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12/06/2026

15 anos de AvaliaCoop: como diagnóstico virou cultura de gestão

Programa consolidou desenvolvimento nas cooperativas, ao conectar governança, desempenho e ESG  Há 15 anos, o Sistema OCB iniciou um movimento estratégico para atender à legislação que exigia o monitoramento das cooperativas. O que poderia ter se limitado a uma obrigação regulatória evoluiu significativamente. De forma colaborativa, com as Organizações Estaduais e as próprias cooperativas, foram desenvolvidas ferramentas diagnósticas que se consolidaram como a principal porta de entrada para o desenvolvimento organizacional.  Esse processo deu origem a uma estratégia nacional de inteligência analítica: o AvaliaCoop. Hoje, ele não apenas apoia o monitoramento, mas sustenta a gestão, o planejamento e a tomada de decisão de milhares de cooperativas, posicionando-se como base estruturante da inteligência do cooperativismo brasileiro.  Hoje, o eixo reúne soluções diagnósticas em temas estratégicos como identidade cooperativista, governança e gestão, desempenho econômico-financeiro, negócios e ESG. Para a presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella, o aniversário marca muito mais do que uma data. "Quinze anos do AvaliaCoop representam quinze anos de compromisso com o fortalecimento das cooperativas brasileiras. Essa iniciativa nasceu das necessidades contingenciais do cooperativismo no início dos ano 2000 e cresceu sustentada por rigor técnico, parceria com os estados e visão estratégica e de longo prazo. Hoje, ela é um dos pilares do nosso trabalho de desenvolvimento, porque ajuda cada cooperativa a se conhecer melhor, a planejar com mais precisão e a evoluir com consistência. É um orgulho enorme ver o quanto esse programa transformou a cultura de gestão do setor."  Susan Vilela, gerente de Controle Interno do Sistema OCB, foi precursora da operacionalização das soluções, fortalecendo uma agenda pautada na intercooperação e na escuta ativa, promovendo reuniões e espaços de diálogo com as Organizações Estaduais e as cooperativas. "Percebemos que, primeiro, era necessário identificar a dor da cooperativa para então entregar a melhor solução possível", relembra Susan  Esse movimento coletivo permitiu compreender, de forma aprofundada, os diferentes contextos e necessidades. Como resultado, os diagnósticos desenvolvidos — independentemente da metodologia ou das referências adotadas — passaram a refletir de forma consistente as especificidades do modelo de negócios cooperativo e suas respectivas legislações.    Identidade  O primeiro grande marco veio com o Diagnóstico Identidade, desenvolvido em parceria com a Fundace. A ferramenta buscava mapear elementos essenciais do modelo cooperativista, considerando princípios, conformidade legal e aspectos ligados à identidade organizacional. A construção aconteceu de forma coletiva, com forte participação das organizações estaduais. O processo também abriu espaço para troca de experiências e compartilhamento de boas práticas.  Com o amadurecimento do trabalho, surgiu uma nova necessidade. Além de fortalecer sua identidade, as cooperativas precisavam avançar em gestão e governança para responder às exigências do mercado e ampliar sua competitividade.    Governança e gestão  Em 2012, o Sistema OCB firmou parceria com a Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) para desenvolver o diagnóstico de Governança e Gestão, hoje uma das soluções mais consolidadas do AvaliaCoop. O modelo foi estruturado em níveis de maturidade e permite que cada cooperativa evolua de forma gradual, respeitando seu contexto e estágio de desenvolvimento.  A lógica é acompanhar uma jornada contínua de evolução, uma vez que implementar boas práticas exige preparo, tempo e amadurecimento institucional. Foi nesse contexto que nasceu também o Prêmio SomosCoop Excelência em Gestão, criado para incentivar o compartilhamento de conhecimento entre cooperativas. A iniciativa deu origem ao compêndio de boas práticas, que segue como uma importante ferramenta de disseminação de experiências dentro do cooperativismo.  Para o coordenador de Inteligência Analítica do Sistema OCB, Tomás Nascimento, essa consistência metodológica é o que garante resultados concretos. "Celebrar os 15 anos dos diagnósticos AvaliaCoop é reconhecer o trabalho de todos que se dedicaram para chegarmos até aqui, com a consistência de um trabalho tático-operacional que sustenta resultados concretos. Ao estruturar metodologia e conteúdo, evoluir sistemas, analisar dados com rigor e apoiar as OCEs de forma ativa, consolidamos uma cultura orientada a dados. Esse conjunto integrado é o que transforma informação em direcionamento e garante a efetividade e a evolução contínua das cooperativas."  A coordenadora de Governança e Gestão, que atuou na coordenação de Inteligência Analítica por quase 10 anos, Simone Montandon, destaca que a robustez do programa está diretamente ligada ao seu processo de aprimoramento permanente. "Durante esses 15 anos, os diagnósticos passaram por uma evolução contínua e estruturada, com revisões sistemáticas de questionários, atualização de conceitos e refinamento metodológico a cada ciclo. Houve também um investimento permanente na evolução tecnológica da plataforma, ampliando a confiabilidade dos dados, a comparabilidade e a qualidade das devolutivas. O resultado é um sistema mais intuitivo, mais rastreável e com impacto cada vez mais concreto na gestão das cooperativas."    Apoio  Com o avanço dos diagnósticos, o AvaliaCoop passou a apoiar diretamente outras áreas do Sistema OCB, especialmente em formação profissional e decisões estratégicas. Os dados coletados passaram a orientar o planejamento de ações e soluções voltadas ao desenvolvimento das cooperativas, incluindo a criação de cursos, capacitações e iniciativas conectadas às demandas reais do setor. "Antes disso, muitas iniciativas acabavam sendo repetidas sem um direcionamento claro. Com os diagnósticos, tornou-se possível identificar prioridades com mais precisão e aumentar a efetividade das entregas", conta Susan.  Ao longo dos anos, o AvaliaCoop deixou de ser apenas uma ferramenta de monitoramento para assumir uma posição estratégica dentro do Sistema OCB. Atualmente, o eixo reúne cinco soluções diagnósticas principais: Identidade, Governança e Gestão (PDGC), Desempenho, Negócios e ESG.  A gerente de Desenvolvimento de Cooperativas do Sistema OCB, Débora Ingrisano, explica que essa evolução acompanhou as transformações do mercado e as novas demandas do cooperativismo. Segundo ela, o conceito de monitoramento se ampliou e passou a incorporar uma atuação mais voltada à inteligência analítica e ao desenvolvimento organizacional. "O diagnóstico não é um fim em si mesmo. Ele é a porta de entrada para entender desafios, definir prioridades e desenvolver soluções mais assertivas", afirma.  Essa nova fase ganhou ainda mais força a partir de 2022, quando o Sistema OCB iniciou uma revisão do portfólio de soluções para integrar de forma mais clara os diagnósticos às áreas de capacitação, negócios, ESG e cultura cooperativista.    Sustentabilidade  O movimento também acompanhou mudanças importantes no ambiente de negócios. Temas ligados à sustentabilidade, impacto social e governança passaram a ocupar espaço central na estratégia das cooperativas e impulsionaram a criação do diagnóstico ESG.  A solução foi desenvolvida para apoiar cooperativas na avaliação de práticas ambientais, sociais e de governança, alinhando o cooperativismo às exigências atuais do mercado. "O mercado mudou e as cooperativas precisam acompanhar essas transformações para continuarem competitivas e sustentáveis", destaca Débora.    Futuro  Além do ESG, o AvaliaCoop passou a ampliar seu olhar para temas que vêm adquirindo cada vez mais importância, ligados à saúde organizacional, desempenho laboral e sustentabilidade dos negócios, e que se relacionam diretamente com a NR1. Entre as próximas entregas previstas está o Diagnóstico de Saúde e Bem-Estar, atualmente em fase piloto e com lançamento nacional previsto para o próximo ano.   Outro foco imediato do Sistema OCB é ampliar a adesão das cooperativas às soluções diagnósticas e evoluir as estratégias e metodologias de oferta dessas. A avaliação é que a cultura do desenvolvimento organizacional ainda tem muito espaço para crescer dentro do cooperativismo brasileiro. A proposta é dar um grande passo para otimizar a experiência da jornada AvaliaCoop e fazer com que os diagnósticos integrem cada vez mais a rotina das cooperativas, apoiando o planejamento, a priorização de investimentos e o fortalecimento da gestão.  Para Susan, olhar para os 15 anos do AvaliaCoop é reconhecer uma construção coletiva, feita gradualmente e sempre em diálogo com as necessidades das cooperativas. "Tudo foi construído aos poucos. O importante é entender essa trajetória e continuar evoluindo sem perder de vista o caminho que foi percorrido até aqui", ressalta.  Débora reforça que o desenvolvimento organizacional precisa fazer parte da cultura das cooperativas. "Tudo começa com uma pergunta simples: como estou? Não adianta querer abraçar o mundo. Uma prioridade bem estruturada vale mais do que dez objetivos que ficam só no papel", conclui.    Saiba Mais:  Renegociação de dívidas rurais aprovada no Senado retorna à Câmara Cooperativas brasileiras apresentam modelo ao Sudeste Asiático Cooperativismo de seguros avança com regulamentação e mobiliza setor  
15 anos de AvaliaCoop: como diagnóstico virou cultura de gestão
Notícias ESG
09/04/2026

Capacitação de gestores impulsiona eficiência energética no coop

Sistema OCB conecta cooperativas e impulsiona gestão mais eficiente e sustentável  O Sistema OCB realizou mais uma etapa da Solução Eficiência Energética, com a Capacitação de Gestores em Eficiência Energética, com encontros na terça-feira (7) e na quinta-feira (9) desta semana. Participaram as cooperativas Coopernova – Armazém (MT), Inovar (RJ), Coabriel (ES), Sicoob Norte Sul (BA), Copasul (MS), Cooperbelgo (GO) e Unimed Caruaru (PE). Juntas, elas somam mais de R$ 7,5 bilhões em faturamento, cerca de 3,8 mil colaboradores e quase 40 mil cooperados.   A etapa marcou o encerramento dos encontros coletivos, com foco no alinhamento conceitual. Na sequência, o trabalho avança para reuniões preparatórias e diagnósticos in loco em cada cooperativa, com identificação de oportunidades de melhoria no consumo, na gestão e nos processos. A partir disso, serão estruturados planos de ação personalizados, aderentes à realidade de cada cooperativa, com acompanhamento remoto ao longo da implementação. Ao final do ciclo, a expectativa é que a eficiência energética esteja incorporada à rotina de gestão como um vetor estratégico de competitividade e sustentabilidade.  Para a gerente de Desenvolvimento de Cooperativas do Sistema OCB, Débora Ingrisano, o principal ganho está em transformar o tema em prática contínua. “Eficiência energética não é algo pontual. É uma forma de gerir melhor a operação, com rotina, acompanhamento e decisões baseadas em dados”, explicou.  Ela também destacou que os resultados ultrapassam os aspectos econômicos. “Quando a cooperativa organiza esse processo, ela reduz custos, melhora sua eficiência e ainda fortalece sua atuação em ESG, o que hoje pesa cada vez mais no mercado”, acrescentou.     Mais gestão, menos desperdício  Um dos pontos centrais da capacitação foi mostrar que eficiência energética não começa na tecnologia, mas na forma de gerir. O desafio está em entender onde a energia está sendo mal utilizada e corrigir esses pontos.  Durante os encontros, os participantes trabalharam conceitos muito presentes na rotina do dia a dia: desperdício, desbalanceamento e sobrecarga. Na prática, são situações que fazem a energia ser consumida sem gerar resultado. A proposta foi  trazer esse olhar mais atento para o funcionamento das operações.    Medir para melhorar  Os gestores foram orientados a olhar com mais atenção para os dados de consumo, desde a fatura de energia até medições mais detalhadas. Quanto mais informação disponível, mais fácil identificar onde estão os desperdícios e agir rapidamente.  Além disso, a capacitação mostrou que não basta olhar o consumo total. O ideal é relacionar esse dado com a produção ou com a atividade da cooperativa. Isso permite comparações mais justas e ajuda a entender, de fato, se houve ganho de eficiência.    Saiba Mais:  Escolha que transforma: SomosCoop chega ao Mais Você  Cooperativismo é contemplado em Plano Nacional de Bioeconomia  NegóciosCoop capacita equipes para ampliar acesso a mercados 
Capacitação de gestores impulsiona eficiência energética no coop
Notícias ESG
02/04/2026

