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A grave crise de preço que afeta o mercado do arroz neste ano motivou a convocação de um ato público para esta sexta-feira (20), às 10 horas, no trevo de acesso à Araranguá , no sul de Santa Catarina, onde se reunirão 3.000 produtores gaúchos e catarinenses para exigirem medidas emergenciais do governo federal.
O ""Grito do Produtor de Arroz"" está sendo organizado pelas Federações da Agricultura e Pecuária de Santa Catarina (Faesc) e do Rio Grande do Sul (Farsul), Federações dos Trabalhadores Rurais (Fetaesc e Fetag), sindicatos e cooperativas.
Com uma oferta adicional de mais de 2 milhões de toneladas de arroz no país, neste ano, as lideranças vão reivindicar a aquisição via AGF e EGF de 1,5 milhão de toneladas para reduzir o excesso de oferta, o que absorverá R$ 900 milhões de reais, e a suspensão dos pagamentos das operações de crédito rural mediante apresentação - como garantia - de recibo de depósito de arroz em armazéns públicos ou privados no valor de R$ 30,00 a saca.
Além disso, querem manter as barreiras fitossanitárias nas fronteiras de livre comércio Uruguai e Argentina e só permitir a entrada do produto pelos postos aduaneiros; fazer acordo da cadeia produtiva para fixar a saca de 50 Kg em R$ 30,00; ampliar a utilização do arroz na merenda escolar e no programa ""sacolão"" e incentivar consumo nacional do grão."
A grave crise de preço que afeta o mercado do arroz neste ano motivou a convocação de um ato público para esta sexta-feira (20), às 10 horas, no trevo de acesso à Araranguá , no sul de Santa Catarina, onde se reunirão 3.000 produtores gaúchos e catarinenses para exigirem medidas emergenciais do governo federal.
O ""Grito do Produtor de Arroz"" está sendo organizado pelas Federações da Agricultura e Pecuária de Santa Catarina (Faesc) e do Rio Grande do Sul (Farsul), Federações dos Trabalhadores Rurais (Fetaesc e Fetag), sindicatos e cooperativas.
Com uma oferta adicional de mais de 2 milhões de toneladas de arroz no país, neste ano, as lideranças vão reivindicar a aquisição via AGF e EGF de 1,5 milhão de toneladas para reduzir o excesso de oferta, o que absorverá R$ 900 milhões de reais, e a suspensão dos pagamentos das operações de crédito rural mediante apresentação - como garantia - de recibo de depósito de arroz em armazéns públicos ou privados no valor de R$ 30,00 a saca.
Além disso, querem manter as barreiras fitossanitárias nas fronteiras de livre comércio Uruguai e Argentina e só permitir a entrada do produto pelos postos aduaneiros; fazer acordo da cadeia produtiva para fixar a saca de 50 Kg em R$ 30,00; ampliar a utilização do arroz na merenda escolar e no programa ""sacolão"" e incentivar consumo nacional do grão."
Com o voto favorável do presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) aprovou em sua reunião de hoje (19/5), por ampla maioria, o envio de uma moção ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a ampliação do Conselho Monetário Nacional (CMN), que passaria dos atuais três para nove membros.
O CMN é formado pelos ministros da Fazenda e Planejamento e pelo presidente do Banco Central. A proposta de sua ampliação vem sendo discutida desde o início do ano como forma de democratizar as decisões sobre a política econômica do país. Com a nova formatação, o CMN teria até nove membros, mas o governo continuaria majoritário no colegiado.
Durante a reunião do CDES, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan, anunciou um elenco de medidas que farão parte de uma medida provisória, que está sendo chamada de "MP do Bem", destinada a reduzir a carga tributária das empresas. Essa MP será assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, quando ele retornar da viagem que fará na próxima semana à Coréia e ao Japão.
A Cooperativa Central Oeste Catarinense (Aurora) pretende comprar e aperfeiçoar a unidade industrial de abate e processamento de suínos da Chapecó Companhia Industrial de Alimentos, cuja falência foi recentemente decretada. Essa posição foi assumida nesta semana pelo vice-presidente da Coopercentral, Mário Lanznaster, e retrata a opinião dominante no Conselho de Administração e entre as 16 cooperativas filiadas.
A unidade, localizada em Chapecó, está arrendada para a Cooperativa desde dezembro de 2003 ao custo de R$ 10,8 mil reais/dia. O arrendamento prevê que, em caso de futura compra, o preço-referência ajustado contratualmente será R$ 58 milhões de reais com a correção do período e a dedução (desconto) dos aluguéis pagos.
Ao decretar a falência, a Justiça manteve o contrato de arrendamento que prevê opção de compra. Originalmente, a Aurora teria que exercer a opção de compra até novembro, mas pedirá prorrogação desse prazo por mais seis meses. Na eventualidade de compra, a Coopercentral utilizará recursos financiados para concretizar a aquisição.
