cooperativas constroem um mundo melhor • cooperativas constroem um mundo melhor • cooperativas constroem um mundo melhor • cooperativas constroem um mundo melhor • cooperativas constroem um mundo melhor • cooperativas constroem um mundo melhor • cooperativas constroem um mundo melhor • cooperativas constroem um mundo melhor

Filtrar Notícias

Todos os ramos
Agropecuário
Consumo
Crédito
Infraestrutura
Trabalho, Produção de Bens e Serviços
Transporte
Saúde

Notícias representação
13/01/2026

Ano Internacional das Cooperativas passa a integrar agenda decenal da ONU

Resolução da Assembleia Geral estabelece celebração a cada dez anos A Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou, em dezembro de 2025, uma resolução histórica que conclama a realização do Ano Internacional das Cooperativas a cada dez anos. O texto reconhece o papel estratégico do cooperativismo na promoção do desenvolvimento econômico e social inclusivo, além de consolidar o modelo como aliado permanente da agenda global de sustentabilidade.  A resolução A/RES/80/182 reforça que as cooperativas promovem a participação plena das pessoas na vida econômica e social, com contribuições diretas para o combate à pobreza e à fome, a promoção da igualdade de gênero, a inclusão social e a adaptação e mitigação das mudanças climáticas. O documento também destaca o alinhamento do cooperativismo aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).  Com a decisão, a ONU institucionaliza um ciclo decenal para a celebração do Ano Internacional das Cooperativas, a partir da experiência bem-sucedida das edições de 2012 e 2025, sendo esta última, inclusive, a primeira vez em que a organização repetiu um tema de ano internacional.   Para o presidente do Conselho de Administração do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, a decisão confirma, em nível internacional, aquilo que o cooperativismo demonstra na prática há décadas. “É um modelo econômico moderno, eficiente e centrado nas pessoas, que merece esse reconhecimento”, afirmou.   O texto aprovado também faz recomendações aos governos e organismos internacionais para o fortalecimento do ambiente institucional das cooperativas, incluindo melhorias nos marcos legais e regulatórios, ampliação do acesso ao crédito, estímulo à inovação, inclusão digital, apoio às cooperativas agropecuárias e financeiras, bem como o incentivo à participação feminina em espaços de liderança.  Na avaliação da presidente executiva, Tania Zanella, a resolução amplia o protagonismo do cooperativismo na agenda pública internacional. “A ONU sinaliza que o cooperativismo é uma alternativa econômica e uma solução estruturante para o desenvolvimento sustentável. Esse reconhecimento mostra a importância de políticas públicas que valorizem o modelo cooperativo e ampliem seu alcance, especialmente em territórios mais vulneráveis”, declarou.   A resolução também reafirma a importância da celebração anual do Dia Internacional das Cooperativas, comemorado no primeiro sábado de julho. Em 2026, a data será celebrada em 4 de julho, com tema ainda a ser divulgado.  O documento se soma a um histórico de reconhecimento da ONU ao cooperativismo. Desde a década de 1950, a Assembleia Geral adota resoluções sobre cooperativas no contexto do desenvolvimento social, de forma sistemática a cada dois anos desde 1992. Em 2023, a organização aprovou ainda a primeira resolução específica sobre a promoção da economia social e solidária para o desenvolvimento sustentável.  Atualmente, o cooperativismo reúne mais de 3 milhões de cooperativas no mundo, presentes em setores como agropecuária, crédito, consumo, saúde, habitação e trabalho, com mais de 1 bilhão de cooperados e cerca de 280 milhões de empregos gerados globalmente.   Saiba Mais: Participe da pesquisa nacional que fortalece a cultura cooperativista Lei garante cooperativas no setor de telecom e amplia conectividade “Diversidade gera inovação e resultados sustentáveis”, afirma Tania Zanella sobre mulheres na agricultura
Ano Internacional das Cooperativas passa a integrar agenda decenal da ONU
Notícias representação
29/12/2025

