cooperativas constroem um mundo melhor • cooperativas constroem um mundo melhor • cooperativas constroem um mundo melhor • cooperativas constroem um mundo melhor • cooperativas constroem um mundo melhor • cooperativas constroem um mundo melhor • cooperativas constroem um mundo melhor • cooperativas constroem um mundo melhor

Unimed-BH aposta em gestão por processos para incentivar visão sistêmica

Imagem Destaque

2009
Sudeste
Saúde
Não
Unimed Belo Horizonte Cooperativa de Trabalho Médico
5
5
Prêmio Somos Coop Excelência em Gestão
Gestão
A Unimed-BH sentiu a necessidade de incentivar os colaboradores a entenderem os processos e serviços executados pela cooperativa. Para isso, a organização colocou um projeto de gestão de processos em prática. Com ele, os macroprocessos da Unimed-BH são divididos em inúmeras atividades que passam por mapeamento, definição de indicadores de desempenho, e definição do responsável. A cooperativa avalia que a nova dinâmica proporciona resultados positivos para o negócio.

Contexto e desafios

A Unimed-BH não mede esforços quando o assunto é inovar e melhorar a cooperativa interna e externamente. Por isso, em 2008, a organização incluiu o aprimoramento do modelo de gestão em seu planejamento estratégico.

Para melhorar a gestão, a Unimed-BH planejou a implantação de um sistema de gestão integrado (SIG). A iniciativa considerou os requisitos de gestão de risco e controle de qualidade da norma ISO 9001, que certifica a capacidade da empresa em fornecer bons produtos e serviços.

Dessa maneira, em 2009, a cooperativa decidiu implementar uma gestão por processos, buscando melhorar a qualidade dos procedimentos organizacionais. O objetivo principal é incentivar os colaboradores a enxergarem a cooperativa com uma visão sistêmica, entendendo os processos e serviços executados. 

Desenvolvimento e metodologia

A Unimed-BH precisou desenvolver uma metodologia capaz de suportar o SIG e alcançar os objetivos propostos. Com esse propósito, a gestão contou com o auxílio de ferramentas para o planejamento, a execução, o controle e a melhoria dos processos.

O início da prática se dá com a definição da cadeia de valor. A delimitação evidencia os processos de negócio, as atividades estratégicas e macroprocessos e a proposta de valor entregue aos clientes.

Em seguida, o macroprocesso é desmembrado em atividades e processos. Com a divisão feita, cada ação passa por um mapeamento, definição de indicadores e seleção de responsáveis.

  • Mapeamento do processo: composição do processo, considerando, fornecedores, insumos, produtos (saídas) e clientes.
  • Indicadores de desempenho: estabelecidos para monitorar os processos, proporcionando alcance de resultados e melhorias.
  • Definição de responsáveis: encarregados dos processos ou atividades e de promover a gestão dos resultados.

Junto dos responsáveis pelas atividades, a coordenação de processos e qualidade também está presente na iniciativa. A área padroniza os processos junto da gestão, e valida todos os documentos elaborados, disponibilizando-os na intranet da Unimed-BH.

Seguindo todos esses passos, a gestão de processos identifica erros e oportunidades de melhoria. E para detectar falhas e monitorar o andamento das ações, a cooperativa também realiza auditorias internas e externas.

Resultados e aprendizados

A gestão por processos da Unimed-BH já passou por diversas mudanças, sempre com o foco em oferecer uma prática de qualidade, que traz melhorias à cooperativa. Para facilitar a consulta do colaborador, a publicação da cadeia de valor e do mapa de processos e procedimentos passou a ser gerenciada eletronicamente.

Pensando na organização da gestão, a cooperativa se baseou no BPMN, uma notação para modelagem de processos de negócio, a fim de criar um diagrama. Junto a essas melhorias, a Unimed-BH definiu novos processos e atividades, de forma a aumentar o desdobramento da cadeia de valor.

Além de proporcionar números positivos, a gestão por processos também aumentou o conhecimento dos colaboradores sobre o negócio, melhorou os resultados da cooperativa e foi essencial para alcançar os objetivos estratégicos propostos no planejamento.

CONTATO DA COOPERATIVA

Daniela Maia, coordenadora de Comunicação - daniela.maia@unimedbh.com.br

Você também tem um case ou uma história de sucesso?

Conte-nos sua história

Sua cooperativa tem uma história inspiradora? Queremos conhecer! Preencha o formulário abaixo e conte como sua cooperativa está fazendo a diferença. Sua experiência pode inspirar outros e mostrar o poder do cooperativismo no Brasil. Participe e ajude a fortalecer nosso movimento!

Veja mais

ESGCOOP

A Coopercitrus e a Credicitrus criaram uma fundação que ajuda a combater a escassez hídrica no Sudeste. O projeto já restaurou mais de mil nascentes, elevando sua vazão e beneficiando produtores com aumento da produtividade. Além disso, o projeto garante água para diversas cidades, se tornando um modelo de cooperação para a resiliência climática.

ESGCOOP

Ação: Programa Fazenda Sustentável Área: Produção sustentável ODS: Objetivo 2 - Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável Objetivo: Apoio a cooperado para venda de créditos de soja sustentável no mercado internacional Resultados: Melhora dos resultados financeiros do cooperado, que negociou — com o apoio da cooperativa — R$ 30 mil em créditos de soja sustentável com empresas da Dinamarca e Alemanha; Mudança da cultura da propriedade, priorizando a sustentabilidade como estratégia de negócios; Otimização de processos internos; Conquista da certificação RTRS, concedida pela Round Table Responsible Soy Association, ou Associação Internacional da Soja Responsável.

ESGCOOP

O Sicredi implementou um sistema de Quantificação de Riscos Climáticos, utilizando 1,3 bilhão de dados para gerar um score de risco para seus associados em todo o Brasil. A ferramenta analisa 17 ameaças climáticas e projeta cenários até 2050, permitindo que a cooperativa desenvolva produtos mais resilientes, aprimore sua estratégia e lidere a transição para uma economia de baixo carbono no cooperativismo financeiro.

ESGCOOP

Nascida em 2005 para combater a exploração predatória na Floresta Nacional do Tapajós (PA), a Coomflona se tornou um modelo de conservação liderado por comunidades tradicionais, ribeirinhas e indígenas. Através do manejo florestal 100% comunitário, a cooperativa gera renda estável para 310 famílias e protege 1.500 hectares de floresta, provando que é possível aliar desenvolvimento econômico, justiça social e a manutenção da floresta em pé.

Image
SISTEMA OCB © TODOS OS DIREITOS RESERVADOS.
Pop-up Pesquisa