Como podemos entender mais de café? Como estudar melhor essa bebida importantíssima para o Brasil e para o nosso dia-a-dia? Afinal, o café faz bem ou mal para a nossa saúde? O que é café especial, o que é café gourmet?
Essas perguntas foram respondidas por Celso Luis Rodrigues Vegro e Francisco Alberto Pino, pesquisadores do Instituto de Economia Agrícola no livro Café - Um Guia do Apreciador, publicado pela Editora Saraiva e que será lançado na próxima terça-feira, dia 24, no Palácio da Bolsa Oficial do Café, em Santos (SP).
O livro ressalta a importância e o prazer dessa bebida, sua história, os hábitos milenares, os estudos médicos, a agronomia da planta do café e o preparo da xícara. Oferece também um olhar voltado aos cuidados com a compra e escolha dos melhores cafés, das embalagens mais apropriadas e as maneiras de preparo.
Sua forma simples e direta faz dele um verdadeiro guia, que ajuda o leitor a reconhecer e consumir um café de qualidade, além de ser uma literatura de uso prático, focada exclusivamente para os amantes do café. É um material que serve para o treinamento e a capacitação dos colaboradores da indústria do produto, principalmente aos ingressantes nessa onda de cafés finos com qualidade.
Muito usada para a produção de leite, carne e para o trabalho, a raça de boi Junqueira tem hoje menos de cem animais em todo o país e está ameaçada de extinção. A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), por meio da clonagem, produziu dois clones. O experimento, feito através de um pedaço de tecido da orelha da vaca doadora, pode salvar a raça centenária. De acordo com o pesquisador da Embrapa, Arthur da Silva Mariante, "esse trabalho vai continuar com outros animais e pode evoluir para animais silvestres ameaçados".
A raça chegou ao Brasil com os colonizadores portugueses e espanhóis e se adaptou a regiões como o estado de São Paulo. A espécie, ao longo dos anos, foi sendo substituída por outras, consideradas mais produtivas. Com o avanço da ciência, a raça que no passado, por seus longos chifres, foi usada para a fabricação de berrantes, será conservada.
Neste momento, Potira e Porã, os dois clones, estão no campo experimental Sucupira, localizado a cerca de 30 km de Brasília. Porã nasceu em 10 de abril e Potira no dia 24, depois de cerca de 290 dias de gestação cada.
O presidente do sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, elogiou nesta sexta-feira (20/5) a presteza do ministro da Integração Nacional, Ciro Gomes, que em tempo recorde atendeu ao pleito que ele lhe encaminhou na última quarta-feira para que fosse reconhecido o estado de emergência nos municípios integrantes do Consórcio Municipal do Vale do Paranapanema. No dia seguinte, o Diário Oficial da União já publicava a portaria ministerial reconhecendo a gravidade da situação nos municípios do Oeste paulista.
Márcio Lopes de Freitas disse que a urgência com que o ministro Ciro Gomes atendeu ao pleito "é uma prova da sua sensibilidade para com o drama dos agricultores e dos próprios municípios que foram duramente atingidos pela longa estiagem". Na audiência de quarta-feira, o ministro determinou uma inspeção nos municípios e prometeu que se fossem confirmados os efeitos da estiagem, o reconhecimento seria imediato.
"O ministro cumpriu sua promessa e atendeu ao nosso pleito com boa vontade e prontidão. Nós que fazemos o sistema cooperativista só temos que agradecer esse seu empenho", disse Márcio Lopes de Freitas.
A seca em 22 municípios provocou perdas de 40% a 70% na produção de soja e atingiu também as culturas do milho e do trigo. O reconhecimento do estado de emergência vai permitir aos agricultores o refinanciamento de dívidas, além de proporcionar ajuda federal aos municípios, que com a quebra das safras perderam arrecadação.
Repercutiu intensamente em Brasília o ato público da última sexta-feira, em Araranguá, organizado pelas Federações da Agricultura e Pecuária de Santa Catarina (Faesc) e do Rio Grande do Sul (Farsul) - ao lado de outras instituições - para denunciar a grave crise de preço que afeta o mercado do arroz. Cerca de 2,5 mil produtores gaúchos e catarinenses se reuniram para exigir medidas emergenciais do governo federal no "Grito do Produtor de Arroz" ao lado de sindicatos, cooperativas, deputados, prefeitos e secretários de agricultura.
Em Brasília, o deputado federal Odacir Zonta (PP/SC), presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), solicitou reunião da Comissão de Agricultura da Câmara com os ministros da agricultura, do planejamento e da fazenda para discutir a questão. Zonta considera urgente a aquisição, pelo governo, de pelos menos 1,5 milhão de toneladas para enxugar o atual excesso de oferta de arroz que há no mercado e vai propor a convocação de uma audiência pública nos próximos dias.
O vice-presidente da Faesc, Enori Barbieri, assinala que há, atualmente, excesso de oferta no mercado interno. Até 2003, o Brasil importava arroz da Argentina, Uruguai, EUA e Tailândia para suprir a demanda interna. O estímulo à produção e o aumento da produtividade levaram o Brasil a obter auto-suficiência em 2004 e, em 2005, a produzir 13,2 milhões de toneladas de arroz que se somarão a mais 1,5 milhão de toneladas do estoque de passagem. Além disso, está prevista a importação de mais 1,15 milhão de toneladas.