Retrospectiva institucional: o legado do coop brasileiro em 2025

Sistema OCB ampliou presença institucional, fortaleceu diálogo internacional e consolidou movimento como modelo de desenvolvimento sustentável  2025 ficará registrado como um dos anos mais estratégicos da história do cooperativismo brasileiro. Em um contexto global marcado por desafios climáticos, econômicos e sociais, o Sistema OCB ampliou sua presença, fortaleceu o diálogo internacional e projetou o cooperativismo como uma resposta concreta para o desenvolvimento sustentável. A celebração do Ano Internacional das Cooperativas deu o tom dessa trajetória, que combinou comunicação, articulação global e ações de campo.  Um ano para mostrar o valor da cooperação  Alinhado ao reconhecimento internacional do coop, o Sistema OCB lançou uma ampla campanha de comunicação nacional para dialogar diretamente com a sociedade: Bora cooperar por um mundo melhor? A estratégia buscou traduzir, de forma inspiradora, o impacto real das cooperativas na vida das pessoas e nos territórios. Estruturada em três fases ao longo do ano, a campanha percorreu desde uma abordagem mais conceitual e inspiracional até a apresentação de histórias reais e, por fim, o aprofundamento da agenda ESG.   Já o Dia Internacional do Cooperativismo foi marcado por ações simbólicas e de forte impacto, que projetaram o cooperativismo brasileiro para o mundo. Produções audiovisuais especiais resgataram a trajetória histórica do movimento. A estratégia incluiu ainda conteúdos editoriais em grandes portais e ativações urbanas que levaram a mensagem da cooperação a públicos diversos. O Coops Day foi tratado como um marco de posicionamento institucional.    Cultura cooperativa como legado  Outro destaque de 2025 foi o investimento na valorização da memória e da identidade do coop. O lançamento do Mapa Digital do Patrimônio Cultural Cooperativo e do livro e exposição fotográfica Cooperativas do Brasil: Retratos de um mundo melhor, consolidaram um legado que une história, inovação e pertencimento.  Esse legado foi complementado pelo documentário Histórias de um Mundo Melhor, que reúne histórias de agricultores, extrativistas, profissionais da saúde, jovens, lideranças comunitárias e empreendedores que encontraram no modelo cooperativista um caminho para gerar renda, fortalecer comunidades e preservar tradições locais.     Cooperativismo e clima: da narrativa à prática  A agenda climática ocupou espaço central na atuação institucional do Sistema OCB. A preparação para a conferência do clima realizada no Brasil incluiu iniciativas inovadoras de aproximação com formuladores de políticas públicas, órgãos internacionais e imprensa.  A imersão pré-COP30 levou representantes de ministérios, bancos de desenvolvimento e agências multilaterais a vivenciar, no campo, experiências cooperativistas no Sul e no Norte do país. O contato direto com cooperativas de crédito, agroindústrias, organizações extrativistas, hospitais e projetos comunitários mostrou, na prática, como o cooperativismo entrega resultados alinhados à sustentabilidade, à inclusão produtiva e à preservação ambiental.  Poucos meses depois, uma press trip, organizada também pelo Sistema OCB, reuniu jornalistas em diferentes regiões da Amazônia. As reportagens resultantes contribuíram para qualificar o debate público e apresentar o cooperativismo como solução concreta para desafios globais.    Protagonismo na conferência do clima  Durante a COP30, o coop brasileiro ocupou espaços estratégicos e participou ativamente dos principais debates. A presença em todas as zonas oficiais do evento consolidou o setor como articulador de soluções baseadas no território, com foco em produção sustentável, segurança alimentar, financiamento verde, seguros e transição justa.  Ao longo da programação, dezenas de painéis, oficinas e casos práticos mostraram como as cooperativas já atuam na redução de emissões, na adaptação climática e na geração de renda. A celebração do Ano Internacional das Cooperativas, realizada durante o evento, simbolizou o reconhecimento global do modelo e encerrou um ciclo de visibilidade sem precedentes.    Um legado que aponta para o futuro  2025 deixou um legado institucional robusto para o cooperativismo brasileiro. Em um ano histórico, o movimento se consolidou como parte essencial da solução no Brasil e no mundo. Para o presidente do Conselho de Administração do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, o ano representa a consolidação de um modelo que coloca as pessoas no centro das decisões.  “O cooperativismo mostrou, em 2025, que é parte essencial da solução para os desafios do nosso tempo. Não falamos apenas de discurso, mas de resultados concretos: geração de renda, inclusão social, produção sustentável e fortalecimento das comunidades. Esse é o legado que deixamos e o caminho que seguimos construindo, juntos”, afirmou.    Saiba Mais:  Sistema OCB amplia voz política e cooperação climática em 2025 Relatório da ONU cita o coop como solução local para ação climática Avanços regulatórios e políticas públicas fortaleceram o coop em 2025  
Retrospectiva institucional: o legado do coop brasileiro em 2025
Notícias representação
18/12/2025

