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Sicredi Integração MT/AP/PA lidera projeto que já plantou mais de 145 mil árvores em 12 anos

Imagem Destaque

2025
Centro-Oeste
Crédito
Não
Sicredi Integração MT/AP/PA
COP 30, Recuperação de Nascente e Áreas de Preservação Permanente, Recursos Hídricos, Reflorestamento, Voluntariado
COP30
cop30, ODS 6: Água potável e saneamento, ODS 11 - Cidades e comunidades sustentáveis, ODS 13 - Ação contra a mudança global do clima , ODS 15 - Vida terrestre, ODS 17 - Parcerias e meios de implementação
Há 12 anos, a Sicredi Integração MT/AP/PA desenvolve o projeto "Recuperando Nascentes" para revitalizar fontes de água em áreas rurais através do reflorestamento e engajamento comunitário. Com mais de 145 mil árvores plantadas por voluntários, a iniciativa recupera a biodiversidade, sequestra carbono e garante a preservação dos recursos hídricos para milhares de pessoas, transformando produtores rurais em protagonistas da conservação ambiental.

Contexto e desafios

Há doze anos, o cenário em muitas propriedades rurais no Mato Grosso era preocupante: nascentes estavam secando e áreas de mata ciliar eram devastadas para a criação de gado.

Muitos produtores, por falta de informação, abriam áreas sem o conhecimento de que estavam comprometendo o solo, a biodiversidade e a própria água que sustentava suas famílias e a comunidade.

A degradação avançava silenciosamente, aumentando o risco de autuações ambientais e de escassez hídrica. Sensível a essa realidade e ouvindo os relatos de produtores aflitos, a diretoria da Sicredi Integração MT/AP/PA decidiu agir, criando um projeto para transformar a preocupação em propósito.

Objetivos

O projeto "Recuperando Nascentes" nasceu com o objetivo central de promover a revitalização de nascentes por meio do reflorestamento, da mobilização de voluntários e da educação ambiental. A iniciativa busca garantir a preservação dos recursos hídricos para as presentes e futuras gerações, fortalecer a biodiversidade local e contribuir para a mitigação das mudanças climáticas.

Além disso, o projeto visa engajar a comunidade, transformando produtores em agentes da conservação e fortalecendo o desenvolvimento sustentável das regiões onde a cooperativa atua.

Desenvolvimento

A força do projeto reside em sua metodologia, que une ciência, planejamento e um intenso engajamento comunitário, tudo financiado integralmente com recursos da própria cooperativa. A estratégia é executada em um ciclo bem definido, começando pela inscrição do proprietário rural, que manifesta o desejo de recuperar uma nascente.

A partir daí, a equipe técnica da cooperativa inicia um diagnóstico aprofundado da área, realizando uma avaliação completa do solo, identificando as espécies nativas mais adequadas para o ecossistema local e planejando toda a logística necessária para a ação de reflorestamento.

Com o plano técnico em mãos, o projeto entra em sua fase de execução, que é o coração da iniciativa: a organização de ações mensais de plantio. Esses eventos se tornaram uma tradição e um poderoso motor de mobilização social, reunindo dezenas de voluntários, entre colaboradores da cooperativa, associados, jovens, mulheres e a comunidade em geral.

Juntos, eles realizam o plantio das mudas, a irrigação e a limpeza da área, em um esforço coletivo que fortalece os laços e a consciência ambiental. O trabalho, no entanto, não termina com o plantio. A fase de monitoramento é contínua, com as áreas sendo mapeadas e acompanhadas de perto para garantir o desenvolvimento saudável da nova floresta.

Nesse processo, o proprietário da terra assume um papel de corresponsabilidade, comprometendo-se com a proteção física da área recuperada e tornando-se um verdadeiro guardião da nascente.

Resultados e impacto

Ao longo de 12 anos, o projeto transformou radicalmente a paisagem e a mentalidade nas comunidades atendidas. Áreas antes degradadas foram restauradas, nascentes voltaram a ter vida e os produtores rurais, antes desinformados, tornaram-se protagonistas da conservação.