O consumo nacional situa-se na casa de 12,5 milhões de toneladas. Isso significa que sobrarão mais de 2 milhões de toneladas de arroz no país, neste ano. Santa Catarina responde por 10% da produção nacional e gerou 1,2 milhão de toneladas, registrando a maior produtividade mundial em Agronômica.
O excesso de oferta refletiu-se nos preços pagos ao produtor que, em 2004 eram de R$ 38,00 a saca de 50 kg e, neste ano, caíram para uma faixa de R$ 17 a 21 reais, criando uma situação de prejuízo para o produtor: o custo médio de produção fixou-se na linha dos R$ 30,00 a saca.
O ato público de Araranguá propôs seis medidas do governo federal. A primeira delas é a aquisição de 1,5 milhão de toneladas para reduzir o excesso de oferta, o que absorverá mais de R$ 600 milhões de reais. Simultaneamente, as lideranças querem a suspensão dos pagamentos das operações de crédito rural mediante apresentação - como garantia - de recibo de depósito de arroz em armazéns públicos ou privados no valor de R$ 30,00 a saca.
As demais exigências são manter as barreiras fitossanitárias nas fronteiras de livre comércio Uruguai e Argentina e só permitir a entrada do produto pelos postos aduaneiros, fazer acordo da cadeia produtiva para fixar a saca de 50 Kg em R$ 30,00, ampliar a utilização do arroz na merenda escolar e no programa "sacolão", atualizar o preço mínimo e incentivar consumo nacional do grão.
Ao completar este mês 10 anos sem incidência de febre aftosa, o estado do Paraná já contabiliza mais de 90% de cobertura vacinal na campanha que se encerrou dia 20 último. Segundo o diretor do Departamento de Defesa Agropecuária da Secretaria de Agricultura, Felisberto Queiroz Baptista, a imunização deve alcançar 100% do rebanho estadual de 10 milhões e 300 mil cabeças de bovinos e bubalinos, dia 30, quando expira o prazo dos pecuaristas para confirmação da vacina.
Para Felisberto, a excelência dos resultados se deve a parceria firmada entre os setores público e privado para o combate à doença. Além do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e da Secretaria de Agricultura do Paraná, participam da campanha as secretarias de Saúde, Fazenda e outras 35 entidades privadas, representativas dos diversos elos da cadeia produtiva da carne bovina.
O diretor do Departamento de Sanidade Animal lembra, ainda, que o Paraná conta com uma rede de 20 unidades regionais de defesa, 123 escritórios locais e mais de 80 subunidades que garantem a cobertura dos 399 municípios.Vacinando desde 1972, o estado obteve, em maio de 2002, o reconhecimento de área livre, com vacinação pela Organização Internacional de Saúde Animal (OIE), o que lhe garante a condição de exportador de carne bovina para os mais exigentes mercados mundiais.
Na segunda-feira (18/5) o advogado da OCB, Guilherme Krueger e o contador Aparecido Moreno realizaram um Workshop Tributário na sede da OCB, em Brasília. O encontro foi dirigido aos funcionários do Sistema OCB, dentro de um plano de difusão técnica das informações entre as gerências. O assunto foi "Pis/Cofins", cumulatividade e não cumulatividade, cooperativas com exclusão de base de cálculo, conquistas do Sistema OCB e entendimento do Poder Judiciário.
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As organizações de crédito cooperativo também irão operar os recursos destinados ao desenvolvimento da Região Centro-Oeste e para aplicação em programas de financiamento do seu setor produtivo, de acordo com emenda acolhida pelo relator e aprovada hoje (24/5) pela Comissão Especial da Câmara destinada a proferir parecer ao projeto de lei complementar que recria a SUDECO, com o nome de Superintendência do Desenvolvimento Sustentável do Centro-Oeste. Agora, o projeto vai à deliberação do Plenário.
A alteração no texto do relator, Deputado Sandro Mabel (PL-GO), foi proposta em emenda pelo Deputado Waldemir Moka (PMDB-MS). Pelo projeto original, a operação daqueles recursos era um monopólio do Banco do Brasil, até que o Banco de Desenvolvimento do Centro-Oeste, criado em ato das Disposições Transitórias da Constituição, entre em operação.
Além das organizações de crédito cooperativo, a emenda do Deputado Waldemir Moka contempla também outras instituições financeiras de natureza pública e agências de fomento. A SUDECO está sendo criada por meio do Projeto de Lei Complementar nº 184, de 2004, de autoria do Poder Executivo.
A SUDECO já existiu coma denominação de Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste, quando foi criada pelo então presidente da República Costa e Silva, em 1967, como continuidade do projeto de autarquias para o desenvolvimento regional que havia criado a Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (SUDENE), em 1959; e a Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM), em 1966.