Arnaldo Jardim consolida protagonismo do coop no Congresso em 2025

Atuação do parlamentar garantiu avanços legislativos e novas oportunidades para o movimento  Ao longo de 2025, o cooperativismo brasileiro contou com uma atuação decisiva no Congresso Nacional para avançar em pautas estruturantes, defender direitos e ampliar o espaço das cooperativas nas políticas públicas. À frente desse movimento esteve o deputado federal Arnaldo Jardim (SP), presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop).  Com uma agenda intensa de articulação política, relatorias estratégicas e diálogo permanente com o Sistema OCB, o parlamentar foi protagonista em conquistas que impactam diretamente os ramos Crédito, Agro, Infraestrutura, Saúde, Seguros, Consumo, Transporte e Trabalho, além de fortalecer o reconhecimento institucional do cooperativismo no Brasil e no cenário internacional.  Um dos marcos do ano foi a aprovação do projeto que reconhece o cooperativismo como manifestação da cultura nacional (PL 357/2025), de autoria do próprio deputado. A proposta, aprovada na Câmara dos Deputados e em tramitação no Senado Federal, reforça o entendimento de que o cooperativismo vai além de um modelo econômico e expressa valores como solidariedade, democracia, participação coletiva e desenvolvimento regional.   A iniciativa é uma das prioridades do Sistema OCB no Ano Internacional das Cooperativas, declarado pela ONU em 2025. “O cooperativismo é uma forma de organização econômica, mas também é uma expressão cultural do Brasil profundo, que gera desenvolvimento com inclusão e identidade territorial”, afirmou o deputado.  Articulações  Outro destaque relevante foi a atuação de Arnaldo Jardim como relator do novo marco legal das Parcerias Público-Privadas (PPPs) e concessões. A modernização das regras amplia a segurança jurídica e cria condições para que cooperativas participem de contratos de longo prazo em áreas como saúde, infraestrutura, saneamento, armazenagem e serviços públicos.   No campo econômico e produtivo, o deputado teve papel central na articulação do Projeto de Lei da Reciprocidade (PL 2.088/2023), aprovado pelo Congresso e transformado na Lei nº 15.122/2025. Como relator da matéria, Arnaldo conduziu o diálogo entre diferentes bancadas e frentes parlamentares para assegurar um instrumento de defesa comercial que protege as exportações brasileiras contra barreiras abusivas impostas por outros países, uma pauta sensível para cooperativas agropecuárias e exportadoras.  Valorização  A agenda de sustentabilidade também ganhou força em 2025 com a apresentação da PEC da Reciclagem (PEC 34/2025), de autoria do deputado.  A proposta cria um regime fiscal diferenciado para operações com materiais reciclados, fortalece a economia circular e reconhece o papel estratégico das cooperativas de catadores.   A iniciativa foi construída em diálogo com o Sistema OCB e representa um avanço relevante na valorização social, ambiental e econômica do setor. “A proposta quer corrigir distorções da reforma tributária e dar mais competitividade para a reciclagem. A ideia é simples: insumos reciclados terão tratamento tributário mais vantajoso do que aqueles retirados diretamente da natureza”, explicou Arnaldo.  No cooperativismo de crédito, a atuação do parlamentar foi decisiva para defender a inclusão das cooperativas — especialmente as independentes — no Programa Crédito do Trabalhador. Em lives, audiências e articulações no Executivo e no Legislativo, Arnaldo Jardim reforçou a necessidade de garantir condições equitativas de participação, além de destacar a capilaridade, as taxas mais baixas e o papel das cooperativas na democratização do crédito.  A atuação se estendeu ainda a pautas sensíveis, como a manifestação contrária ao aumento do IOF, que impactaria diretamente o custo do crédito e os investimentos produtivos, e à mobilização que resultou na retirada de dispositivos prejudiciais às cooperativas de energia durante a tramitação da reforma do setor elétrico. Em ambos os casos, a Frencoop, sob a presidência de Arnaldo Jardim, atuou de forma coordenada com o Sistema OCB e outras frentes do setor produtivo.  Diálogo  Além das votações e articulações legislativas, o deputado também teve presença ativa em eventos estratégicos promovidos pelo Sistema OCB, como os seminários sobre cooperativismo de crédito, seguros, desenvolvimento econômico e sustentabilidade, reforçando o diálogo entre Parlamento, governo, cooperativas e sociedade.  Em um ano simbólico para o setor, marcado pelo reconhecimento internacional do cooperativismo, o trabalho desenvolvido no Congresso Nacional contribuiu para fortalecer o ambiente institucional, ampliar oportunidades e consolidar o cooperativismo como vetor de desenvolvimento econômico e social no país. “Cooperativas constroem um mundo melhor — e o Parlamento tem a responsabilidade de criar as condições para que isso aconteça na prática”, concluiu Arnaldo.    Saiba Mais:  Excelência em gestão: Prêmio SomosCoop 2025 reconhece 133 coops  Diálogo sobre propostas aos Fundos Constitucionais avança  Senado aprova PL dos safristas 
Arnaldo Jardim consolida protagonismo do coop no Congresso em 2025
Notícias eventos
05/12/2025

Documentário sobre o coop celebra histórias reais de transformação

Obra e exposição de fotos apresentam relatos de brasileiros que encontraram um novo futuro
Documentário sobre o coop celebra histórias reais de transformação
Notícias eventos
15/11/2025

COP30: lideranças globais destacam força climática do cooperativismo

Painel debateu impactos e soluções práticas adotadas pelo movimento para a sustentabilidade  O painel Cooperativas constroem um mundo melhor: soluções climáticas centradas nas pessoas, realizado nesta sexta-feira (14), no Pavilhão do Coop na Green Zone, reuniu lideranças globais do movimento cooperativista para debater caminhos concretos para enfrentar a crise climática a partir do território, da inclusão e da democracia econômica. O encontro reuniu representantes de diferentes regiões do mundo e reforçou o cooperativismo como um modelo produtivo que alia eficiência econômica, responsabilidade ambiental e justiça social.  O presidente da Aliança Cooperativa Internacional (ACI), Ariel Guarco, afirmou que a essência do cooperativismo sempre esteve ligada ao uso responsável dos recursos e à vida em comunidade. “Nosso compromisso com a sustentabilidade não começou há 30 anos, como a COP, nem há 25 anos, como a Agenda 2030. É desde sempre. Desde o momento em que decidimos que nossas empresas cooperativas precisavam produzir e consumir de outra maneira, cuidando da saúde do planeta”, resumiu.   O dirigente apresentou a iniciativa Pacto Global para uma Nova Economia, que estabelece a meta de que, até 2035, todas as cooperativas incorporem sustentabilidade ambiental em seus programas e avancem rumo à neutralidade de carbono.    “Quando pensamos coletivamente e focamos no impacto para as próximas gerações, construímos um mundo melhor”, concluiu.  O presidente da ACI Américas, José Alves de Souza Neto, falou sobre o contexto da Amazônia, território compartilhado por nove países e marcado por potência socioambiental e vulnerabilidades intensificadas pela crise climática. “Não há lugar mais simbólico que Belém, no coração da Amazônia, para falar sobre o papel das cooperativas. Aqui, biodiversidade, cultura e ciência convivem com desafios profundos, e o cooperativismo mostra sua força quando está verdadeiramente enraizado na vida das pessoas”, afirmou.  Para ele, em todo o continente, as cooperativas atuam desde muito antes das exigências regulatórias em práticas de mitigação e adaptação: agricultura regenerativa, manejo sustentável, bioinsumos, geração distribuída renovável, crédito climático, economia circular e gestão de resíduos, entre outras. “A diferença do cooperativismo é clara: não operamos sobre os territórios, operamos a partir deles”.  José Alves também detalhou como cooperativas ajudam a responder às diferentes expressões da crise climática no continente — secas severas, furacões, desertificação, eventos extremos, perda de solos férteis — funcionando como infraestrutura social permanente e resiliente.  Representando os Estados Unidos, Douglas O’Brien, presidente da National Cooperative Business Association (NCBA CLUSA), reforçou com dados e exemplos que as cooperativas são estratégias estruturais para mudanças reais. “Se governos, empresas ou qualquer ator quiser promover mudanças climáticas em grande escala, as cooperativas são a melhor solução”. Ainda de acordo com ele, um terço da população americana é associada a alguma cooperativa e 92% dos condados mais pobres do país são atendidos por cooperativas, locais onde empresas tradicionais não chegam.  Por fim, o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol, reafirmou que as cooperativas da região já implementam práticas de reflorestamento, recuperação de áreas degradadas, agrofloresta e energia limpa muito antes de esses temas ganharem centralidade nas discussões internacionais. “A COP veio dizer ao mundo algo que já sabemos há muito tempo: o cooperativismo da Amazônia saiu na frente. Temos SAFs consolidados, energia limpa, manejo sustentável e cooperativas que transformam o território com responsabilidade ambiental e dignidade econômica.”    Saiba Mais:  Bioeconomia, crédito inclusivo e baixo carbono são foco do 4º dia da COP30   Cooperativismo mostra que soluções climáticas começam nas comunidades   Soluções reais para resiliência climática são destaque na Green Zone  
COP30: lideranças globais destacam força climática do cooperativismo
Notícias representação
14/11/2025