Cooperativismo é contemplado em Plano Nacional de Bioeconomia

Iniciativa prevê R$ 350 milhões em investimentos e busca estruturar nova lógica produtiva no país  O Sistema OCB acompanhou, nesta quarta-feira (1º), o lançamento do Plano Nacional de Desenvolvimento da Bioeconomia (PNDBio), iniciativa  do governo federal que estabelece diretrizes para orientar o crescimento do setor na próxima década.   A proposta posiciona a biodiversidade brasileira como ativo estratégico para o desenvolvimento econômico sustentável, com integração entre inovação, tecnologia e inclusão social. O cooperativismo foi incluindo como um dos eixos do Plano, que prevê o fortalecimento de pelo menos 60 cooperativas com impacto direto em mais de 5 mil famílias, especialmente na região amazônica.  Com aporte inicial de R$ 350 milhões do Fundo Amazônia, o PNDBio busca estruturar uma nova lógica produtiva no país, ao aliar conservação ambiental à geração de renda. A iniciativa integra o eixo de bioeconomia do Plano de Transformação Ecológica e dialoga com a agenda de reindustrialização nacional, com foco em ampliar a presença do Brasil nas cadeias globais de valor.  Durante o evento, o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, destacou o papel do cooperativismo como instrumento de inclusão econômica e fortalecimento produtivo. “É fundamental estimular o modelo. Os pequenos, quando se organizam em cooperativas, fazem toda a diferença”, afirmou. Ele também ressaltou a relevância dos instrumentos financeiros voltados ao desenvolvimento sustentável, como o Fundo Amazônia e o Fundo Clima, que somam bilhões em recursos disponíveis.  Entre as ações estruturantes apoiadas pelo Fundo Amazônia estão programas como o Coopera+ Amazônia, o projeto Cooperar com a Floresta e o Desafios da Amazônia, que juntos, concentram investimentos superiores a R$ 300 milhões de reais e contam com a participação direta de cooperativas agropecuárias. Essas iniciativas buscam impulsionar cadeias produtivas sustentáveis, promover a organização coletiva e ampliar o acesso a mercados.    Metas ambiciosas  O PNDBio também estabelece metas ambiciosas para os próximos anos, como o apoio a 6 mil negócios comunitários, a ampliação do acesso ao crédito e a inclusão de até 300 mil beneficiários em programas de pagamento por serviços ambientais até 2035. A estratégia contempla ainda a recuperação de áreas degradadas, o fortalecimento da economia florestal e o aumento da produtividade com sustentabilidade.  No campo produtivo, o plano propõe a diversificação das lavouras,  além do estímulo à bioindustrialização e ao uso de matérias-primas renováveis. A expectativa é que o Brasil avance em segmentos como biocombustíveis, biomateriais e insumos químicos de base biológica, consolidando sua liderança global no tema.  Outro eixo relevante é o incentivo à inovação em saúde, com a meta de ampliar a participação de fitoterápicos no mercado nacional e incorporar novos produtos ao Sistema Único de Saúde (SUS). O plano também prevê avanços no turismo sustentável, com estímulo ao ecoturismo em unidades de conservação.  A construção do PNDBio envolveu mais de 16 ministérios e contou com ampla participação da sociedade, setor produtivo e instituições de pesquisa, somando mais de 900 contribuições. A governança será acompanhada por sistemas de monitoramento que visam garantir transparência e segurança jurídica na execução das ações.    Saiba Mais:  Modernização do CAR avança e reforça Código Florestal  Sistema OCB acompanha posse dos novos ministros  Protagonismo feminino marca encontro do coop 
Cooperativismo é contemplado em Plano Nacional de Bioeconomia
Notícias ESG
23/03/2026

Sistema OCB amplia ações de eficiência energética no coop

Novo ciclo da iniciativa estrutura gestão contínua de consumo e redução de custos  Em mais uma etapa de desenvolvimento da Solução Eficiência Energética, o Sistema OCB reuniu, nesta sexta (20), cooperativas de diferentes ramos para dar continuidade aos trabalhos técnicos do ciclo 2026, com foco na gestão do consumo, redução de desperdícios e melhoria de processos.  O contexto global reforça a urgência do tema. Segundo o World Energy Outlook 2025, a demanda por eletricidade deve crescer cerca de 40% até 2035. No Brasil, a expansão projetada é de 3,3% ao ano, o que pressiona custos e exige maior eficiência no uso da energia, especialmente em setores intensivos como agro, saúde e crédito.  Para a gerente de Desenvolvimento de Cooperativas do Sistema OCB, Débora Ingrisano, a eficiência energética já demonstra resultados concretos e rápidos nas cooperativas. Ela destacou que a agenda vai além da redução de custos. “Estamos falando também de mercado, reputação e cultura de sustentabilidade. É uma agenda que conecta desempenho econômico e posicionamento estratégico”, afirmou.  A solução parte do diagnóstico de que a energia é um dos principais custos operacionais das cooperativas e, ao mesmo tempo, uma oportunidade de ganho imediato de eficiência. Em alguns casos acompanhados pelo Sistema OCB, ajustes simples já geraram economia perceptível no curto prazo. “Houve cooperativas que fizeram adequações e, no mês seguinte, já viram resultado financeiro”, relatou Débora.   Participam desta etapa cooperativas como Coopernova (MT), Inovar (RJ), Coabriel (ES), Sicoob Norte Sul (BA), Copasul (MS), Cooperbelgo (GO) e Unimed Caruaru (PE). Juntas, elas reúnem grande diversidade de operações e realidades, o que amplia o potencial de aprendizado e replicação de boas práticas.  O processo previsto pela solução envolve capacitação técnica, diagnóstico em campo e elaboração de planos de ação personalizados. O objetivo é estruturar uma gestão contínua da eficiência energética, com definição de indicadores, metas e rotinas de acompanhamento.  Segundo o consultor da Strider, Alexandre Mater, a experiência do ciclo anterior mostrou que há oportunidades em todas as cooperativas, independentemente do nível de maturidade. “Em todas elas, tivemos resultados positivos. Algumas mais avançadas, outras iniciando, mas todas encontraram oportunidades relevantes de melhoria”. Ele explicou que o foco está no uso inteligente da energia.   Para as cooperativas, o tema já aparece como prioridade estratégica. Na Copasul, por exemplo, a energia representa parcela significativa dos custos. “É mais de 30% do nosso custo total. Qualquer ganho de eficiência impacta diretamente o resultado”, destacou a analista de sustentabilidade, Nayara Moraes.  Já na Coabriel, o trabalho vem complementar iniciativas em andamento. “Já temos investimentos em fontes renováveis e projetos em desenvolvimento. A expectativa é melhorar ainda mais os resultados com essa solução”, afirmou o supervisor de manutenção, Caio Vicente.   A proposta do Sistema OCB é transformar a eficiência energética em prática permanente de gestão, integrada à governança das cooperativas. Isso inclui desde decisões operacionais como manutenção de equipamentos e controle de consumo, até estratégias mais amplas, como diversificação de fontes e alinhamento com metas de descarbonização.    Saiba Mais:  Coordenadores de ramos alinham atuação em encontro nacional  Sistema OCB lança campanha Escolha o Coop  Cursos da CapacitaCoop integram plataforma do governo QualificaProBR 
Sistema OCB amplia ações de eficiência energética no coop
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21/10/2025

Sistema OCB lança guia que ensina coops a contabilizarem GEE

Publicação orienta passo a passo para inventário e gestão das emissões de Gases de Efeito Estufa O Sistema OCB lançou, em parceria com a Ambipar, o Guia Metodológico do Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), uma publicação técnica que faz parte da Solução Neutralidade de Carbono, do Programa ESGCoop. O material foi desenvolvido para apoiar as cooperativas de todos os ramos na estruturação, coleta, tratamento e reporte de informações sobre suas emissões, de forma padronizada e transparente.  O guia é um passo importante na jornada das cooperativas rumo à sustentabilidade,à gestão climática eficiente e à neutralidade de carbono Elaborado com base nas metodologias ABNT NBR ISO 14064-1:2019 e no Programa Brasileiro GHG Protocol (PBGHGP) — referências internacionais no tema —, o documento apresenta orientações detalhadas sobre os três escopos de emissões (diretas, indiretas de energia adquirida e indiretas na cadeia de valor) e traz instruções práticas para o uso da ferramenta oficial do GHG Protocol.  “O inventário de emissões é uma ferramenta fundamental para compreender o impacto climático das atividades da cooperativa e identificar caminhos para reduzir esse impacto. Medir é o primeiro passo para gerenciar, e esse guia vem justamente para facilitar esse processo, tornando-o acessível e confiável”, explica Débora Ingrisano, Gerente de Desenvolvimento de Cooperativas do Sistema OCB.  O guia descreve todas as etapas do processo — desde a definição dos limites organizacionais e operacionais até a consolidação e o reporte dos dados —, sempre alinhado aos princípios de relevância, integralidade, consistência, transparência e exatidão. A publicação também orienta sobre o armazenamento de evidências, essencial para auditorias e verificações independentes, além de indicar boas práticas que permitem às cooperativas buscar o Selo Ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol, o mais alto nível de conformidade metodológica no país.  “O diferencial do material é traduzir uma metodologia internacional para a realidade das cooperativas brasileiras. Ele oferece um passo a passo prático, com linguagem acessível e foco na aplicabilidade. A ideia é apoiar desde cooperativas que estão iniciando sua jornada de sustentabilidade até aquelas que já têm um inventário consolidado e buscam aprimoramento”, acrescenta Débora.  A publicação se integra à agenda ESG do Sistema OCB, que busca ampliar o engajamento do movimento cooperativista nas ações de mitigação das mudanças climáticas e de transição para uma economia de baixo carbono. “As cooperativas têm um papel estratégico nessa agenda. Elas já nascem com uma lógica de uso responsável dos recursos e de geração de valor coletivo. Agora, com ferramentas como o Guia Metodológico, poderão mensurar e comunicar esse valor de forma ainda mais robusta e transparente”, completa a gerente.  Saiba Mais: Pesquisa revela efetividade da CapacitaCoop Cooperativismo de crédito é destaque em live do Banco Central Sistema OCB anuncia cooperativas que representarão o Brasil na COP30
Sistema OCB lança guia que ensina coops a contabilizarem GEE
Notícias ESG
17/10/2025