Após 23 anos de existência, a SUDECO, criada para substituir a Fundação Brasil Central, entidade responsável pela construção de estradas e obras de infra-estrutura no interior do Centro-Oeste foi extinta pelo Governo Fernando Collor, em maio de 1990."
As organizações de crédito cooperativo também irão operar os recursos destinados ao desenvolvimento da Região Centro-Oeste e para aplicação em programas de financiamento do seu setor produtivo, de acordo com emenda acolhida pelo relator e aprovada hoje (24/5) pela Comissão Especial da Câmara destinada a proferir parecer ao projeto de lei complementar que recria a SUDECO, com o nome de Superintendência do Desenvolvimento Sustentável do Centro-Oeste. Agora, o projeto vai à deliberação do Plenário.
A alteração no texto do relator, Deputado Sandro Mabel (PL-GO), foi proposta em emenda pelo Deputado Waldemir Moka (PMDB-MS). Pelo projeto original, a operação daqueles recursos era um monopólio do Banco do Brasil, até que o Banco de Desenvolvimento do Centro-Oeste, criado em ato das Disposições Transitórias da Constituição, entre em operação.
Além das organizações de crédito cooperativo, a emenda do Deputado Waldemir Moka contempla também outras instituições financeiras de natureza pública e agências de fomento. A SUDECO está sendo criada por meio do Projeto de Lei Complementar nº 184, de 2004, de autoria do Poder Executivo.
A SUDECO já existiu coma denominação de Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste, quando foi criada pelo então presidente da República Costa e Silva, em 1967, como continuidade do projeto de autarquias para o desenvolvimento regional que havia criado a Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (SUDENE), em 1959; e a Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM), em 1966.
Após 23 anos de existência, a SUDECO, criada para substituir a Fundação Brasil Central, entidade responsável pela construção de estradas e obras de infra-estrutura no interior do Centro-Oeste foi extinta pelo Governo Fernando Collor, em maio de 1990."
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Teve início nesta terça-feira (25/5) o IV Fórum de Aspectos Legais do Cooperativismo, que acontece em São Paulo, com a apresentação de quatro temas diferentes: PIS/Cofins; Administração de cooperativas- aspectos jurídicos; A inaplicabilidade do Código de Defesa do Consumidor para cooperativas e Estrutura e Reforma Sindical. Na abertura do evento, a gerente jurídica da Ocesp, Fernanda Juvêncio, e o conselheiro do Sescoop-SP Paulo Celso de Oliveira (presidente da Fecoeresp) receberam os 130 participantes ressaltando a importância das cooperativas comparecerem nos eventos do Sistema para se atualizarem.
Com relação ao primeiro tema, referente à tributação das cooperativas, três palestrantes fizeram explanações. José Aparecido Moreno, analista de desenvolvimento de mercado da OCB, situou os presentes sobre o histórico da cumulatividade e não cumulatividade do PIS/Cofins para cooperativas, enquanto Guilherme Krueger, assessor jurídico da OCB, discorreu mais especificamente sobre a questão no viés do ramo trabalho.
Marco Aurélio Kaluf, gerente jurídico da Cooperativa Central de Crédito Rural do Estado de São Paulo (Cocecrer), abordou a matéria PIS/Cofins tratando mais especificamente do ramo crédito. ""Como a cooperativa de crédito tem uma delimitação específica, acompanhada pelo Banco Central, fica mais fácil comprovar o ato cooperativo e conseguir a não incidência da tributação"", afirmou.
André Branco de Miranda, assessor jurídico da Uniodonto do Brasil, falou em sua palestra sobre os aspectos jurídicos da administração das sociedades cooperativas, com base na Lei 5764/71 e nas atualizações do Novo Código Civil. Embora seja um tema já tradicional, muitas questões puderam ser esclarecidas durante a palestra.
No início da tarde, Paulo Braga, consultor especialista no ramo crédito, defendeu sua tese sobre a inaplicabilidade do Código de Defesa do Consumidor para as cooperativas. Para encerrar as atividades do dia o gerente jurídico da OCB, Roberto Guerrero, apresentou a estrutura dos sindicatos de cooperativas no Brasil, dando destaque para as cinco federações existentes, que congregam no mínimo cinco sindicatos. ""Esta estrutura tem por objetivo fortalecer o sistema cooperativista como um todo e criar uma verdadeira representação dos nossos interesses"", mencionou Guerrero.
Nesta quarta-feira, 25/5, o IV Fórum de Aspectos Legais será encerrado com a palestra: ""Critérios da OCB para o Cooperativismo de Trabalho"", com a presença de Guilherme Krueger e José Eduardo Pastore, assessor da OCB para o ramo trabalho."