ONU propõe celebração global das cooperativas a cada 10 anos

Reconhecimento reforça papel estratégico do cooperativismo para o desenvolvimento sustentável  A celebração oficial do Ano Internacional das Cooperativas ganhou um anúncio importante, nesta sexta (14), durante o painel realizado na Green Zone da COP30, no Pavilhão do Coop. Em vídeo exibido no encontro, o representante da ONU para o cooperativismo, Andrew Allimadi, comunicou a intenção da Assembleia Geral em instituir a realização do Ano Internacional das Cooperativas a cada 10 anos, uma mudança que consolida o tema na agenda global de desenvolvimento.  O painel reuniu algumas das principais lideranças do movimento no mundo: Márcio Lopes de Freitas, presidente do Sistema OCB; Ariel Guarco, presidente da Aliança Cooperativa Internacional (ACI); José Alves, presidente da ACI Américas; Arnaldo Jardim, presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop); e Roberto Rodrigues, enviado especial para Agricultura na COP30, ex-presidente da ACI e ex-ministro da Agricultura.  Ao abrir o evento, Márcio ressaltou que o reconhecimento da ONU é reflexo direto da atuação das cooperativas na mudança real de comunidades e territórios. “Chegamos ao reconhecimento das Nações Unidas porque conseguimos transformar vidas. O cooperativismo lida com a essência da humanidade e, por isso, é capaz de promover mudanças profundas, às vezes silenciosas, mas sempre consistentes”, completou.  Em sua mensagem oficial, Andrew agradeceu ao Sistema OCB pelo protagonismo durante o Ano Internacional 2025 e apresentou os resultados preliminares da mobilização global: “O site criado para acompanhar as ações do Ano Internacional recebeu mais de 140 mil visitas, vindas de 185 países, com inúmeros eventos de sensibilização e de construção de consenso entre cooperativas”, destacou.  Ele também anunciou avanços nas discussões técnicas e institucionais conduzidas junto à ACI, ao CM50 e ao Comitê para Promoção e Avanço das Cooperativas (Copac), incluindo a elaboração de um novo marco estatístico para medir o impacto econômico e social das cooperativas. “Mesmo enquanto encerramos o Ano Internacional de 2025, nosso trabalho está apenas começando. Queremos uma parceria duradoura, integrada às ações das Nações Unidas”, disse.  Ao final, Allimadi oficializou a proposta da ONU. “A Assembleia Geral pretende aprovar a realização de um Ano Internacional das Cooperativas a cada 10 anos. O próximo seria em 2035. Teremos tempo para aprender com 2025, evoluir, inovar e fortalecer o papel das cooperativas no desenvolvimento econômico, social e na integração das pessoas”.    Saiba Mais: Bioeconomia, crédito inclusivo e baixo carbono são foco do 4º dia da COP30 Cooperativismo estreia na Blue Zone com protagonismo climático ACI discute governança e futuro do cooperativismo global em Brasília  
ONU propõe celebração global das cooperativas a cada 10 anos
Notícias eventos
14/11/2025