Solução Eficiência Energética: coops ampliam ganhos sustentáveis

Workshop do Sistema OCB destaca resultados, aprendizados e novos passos da iniciativa   Com foco em inovação, economia e impacto ambiental, o Sistema OCB realizou, nesta sexta (17), o Workshop da Solução Eficiência Energética, uma das iniciativas do Programa ESGCoop. O encontro online contou com representantes de organizações estaduais, gerentes de Desenvolvimento de Cooperativas, integrantes do GT ESGCoop e parceiros técnicos para debater os resultados do ciclo 2025, os aprendizados das cooperativas-piloto e as perspectivas de expansão da solução.  Desenvolvida em parceria com a Stride Consultoria, a Solução Eficiência Energética tem como objetivo apoiar as cooperativas na identificação de desperdícios, otimização do consumo e redução de custos operacionais, promovendo, ao mesmo tempo, a diminuição das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE).  Na abertura do encontro, Débora Ingrisano, gerente de Desenvolvimento de Cooperativas do Sistema OCB, destacou que a eficiência energética é um dos pilares mais estratégicos da sustentabilidade. “Assim como a agenda de carbono, a eficiência energética é essencial para a competitividade e a perenidade das cooperativas. Ela transforma responsabilidade ambiental em economia real e fortalecimento de imagem. É um tema que une propósito, inovação e resultado”, afirmou.  Segundo ela, a solução é um exemplo prático de como o Sistema OCB está apoiando as cooperativas na consolidação de suas agendas ESG. “Nosso objetivo é mostrar que eficiência energética é mais do que apenas uma pauta ambiental, é uma oportunidade concreta de inovação e de ganho econômico. As experiências que já estão em andamento comprovam o potencial transformador dessa iniciativa”, completou.  A analista de sustentabilidade, Laís Castro, apresentou o panorama geral da solução, que já conta com 14 cooperativas-piloto de oito estados. “Os resultados são expressivos: identificamos reduções médias de consumo em torno de 22%, chegando a mais de 30% em alguns casos. Além da economia direta, há ganhos intangíveis importantes — como o engajamento das lideranças e a mudança de cultura organizacional em relação ao uso e gestão da energia”, explicou.  Laís ressaltou que a iniciativa complementa outras ações do ESGCoop. “Enquanto a Neutralidade de Carbono mede e reporta as emissões, a Eficiência Energética atua diretamente na redução delas. As duas soluções se conectam e fortalecem o posicionamento do cooperativismo frente à agenda climática e à COP30”, destacou.  Alex Macedo, coordenador de Meio Ambiente do Sistema OCB, reforçou o papel estratégico da energia no modelo de negócio das cooperativas. “A energia é um insumo central em todos os ramos. Trabalhar com eficiência é reduzir custos, aumentar competitividade e contribuir de forma efetiva para o enfrentamento das mudanças climáticas. É um investimento que gera retorno ambiental e financeiro”, afirmou.  Durante o  workshop também foi anunciado que, em novembro, o Sistema OCB irá lançar cartilhas e ebooks que reúnem orientações técnicas e cases de destaque das cooperativas participantes.  “Essa é uma iniciativa de transformação cultural. Queremos inspirar cada cooperativa a tratar a energia como um ativo estratégico, e não apenas como um custo operacional”, concluiu Débora.    Saiba Mais:  Tania Zanella destaca ações do coop no 5º Fórum Integrativo Confebras  ESGCoop: Unicred aposta em eficiência energética para reduzir impactos  Sistema OCB defende papel das cooperativas no crédito rural sustentável
Solução Eficiência Energética: coops ampliam ganhos sustentáveis
Notícias ESG
14/10/2025

Sistema OCB anuncia cooperativas que representarão o Brasil na COP30

Painéis temáticos darão visibilidade internacional a experiências sustentáveis de todos os ramos  O cooperativismo brasileiro já está praticamente de malas prontas para marcar presença na 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que será realizada em Belém (PA), de 10 a 21 de novembro. O Sistema OCB divulgou, nesta sexta-feira (17), o resultado da seleção de cooperativas para os painéis temáticos do cooperativismo na COP30.  A chamada pública, lançada em agosto, teve como objetivo identificar e selecionar experiências concretas de cooperativas de todos os ramos que contribuem para o enfrentamento das mudanças climáticas, com base nos cinco eixos estratégicos do Manifesto do Cooperativismo Brasileiro para a COP30:  Segurança alimentar e agricultura de baixo carbono  Financiamento climático e valorização das comunidades  Transição energética e desenvolvimento sustentável  Bioeconomia e uso eficiente dos recursos naturais  Adaptação e mitigação de riscos climáticos  As cooperativas escolhidas participarão de painéis temáticos promovidos pelo Sistema OCB durante a conferência, em espaços oficiais de destaque, além de atividades paralelas nos pavilhões do governo brasileiro, coordenados pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), e em espaços de parceiros institucionais.  Cooperativas selecionadas  A lista de cooperativas que representarão o cooperativismo brasileiro na COP30 contempla os ramos do cooperativismo, com projetos que envolvem desde produção agropecuária de baixo carbono, energia renovável e eficiência energética, até finanças verdes, bioeconomia e recuperação de áreas degradadas. “Nosso papel é mostrar ao mundo que o cooperativismo brasileiro já entrega soluções concretas para a transição climática justa”, destacou Tania Zanella, superintendente do Sistema OCB.  Os cases selecionados terão duas formas de participação:  Apresentação presencial, em painéis e debates nos espaços do cooperativismo na COP30;  Exposição digital, com conteúdo exibido nos totens do evento e no portal Coop na COP30, além de campanhas e materiais de divulgação institucional.  A proposta é ampliar o alcance das boas práticas cooperativistas e reforçar a imagem do cooperativismo como modelo de negócios sustentável, inovador e alinhado aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS). “Estamos construindo uma presença plural e representativa. A COP30 será o palco para mostrar a força das cooperativas brasileiras e como elas já contribuem, na prática, para o desenvolvimento de uma economia verde e inclusiva”, reforçou Tania.  Confira a lista das cooperativas selecionadas:    Cases com presença física na COP30  Cooperativa  Título do Case  Sicredi Confederação  Projetos de financiamento do empreendedorismo feminino, transição energética  Sicoob Confederação  Captações Temáticas: impulsionando inclusão social e promovendo a transição para uma economia verde Cresol Confederação  Experiências de microcrédito para agricultura sustentável.  Coopatrans  Case chocolates da Cacauway, um negócio de impacto social  Coopsertão  Produção Sustentável na Caatinga: Agroecologia, água e solo  Cooxupé  Protocolo Gerações - Resiliência Climática e Sustentabilidade na Cafeicultura Cooperativista  Sicoob Credip  Robustas Amazônicos: cooperação e investimento em tecnologias mudam a realidade da agricultura, geram integração e salvam a floresta  Sicredi Confederação  Quantificação de Riscos Climáticos como Ferramenta Estratégica para Proteção das Culturas Agrícolas dos associados  CCPR  Enxergando Sentido Global – Práticas Nota 10  Cooperativa Vinícola Aurora Ltda  Estratégias para minimizar os impactos das mudanças climáticas na viticultura da Serra Gaúcha  COASA  Nosso Solo, Nossa Colheita. Um case cooperativo que cultiva a sustentabilidade na agricultura  CAMTA  Referência em produção a partir de sistemas agroflorestais, com manejo sustentável na Amazônia  Lar   Programa de qualificação e certificação sustentável da produção de alimentos  SICOOB COOESA  Cooperativa Mirim Marajoara: crianças e adolescentes unidos pela cooperação, cultivando futuro sustentável no Marajó  Recicle a Vida Cooperativa De Catadores do DF  “Recicle a Vida: Economia Circular, Inclusão Social e Inovação na Reciclagem de Plásticos”  Cresol Encostas da Serra Geral  Case Abelhas Nativas, Cooperativismo e Impacto: da Capital Nacional da Meliponicultura ao Protagonismo Internacional em Sustentabilidade, Educação e Renda  Central Sicoper-Cresol  Cresol Siga: financiamento para saneamento, infraestrutura e gestão da água  Sicredi Confederação  Programa de Captações Sustentáveis  Sicoob Confederação  Projetos de apoio inclusivo ao desenvolvimento sustentável das cadeias produtivas de cafeicultura e pecuária bovina Cooperativa Agropecuaria Mista Terranova Ltda  Energia solar como alternativa para reduzir custos na produção leiteira  Creral  Bioroz e Cinroz: Biopolímeros sustentáveis a partir da casca e cinzas de casca de arroz associado a produção de energia pela casca de arroz  Sicredi Confederação Café Carbono Neutro  Sicoob São Miguel SC/PR/RS  COOPENAD: Cooperação que ilumina um futuro sustentável  Sicredi Confederação  Sicredi pelo Rio Grande: solidariedade e reconstrução após o desastre climático  Cresol Horizonte  Incentivo a boas práticas ambientais na cadeia produtiva de bubalinos  Coomflona  Manejo Florestal Sustentável na Flona do Tapajós  Coopercitrus  Restauração que transforma: cooperação e parcerias pela água, floresta e clima  Cooperativa Agropecuária e Florestal do Projeto RECA  Fortalecimento da Bioeconomia na Amazônia por Meio do Cooperativismo Sustentável  Cooperacre  Arranjo produtivo da sociobioeconomia na Amazônia  Coopmetro  PAV – Programa de Renovação de Frota: mobilidade sustentável e fortalecimento da economia local  Primato Cooperativa Agroindustrial  SUÍNO VERDE - Energia Limpa do Campo ao Transporte  Sistema Ocemg  Programa MinasCoop Energia  Coopernorte  Cooperação Embrapa–COOPERNORTE: inovação e resiliência climática para a Amazônia  Coplana  Tecnologias de agricultura de precisão, bioinsumos e soluções em baixo carbono  Cocamar  Práticas de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) e produção sustentável em larga escala  Cases com conteúdo na COP30  Cooperativa  Título do Case  Sicoob Credicenm  Formando Cidadãos Conscientes: Cooperativas Mirins e o Futuro Sustentável CCPR  Enxergando Sentido Global – Logística Nota 10  CCPR  Enxergando Sentido Global – Usina Fotovoltaica  CCPR  Enxergando Sentido Global – Cooperando Com O Planeta  Sicredi Confederação Complexo Solar Sicredi Confederação CCPR  Enxergando Sentido Global – Recicla Mais  Sicoob Aracoop  Fortalecimento Sustentável da Cadeia Produtiva da Piscicultura em Morada Nova de Minas  Sicoob Aracoop  Financiamento de Usina Fotovoltaica para o Cooperativismo de produção de frutas em Pirapora MG   Sicoob Credinacional  Micro Usinas Sicoob Credinacional: Energia Limpa e Impacto Social  Sicoob Coopemata  Transformação Sustentável: Neutralização de CO₂ e Reflorestamento para um Futuro Verde  Sicoob Credialto  Compartilhando Energia, Multiplicando Saúde: Cooperando por uma Saúde Sustentável  Sicoob Centro  Do cacau ao chocolate: cooperar é coisa nossa  Sicoob Montecredi  O despertar de uma Terra Adormecida: A Fazenda Três Meninas, a cafeicultura regenerativa no Cerrado Mineiro e sua contribuição para o produtor, o consumidor e o planeta  Unicred União  Projeto Integrado de Energia Renovável: Microusinas e Intercooperação da Unicred União  Cooperconcórdia   Programa multiplicadores lixo zero   Turiarte  Geração de renda sustentável com artesanato e turismo comunitário na Amazônia  Coopric  Café com identidade: Sustentabilidade e resiliência na Chapada Diamantina  Copercampos  Uma cooperativa sustentável – Ação local, impacto global  Coopercitrus  Sistematização agrícola de precisão: transformando paisagens, reduzindo emissões e multiplicando renda  Coopernorte  Programa de Produtividade COOPER+: inovação, sustentabilidade e aumento da produtividade no campo  Coopernorte  CPAC – Pesquisa aplicada e resiliência climática para a agricultura cooperativa amazônica  Coopernorte  Agroindústria COOPERNORTE: agregação de valor, segurança alimentar e sustentabilidade para o Pará  Cresol Confederação  "Geração de Renda Sustentável contribuindo com a Valorização da Cultura Quilombola na Comunidade Vargem do Sal através do Artesanato em Licuri''  Cresol Confederação  Transição Agroecológica Participativa para Cadeias Hortícolas e Frutícolas no Brasil e Uruguai  Cresol Evolução  Projeto Tampinhas Solidárias - Projeto de reciclagem de tampinhas  FECOGAP  O Garimpo como Aliado do Desenvolvimento Sustentável e da Inclusão Social na Amazônia  Lar    Cadeia de Proteína Animal da Lar Cooperativa: um Modelo de organização social e de desenvolvimento econômico      Lar   Alimentação animal sustentável e de baixo carbono aliada á eficiência produtiva  Lar   Lar Cooperativa: eficiência no uso dos recursos e geração de energia a partir de resíduos  Lar   Produção sustentável de biodiesel como estratégia de redução de emissões e transição energética  Lar   Redução da emissão de metano em dejetos de suínos, a partir da produção de energia elétrica por meio de biogás    Lar    Da Fonte à Vida: Protegendo e Recuperando Nascentes    Lar   Ferramenta de Impacto Sustentável com ênfase na agricultura de Precisão, redução de GEE e gestão de carbono no solo    Lar Cooperativa Corretora de Seguros  Gestão inteligente de riscos climáticos com seguro agrícola  Sicoob Conexão  Reinholz Chocolates: Empoderamento Feminino e Sustentabilidade no Campo  Sicoob Confiança  Piscicultura Autossustentável com Energia Fotovoltaica e Integração Cooperativa  Sicoob Metropolitano  Ativo Verde Digital: Preservação Ambiental com Blockchain   Sicredi Confederação  Projeto Recuperando Nascentes  Unicred Ponto Capital  Projeto Batalhão do Bem: o cooperativismo em ação!    Saiba Mais:  Tania Zanella destaca ações do coop no 5º Fórum Integrativo Confebras  Cooperativismo se destaca nos Diálogos pelo Clima da Embrapa  Cooperativismo integra agenda climática da Casa do Seguro na COP30 
Sistema OCB anuncia cooperativas que representarão o Brasil na COP30
Notícias ESG
13/10/2025