Teve início nesta terça-feira (25/5) o IV Fórum de Aspectos Legais do Cooperativismo, que acontece em São Paulo, com a apresentação de quatro temas diferentes: PIS/Cofins; Administração de cooperativas- aspectos jurídicos; A inaplicabilidade do Código de Defesa do Consumidor para cooperativas e Estrutura e Reforma Sindical. Na abertura do evento, a gerente jurídica da Ocesp, Fernanda Juvêncio, e o conselheiro do Sescoop-SP Paulo Celso de Oliveira (presidente da Fecoeresp) receberam os 130 participantes ressaltando a importância das cooperativas comparecerem nos eventos do Sistema para se atualizarem.
Com relação ao primeiro tema, referente à tributação das cooperativas, três palestrantes fizeram explanações. José Aparecido Moreno, analista de desenvolvimento de mercado da OCB, situou os presentes sobre o histórico da cumulatividade e não cumulatividade do PIS/Cofins para cooperativas, enquanto Guilherme Krueger, assessor jurídico da OCB, discorreu mais especificamente sobre a questão no viés do ramo trabalho.
Marco Aurélio Kaluf, gerente jurídico da Cooperativa Central de Crédito Rural do Estado de São Paulo (Cocecrer), abordou a matéria PIS/Cofins tratando mais especificamente do ramo crédito. ""Como a cooperativa de crédito tem uma delimitação específica, acompanhada pelo Banco Central, fica mais fácil comprovar o ato cooperativo e conseguir a não incidência da tributação"", afirmou.
André Branco de Miranda, assessor jurídico da Uniodonto do Brasil, falou em sua palestra sobre os aspectos jurídicos da administração das sociedades cooperativas, com base na Lei 5764/71 e nas atualizações do Novo Código Civil. Embora seja um tema já tradicional, muitas questões puderam ser esclarecidas durante a palestra.
No início da tarde, Paulo Braga, consultor especialista no ramo crédito, defendeu sua tese sobre a inaplicabilidade do Código de Defesa do Consumidor para as cooperativas. Para encerrar as atividades do dia o gerente jurídico da OCB, Roberto Guerrero, apresentou a estrutura dos sindicatos de cooperativas no Brasil, dando destaque para as cinco federações existentes, que congregam no mínimo cinco sindicatos. ""Esta estrutura tem por objetivo fortalecer o sistema cooperativista como um todo e criar uma verdadeira representação dos nossos interesses"", mencionou Guerrero.
Nesta quarta-feira, 25/5, o IV Fórum de Aspectos Legais será encerrado com a palestra: ""Critérios da OCB para o Cooperativismo de Trabalho"", com a presença de Guilherme Krueger e José Eduardo Pastore, assessor da OCB para o ramo trabalho."
O projeto de capitalização para cooperativas agropecuárias foi o assunto de uma reunião com representantes estaduais do ramo nesta segunda-feira (23/2), na sede da OCB em Brasília. O trabalho faz parte das atividades do Grupo Técnico Interministerial (GTI) do Plano Brasil Cooperativo instituído pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, no ano passado, com objetivo de atingir uma de suas metas de governo, que é a popularização do cooperativismo.
De acordo com o gerente de Desenvolvimento de Mercados, Evandro Ninaut, a proposta é capitalizar as cooperativas agropecuárias, visando promover o fortalecimento e o desenvolvimento sustentado do cooperativismo, o incremento da produtividade, qualidade e competitividade dos produtos agrícolas brasileiros. Ele adiantou que volume de recursos desejado é na ordem de 3, 2 bilhões de reais.
Ele explicou, que o programa integrará o portfólio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), com repasses de recursos para as cooperativas agropecuárias, o público alvo será as cooperativas agropecuárias, singulares e centrais. Ninaut lembra ainda que as sugestões discutidas na reunião serão encaminhadas ao GTI que é coordenado pelo Departamento de Cooperativismo e Associativismo (Denacoop) do Ministério da Agricultura.
O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta quarta-feira (25) uma linha de financiamento para capital de giro das cooperativas agropecuárias. A taxa de juros do financiamento vai variar de acordo com a origem do recurso, que será de 8,75% ao ano, no mínimo. O assessor Especial para Assuntos Agrícolas do Ministério da Fazenda, Gerardo Fontelles, disse que a medida "é necessária porque muitos produtores não terão como pagar suas dívidas, o que vai descapitalizar as cooperativas".
A decisão do CMN atendeu a uma reivindicação do presidente do Sistema OCB, Macio Lopes de Freitas, que coordenou em Brasília, no início da semana, uma reunião com a participação dos presidentes das organizações estaduais de cooperativas de Mato Grosso do Sul, São Paulo, Goiás, Santa Catarina e Paraná, além de um representante do Rio Grande do Sul, para discutir a situação de cada estado em relação às quebras de safra provocadas pela estiagem.
O presidente do Sistema OCB e os dirigentes estaduais estiveram reunidos com Gerardo Fontelles, que lhes antecipou a decisão do CMN de aprovar a linha de crédito, depois de ouvir relato sobre as dificuldades que as cooperativas e os produtores rurais estavam enfrentando devido ao longo período de seca a que o setor foi submetido.