Cooperativismo celebra reconhecimento da ONU em evento na COP30

Cerimônia reuniu lideranças globais para marcar o Ano Internacional das Cooperativas  O Pavilhão do Coop, na Green Zone da COP30, iniciou essa sexta (14/11) com uma das celebrações mais simbólicas da agenda internacional do movimento: o encerramento do Ano Internacional das Cooperativas. A cerimônia contou com a participação do presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas; do presidente da Aliança Cooperativa Internacional (ACI), Ariel Guarco; do presidente da ACI Américas, José Alves de Souza Neto; do presidente da Frencoop, deputado Arnaldo Jardim; e do enviado especial para Agricultura na COP30, ex-presidente da ACI e ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues.   O presidente Márcio destacou que o reconhecimento da ONU sintetiza décadas de construção coletiva do movimento. “Quando a ONU declara o Ano Internacional das Cooperativas, ela dá visibilidade a algo que nós vivemos todos os dias no território: cooperativa é desenvolvimento local, é oportunidade, é gente prosperando junto. Esse é um modelo que entrega resultados para o país e para o mundo, com responsabilidade ambiental e compromisso social”.  Na sequência, Ariel Guarco, reforçou que o Ano Internacional coloca os olhos do mundo sobre a contribuição concreta das cooperativas para superar desafios globais urgentes. “O cooperativismo já é parte da solução para a transição ecológica, para a redução das desigualdades, para a geração de trabalho digno. Este ano simbólico representa uma oportunidade histórica para afirmar que o movimento está preparado para liderar mudanças estruturais. Somos um modelo que funciona na prática”, declarou.   Representando o continente americado, José Alves ressaltou que as experiências bem-sucedidas da região têm servido de referência internacional. “As Américas demonstram a vitalidade do modelo cooperativo em diferentes setores: da agricultura ao crédito, da saúde à energia. Em muitos territórios, a cooperativa é a principal, e às vezes única, estrutura capaz de gerar renda, organizar a produção e oferecer serviços essenciais à população. Isso mostra o quanto somos estratégicos para o desenvolvimento sustentável e inclusivo”, afirmou. Ele lembrou ainda que o continente tem um histórico relevante de inovação, governança e participação comunitária.  O deputado Arnaldo Jardim, por sua vez, reforçou o alinhamento crescente entre o movimento cooperativista e a agenda legislativa no Brasil. “O reconhecimento da ONU chega num momento em que avançamos na construção de marcos regulatórios que fortalecem o ambiente de negócios das cooperativas. É um círculo virtuoso: quanto mais o cooperativismo entrega resultados sociais e ambientais, mais o Parlamento reconhece sua importância, criando as condições para ampliar seu impacto”.  Já Roberto Rodrigues reafirmou sua visão histórica sobre o cooperativismo como modelo de sociedade. “Hoje celebramos muito mais do que uma data simbólica. Celebramos um princípio civilizatório. Se quisermos um mundo mais justo, mais equilibrado e mais sustentável, o caminho passa pela cooperação. O cooperativismo não é apenas uma forma de organizar a economia — é um conjunto de valores que responde às maiores demandas da humanidade”.  Acordos de Cooperação Técnica  O evento também marcou um avanço decisivo na articulação de políticas públicas voltadas ao cooperativismo brasileiro. Quatro Acordos de Cooperação Técnica (ACTs) foram assinados para fortalecer frentes de atuação em agricultura familiar, bioeconomia, empreendedorismo, inovação e desenvolvimento sustentável.  As parcerias incluem ações com a Natura e os ministérios do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), do Empreendedorismo, Microempresa e Empresa de Pequeno Porte (Memp) e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).     Encerramento  Andrew Allimadi, representante da ONU para o cooperativismo, e Sheeren Zorba, secretária-executiva do Fórum ONU Ciência-Política-Empresas para o Meio Ambiente (UN-SPBF) e chefe da interface entre Ciência, Política e Negócios no Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), encerram a cerimônia com mensagens gravadas em vídeo para todos os presentes. Sheeren salientou o papel estrutural das cooperativas na garantia da segurança alimentar e na transição para sistemas alimentares sustentáveis.   Segundo ela, o movimento gera inúmeras contribuições para o desenvolvimento social e econômico. “O cooperativismo organiza agricultores, melhora o acesso a mercados, promove práticas mais sustentáveis e fortalece a economia local. Em muitos países, são as cooperativas que permitem que pequenos produtores permaneçam no campo com dignidade e competitividade”, disse. Para ela, o fortalecimento das organizações coletivas será determinante para enfrentar os impactos das mudanças climáticas sobre a produção de alimentos.  Andrew lembrou que o Ano Internacional das Cooperativas dialoga diretamente com a Agenda 2030 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), além de evidenciar que o modelo cooperativo tem capacidade comprovada de gerar estabilidade econômica, democratizar o acesso a oportunidades e fortalecer a resiliência das comunidades. “As cooperativas demonstram que é possível crescer sem deixar ninguém para trás”, afirmou. O representante concluiu sua fala comunicando que as Nações Unidas anunciaram a intenção de celebrar o Ano Internacional das Cooperativas a cada 10 anos.  Saiba Mais:  Bioeconomia, crédito inclusivo e baixo carbono são foco do 4º dia da COP30  Cooperativismo mostra que soluções climáticas começam nas comunidades  Soluções reais para resiliência climática são destaque na Green Zone 
Cooperativismo celebra reconhecimento da ONU em evento na COP30
Notícias eventos
13/11/2025