ESGCoop: Unicred aposta em eficiência energética para reduzir impactos

Diagnóstico identificou oportunidades de melhoria e reforçou compromisso com práticas ESG  Nos dias 8 e 9 de outubro, a Unicred do Brasil recebeu a equipe do Programa ESGCoop, do Sistema OCB, para a realização da terceira fase da Solução Eficiência Energética, uma iniciativa que busca promover o uso mais racional e sustentável da energia nas cooperativas. As atividades ocorreram em Florianópolis (SC), com visitas às cooperativas Unicred Valor Capital, Unicred Coomarca e ao Núcleo Conexão.  A agenda reuniu representantes do Sistema OCB, do Sistema Ocesc, da consultoria Stride e da Unicred, além das equipes técnicas das cooperativas, que acompanharam todo o processo. A etapa teve como objetivo realizar um diagnóstico detalhado de eficiência energética, identificando oportunidades de melhoria, padronização e aprimoramento da gestão.  De acordo com a analista de Meio Ambiente do Sistema OCB, Laís Castro, a presença da equipe em campo é um passo essencial para o avanço da Solução. “Essa fase é fundamental para compreender a realidade de cada cooperativa e construir, de forma conjunta, estratégias que tragam resultados efetivos. O engajamento das equipes locais mostra o comprometimento do cooperativismo de crédito em unir sustentabilidade e eficiência operacional”, destacou.  Durante os dois dias de trabalho, foram mapeados processos internos e levantadas informações sobre o consumo e o gerenciamento de energia em diferentes unidades. O resultado será consolidado em um plano de ação a ser implementado com o acompanhamento técnico da consultoria especializada.  Para Ana Paula Martello Rodrigues, coordenadora técnica do Sistema Ocesc, a iniciativa reforça o papel de liderança do cooperativismo catarinense na agenda ESG. “As cooperativas Unicred Valor Capital e Unicred Coomarca reafirmam seu compromisso com a sustentabilidade e a otimização do uso de recursos ao participarem da Solução Eficiência Energética. A iniciativa reforça o alinhamento com as diretrizes ESG e evidencia o protagonismo do cooperativismo de crédito na promoção de práticas responsáveis”, destacou.  A diretora de Sustentabilidade e Supervisão da Unicred do Brasil, Silvana Parisotto Agostini, falou sobre a importância do projeto no contexto estratégico da instituição.“O projeto une pilares fundamentais da atuação cooperativista: sustentabilidade, viabilidade financeira, inovação e impacto ambiental positivo. Ao investir em soluções que otimizam o consumo de energia, a instituição reduz custos operacionais e reafirma seu compromisso com a responsabilidade ambiental”.  A Solução Eficiência Energética faz parte do Programa ESGCoop, coordenado pelo Sistema OCB, que apoia cooperativas de todos os ramos na implementação de práticas sustentáveis e de governança. A iniciativa fortalece o compromisso do cooperativismo com o desenvolvimento econômico aliado à responsabilidade ambiental e social.    Saiba Mais:  Inclusão e diversidade no coop são pauta de workshop em Alagoas  Cooperativismo integra agenda climática da Casa do Seguro na COP30  Tania Zanella reforça protagonismo do coop catarinense 
 ESGCoop: Unicred aposta em eficiência energética para reduzir impactos
Notícias ESG
03/10/2025

Solução Neutralidade de Carbono: Cooperativas avançam na agenda climática

Workshop do Sistema OCB destaca resultados de 2025 e presença estratégica na COP30   Nesta sexta-feira (3), o Sistema OCB realizou o Workshop da Solução Neutralidade de Carbono: do projeto piloto ao palco internacional, com a participação de dirigentes e técnicos de cooperativas, representantes das organizações estaduais e parceiros estratégicos. O encontro online marcou a consolidação dos resultados do ciclo 2025 do projeto e apontou os próximos passos da iniciativa, que ganhará visibilidade internacional na COP30, em Belém (PA). Na abertura, Débora Ingrisano, gerente de Desenvolvimento de Cooperativas do Sistema OCB, destacou a importância do engajamento coletivo. “Este projeto só existe porque as cooperativas acreditaram e se engajaram. Hoje, temos a materialização prática do princípio da intercooperação. Juntos conseguimos negociar melhor, aprender juntos e avançar em uma pauta que parecia distante, mas que agora é realidade para o cooperativismo brasileiro”, afirmou. A solução já conta com a adesão de 18 cooperativas, que realizaram seus inventários de emissões de gases de efeito estufa e publicaram no Registro Público de Emissões. Para Débora, esse movimento fortalece a imagem do cooperativismo como regime produtivo sustentável, capaz de responder a um dos maiores desafios globais. “Estamos saindo do discurso para a prática, e é essa experiência que queremos levar para a COP30. O cooperativismo brasileiro tem muito a mostrar ao mundo”, acrescentou. Resultados e avanços A apresentação dos resultados ficou a cargo de Laís Nara Castro, analista de sustentabilidade do Sistema OCB. Ela explicou que todas as cooperativas participantes conquistaram, no mínimo, o Selo Prata no Programa Brasileiro GHG Protocol – reconhecimento que certifica a qualidade dos inventários de emissões. Segundo Laís, a Solução Neutralidade de Carbono vai além da mensuração: oferece consultoria, ferramentas tecnológicas, capacitação e suporte metodológico, e cria condições para que as cooperativas avancem na redução de emissões e no desenvolvimento de projetos de descarbonização. “O inventário funciona como um diagnóstico. A partir dele, conseguimos identificar oportunidades de melhoria de processos, redução de custos e até acesso a novos mercados e linhas de crédito. Mais do que uma exigência de mercado, a descarbonização se mostra como um diferencial competitivo para as cooperativas”, explicou. Laís também apresentou o guia metodológico desenvolvido em parceria com a Ambipar, que orienta passo a passo o processo de inventário e será disponibilizado às organizações estaduais e às cooperativas interessadas. Narrativa estratégica Para o coordenador de Meio Ambiente do Sistema OCB, Alex Macedo, o maior desafio é construir uma narrativa clara e acessível para a alta liderança das cooperativas. “Carbono não é algo tangível, mas precisamos traduzir esse tema em valor: em redução de custos, reputação, novos negócios e acesso facilitado ao crédito. Esse é o papel da solução: apoiar tecnicamente e ajudar a comunicar de forma simples e direta o valor da descarbonização”, destacou. Alex reforçou ainda que a agenda climática é um caminho sem volta, seja por demanda dos consumidores, exigências regulatórias ou pressão do mercado financeiro. “As cooperativas que quiserem se manter relevantes e competitivas precisam começar agora. E o Sistema OCB está preparado para apoiá-las nessa jornada”. Conexão com a COP30 Um dos pontos altos do workshop foi a discussão sobre a presença do cooperativismo na COP30, marcada para novembro de 2025, em Belém. O Sistema OCB terá participação em diferentes espaços de debate e articulação, com destaque para o AgriZone, em parceria com a Embrapa e cooperativas de crédito, e para o pavilhão de Negócios de Impacto, em cooperação com uma entidade da ONU. “Não basta estar presente fisicamente. Precisamos ocupar espaços de diálogo e decisão, levando propostas e mostrando a relevância do cooperativismo na agenda climática”, afirmou Débora Ingrisano. Próximos passos Além dos reconhecimentos já conquistados, o Sistema OCB projeta a evolução da solução, para incentivar as cooperativas a darem continuidade ao processo de inventário e implementação de ações de descarbonização. Também foi anunciado que cursos do CapacitaCoop e o novo guia metodológico estarão disponíveis para ampliar a capilaridade do tema e dar suporte técnico às organizações.  “A COP30 não é um ponto de chegada, mas parte de um processo de fortalecimento da agenda climática dentro das cooperativas. O Sistema OCB seguirá ao lado das cooperativas brasileiras, potencializando a jornada rumo à neutralidade de carbono”, concluiu Alex Macedo.   Saiba Mais: Cooperativismo de transporte participa de encontro nacional da ANTT Câmara aprova isenção do Imposto de Renda para salários até R$ 5 mil Governo federal sanciona pacote de leis voltadas para agricultura familiar  
Solução Neutralidade de Carbono: Cooperativas avançam na agenda climática
Notícias ESG
22/09/2025