O assunto também foi tratado com o ministro interino da Agricultura, Luiz Carlos Guedes Pinto, e com o secretário de Política Agrícola, Ivan Wedekin. O ministro falou dos esforços que estava fazendo para a aprovação da linha de capital de giro pelo CMN e também da linha de crédito de R$ 1 bilhão com recursos do FAT para refinanciar dívidas de produtores rurais com fornecedores privados, que deverá ser aprovada na próxima semana.
O ministro do Trabalho e Emprego (MTE), Ricardo Berzoini, manifestou-se hoje (25/5) favoravelmente à aprovação de uma lei que assegure às cooperativas de crédito acesso a recursos do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador). "O MTE não faz óbice a essa reivindicação", disse o ministro durante audiência que concedeu ao presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, que estava acompanhado do deputado federal Odacir Zonta (PP-SC), presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop).
Berzoini disse que já determinou aos técnicos do MTE uma análise técnica e política dos projetos de lei que tramitam no Congresso Nacional autorizando o acesso dos bancos cooperativos aos recursos do FAT, para fins de concessão de crédito rural. Além disso, recomendou ao presidente do Sistema OCB que também tratasse o assunto com o ministro da Fazenda, Antonio Palocci, e que fortalecesse a ação dos cooperativistas junto a deputados e senadores para reforçar aprovação dos projetos.
Todos esses projetos de lei propõem a alteração da Lei nº 8019/99 e da Lei nº 8352/91. As alterações propostas têm por objetivo incluir os bancos cooperativos nas aplicações das disponibilidades financeiras do FAT, e utilizar os recursos para conceder empréstimos ao setor rural. Os projetos de lei são de autoria da Senadora Serys Slhessarenko (PT-MT) e dos Deputados Airton Dipp (PDT-RS), Welligton Fagundes (PL-MT), Pedro Henry ((PP-MT), Ricarte de Freitas (PSDB-MT) e Wilson Santos (PSDB-MT).
Refinanciamento - O presidente Márcio Lopes de Freitas também tratou com o ministro do Trabalho e Emprego da liberação, pelo CODEFAT (Conselho Deliberativo do Fundo de amparo ao Trabalhador), de uma linha de crédito de R$ 1 bilhão de recursos do FAT para refinanciar dívidas de produtores rurais com fornecedores privados. Berzoini disse que esse pleito será aprovado na próxima reunião do CODEFAT, no dia 2 de junho, permitindo que os bancos adquiram os títulos de crédito dos produtores em poder das empresas com um deságio de 9,75% (TJLP). Os bancos irão refinanciar o valor de face dos títulos, descontado o deságio, a uma taxa de juros anual de 8,75% (TJLP menos um por cento).
Em reunião almoço com o governador Roberto Requião nesta terça-feira (10/5), o presidente da Ocepar, João Paulo Koslovski, solicitou solução para pendências que prejudicam o sistema cooperativista paranaense. O primeiro pedido foi de revisão de "todos os processos de criação das Unidades de Conservação e que a comunidade possa participar ativamente nas discussões sobre a questão, para evitarmos injustiças com os produtores residentes nestas áreas e criação de problemas sociais e econômicos graves para a região dos Campos Gerais". Koslovski entregou ofício ao governador, justificando os motivos da solicitação, apresentando em anexo um estudo que mostra o impacto econômico com a criação das três unidades de conservação nos Campos Gerais, que totalizará uma área de 69.526 hectares em sete municípios.
A Ocepar também pediu ao governador a alteração do Decreto 3.770, que consiste num conjunto de ações destinadas ao estímulo da produção de algodão no Paraná como resultado de uma ação conjunta da Ocepar, Seab e Sefa. O mecanismo instituído pelo decreto consiste na criação de um incentivo fiscal para as unidades de beneficiamento e industrialização do algodão, reduzindo a alíquota de recolhimento do ICMS na venda de algodão em pluma em 50% para fora do Estado e em 80% nas vendas internas. Outra alteração solicitada visa beneficiar as cooperativas centrais que prestam serviços às cooperativas singulares. A Secretaria da Fazenda já concluiu uma proposta fazendo os ajustes necessários, que deverá integrar o texto de um novo decreto a ser assinado pelo governador.
A Ocepar ainda solicitou ao governador a sanção do Projeto de Lei 52/2005, que restaura a igualdade de competitividade das cooperativas de produtores de leite do Paraná frente aos produtores de outros Estados. O ICMS diferenciado pago nas operações interestaduais causava preferência do produto de outros Estados ao gerar um crédito para os estabelecimentos de varejo (importadores), pois o ICMS nas operações internas era menor, não gerando crédito. A lei, portanto, é de interesse do setor produtivo paranaense, uma vez que afasta a incidência do tributo como diferencial de preço. O governador prometeu ao presidente da Ocepar que em uma semana esses dois primeiros assuntos estarão resolvidos.