Coop ganha mapa global e livro histórico em celebração no Itamaraty

Cerimônia lançou iniciativas que valorizam o legado cultural das cooperativas O coop ganhou novos marcos de valorização cultural nesta quarta-feira (12), em Brasília. Durante cerimônia no Palácio Itamaraty, foram lançados o Mapa do Patrimônio Cultural Cooperativo, o livro Cooperativas do Brasil: retratos de um mundo melhor e o trailer do documentário Histórias de um mundo melhor, produções que integram o legado do movimento para o Ano Internacional das Cooperativas, celebrado pela ONU em 2025. As iniciativas unem memória, identidade e inovação, com destaque para como as cooperativas moldam comunidades mais sustentáveis, inclusivas e solidárias. Um mapa vivo da cooperação A Unesco reconheceu em 2016 (quatro anos após o Ano Internacional das Cooperativas 2012), a ideia e prática de organizar interesses em cooperativas como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, abrindo caminho para institucionalizar o legado cultural do movimento e projetá-lo para o futuro.  O Mapa surge não só como um inventário, mas como um instrumento que resgata e valoriza os marcos históricos e simbólicos da nossa identidade cooperativa, preservando a memória, identidade e o legado do nosso movimento, com padrões internacionais que preservam autenticidade, participação, inclusão e sustentabilidade. Ele faz parte do Cooperative Cultural Heritage Programme (CCH Programme), desenvolvido pela ACI, com mentoria do Sistema OCB. A plataforma digital reúne 31 sítios em 25 países, representando locais, instituições e tradições que simbolizam o legado histórico e social do cooperativismo, um verdadeiro “mapa vivo” da cooperação no mundo. Essa será a primeira etapa do site. O objetivo de longo prazo do GT é continuar alimentando o portal com outros sítios importantes para o cooperativismo, posteriormente incluindo patrimônios imateriais. “O mapa, o livro e a exposição mostram o que o cooperativismo tem de mais humano: sua capacidade de transformar realidades, gerar pertencimento e inspirar novas gerações”, destacou Márcio Lopes de Freitas, presidente do Sistema OCB e mentor do Grupo de Trabalho da ACI sobre Patrimônio Cultural Cooperativo. Em seu discurso, Márcio também celebrou o protagonismo brasileiro na agenda global do cooperativismo: “O cooperativismo é um modelo de negócio baseado em gente. Nosso principal capital são as pessoas. E é por isso que digo: desenvolvimento econômico pode até ser individual, mas prosperidade só existe quando toda a comunidade melhora. As cooperativas têm conseguido fazer isso no mundo todo”, afirmou. O presidente da ACI, Ariel Guarco, reforçou a dimensão histórica e simbólica da iniciativa, que contou com o trabalho do Grupo de Patrimônio Cultural Cooperativo ao longo de um ano. “O mapa que hoje ganha vida aqui em Brasília não é apenas uma coleção de lugares históricos. É uma cartografia do impacto cultural que o cooperativismo deixou no mundo, cada sítio é um testemunho vivo de solidariedade, criatividade e compromisso coletivo”, declarou. O embaixador Laudemar Gonçalves de Aguiar Neto, secretário de Promoção Comercial, Ciência, Tecnologia, Inovação e Cultura do Itamaraty, ressaltou a importância do evento para o reconhecimento institucional do cooperativismo: “O lançamento do mapa e da exposição marca um momento relevante para o reconhecimento da contribuição das cooperativas à sociedade. O modelo cooperativo tem demonstrado capacidade de promover inclusão social, desenvolvimento sustentável e fortalecimento comunitário, oferecendo respostas democráticas e solidárias aos desafios do nosso tempo”. Durante o evento, Tiago Schmidt, presidente da Sicredi Pioneira e idealizador do projeto do mapa, lembrou que a proposta nasceu do desejo de dar visibilidade às raízes do movimento cooperativo. “O cooperativismo sobreviveu aos séculos porque nasceu da força da educação, da identidade e da solidariedade. Assim como há praças e monumentos que guardam a história da humanidade, o cooperativismo também tem seus territórios de memória e esperança. Este mapa é uma forma de honrar nossos precursores e inspirar as próximas gerações”, disse. Representando o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), o diretor de Cooperativismo, Eduardo Pagot, destacou a parceria com o Sistema OCB e o fortalecimento de políticas públicas voltadas ao cooperativismo. “O MDA e o Sistema OCB tem caminhado lado a lado, porque nossas políticas se cruzam no fortalecimento da agricultura familiar e do cooperativismo como um todo. Programas como o Mais Gestão e o Cooperar Brasil são exemplos concretos dessa colaboração, que tem ampliado o impacto social e econômico das cooperativas”. Conhecimento, intercâmbio e legado Durante a apresentação do portal do mapa, o diretor de Legislação da ACI, Santosh Kumar, destacou que o programa busca ser mais do que uma base de dados. “Este é um projeto vivo, que combina memória, intercâmbio e aprendizado. Queremos construir um espaço de formação e inspiração entre gerações, promovendo trocas entre países e criando oportunidades para jovens lideranças cooperativas. Nosso objetivo é que o programa se torne financeiramente sustentável, apoiado por turismo educativo e experiências de liderança”. Já o diretor-geral da ACI, Jeroen Douglas, ressaltou que o lançamento representa um passo importante no reconhecimento global da cultura cooperativa: “Estamos mostrando que o papel das cooperativas na promoção da cultura é, por si só, um pilar do desenvolvimento sustentável. A Unesco já reconheceu que a cooperação é uma evolução viva da solidariedade humana, e este programa é a prova de que esse legado continua em construção”, afirmou. Livro, exposição e documentário Além do mapa, o público conheceu o livro Cooperativas do Brasil: retratos de um mundo melhor, resultado de uma jornada de campo realizada ao longo de 2025, que percorreu 60 cooperativas em todos os estados brasileiros. A obra reúne imagens e histórias que revelam como o modelo cooperativo contribui para o desenvolvimento sustentável, a inclusão social e a preservação de tradições locais. As fotografias também compõem a exposição no Itamaraty, que ofereceu um retrato sensível da força do cooperativismo no Brasil. O evento ainda marcou a estreia do trailer do documentário Histórias de um mundo melhor, produção audiovisual do Sistema OCB que dá voz a cooperados e cooperativas de diferentes regiões do país — histórias reais de transformação, pertencimento e propósito coletivo.   Saiba Mais: Da floresta ao café: coop evidencia soluções sustentáveis na Agri Zone Cooperativismo conecta floresta e sertão na construção da bioeconomia Soluções reais para resiliência climática são destaque na Green Zone
Coop ganha mapa global e livro histórico em celebração no Itamaraty
Notícias eventos
09/11/2025