C.Vale avança na Solução Eficiência Energética do Programa ESGCoop

Diagnóstico presencial identificou oportunidades de melhoria na gestão de energia  A cooperativa C.Vale, com sede em Palotina (PR), recebeu entre os dias 16 e 18 de setembro a visita de equipes do Sistema OCB, do Sistema Ocepar e da consultoria Stride para a realização da terceira fase da Solução Eficiência Energética, iniciativa do Programa ESGCoop. O trabalho faz parte de um ciclo de ações voltadas a apoiar cooperativas de diferentes ramos na adoção de práticas de gestão mais sustentáveis, eficientes e alinhadas às demandas do futuro.  Nesta etapa, foi aplicado um diagnóstico presencial nas unidades de recria e produção de aviários da cooperativa. O objetivo foi identificar oportunidades de melhoria, padronização e aprimoramento da gestão energética, considerando tanto aspectos técnicos quanto de rotina operacional. A programação incluiu reuniões com a diretoria, visitas de campo acompanhadas pelas equipes técnicas e, ao final, a apresentação dos resultados e das recomendações iniciais.  Segundo o cronograma da solução, a partir do diagnóstico será elaborado um plano de ação específico para a C.Vale, que contará com acompanhamento técnico da consultoria para sua implementação. A expectativa é que os ganhos ultrapassem a economia direta de energia e tragam impactos positivos também na competitividade, na sustentabilidade e na cultura organizacional.  Para o CEO da C.Vale, Édio José Schreiner, a iniciativa reflete a forma como a cooperativa enxerga seu compromisso diário com a eficiência. “Na C.Vale acreditamos que cultura é construída todos os dias, pela forma como cada um conduz o seu trabalho. Eficiência energética é parte desse compromisso: melhorar continuamente, aprender sempre e assumir a responsabilidade pelo resultado. Quando cada colaborador age com senso de dono, a cooperativa se fortalece, cresce e garante um futuro de sucesso para todos”, destacou.  A percepção de que a eficiência energética se constrói a partir de atitudes simples e disciplina diária também foi ressaltada por Felipe Ferreira, supervisor de Gestão de Energia da cooperativa. “O diagnóstico em campo nos mostrou que eficiência energética nasce do simples: atenção aos detalhes, disciplina diária e responsabilidade no uso de cada kWh. Quando fazemos o básico bem-feito, abrimos espaço para grandes resultados. Essa é a nossa contribuição direta para tornar a cooperativa mais competitiva e sustentável”, declarou.  O Sistema OCB avaliou que a visita reforçou o papel estratégico do cooperativismo na construção de um modelo de desenvolvimento mais responsável. “A visita aos aviários da C.Vale evidencia, na prática, que a eficiência energética é um caminho estratégico para aliar produtividade, redução de custos e compromisso com a sustentabilidade no campo”, afirmou Thayná Côrtes, analista técnico-institucional.  Para a analista de desenvolvimento técnico Bruna Mayer, o diagnóstico realizado permitiu identificar oportunidades que vão além da manutenção e operação, oferecendo uma visão ampla dos principais consumidores de energia da unidade. “Ficou claro que os maiores gargalos muitas vezes resultam de pequenas ações que, somadas, geram grandes impactos. Parabenizamos a C.Vale pela iniciativa e a OCB por disponibilizar uma ferramenta tão relevante para a eficiência energética e o enfrentamento às mudanças climáticas.”  A Solução Eficiência Energética já vem sendo aplicada em cooperativas de diferentes ramos, sempre com foco em gerar indicadores, orientar investimentos e apoiar gestores na adoção de melhores práticas. A iniciativa integra o conjunto de soluções do Programa ESGCoop, criado para apoiar o cooperativismo brasileiro no avanço de práticas ambientais, sociais e de governança. A proposta é que cada ação tenha caráter prático, aplicável ao dia a dia das cooperativas, permitindo resultados concretos e mensuráveis.    Saiba Mais:  GT ESGCoop inicia construção dos indicadores do Ramo Agro  Sistema OCB e Ocepar debatem desafios do Ramo TPBS em Maringá  Brasil cooperativo abre portas para o mundo com catálogo de exportadoras 
C.Vale avança na Solução Eficiência Energética do Programa ESGCoop
Notícias ESG
19/09/2025

GT ESGCoop inicia construção dos indicadores do Ramo Agro

Cooperativas e OCEs debateram parâmetros para mensurar sustentabilidade no setor   O cooperativismo agropecuário brasileiro deu mais um passo estratégico rumo à consolidação de sua agenda de sustentabilidade. Foi realizada nesta terça-feira (16) e quarta-feira (17), em Brasília, o encontro do Grupo de Trabalho ESGCoop dedicado à construção dos indicadores ESG do Ramo Agro. A iniciativa, conduzida pelo Sistema OCB em parceria com a Gália Consultoria, reúne cooperativas de diferentes segmentos do agro e Organizações Estaduais (OCEs) para debater e consolidar parâmetros que possam traduzir, em números e evidências, a atuação sustentável do setor.  O objetivo é criar indicadores específicos para o Ramo Agro, capazes de refletir toda a sua complexidade produtiva e regional. Participaram representantes de cooperativas de café, grãos, leite, proteína animal, fiação, flores, vinhos, citros e cana, entre outros. A diversidade de perfis assegura uma visão ampla e inclusiva sobre os desafios ambientais, sociais e de governança enfrentados pelo agro cooperativo.  A gerente-geral da OCB, Fabíola Nader Motta, destacou o caráter estratégico do encontro. “Estamos construindo uma base sólida de indicadores que darão visibilidade ao compromisso do cooperativismo agropecuário com a sustentabilidade. Nosso desafio é traduzir práticas em métricas que possam ser medidas, acompanhadas, comunicadas e reconhecidas pela sociedade, pelos mercados e pelos formuladores de políticas públicas”, afirmou.   O encontro integra a estratégia do ESGCoop de definir indicadores globais e setoriais para todos os ramos do cooperativismo. A ideia é construir um conjunto de métricas que permita aferir, com transparência e comparabilidade, o impacto positivo das cooperativas em diferentes áreas.  Até o momento, já foram desenvolvidos os indicadores globais e os específicos do Ramo Crédito, enquanto os do Ramo Saúde estão em fase final de elaboração. Agora, com o início da construção dos indicadores para o Ramo Agro, o movimento se expande para contemplar também a diversidade produtiva do campo. Ainda este ano, será dado início ao processo de definição dos indicadores voltados aos ramos Transporte e Infraestrutura, consolidando o compromisso do cooperativismo em mensurar e comunicar, de forma cada vez mais precisa, seus impactos socioambientais e de governança.  Também esteve em destaque, durante a agenda, uma reunião conjunta das Câmaras Temáticas Ambiental e COP30, que buscou ampliar o diálogo sobre sustentabilidade e reforçar a participação do cooperativismo nos debates globais de clima e governança.  Entre as cooperativas presentes estiveram Cooabriel (ES), Comigo (GO), CCPR (MG), Cooxupé (MG), Copasul (MS), Agrária (PR), Copacol (PR), Cocamar (PR), Frimesa (PR), Frísia (PR), Integrada (PR), Aurora Vinícola (RS), Coasa (RS), Cotripal (RS), Santa Clara (RS), Fecoagro/RS, Cooper A1 (SC), Coopercitrus (SP), Coplacana (SP), Holambra Agro Industrial (SP), Veiling Holambra (SP) e Cooperfrigu (TO). Além delas, dirigentes e técnicos das OCEs de nove estados também contribuíram com o debate.    Saiba Mais:  Sistema OCB participa de reunião do Comitê Interministerial do Clima  Cresol Horizonte conclui diagnóstico de eficiência energética  Sistema OCB debate ato cooperativo em convenção na Bahia 
GT ESGCoop inicia construção dos indicadores do Ramo Agro
Notícias ESG
18/09/2025

ESGCoop: diagnóstico impulsiona modernização no Sicoob Confederação

Levantamento aponta avanços e novas oportunidades para gestão sustentável dos data centers  O Sicoob Confederação concluiu, no início de setembro, o diagnóstico de eficiência energética promovido pelo Sistema OCB, por meio do Programa ESGCoop. A iniciativa avaliou de forma detalhada a operação dos data centers da instituição e a estrutura predial identificando pontos de modernização e oportunidades de melhoria nos processos, com foco na redução de custos, no consumo consciente de energia e na sustentabilidade.  Entre os aspectos observados no diagnóstico, estiveram temas como a operação manual da climatização, revisão de isolamentos, limpeza por performance em vez de periodicidade fixa da usina fotovoltaica, uso de motores de altíssima eficiência, free cooling e maior automação na gestão dos sistemas. O levantamento destacou que, embora os avanços sejam consistentes, o fortalecimento da padronização e da melhoria contínua são práticas universais para garantir resultados duradouros em gestão energética.   Para Alex Macedo, coordenador de Meio Ambiente do Sistema OCB, o projeto é um marco na integração entre sustentabilidade e competitividade no cooperativismo financeiro. “O diagnóstico no Sicoob demonstra que a eficiência energética é um caminho estratégico para reduzir custos, inovar e, ao mesmo tempo, contribuir para a descarbonização. Essa iniciativa reforça a importância de soluções que gerem retorno econômico e fortaleçam a agenda socioambiental das cooperativas, alinhando o setor às metas globais de transição energética e neutralidade de carbono.  Emanuelle Marques, gerente da área de Cidadania e Sustentabilidade do Sicoob, considerou que a adoção da solução representa um movimento estratégico. “Ela contribui diretamente para a redução de custos operacionais, fortalece nosso compromisso com a sustentabilidade e nos posiciona de forma responsável frente aos desafios climáticos. Ao aplicar essa solução, demonstramos que é possível unir eficiência e impacto positivo, reforçando nosso papel como cooperativa financeira comprometida com o desenvolvimento sustentável”, declarou.  Já Janderson Facchin, da Diretor da área Administrativa e Financeira do Sicoob, destacou a integração de múltiplos fatores no projeto. “Essa iniciativa fortalece nossa atuação como cooperativa financeira que valoriza o desenvolvimento sustentável, ao mesmo tempo em que nos posiciona de forma proativa frente aos desafios climáticos contemporâneos. Ao integrar tecnologia, inovação, eficiência energética, automação e consciência ambiental em um único projeto, demonstramos que é possível transformar modernização em impacto positivo, tanto para o Centro Cooperativo Sicoob quanto para as demais cooperativas e comunidades que servimos”.  O superintendente de Infraestrutura e Operações de TI, Dênio Rodrigues, reforçou que os resultados já começam a ser percebidos. “A consultoria de eficiência energética promovida pela OCB, por meio do ESGCoop, foi muito importante para reforçar que estamos trilhando o caminho certo na gestão sustentável dos nossos data centers, nos apoiando no aprimoramento de indicadores táticos operacionais, na priorização de investimentos e no alinhamento às melhores práticas de mercado. Resultado das ações empreendidas pelo Centro Cooperativo (CCS), fomos classificados como finalistas do DCD Latam Awards 2025 nas categorias Enterprise Data Center Evolution e Energy Impact. Parceiras como essa são fundamentais para ampliar a cultura da eficiência em todo o sistema cooperativo nacional, integrando tecnologia, propósito e responsabilidade socioambiental”, concluiu.  Além de sua ampla presença territorial, o Sistema Sicoob é coordenado pelo Centro Cooperativo Sicoob (CCS), com sede em Brasília (DF). Reunindo mais de 9,1 milhões de cooperados, o Sicoob está presente em todas as 27 unidades federativas e possui atuação direta em 2.452 municípios, por meio de 14 cooperativas centrais, 323 cooperativas singulares e 4.685 agências. A instituição também emprega mais de 38 mil colaboradores, que atuam tanto nas unidades físicas quanto nos canais digitais, garantindo atendimento próximo, personalizado e eficiente. Paralelamente, investe continuamente na expansão e no aprimoramento de seus canais digitais, assegurando praticidade e acesso facilitado aos seus serviços.  Essa estrutura sólida permite ao Sicoob aliar capilaridade, eficiência operacional e proximidade com seus cooperados, fortalecendo sua capacidade de desenvolver e implementar projetos de inovação, sustentabilidade e educação financeira em escala nacional.    Saiba Mais:  Cresol Horizonte conclui diagnóstico de eficiência energética  ESGCoop: Sicoob UniCentro Br avança em eficiência energética  Cocatrel adere ao ESGCoop e avança na gestão energética e sustentável 
ESGCoop: diagnóstico impulsiona modernização no Sicoob Confederação
Notícias ESG
16/09/2025

