas que a empresa vai ampliar de 7 milhões para 8 milhões de toneladas o volume negociado de açúcar em 2011/12 e de 4,3 bilhões para 5 bilhões de litros o de etanol.

No próximo ano, a empresa continuará tocando seu programa de investimentos em logística, que demandará em cinco anos, contando 2010, aportes de R$ 1,5 bilhão, inclui um alcoolduto. O primeiro projeto a sair do papel é o do terminal de transbordo ferroviário de açúcar de São José do Rio Preto (SP), que começou funcionar neste fim de safra, mas que atingirá na próxima temporada volumes de 1 milhão de toneladas da commodity nos trilhos da América Latina Logística (ALL), sua parceira nessa operação. "Em dois anos, a capacidade será ampliada para 2 milhões de toneladas", afirma Pogetti.

A ferrovia levará o produto até o porto de Santos, onde a Copersucar tem um terminal para 5,5 milhões de toneladas por safra, e que está sendo ampliado para atingir 7,5 milhões de toneladas. "O porto está acelerando obras de aumento da dragagem, o que vai dar condições para ampliarmos nossa capacidade", diz Pogetti.

Ainda, a empresa prevê aplicar recursos na construção de estação de transbordo de açúcar e álcool no interior, além de ampliação da capacidade de tancagem de etanol em alguns municípios-chave.

Apesar de sua expansão, a Copersucar não vê crescimento de moagem de cana na safra 2011/12 no Centro-Sul. A empresa estima que no ano que vem o setor vai repetir as 560 milhões de toneladas deste ano. O cenário deve restringir a oferta de açúcar, que já será tímida com o pequeno volume exportável previsto para a Índia - que já está com atraso na colheita em algumas regiões produtoras por causa das chuvas. "Não há produto para atender toda a demanda mundial", alerta Souza.

Por isso, ele calcula que contratos de 500 mil toneladas de açúcar bruto estão sendo postergados para entrega em 2011 com deságio médio de 500 pontos, o equivalente a US$ 100 por tonelada (açúcar bruto). Outras 500 mil toneladas, estima ele, foram "recompradas" da exportação para serem vendidas no mercado interno.
(Fonte: Valor Econômico)

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Unicred Bandeirante promove atividades para seus colaboradores

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A Unicred Bandeirante, através do Comitê de Sustentabilidade, está promovendo durante essa semana, o evento interno “Dia do Colaborador”. Nesses dias, os colaboradores contarão com sessão de cinema, palestra, confraternização entre outras atividades.

Essa iniciativa faz parte das atividades desenvolvidas para a integração dos colaboradores das agências de Santa Bárbara d’Oeste, Americana, Nova Odessa, Piracicaba e Tietê. Os eventos oferecidos são uma forma de valorizar e respeitar esse público, que não mede esforços na hora de desenvolver os melhores trabalhos.

A Cooperativa preza pelo o bem-estar de seus colaboradores, com isso, se preocupa em atuar no dia-a-dia, de forma transparente para manter um ambiente agradável e próspero. Tem em sua equipe, profissionais inteiramente capacitados e que se comprometem com responsabilidade nas várias áreas da empresa.

A Unicred Bandeirante cresceu e reconhece que esse fato se deve também a determinação de seus colaboradores. Hoje, abrange 18 municípios das microrregiões de Americana, Piracicaba e Botucatu. Conta com 8 agências e mais de 3.500 cooperados. A cada dia, sua marca ganha mais reconhecimento no mercado, ampliando o número de pessoas e empresas beneficiadas com as vantagens do cooperativismo de crédito.
(Fonte: Unicred Bandeirante)

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