Cooperativismo marca presença histórica na COP30

Movimento mostra que desenvolvimento e conservação podem caminhar juntos O cooperativismo brasileiro inicia nesta segunda-feira (10) sua participação na COP30, em Belém (PA), com uma presença histórica no principal evento climático do planeta. Ao longo das próximas duas semanas, o Sistema OCB coordena uma programação abrangente em todos os principais espaços da conferência — Blue Zone, Green Zone, Agri Zone e Casa do Seguro, para levar soluções concretas que unem produção sustentável, inovação e inclusão social.  A agenda do movimento representa o que o Brasil tem de mais inovador na transição para uma economia de baixo carbono. Iniciativas em bioeconomia, crédito verde, energia renovável, agricultura regenerativa, reciclagem e turismo sustentável serão apresentadas, reforçando o papel do modelo de negócios como força econômica e social de transformação. Além disso, também será reforçado o Manifesto do Cooperativismo Brasileiro para a COP30, documento que propõe ampliar o acesso ao financiamento climático, fortalecer a agricultura de baixo carbono, incentivar a bioeconomia e consolidar a transição energética justa com base na inclusão produtiva.  Para o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, a COP30 é uma oportunidade única para o Brasil reafirmar sua vocação sustentável com o protagonismo das cooperativas. Segundo ele, o evento vai evidenciar o papel das cooperativas na construção de soluções reais. “O cooperativismo brasileiro chega com resultados concretos. Temos projetos que conciliam produção e conservação com impacto positivo na vida das pessoas e no meio ambiente. Vamos mostrar que a transição climática passa pelo território, pelas comunidades e pelo trabalho coletivo que as cooperativas representam”.  A superintendente do Sistema OCB, Tania Zanella, reforça que o cooperativismo é parte essencial das soluções que o planeta busca. “O cooperativismo tem o poder de traduzir grandes compromissos globais em ações locais e transformadoras. Quando falamos de bioeconomia, energia limpa, segurança alimentar ou inclusão financeira, estamos falando de práticas que as cooperativas já realizam todos os dias no Brasil. Nosso objetivo é mostrar que a economia verde precisa ser, acima de tudo, uma economia cooperativa”.  O primeiro dia de atividades contará com a participação do cooperativismo tanto na Green Zone quanto na Agri Zone.  O painel Cooperativismo e Financiamento Climático abre os trabalhos na Agri Zone.  Com representantes do Sicredi, Sicoob, Cresol e Sistema OCB, o debate vai abordar o papel das cooperativas de crédito na democratização do acesso a recursos sustentáveis e na promoção de negócios de impacto. Na Green Zone, as cooperativas Coopatrans, Coopsertão e o Sistema OCB estarão presentes no painel Cooperativismo e Bioeconomia: da floresta ao sertão, experiências de comunidades para a transição justa.  A COP30 ocorre em um momento simbólico: 2025 é o Ano Internacional das Cooperativas, proclamado pela ONU. Para o Sistema OCB, essa coincidência reforça a mensagem que o movimento leva a Belém — de que o futuro sustentável do planeta passa, inevitavelmente, pela força das pessoas que cooperam.  Mais informações e a programação completa da participação do cooperativismo na COP30 estão disponíveis em: somoscooperativismo.coop.br/cop30.      Saiba Mais:  Prêmio SomosCoop 2025 premiará 133 cooperativas  Cooperativismo brasileiro mostra soluções sustentáveis na COP30  Lideranças cooperativistas discutem cenário econômico em SC 
Cooperativismo marca presença histórica na COP30
Notícias eventos
05/11/2025