Cresol Horizonte conclui diagnóstico de eficiência energética

Projeto-piloto do ESGCoop aponta oportunidades para ampliar a gestão sustentável da cooperativa  A Cresol Horizonte concluiu, na última semana, o Diagnóstico de Eficiência Energética, realizado no âmbito do Programa ESGCoop do Sistema OCB. A iniciativa integra um projeto-piloto que vem sendo aplicado em cooperativas de diferentes ramos e busca identificar oportunidades de melhoria na gestão do consumo de energia, reduzir custos e fortalecer práticas alinhadas à sustentabilidade.  A visita técnica ocorreu entre os dias 9 e 11 de setembro e analisou a operação de diferentes agências da Cresol Horizonte. O relatório destacou boas práticas já adotadas, como a utilização de equipamentos modernos; o sistema de climatização VRF com distribuição eficiente; controladores de temperatura acessíveis aos colaboradores; e a substituição gradual de equipamentos antigos. Esses avanços mostram que a cooperativa já está atenta à modernização de sua infraestrutura.  Oportunidades de avanço também foram reveladas. Entre elas, a setorização da iluminação; o uso de sensores de presença e sistemas de automação; a dimerização de áreas com luz natural; a instalação de películas de baixa emissividade em janelas expostas; além do desligamento automático de áreas não operacionais em períodos de fechamento das agências. A manutenção preditiva e o acompanhamento de desempenho energético por índices técnicos (kWh/m²) também foram apontados como medidas-chave para consolidar ganhos no médio e longo prazo.  As recomendações iniciais incluem a coleta de dados de todas as unidades, a criação de metas de consumo, o acompanhamento regular de indicadores, a implantação imediata de ações rápidas — como o plano de iluminação para agências abertas e fechadas — e a definição de um plano de comunicação com colaboradores, estimulando sugestões que promovam redução no consumo. O treinamento das equipes é outro pilar apontado como importante para garantir a continuidade dos resultados.  Para o presidente da Central Cresol Baser e do Cresol Instituto, Alzimiro Thomé, a iniciativa tem caráter estratégico. “A eficiência energética é estratégica para a Cresol. Vai além da economia: está ligada à nossa missão de promover desenvolvimento sustentável e fortalecer comunidades. Concluir essa etapa mostra, na prática, como gestão responsável gera benefícios diretos aos cooperados”, relatou.  O diretor executivo da Cresol Horizonte, Márcio Leandro Rosa, destacou o impacto direto do diagnóstico. “Revelou oportunidades importantes. Eficiência energética significa economia, mas também responsabilidade ambiental e processos mais conscientes, em sintonia com nosso Comitê ESG”.  Já o coordenador de Meio Ambiente do Sistema OCB, Alex Macedo, reforçou o caráter inovador da iniciativa. “A experiência da Cresol Horizonte comprova que pequenas mudanças geram grandes impactos. Esse piloto fortalece a agenda ESGCoop no cooperativismo brasileiro e mostra como o movimento pode liderar em sustentabilidade no país”.     Saiba Mais:  ESGCoop: Sicoob UniCentro Br avança em eficiência energética  Cocatrel adere ao ESGCoop e avança na gestão energética e sustentável  Viacredi fortalece compromisso ESG com diagnóstico da OCB 
Cresol Horizonte conclui diagnóstico de eficiência energética
Notícias ESG
01/09/2025

Programa NegóciosCoop impulsiona avanços em oito cooperativas do DF

Cooperativas de reciclagem concluem ciclo piloto e recebem certificados durante a II CIRSOL  Oito cooperativas de reciclagem do Distrito Federal celebraram, na quinta-feira (28), a conclusão do ciclo piloto do Programa NegóciosCoop, iniciativa do Sistema OCB voltada ao fortalecimento da gestão e do desenvolvimento de negócios cooperativos. A formatura foi realizada no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, durante a II Conferência Internacional de Resíduos Sólidos e Saneamento (CIRSOL), um dos mais relevantes encontros internacionais do setor.  O evento contou com a presença de representantes do Sistema OCB Nacional, do presidente da OCB/DF, Remy Gorga Neto, e da Coordenadora de Desenvolvimento Humano e Organizacional, Samara Sousa de Lima. A programação incluiu a apresentação da evolução das cooperativas pela equipe da Mapa Consultoria,a entrega dos certificados às cooperativas.  Participaram do ciclo as cooperativas Cooperdife, Coopere, Coorace, Ecolimpo, Plasferro, Recicle a Vida, Recicla Mais Brasil e Rede Alternativa. Cada uma trilhou seu caminho de evolução ao longo do programa, mas todas encerraram o percurso com avanços na organização, gestão e sustentabilidade de seus negócios.  Pilares O Diagnóstico de Negócios  é estruturado em cinco pilares — organização social, produção, gestão, verticalização da cadeia e mercado — e tem como objetivo fortalecer as cooperativas como empreendimentos sustentáveis, capazes de gerar impacto econômico e social positivo. Durante 12 meses, as cooperativas passaram por diagnósticos, módulos de capacitação e mentorias que resultaram em avanços consistentes.  Os dados comprovam essa evolução. De forma geral, as cooperativas registraram maior engajamento de cooperados em assembleias e reuniões, melhorias na gestão e governança, além de fortalecimento da comunicação interna e externa. Houve também conquistas em termos de parcerias estratégicas e editais, além de aumento de receitas médias e da renda dos cooperados.  Entre os destaques, uma das cooperativas saltou de uma média de 6,1 para 8,8 no diagnóstico final. Nesse período, ampliou em 12% a comercialização, em 40% as parcerias e em 33% a renda média dos cooperados, que passou de R$ 1.500 para R$ 2.000. A receita média também cresceu 15%, de R$ 93 mil para R$ 107 mil. Outra cooperativa, já bem estruturada, avançou de 9,0 para 9,4 no diagnóstico, com ênfase no pilar de organização social. Sua receita média aumentou em 40%, saltando de R$ 499 mil para R$ 699 mil.  Para Débora Ingrisano, gerente de Desenvolvimento de Cooperativas do Sistema OCB, os resultados demonstram o impacto positivo da solução. “O Programa NegóciosCoop mostrou que, quando as cooperativas se dedicam ao processo, os ganhos aparecem em todas as frentes. Observamos melhorias de gestão, fortalecimento de lideranças e resultados econômicos expressivos. Isso dá sustentabilidade ao negócio e valoriza o trabalho dos cooperados”, destacou.  Ainda segundo a gerente, mesmo diante de desafios, como limitações estruturais e mudanças contratuais na coleta seletiva que afetaram a comercialização de materiais, o programa conseguiu gerar avanços concretos. “Entre eles, está a criação de fundo de reserva, atualização de estatutos, formalização de regimentos internos e melhorias físicas nos espaços de trabalho”, acrescentou.  Saiba Mais:  Sistema OCB participa da 104ª Reunião do Conselho da ACI Américas  Capacitação reforça profissionalização do cooperativismo no Nordeste  Cooperativas podem acessar até R$ 10 bi em investimentos no Nordeste
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Notícias ESG
29/08/2025

ESGCoop: Cresol Baser conclui diagnóstico de eficiência energética

Projeto piloto aponta oportunidades de economia, inovação e sustentabilidade para a cooperativa  A Cresol Baser acaba de concluir a terceira etapa do projeto piloto de diagnóstico de eficiência energética, iniciativa do Programa ESGCoop em parceria com o Sistema OCB. O trabalho realizado em agosto identificou oportunidades concretas de otimização no consumo de energia, reforçando o papel estratégico do cooperativismo na promoção de práticas sustentáveis, inovadoras e alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).  Durante o levantamento, técnicos avaliaram o desempenho energético das instalações da cooperativa e apontaram aspectos que já colocam a Cresol em posição de destaque no setor, como a utilização de tecnologias de ponta em climatização e automação predial. O relatório também detalhou potenciais ganhos com a implementação de gestão de performance, manutenção preditiva e planejamento energético de longo prazo, além da análise de alternativas como autogeração de energia e migração para o mercado livre.  Para o presidente da Central Cresol Baser e do Cresol Instituto, Alzimiro Thomé, a iniciativa fortalece a missão da cooperativa. “O projeto de eficiência energética é estratégico para a Cresol porque une sustentabilidade, viabilidade financeira, inovação e impacto ambiental. A conclusão desta etapa mostra, na prática, como é possível reduzir custos, fortalecer comunidades e gerar benefícios diretos para os cooperados. Seguimos confiantes na implementação do plano de ação, que vai consolidar ainda mais esse compromisso”, afirmou.   Segundo o gerente do Cresol Instituto, Itamar Vodzicki, a expansão da cooperativa é acompanhada de um olhar voltado para a sustentabilidade. “A Cresol Baser atua em 16 estados brasileiros e segue com planos de expansão. Atualmente, são 487 agências de relacionamento e mais de 476 mil cooperados.”  Já para a gerente administrativa da cooperativa, Cíntia Caroline da Silva, os resultados obtidos reforçam a importância de integrar inovação e responsabilidade socioambiental. “O projeto piloto foi extremamente produtivo e trouxe insights valiosos para aprimorarmos nossos processos. A análise detalhada nos mostrou oportunidades reais de economia e otimização do consumo, sempre alinhada à sustentabilidade e à responsabilidade socioambiental. Essa iniciativa reforça a estratégia da Cresol em buscar soluções inovadoras que, além de reduzir custos operacionais, contribuem para um futuro mais consciente e eficiente.”  O diagnóstico foi realizado em um momento estratégico para a Cresol, que se posiciona como referência em inovação sustentável no cooperativismo de crédito. A análise apontou que, embora a cooperativa já opere com processos padronizados e estáveis, há espaço para ganhos significativos ao incorporar novas métricas de consumo energético, explorar a autogeração e investir em tecnologias complementares, como sistemas de carregamento para veículos elétricos.  De acordo com Alex Macedo, coordenador de Meio Ambiente do Sistema OCB, a experiência da Cresol Baser tem caráter inspirador para outras cooperativas. “Ela demonstra como o diagnóstico se torna um instrumento estratégico de gestão e inovação. E mostra, na prática, que o cooperativismo pode ser referência em sustentabilidade e no uso inteligente de recursos. Cada etapa concluída representa um avanço para a cooperativa e também para todo o movimento, que reforça sua contribuição direta para os ODS e para a construção de um futuro mais responsável e eficiente”,  Saiba Mais:  ESGCoop: Sicoob UniCentro Br avança em eficiência energética  Cocatrel adere ao ESGCoop e avança na gestão energética e sustentável  Energia que transforma: solução ESGCoop chega à AuroraCoop 
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29/08/2025