Koslovski pediu ao governador apoio para a discussão da revisão das tarifas cobradas das cooperativas de eletrificação rural pela Copel pela venda da energia repassada pelas cooperativas aos cooperados. Após o concluído o ajuste das tarifas, deverá ser submetido à Aneel para homologação. Koslovski justificou ao governador que essa revisão tarifária foi efetivada em outro Estado, como homologação da Aneel. A revisão tarifária é essencial para que as cooperativas de eletrificação rural continuem prestando serviços aos seus cooperados. Na década de 60 as cooperativas de eletrificação foram responsáveis pela implantação de milhares de quilômetros de linhas de transmissão para levar energia elétrica aos municípios do interior, dando origem ao surgimento e crescimento de inúmeras comunidades.
Foram apresentados ao governador mais dois pedidos. O primeiro é de apoio junto ao governo federal pela liberação de crédito emergencial para cooperativas e produtores que tiveram perdas econômicas com a estiagem e que não foram contemplados com recursos previstos pelas nove resoluções que determinam a renegociação das dívidas agrícolas. O segundo é referente à utilização, pelas cooperativas paranaenses, dos créditos retidos junto à Secretaria da Fazenda. Koslovski pediu ao governador que viabilize reunião com a secretaria para a recuperação desses créditos. Brevemente será realizada uma reunião da Ocepar com o secretário Heron Arzua para discutir essa questão.
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A OCB promove no próximo dia 20, sexta-feira, reunião jurídica em Recife (PE). O encontro terá como debatedor o assessor jurídico da OCB, Guilherme Krueger. Entre as discussões estão os critérios para identificação das cooperativas de trabalho; o ato cooperativo; o registro e as contribuições das OCEs. Mais informações sobre a reunião podem ser obtidas no e-mail:Este endereço de e-mail está sendo protegido de spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ou pelo telefone: (61) 325.8352."
A OCB promove no próximo dia 20, sexta-feira, reunião jurídica em Recife (PE). O encontro terá como debatedor o assessor jurídico da OCB, Guilherme Krueger. Entre as discussões estão os critérios para identificação das cooperativas de trabalho; o ato cooperativo; o registro e as contribuições das OCEs. Mais informações sobre a reunião podem ser obtidas no e-mail:
A principal reivindicação das cooperativas de transporte é garantir o adequado tratamento tributário nas operações decorrentes do ato cooperativo, ou seja, aquelas realizadas entre o associado e a cooperativa. "Hoje o transportador que é associado de uma cooperativa arca com a bitributação. Precisamos criar um ambiente favorável para o desenvolvimento do sistema de transporte cooperativo", explica Dagnor Schneider, presidente da Coopercarga, de Concórdia (SC), que esteve em Brasília nesta semana visitando a Casa do Cooperativismo.
"O Cooperativismo e o associativismo são formas de permitir que pequenos transportadores tenham acesso ao mercado competitivo com boas condições", completa Schneider. Ele diz que a Coopercarga realiza compras em grupo e financia linhas de crédito para reduzir o risco do investimento no mercado.
O superintendente da Ocesc, Geci Pungan, concorda com a reivindicação dos transportadores e enfatiza que este é o principal pleito de todos os ramos do Cooperativismo, com exceção do Agropecuário, Crédito e Eletrificação Rural que já conseguiram que as operações do ato cooperativo sejam excluídas da base de cálculo de PIS/Cofins. "A questão tributária afeta a competitividade das cooperativas".
"Para discutir a situação do setor estamos organizando o 1° Seminário das Cooperativas de Transporte, com apoio da OCDF. Pretendemos promover um amplo debate sobre a regulamentação do ato cooperativo, que é nossa prioridade", anuncia o representante nacional do Ramo Transporte da OCB, Nélio Botelho. Ele informa que a realização do evento está prevista para agosto ou setembro deste ano. "Contamos com o apoio da OCB para a organização do ramo que hoje é formado por cooperativas de carga e de passageiros".
O presidente da Coopercarga atenta também para a falta de infra-estrutura nos portos e rodovias brasileiros que poderá ocasionar um "apagão logístico" no país. "Ainda temos o agravante da frota brasileira passar dos 18 anos e estar desgastada. Sem caminhão o Brasil pára, a atividade de transporte é extremamente importante".
Segundo Schneider, atualmente o setor de transporte de cargas participa com 70% das atividades econômicas nas rodovias. "O desafio da Coopercarga é transformar o pequeno transportador em um operador logístico, proporcionando inclusão social, oportunidade de emprego e renda, além de contribuir para o desenvolvimento do país", destaca.
A Coopercarga, que completou 15 anos em fevereiro último, possui mais de 2.000 associados e uma frota de 1.400 caminhões. A cooperativa gera 350 empregos diretos e 2.600 indiretos atuando com 23 filiais no Brasil, Argentina e Chile.
Ampliar e diversificar os pontos de vendas é uma das principais estratégias da Cooperativa Central de Produtores Rurais (CCPR/Itambé) para aumentar sua participação no mercado brasileiro e fechar o ano com receita bruta de R$1,5 bilhão. Os produtos da empresa foram vendidos em 14 mil pontos em todo país até dezembro do ano passado, e a expectativa para este ano é de que estejam em 17 mil. O foco de distribuição dos produtos são os pequenos estabelecimentos, nos quais o poder de negociação e a lucratividade são maiores.
