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Coplana: pioneirismo em excelência, sustentabilidade e logística reversa

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2024
Sudeste
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Coplana
ESGCOOP
Ambiental
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Até 1999, o Brasil importava amendoim por não contar com um produto de qualidade internacional. Felizmente, essa história mudou. Hoje, não apenas exportamos o alimento (ainda que em pequena quantidade) como temos na Coplana — cooperativa paulista com sede em Jaboticabal — uma das principais fornecedoras de amendoim da União Europeia, um dos mercados mais rígidos do planeta. 

Reconhecida nacional e internacionalmente pelo cultivo da cana-de-açúcar e pela produção do combustível renovável etanol, a Coplana passou a estimular pequenos produtores a plantarem amendoim em suas propriedades no final dos anos 1990. Inicialmente, era uma estratégia para  ajudar na recuperação do solo, já que o plantio de cana funciona em rotatividade com a do amendoim. Mas os resultados foram além do esperado e a cooperativa passou a também apostar nessa nova cultura. 

Hoje, o amendoim da Coplana tem monitoramento permanente para a garantia de sua qualidade, com amostragem automatizada de todo o volume que chega à unidade de grãos, e uso de código de barras para a rastreabilidade do produto. 

Além disso, a seleção dos grãos é eletrônica, e sensores específicos reforçam critérios de sanidade. Por tudo isso, a cooperativa recebeu certificações internacionais que garantem a excelência e a sustentabilidade do produto, como o BRCGS (Brand Reputation Compliance Global Standard) e o Nestlé Responsible Sourcing.

O bem sucedido projeto de amendoim premium da cooperativa transformou a economia no interior do estado de São Paulo, gerando empregos e renda na região. A produção obedece a critérios de sustentabilidade, com adoção de boas práticas agrícolas e adequação às legislações ambiental e trabalhista. 

 

LOGÍSTICA REVERSA

A preocupação com o meio ambiente também está presente em outros projetos da cooperativa paulista, entre eles, a Central de Recebimento de Embalagens de Defensivos da Coplana — primeira iniciativa de logística reversa de embalagens de defensivos do Brasil. 

A unidade começou a funcionar em 1994, muito antes de o descarte correto dessas embalagens ser exigido por lei, em 2002. A decisão de cuidar desse material de forma responsável surgiu do compromisso dos cooperados com o meio ambiente e com a qualidade de vida das pessoas que vivem no campo. E vale destacar: a iniciativa serviu de referência para a implantação do sistema de logística reversa em outros países e para a legislação brasileira, que determina a devolução e destinação corretas destes materiais (Lei 9.974/00)

Do início das atividades da Central até dezembro de 2019, a Coplana recolheu 15.171 toneladas de embalagens. Anualmente, o volume recolhido é de 500 toneladas, entre embalagens plásticas, de metal, papelão e tampa.

No fim do ano passado, uma nova central de recebimento de embalagens foi inaugurada em Guariba juntamente com o Museu Campo Limpo, que tem o objetivo de manter a memória sobre o importante trabalho realizado desde o início do sistema, no Brasil. No local, estudantes e outros visitantes terão acesso aos principais acontecimentos, que levaram à concretização do sistema. Painéis, infográficos e artefatos produzidos pelas recicladoras serão usados para descrever o caminho percorrido pelas embalagens pós-consumo.

Em março de 2021, como parte de uma iniciativa nacional em todas as unidades de recebimento de embalagens de defensivos, a gestão da Central da Coplana passou a ser feita pelo Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (Inpev).

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ESGCOOP

Regiões: Sul e Sudeste Categoria: Recursos Hídricos Ação: A Ação de Cooperação para o Meio Ambiente promoveu uma série de iniciativas de conscientização e promoção da sustentabilidade em municípios de Santa Catarina e Minas Gerais. ODSs: 4 - Educação de qualidade 11 - Cidades e comunidades sustentáveis Resultados: Diversas atividades foram propostas para que as comunidades onde a Cresol Transformação atua se engajassem em ações sustentáveis. Nove municípios estiveram no escopo da ação, com iniciativas que levaram em conta as necessidades de cada comunidade. A Cresol Transformação estima que mais de 1000 pessoas foram diretamente impactadas pelas atividades realizadas durante a Ação de Cooperação para o Meio Ambiente. Mais de 200 árvores foram plantadas e muitas outras entregues para associados e a comunidade escolar participou das atividades de conscientização.

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Região: Sudeste Categoria: Recursos Hídricos Ação: Projeto de Recuperação e Revitalização de Nascentes na zona rural do município de Espera Feliz, em Minas Gerais. ODS: 6 - Água potável e saneamento Resultados: Executado em parceria com o Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura Familiar de Espera Feliz, em Minas Gerais, o projeto contemplou nascentes de 21 propriedades rurais. A iniciativa impactou diretamente mais de 100 famílias, proporcionando a elas um acesso mais seguro e confiável à água potável. As nascentes cumprem uma função ambiental muito importante, fornecendo água para o consumo local, abastecimento de rios e lagos e ainda são a fonte de vida para uma série de organismos. O ecossistema ambiental saudável melhora as condições para a produção agropecuária familiar sustentável, beneficiando os produtores locais.

ESGCOOP

A Cresol articulou um projeto que está transformando a realidade da comunidade quilombola Vargem do Sal (BA). A iniciativa valorizou o artesanato da palha de licuri, uma palmeira nativa da Caatinga, garantindo compra a preço justo, criando uma marca com identidade e gerando renda estável para 60 artesãos. O projeto fortalece a cultura local, promove o manejo sustentável da floresta e reduz a dependência de programas assistenciais.

ESGCOOP

Nascida em 2005 para combater a exploração predatória na Floresta Nacional do Tapajós (PA), a Coomflona se tornou um modelo de conservação liderado por comunidades tradicionais, ribeirinhas e indígenas. Através do manejo florestal 100% comunitário, a cooperativa gera renda estável para 310 famílias e protege 1.500 hectares de floresta, provando que é possível aliar desenvolvimento econômico, justiça social e a manutenção da floresta em pé.

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