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Luz no mercado internacional de carbono

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2024
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ESGCOOP
Ambiental
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A Ceriluz — cooperativa gaúcha de geração e distribuição de energia — está pronta para participar de um mercado com potencial para movimentar US$ 50 bilhões até 2030. A entidade foi credenciada pela Organização das Nações Unidas a negociar créditos de carbono no mercado internacional a partir de dois novos empreendimentos de pequeno porte: as usinas Linha Onze, uma pequena central hidrelétrica (PCH) com potencial instalado de até 30 megawatts, e a Augusto Pestana, classificada como uma central geradora Hidráulica (CGH) com potencial para gerar até 1 MG de energia elétrica. Justamente por serem menores, essas usinas foram construídas de forma sustentável, sem a necessidade de alagar grandes áreas, preservando o habitat natural das espécies que vivem próximas a elas. Elas geram energia limpa e renovável, capaz de abastecer as residências de cerca de 30 mil famílias. Um potencial instalado que ainda pode ser transformado em crédito de carbono (unidade de medida que equivale a não emissão de uma tonelada de gases do efeito estufa na natureza). Na prática, os créditos de carbono gerados pela Ceriluz poderão ser negociados com países e/ou empresas que não consigam alcançar suas metas de redução de emissão de CO2 na atmosfera. Elas poderão comprar esses ativos para compensar  o impacto de suas atividades  na natureza.Vale destacar: os créditos de carbono foram criados justamente para estimular uma nova economia pautada pelo uso racional de recursos naturais, pelo respeito ao ser humano e pelo combate ao aquecimento global.  EXPERIÊNCIA PRÉVIAEssa não será a primeira vez que a Ceriluz negociará créditos de carbono com o mercado internacional. Em 2007, a cooperativa recebeu o montante de R$ 600 mil referentes à venda de créditos de carbono retroativos à produção de energia da Usina José Barasuol, entre os anos de 2004 – quando entrou em operação – e maio de 2007. Na época a Cooperativa vendeu seus créditos para uma empresa holandesa.Após o credenciamento junto à ONU, a Ceriluz passou a fazer parte de uma seleta lista de 17 empresas de geração de energia habilitadas a comercializar crédito de carbono no exterior. O principal desafio enfrentado pela cooperativa — neste novo credenciamento e também na experiência anterior — foi a quantificação dos créditos de carbono gerados em suas atividades. Para otimizar esse processo, a cooperativa decidiu contratar uma das principais consultorias deste novo mercado:  a WMF Energy.Vale destacar: o trabalho de habilitação dos projetos da Ceriluz já se encontra em estágio final, de preparação dos créditos para a venda. A expectativa é que os primeiros resultados financeiros dessas transações ocorram já no começo de 2023.

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Prêmio Somos Coop Excelência em Gestão

O Sicredi Celeiro MT/RR criou um Comitê de Excelência para melhorar sua capacidade de participar em certificações e processos de reconhecimento. O órgão interdisciplinar coordena toda a coleta e gestão das informações necessárias, além de acompanhar a implementação dos planos de ação na cooperativa.

ESGCOOP

Objetivo: Gerar energia limpa e renovável por meio da biodigestão anaeróbia dos dejetos e resíduos da agroindústria, minimizando os impactos ambientais da atividade de produção de alimentos, promovendo e incentivando as boas práticas de sustentabilidade e proteção do meio ambiente. Resultados: Projetos implantados em função da capacitação: • COOPERATIVA C. VALE Sede: Palotina, Oeste do Paraná Volume produzido: Entre 1500 a 2000 m³/dia para energia elétrica e 1050 m³/hora para uso térmico. Fonte de material utilizado: Dejetos suínos (geração energia elétrica) e efluente industrial de produção de amido de mandioca (uso térmico). COOPERATIVA CASTROLANDA Sede: Castro, Leste do Paraná Volume produzido: 12.593 nm³/dia de metano. Fonte de material utilizado: Lodo biológico ETE, Lodo tridecanter frigorifico, resíduo de batata lavador, glicina vegetal, resíduo de cerveja, ovos, óleo fritadeira, casca de batata, batata frita, farelo de fritadeira, dejetos e carcaça de suínos. COOPERATIVA COPACOL Sede: Cafelândia, Oeste do Paraná Volume produzido: Não possuem informação em volume de biogás gerado. Contudo, nos últimos três meses a geração de energia média com biogás foi de 88.116 kWh/mês. Fonte de material utilizado: Dejetos de suínos de uma Unidade de Produção de Leitões com 4.300 matrizes. COOPERATIVA FRÍSIA Sede: Carambeí, Leste do Paraná Volume produzido: 86.457 m³/mês. Fonte de material utilizado: Dejetos e carcaças provenientes da atividade de suinocultura. COOPERATIVA LAR Sede: Medianeira, Oeste do Paraná Volume produzido: 3.126.438,00 metros cúbicos de biogás, convertido em energia elétrica equivalem a 1.334.801 KWh de bioenergia (evitando a emissão de 1.719.540,9 metros cúbicos de gás metano). Fonte de material utilizado: Dejetos suínos. A unidade de produção localizada no município de Serranópolis do Iguaçu (PR) tem 3 biodigestores e produz 52% da energia consumida. Para 2021, a expectativa é produzir 100% da energia elétrica por meio do biogás.

Prêmio Somos Coop Excelência em Gestão

A cooperativa implementou um novo processo em suas assembleias. As reuniões agora são online e, desta forma, os cooperados podem participar independente da sua localização, aumentando a inclusão e participação democrática. Um hotsite foi criado e as ferramentas online para realização assembleias foram fundamentais para a realização das assembleias. No hotsite é centralizada todas as informações relevantes que podem ser acessadas pelos cooperados, como manuais de participação, edital de convocação e canais para envio de sugestões e informações pré-assembleares. Isso simplifica o processo e torna mais fácil para os cooperados se envolverem.

Prêmio Somos Coop Excelência em Gestão

A fim de tomar decisões mais certeiras em meio a um mercado dinâmico, a mineira Unimed Circuito das Águas adotou um sistema de gestão informatizado que integra dados e contribui para que os gestores possam tomar decisões melhores. Com o desenvolvimento da nova ferramenta de BI, a cooperativa também consegue monitorar tendências, criar produtos e monitorar falhas com mais eficiência.

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