Para promover as vendas, o crescimento dos pontos será acompanhado pelo aumento do volume dos produtos com maior lucratividade para a Itambé, sobretudo o leite condensado e o leite em pó. A previsão é de que a cooperativa processe 970 milhões de litros de leite este ano, o que representa um aumento de 15% em relação à captação de 2004, que foi de 838 milhões de litros. Segundo o presidente da Itambé, José Pereira Campos Filho, o aumento é resultado do processo de integração dos produtores. Eles receberam, pelo segundo ano seguido, bonificação natalina, uma espécie de 13º salário proporcional à quota de leite entregue durante o ano.
Exportações
Ainda este ano duas novas fábricas da cooperativa, uma em Uberlândia, outra em Goiânia vão entrar em fase de teste. O alvo dos novos empreendimentos são as exportações, atualmente já feitas para mais de 20 países. A meta é exportar agora para o México, maior importador de laticínios do mundo.
As exportações brasileiras de produtos lácteos deram um salto de 141,9% no período de janeiro a março na comparação com o mesmo período de 2004, atingindo o valor de US$ 28,6 milhões. Em volume, as exportações somaram 17,7 mil toneladas, 95,4% a mais que as 9 mil toneladas do primeiro trimestre do anjo passado.
Nos dias 24 e 25 de maio será realizado, em São Paulo, o IV Fórum de Aspectos Legais do Cooperativismo, com enfoque no "Direito Cooperativo, abrangência Tributária e Societária". Promovido pela Ocesp e Sescoop, o fórum é aberto a advogados, dirigentes de cooperativas e interessados em geral, que terão acesso a informações fundamentais para dar respaldo a soluções e tomadas de decisão nas cooperativas.
De acordo com a gerente do departamento jurídico do Sistema, Fernanda Juvêncio, o IV Fórum apresentará as últimas atualizações sobre a legislação cooperativista. "Procuraremos dar um retorno para as principais demandas que chegam ao jurídico, abrangendo os vários ramos do cooperativismo. Com este evento seguimos a busca pela excelência no estudo e pesquisa sobre a legislação cooperativista", afirmou.
Na manhã do dia 25/5 o Ramo Trabalho será pauta no fórum, com a discussão dos Critérios para Identificação das Cooperativas de Trabalho, definidos pela OCB para servir de base para a elaboração de uma proposta de lei para o ramo. Todas as palestras prevêem um tempo para o debate e troca de informações entre os participantes.
Os temas das palestras são PIS/Cofins nas sociedades cooperativas, administração de sociedades cooperativas - aspectos jurídicos, a inaplicabilidade do Código de Defesa do Consumidor para cooperativas, estrutura e reforma sindical e critérios da OCB para o cooperativismo de trabalho. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas pelo Portal do Cooperativismo.
Mais informações: fone (11) 5576-5985.
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O superávit comercial do agronegócio foi de US$ 35,625 bilhões no acumulado dos últimos doze meses (maio/2004 a abril/2005). O número é resultado de exportações de US$ 40,574 bilhões, 22,4% acima do valor alcançado no período anterior (maio/2003 a abril/2004), que foi de US$ 33,135 bilhões, e importações de US$ 4,922 bilhões, um incremento de 2,1% em relação aos doze meses anteriores.
Ao divulgar na semana passada a balança comercial do agronegócio do mês de abril, a Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), informou que é a primeira vez que as exportações do agronegócio superam a cifra de US$ 40 bilhões no período acumulado em 12 meses.
""Tanto as exportações quanto o superávit comercial apresentaram valores recordes para períodos de 12 meses da série iniciada em 1989"", diz a nota da secretaria. Os setores que mais contribuíram para o incremento das exportações do setor no período foram: complexo soja (13,2%); carnes (45,1%); madeira e suas obras (38%); e açúcar e álcool (41%)."
O superávit comercial do agronegócio foi de US$ 35,625 bilhões no acumulado dos últimos doze meses (maio/2004 a abril/2005). O número é resultado de exportações de US$ 40,574 bilhões, 22,4% acima do valor alcançado no período anterior (maio/2003 a abril/2004), que foi de US$ 33,135 bilhões, e importações de US$ 4,922 bilhões, um incremento de 2,1% em relação aos doze meses anteriores.
Ao divulgar na semana passada a balança comercial do agronegócio do mês de abril, a Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), informou que é a primeira vez que as exportações do agronegócio superam a cifra de US$ 40 bilhões no período acumulado em 12 meses.
""Tanto as exportações quanto o superávit comercial apresentaram valores recordes para períodos de 12 meses da série iniciada em 1989"", diz a nota da secretaria. Os setores que mais contribuíram para o incremento das exportações do setor no período foram: complexo soja (13,2%); carnes (45,1%); madeira e suas obras (38%); e açúcar e álcool (41%)."