Cooperativas têm a chance de brilhar na COP30: inscreva-se já

Participe da conferência do clima e leve iniciativas de boas práticas sustentávais ao mundo  O cooperativismo brasileiro tem uma oportunidade inédita de mostrar sua força e inovação no cenário climático internacional. Em 2025, Belém (PA) será sede da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), e o Sistema OCB abriu as inscrições para que cooperativas do país participem de painéis temáticos durante a conferência.  A iniciativa busca destacar o impacto positivo do modelo de negócios em questões como adaptação às mudanças climáticas, mitigação de riscos e desenvolvimento sustentável nos territórios. “É uma chance única de levar experiências concretas e resultados mensuráveis para uma plateia internacional, reforçando o papel das cooperativas como protagonistas da agenda climática”, afirma Tania Zanella, superintendente do Sistema OCB.   Por isso, segundo ela, a entidade está convocando todas as cooperativas que já desenvolvem soluções climáticas a participarem. “Queremos mostrar que nosso setor entrega resultados reais que transformam comunidades e territórios”, acrescenta.   Temas e requisitos para participação  A chamada é aberta a cooperativas de todos os ramos que apresentem projetos com impacto climático positivo. Entre os temas elegíveis estão agricultura de baixo carbono, bioeconomia, energia renovável, financiamento climático e iniciativas de adaptação e mitigação de riscos.  Para se inscrever, as cooperativas devem estar regulares junto ao Sistema OCB e comprovar que suas ações têm impacto mensurável, potencial de replicabilidade e conexão com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Os projetos selecionados serão apresentados em painéis organizados pelo Sistema OCB, em espaços de alto nível de interlocução na COP30.  Prazos e inscrição  As cooperativas interessadas devem se inscrever até 8 de setembro, por meio de formulário eletrônico disponível no site Coop na COP30. A participação presencial em Belém será necessária entre 10 e 21 de novembro de 2025.  Uma comissão técnica independente fará a avaliação das propostas com base em critérios como inovação, impacto, alinhamento estratégico e participação em programas do Sistema OCB, como ESGCoop e soluções climáticas. O objetivo é garantir diversidade, representatividade e qualidade na presença do cooperativismo brasileiro na conferência.  Com o fim do prazo se aproximando, o Sistema OCB reforça a importância de que as cooperativas aproveitem essa chance de colocar o país no centro do debate global sobre mudanças climáticas. “É hora de mostrar ao mundo que o cooperativismo tem soluções concretas e inovadoras. Queremos ver nossas experiências ganhando destaque na COP30”, finaliza Tania Zanella.  Saiba Mais:  Coops rumo à COP30: seleções abertas para painéis temáticos  Cooperativismo na prática marca encerramento da Imersão Pré-COP30  Agro ganha protagonismo rumo à COP30 na assembleia da CAF 
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22/08/2025

ESGCoop: Sicoob UniCentro Br avança em eficiência energética

Coop recebeu análise que aponta soluções para reduzir custos e ampliar sustentabilidade  Com 33 anos de história e atuação em cinco estados brasileiros, o Sicoob UniCentro Br deu mais um passo em sua agenda de sustentabilidade ao receber o diagnóstico de eficiência energética do Programa ESGCoop, iniciativa coordenada pelo Sistema OCB que apoia cooperativas de diferentes ramos na adoção de práticas ambientais, sociais e de governança.  O estudo foi aplicado em agências e no centro administrativo da cooperativa, em Goiânia (GO), e mapeou diversas oportunidades de redução no consumo de energia elétrica, sobretudo nos sistemas de iluminação e climatização. Entre as medidas recomendadas estão a instalação de LEDs dimerizáveis, sensores de luminosidade, uso de free cooling em períodos noturnos, automação de persianas, fechamento automático de portas e padronização da temperatura dos ambientes em 23°C.  Além de ajustes técnicos, o diagnóstico também propôs ações de gestão contínua da energia, como a criação de um manual interno, capacitação permanente de colaboradores e a formação de uma Comissão Interna de Conservação de Energia (CICE).  Segundo o coordenador de Meio Ambiente do Sistema OCB, Alex Macedo, os resultados do estudo demonstram um grande potencial de impacto positivo:  “O diagnóstico mostra que o Sicoob UniCentro Br está diante de uma grande oportunidade de economia e sustentabilidade. Com medidas relativamente simples — como ajuste de iluminação, climatização, manutenção preditiva e capacitação de equipes — a cooperativa poderá reduzir custos, melhorar o conforto dos ambientes e fortalecer sua imagem como referência em responsabilidade socioambiental no cooperativismo financeiro”, destacou.  A avaliação contou também com o acompanhamento da Confebras, entidade nacional que representa o cooperativismo de crédito. Para Luciana Alencar, coordenadora de Educação e Projetos da confederação, a experiência reforça o papel do setor em liderar transformações sustentáveis: “O futuro do cooperativismo de crédito se constrói com sustentabilidade e inovação. Pequenas mudanças de cultura podem gerar grandes impactos. A eficiência energética vai além da redução de custos: promove ambientes mais saudáveis, fortalece práticas alinhadas ao ESG e impulsiona um movimento mais competitivo e responsável”, afirmou.  No Sicoob UniCentro Br, as medidas de eficiência energética complementam iniciativas já em curso, como a construção do Parque Fotovoltaico Geraldo Mendonça, uma usina solar 100% digital que garantiu, em apenas dois meses de operação, uma redução de 73% nos custos totais de energia e evitou a emissão de mais de 50 toneladas de gás carbônico.  De acordo com o diretor operacional da cooperativa, Charles Campanha, a gestão sustentável da energia já é parte da identidade da instituição: “No cooperativismo financeiro, promover boas práticas de gestão sustentável desse recurso é determinante para a competitividade. Com a implementação das soluções apresentadas pela consultoria, vislumbramos impactos ainda mais positivos, não somente em nossa redução de custo, mas também no nosso compromisso com um futuro mais sustentável para as comunidades nas quais atuamos”, ressaltou.  Na avaliação do presidente do Sicoob UniCentro Br, Diogo Mafia, o engajamento dos colaboradores será decisivo para consolidar os resultados: “Eficiência energética não é apenas economia, mas um compromisso com a inovação e a responsabilidade socioambiental. Ao adotar as medidas sugeridas, ampliamos o conforto dos ambientes, prolongamos a vida útil dos equipamentos e reforçamos nossa cultura de gestão responsável dos recursos. Mais do que resultados financeiros, essas ações refletem o compromisso do Sicoob UniCentro Br com os princípios do cooperativismo e com os pilares do Programa ESGCoop”, destacou.  Com mais de 115 mil cooperados e R$ 9,9 bilhões em ativos, o Sicoob UniCentro Br mostra que sustentabilidade e competitividade podem caminhar juntas. A expectativa é de que, com a execução das medidas apontadas pelo diagnóstico, a cooperativa fortaleça ainda mais sua posição como referência nacional em inovação e responsabilidade no sistema cooperativista de crédito.  Saiba Mais:  Cocatrel adere ao ESGCoop e avança na gestão energética e sustentável  Energia que transforma: solução ESGCoop chega à AuroraCoop  Viacredi fortalece compromisso ESG com diagnóstico da OCB 
 ESGCoop: Sicoob UniCentro Br avança em eficiência energética
Notícias ESG
19/08/2025

Integrada recebe diagnóstico de eficiência energética do ESGCoop

Ação do Sistema OCB e Ocepar aponta oportunidades de economia e sustentabilidade  A Integrada Cooperativa Agroindustrial, uma das maiores do Paraná, acaba de dar um passo estratégico em sua jornada de sustentabilidade. Entre os dias 12 e 15 de agosto, a Unidade Industrial de Milho (UIM), em Andirá (PR), recebeu o diagnóstico da Solução Eficiência Energética, iniciativa do Programa ESGCoop, promovido pelo Sistema OCB em parceria com o Sistema Ocepar e a consultoria Stride.  O objetivo foi identificar oportunidades para reduzir custos, otimizar processos e fortalecer a gestão ambiental da cooperativa. O trabalho envolveu entrevistas com operadores, análise documental, medições técnicas e estudo detalhado de processos críticos como caldeiras, uso de biomassa florestal, consumo de energia elétrica, sistemas de ar comprimido e reaproveitamento de biogás. No último dia, os resultados foram apresentados à alta gestão, ao setor de sustentabilidade e à equipe de planejamento estratégico da Integrada, para garantir alinhamento institucional à implementação das recomendações.  Segundo Ana Lúcia Almeida Maia, coordenadora de Sustentabilidade da Integrada, a iniciativa chegou em um momento essencial para a cooperativa. “A pauta da eficiência energética é indispensável para a longevidade da sustentabilidade dentro das cooperativas. O mapeamento nos dá uma visão clara das oportunidades de melhoria em toda a rede de maquinários e processos. Esse material é riquíssimo, porque não se limita à economia: ele potencializa a performance dos equipamentos e nos ajuda a pensar em padronização e gestão por indicadores. É uma iniciativa que faz todo o sentido, alinhada ao nosso compromisso com a perenidade do sistema cooperativista.”  Para Silcio Krinski, coordenador de Desenvolvimento Técnico do Sistema Ocepar, a metodologia aplicada superou as expectativas. “Imaginávamos uma análise restrita a motores e consumo de energia elétrica. Mas o diagnóstico foi muito além, revisando processos da cadeia de produção e identificando gaps em áreas como no uso de biomassa, tratamento de efluentes e aproveitamento de biogás. Ficou claro que é possível reduzir custos e, ao mesmo tempo, reforçar nossa imagem sustentável perante clientes, parceiros e sociedade. O sucesso desse piloto mostra que é hora de expandirmos essa prática para outras unidades.”  O gerente industrial da Integrada, Cleverson Navarro Alves, também destacou os resultados do trabalho. “A consultoria foi conduzida com alto nível técnico, identificando ganhos imediatos e estruturando um plano de ação com recomendações de curto, médio e longo prazo. Além do aspecto operacional, a eficiência que buscamos está diretamente ligada aos princípios ESG: produzir mais com menos, reduzir o consumo de recursos naturais e gerar impacto ambiental cada vez menor. Isso fortalece nossa gestão e amplia nossa competitividade no mercado.”  Com mais de 13,5 mil cooperados e presença em 50 municípios do Paraná e São Paulo, a Integrada consolida uma agenda de sustentabilidade robusta. O Relatório de Sustentabilidade 2023/2024 já havia destacado conquistas como a certificação ISO 14001 e a adoção de projetos de circularidade, bioinsumos e redução de emissões. A aplicação da Solução Eficiência Energética representa, agora, um desdobramento prático dessa estratégia, e conecta inovação com responsabilidade ambiental ao dia a dia das operações.  A Solução Eficiência Energética é uma das frentes do Programa ESGCoop, do Sistema OCB, que tem como objetivo apoiar as cooperativas na construção de modelos de gestão mais alinhados às boas práticas ambientais, sociais e de governança. “Além de diagnósticos técnicos e planos de ação sob medida, a iniciativa garante acompanhamento especializado para que as melhorias sejam implementadas de forma estruturada, ampliando a competitividade e reforçando o protagonismo do cooperativismo brasileiro na agenda climática”, destacou Alex Macedo, coordenador de Meio Ambiente do Sistema OCB.  Saiba Mais:  Cocatrel adere ao ESGCoop e avança na gestão energética e sustentável  Energia que transforma: solução ESGCoop chega à AuroraCoop  Viacredi fortalece compromisso ESG com diagnóstico da OCB 
Integrada recebe diagnóstico de eficiência energética do ESGCoop
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08/08/2025