O resultado concreto dessa mobilização é o plantio de mais de 145 mil árvores, que hoje são capazes de sequestrar 1.384 toneladas de CO₂ por ano e produzir oxigênio suficiente para milhares de pessoas. A biodiversidade local foi fortalecida, o solo recuperado e os microclimas reequilibrados, garantindo mais segurança hídrica e qualidade de vida para toda a região.

Com isso, o que antes era um risco ambiental, hoje é uma referência em transformação socioambiental liderada pelo cooperativismo.

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Alinhada à sua Política de Sustentabilidade, a CCPR implementou usinas fotovoltaicas. A iniciativa representa um marco na jornada da cooperativa rumo à autossuficiência energética, utilizando fontes renováveis para abastecer mais de 20 de suas unidades. Além de reduzir o impacto ambiental,a CCPR destina parte da energia gerada para um hospital filantrópico da região.

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Realizado anualmente, o Concurso Criativo premia trabalhos artísticos dos colaboradores, cooperados ou de seus cônjuges, filhos e netos, aumentando o envolvimento destes públicos com o Sicoob Cofal e promovendo a filosofia do cooperativismo.

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Objetivo: Gerar energia limpa e renovável por meio da biodigestão anaeróbia dos dejetos e resíduos da agroindústria, minimizando os impactos ambientais da atividade de produção de alimentos, promovendo e incentivando as boas práticas de sustentabilidade e proteção do meio ambiente. Resultados: Projetos implantados em função da capacitação: • COOPERATIVA C. VALE Sede: Palotina, Oeste do Paraná Volume produzido: Entre 1500 a 2000 m³/dia para energia elétrica e 1050 m³/hora para uso térmico. Fonte de material utilizado: Dejetos suínos (geração energia elétrica) e efluente industrial de produção de amido de mandioca (uso térmico). COOPERATIVA CASTROLANDA Sede: Castro, Leste do Paraná Volume produzido: 12.593 nm³/dia de metano. Fonte de material utilizado: Lodo biológico ETE, Lodo tridecanter frigorifico, resíduo de batata lavador, glicina vegetal, resíduo de cerveja, ovos, óleo fritadeira, casca de batata, batata frita, farelo de fritadeira, dejetos e carcaça de suínos. COOPERATIVA COPACOL Sede: Cafelândia, Oeste do Paraná Volume produzido: Não possuem informação em volume de biogás gerado. Contudo, nos últimos três meses a geração de energia média com biogás foi de 88.116 kWh/mês. Fonte de material utilizado: Dejetos de suínos de uma Unidade de Produção de Leitões com 4.300 matrizes. COOPERATIVA FRÍSIA Sede: Carambeí, Leste do Paraná Volume produzido: 86.457 m³/mês. Fonte de material utilizado: Dejetos e carcaças provenientes da atividade de suinocultura. COOPERATIVA LAR Sede: Medianeira, Oeste do Paraná Volume produzido: 3.126.438,00 metros cúbicos de biogás, convertido em energia elétrica equivalem a 1.334.801 KWh de bioenergia (evitando a emissão de 1.719.540,9 metros cúbicos de gás metano). Fonte de material utilizado: Dejetos suínos. A unidade de produção localizada no município de Serranópolis do Iguaçu (PR) tem 3 biodigestores e produz 52% da energia consumida. Para 2021, a expectativa é produzir 100% da energia elétrica por meio do biogás.

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A satisfação das necessidades e expectativas dos associados é fundamental para o crescimento da cooperativa. Dessa forma, para verificar se os associados estão satisfeitos com a atuação da cooperativa e com as relações sociais estabelecidas, a Cooperativa implantou em março de 2021, a pesquisa anual de governança. A cooperativa baseia sua pesquisa de governança nos quatro pilares de governança corporativa do IBGC – Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, sendo eles: transparência, equidade, prestação de contas e responsabilidade corporativa.

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