Cocatrel adere ao ESGCoop e avança na gestão energética e sustentável

Diagnóstico do Sistema OCB indica melhorias no uso de energia para reduzir impacto ambiental  A busca por eficiência e sustentabilidade está cada vez mais presente na estratégia das cooperativas brasileiras. Um exemplo concreto dessa transformação é a Cocatrel, cooperativa agropecuária com sede em Três Pontas (MG), que acaba de receber a Solução Eficiência Energética, do Programa ESGCoop, iniciativa do Sistema OCB em parceria com as unidades estaduais e consultorias especializadas.  O diagnóstico, realizado entre os dias 5 e 7 de agosto, envolveu representantes da Unidade Nacional da OCB, da Ocemg e da consultoria Stride, além de contar com participação ativa da alta liderança da cooperativa. Logo na chegada, a equipe foi recebida pelo presidente, Jacques Fagundes Miari; Vice-presidente, Luiz Eduardo Vilela de Rezende; e diretor de operações da Cocatrel, Alcione korte, além de engenheiros e gestores de diversas áreas, demonstrando o alinhamento institucional com o tema. Para Thayná Côrtes, analista do Ramo Infraestrutura do Sistema OCB, a receptividade e o engajamento da Cocatrel foram destaques da missão. “Foi muito interessante perceber que a cooperativa já tinha várias ideias e iniciativas em andamento voltadas à eficiência energética. A Solução veio para somar: ajudar a organizar essas ideias, trazer novas possibilidades e apontar caminhos concretos. A equipe da Cocatrel está realmente engajada, com vontade de estudar, entender e implementar melhorias reais”, afirmou.  Impacto positivo  A Cocatrel já realiza algumas ações importantes na área, como a compra de energia no mercado livre, buscando opções mais sustentáveis e econômicas, além de investimentos em usinas fotovoltaicas. A cooperativa também já vinha estudando a troca de empilhadeiras a gás por elétricas e melhorias nos sistemas de contenção de pó gerado no beneficiamento do café — um dos grandes desafios operacionais do setor.  Segundo o vice-presidente do conselho de administração da Cocatrel, Luiz Eduardo Vilela de Resende, a parceria com o Programa ESGCoop contribui diretamente para alinhar os objetivos econômicos e ambientais da cooperativa. “Trabalhar com eficiência energética é algo estratégico, especialmente dentro da agenda ESG, que prioriza economia, sustentabilidade e impacto positivo. A parceria com o Sistema OCB e a consultoria especializada nos permite enxergar com mais clareza onde estão os gargalos e como podemos evoluir. Estamos orgulhosos de fazer parte dessa iniciativa.”  O projeto também reforça o protagonismo da Ocemg no apoio à sustentabilidade do cooperativismo mineiro. Para Thiago Machado, analista de Educação e Desenvolvimento Sustentável da organização, os benefícios da solução vão além da redução de custos. “A Solução Eficiência Energética melhora a competitividade, libera recursos para novos investimentos e fortalece o compromisso socioambiental das cooperativas. No caso específico das cooperativas de café, por exemplo, contribui ainda para otimizar processos como secagem, beneficiamento e armazenagem, garantindo mais qualidade e menos desperdício”, declarou.   De acordo com Thiago, exemplos práticos incluem a modernização de motores e sistemas de iluminação, o que reduz o consumo de energia e evita cobranças por demanda ociosa ou ultrapassada. “Eficiência energética significa produzir o mesmo resultado — ou melhor — com menos energia. Eliminar desperdícios e ajustar processos para consumir só o necessário, sem perder qualidade ou produtividade”, complementou  Boas práticas  A Solução Eficiência Energética é uma das frentes de atuação do Programa ESGCoop, que busca apoiar as cooperativas brasileiras na construção de modelos de gestão mais alinhados às boas práticas ambientais, sociais e de governança. A iniciativa oferece diagnósticos técnicos, planos de ação sob medida e apoio especializado na implementação das melhorias identificadas.  Além de reduzir custos e emissões, o projeto também fortalece o posicionamento das cooperativas diante do mercado internacional, que valoriza cada vez mais organizações com práticas sustentáveis e compromisso climático.  Com mais de 9 mil cooperados e um faturamento de R$ 3,3 bilhões no último exercício, a Cocatrel reforça, com essa adesão, sua visão de futuro. O diagnóstico realizado é apenas o primeiro passo de uma jornada de transformação, que inclui ações de curto, médio e longo prazo. “São iniciativas que não se implementam da noite para o dia, mas o mais importante é perceber que há um comprometimento real da cooperativa em estudar, planejar e fazer acontecer”, concluiu Thyaná Côrtes.  Saiba Mais:  Energia que transforma: solução ESGCoop chega à AuroraCoop  Economista e especialistas destacam força do cooperativismo no Brasil  Sistema OCB impulsiona eficiência energética no cooperativismo  
Cocatrel adere ao ESGCoop e avança na gestão energética e sustentável
Notícias ESG
07/08/2025

Cooperativas brasileiras ganham destaque no GHG Protocol 2025

Evento reconheceu avanços na medição e gestão de emissões de gases de efeito estufa  O Programa GHG Protocol realizou, em São Paulo, seu evento anual do Ciclo 2025, destacando o protagonismo crescente das cooperativas brasileiras na agenda climática. Ao todo, 29 cooperativas publicaram inventários de emissões de gases de efeito estufa (GEE).  O encontro apresentou um panorama da evolução da medição de emissões no Brasil, que em 2025 alcançou 1,3 mil inventários publicados, um recorde histórico desde o início da série em 2008. A divulgação desses dados, de caráter voluntário, indica que cada vez mais organizações estão incorporando práticas de gestão ambiental e alinhando suas operações a metas de descarbonização e ESG.  Solução Neutralidade Carbono impulsiona o setor  A presença das cooperativas no evento é resultado direto do Projeto Neutralidade de Carbono, iniciativa conduzida pelo Sistema OCB desde 2024, como parte do Programa ESGCoop. A Solução incentiva cooperativas a medir e gerenciar suas emissões, dando o primeiro passo para a neutralidade de carbono.   Na fase piloto do projeto, participaram a CCPR/MG, a Cooproeste/BA e a Witmarsum/PR, que conquistaram o selo prata já no primeiro ciclo — um avanço significativo para organizações que ainda estavam iniciando a mensuração de emissões. Atualmente, a Solução apoia 18 cooperativas em seus processos de descarbonização, com foco na elaboração do inventário de emissões, publicação no Registro Público de Emissões e na entrega de um relatório com oportunidades concretas de descarbonização.  Para Alex Macedo, coordenador de Meio Ambiente do Sistema OCB, o projeto marca uma mudança de cultura dentro do cooperativismo. “O inventário de emissões oferece às cooperativas uma visão estratégica dos seus impactos e abre caminho para ações de redução e compensação de carbono, alinhando o setor às demandas ambientais e de mercado.”  Segundo ele, o reconhecimento no GHG Protocol fortalece a imagem das cooperativas e amplia a confiança de parceiros e consumidores em relação ao compromisso ambiental do setor.  O que é o GHG Protocol  O GHG Protocol é a principal metodologia mundial para contabilizar emissões de gases de efeito estufa, desenvolvida em parceria pelo World Resources Institute (WRI) e o World Business Council for Sustainable Development (WBCSD). No Brasil, o programa é conduzido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) desde 2008 e oferece ferramentas gratuitas para que organizações calculem, publiquem e gerenciem suas emissões.  A plataforma Registro Público de Emissões reúne todos os inventários publicados. No início da série histórica, apenas 23 empresas haviam divulgado seus dados. Em 2025, o número atingiu 1,3 mil inventários, de 674 organizações, um recorde. As emissões de escopo 3, relacionadas à cadeia de valor das empresas, continuam sendo o maior desafio, respondendo por mais de 1 bilhão de toneladas de CO₂ equivalente.  Vozes do cooperativismo: experiências e aprendizados no GHG Protocol  Após o evento, os representantes das cooperativas participantes compartilharam suas impressões sobre a importância da iniciativa para o fortalecimento da sustentabilidade no setor.   Segundo Francimar Duarte, assessora de sustentabilidade da COMIGO, o evento marcou um momento importante para a cooperativa. “Este foi o primeiro ano em que realizamos nosso inventário de emissões com registro público. Participar do evento nos permitiu compartilhar aprendizados, ouvir experiências e reforçar nosso compromisso com a gestão ambiental.”  Para Alzimiro Thomé, presidente do Cresol Instituto, o encontro foi estratégico para fortalecer o planejamento sustentável da rede. “Foi excelente estar conectado às boas práticas e aprimorar a Estratégia de Sustentabilidade da Cresol. A conquista do Selo Prata nos motiva a seguir firmes no fortalecimento da nossa agenda ESG.”  Juliana Cristina Knopka, analista de Sustentabilidade da Ailos, também destacou a importância da troca entre as instituições presentes. “Foi uma oportunidade valiosa para aprofundar os conhecimentos, compartilhar desafios e reafirmar nosso compromisso com a agenda ambiental. E, claro, celebrar nosso primeiro inventário registrado.”  Ana Paula Maciel, analista ambiental da Copacol, ressaltou o papel fundamental do apoio técnico recebido pelo projeto. “Sem esse incentivo, talvez não tivéssemos conseguido fazer o inventário este ano. Foi essencial para sairmos do zero. O cooperativismo precisa conhecer suas emissões para planejar o futuro. Agora, nosso foco é desdobrar essas ações dentro dos processos da cooperativa e fortalecer a descarbonização de forma integrada.”  Orildo Germano Belegante, presidente da Coasa, reforçou o engajamento da cooperativa com práticas sustentáveis. “Foi uma honra participar do projeto. Estamos comprometidos com uma gestão mais sustentável, tanto internamente quanto junto aos nossos agricultores. Esse trabalho é essencial para construirmos uma sociedade e um ambiente melhores.”  “Foi uma honra contribuir com essa discussão tão relevante. Iniciativas como esta fortalecem a conscientização e promovem ações efetivas em prol de um planeta mais sustentável. Saímos motivados a seguir colaborando para a mitigação dos impactos ambientais.” concluiu Mauro Marquiotti, presidente da Unicred União.  Saiba Mais:  Energia que transforma: solução ESGCoop chega à AuroraCoop  AnuárioCoop 2025: 25,8 milhões de brasileiros escolhem cooperar  Bora Cooperar? 27 histórias mostram como o coop muda vidas no Brasil 
Cooperativas brasileiras ganham destaque no GHG Protocol 2025
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