Coop 2025: encerramento do Ano Internacional conta novo pacto global

Cúpula Mundial para o Desenvolvimento Social lança Contrato por uma Nova Economia Global  O encerramento do Ano Internacional das Cooperativas (AIC 2025), celebrado nesta terça-feira (04) em Doha (Catar), durante a Segunda Cúpula Mundial para o Desenvolvimento Social (WSSD2), marcou um capítulo histórico para o cooperativismo global. Além da  cerimônia, promovida pela Aliança Cooperativa Internacional (ACI), o lançamento do Contrato por uma Nova Economia Global e da plataforma Cooperatives and Mutuals 50 (CM50), foram momentos que também destacaram o coop nesta semana.  Fabíola Nader Motta, gerente-geral da OCB, participou das atividades e destacou a relevância do momento. “O encerramento do Ano Internacional das Cooperativas é, ao mesmo tempo, um ponto de chegada e de partida. Chegada, porque consolidamos o reconhecimento do cooperativismo como força transformadora em escala global; e partida, porque a partir de agora o mundo espera de nós mais ação, mais inovação e mais cooperação efetiva”, afirmou.  Um marco global de cooperação  A cerimônia de encerramento integrou a programação oficial da Cúpula Mundial e reuniu chefes de Estado, ministros e lideranças cooperativas dos cinco continentes. Entre os destaques, estiveram os discursos do presidente da ACI, Ariel Guarco, e de autoridades de países como Indonésia, Quênia, Chile, Marrocos e Zimbábue.  Também foram lançados a edição especial do World Cooperative Monitor dedicada ao AIC 2025 e a nova Estratégia Global da ACI 2026–2030: Praticar, Promover e Proteger, que estabelece metas e prioridades para consolidar o cooperativismo como pilar da economia social mundial.   O CM50 e o Contrato por uma Nova Economia Global  Formado pelas 50 maiores cooperativas e mútuas do planeta, o CM50 é uma aliança estratégica para dar escala, visibilidade e influência ao modelo cooperativo. Juntas, essas organizações representam centenas de milhões de membros e empregam milhões de pessoas em todos os continentes.  Inspirado pela energia do AIC 2025, o grupo apresentou o Contrato por uma Nova Economia Global, documento que propõe um novo pacto social e econômico. O texto convida governos, instituições multilaterais e a sociedade civil a reconhecer as cooperativas como parceiras essenciais na implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).  A iniciativa é estruturada em cinco eixos estratégicos:  Reconhecimento do modelo cooperativo nos planos nacionais e multilaterais de desenvolvimento;  Acesso a financiamento sustentável e instrumentos de investimento inclusivos;  Ambientes regulatórios favoráveis à inovação e à digitalização cooperativa;  Fortalecimento da identidade e da governança cooperativa;  Consolidação das cooperativas como catalisadoras dos ODS.  Para Fabíola, a aliança possui valor inestimável para o cooperativismo. “O CM50 representa uma nova forma de liderança global: colaborativa, comprometida e guiada por propósito. O Brasil faz parte desse movimento e está pronto para contribuir com soluções em sustentabilidade, segurança alimentar e inclusão produtiva”, destacou.  Plano de Ação 2026–2030: o legado do AIC  O Plano de Ação CM50 2026–2030 traduz as metas do Contrato Global em iniciativas concretas para os próximos cinco anos. O roteiro inclui projetos voltados à resiliência comunitária, inclusão financeira, digitalização democrática e formação de novas lideranças, com foco especial em jovens e mulheres.  Entre as iniciativas, estão o Fundo de Ação Cooperativa, a criação da plataforma digital Coop Cloud e o desenvolvimento de um MBA Global em Governança e Liderança Cooperativa. Esses programas serão acompanhados por uma Cúpula Global Anual, na qual serão avaliados os avanços e lançadas novas metas de impacto.  O documento também reforça o papel das cooperativas na reconstrução econômica pós-crises, no combate à desigualdade e na defesa da soberania alimentar e climática. Até 2030, o CM50 pretende ampliar sua adesão para mais de 120 membros.  “O cooperativismo brasileiro se orgulha de participar dessa construção coletiva. O encerramento do Ano Internacional deixa um legado de esperança e compromisso: mostrar que o mundo pode prosperar pela via da cooperação”, finalizou Fabíola.    Saiba Mais:  Cooperativismo brasileiro mostra soluções sustentáveis na COP30  Brasil se destaca entre líderes globais do cooperativismo em 2025  Coop mineral se destaca na Exposibram e na Conferência Amazônia 
Coop 2025: encerramento do Ano Internacional conta novo pacto global
Notícias eventos
08/08/2025

SomosCoop + B3 encerra evento com foco em clima e cooperação global

Painel final reforça papel das cooperativas na COP30 e no desenvolvimento sustentável.  O encerramento do evento SomosCoop + B3 – Uma Celebração do Ano Internacional das Cooperativas reuniu vozes nacionais e internacionais em torno de uma mensagem clara: o cooperativismo está pronto para ser protagonista na construção de um futuro mais próspero, sustentável e justo.  A superintendente do Sistema OCB e presidente do Instituto Pensar Agro (IPA), Tania Zanella, foi quem deu início à última sessão do dia, destacando o papel global do cooperativismo na ação climática e apresentando os projetos que o Sistema OCB levará à COP30, que acontece em novembro, em Belém (PA).  “Este é o ano do cooperativismo estar no centro da agenda mundial. Temos muito a mostrar e muito a contribuir. As cooperativas não são apenas agentes econômicos: são agentes de transformação social e prosperidade, com raízes na comunidade e valores baseados na solidariedade”, afirmou Tania.  Ela apresentou os cinco eixos estratégicos do Manifesto do Cooperativismo Brasileiro para a COP30, construído a partir de consultas a lideranças cooperativistas:  Cooperativas como instrumentos de transferência de tecnologia no campo;  Promoção de mecanismos de financiamento climático acessíveis e descentralizados;  Estímulo à geração e gestão comunitária de energia limpa;  Incentivo à inovação, biotecnologia e economia circular com base em biodiversidade;  Apoio às soluções baseadas na natureza, seguros climáticos e infraestrutura adaptativa.  Tania também destacou a imersão pré-COP30, promovida pelo Sistema OCB, que levou autoridades nacionais e internacionais a conhecer de perto a atuação das cooperativas em diferentes regiões do Brasil — do Rio Grande do Sul a Rondônia. “Visitamos experiências que mostram como o cooperativismo transforma realidades, gera renda, valoriza produtos regionais e fortalece a economia com sustentabilidade”, descreveu.   Segundo a superintendente, durante a COP30, o cooperativismo brasileiro terá presença confirmada em três frentes:  Blue Zone: pavilhão ao lado da ONU, com visibilidade internacional;  Green Zone: participação em painéis e atividades da sociedade civil;  Agri Zone: espaço da Embrapa, com presença do Sistema OCB e cooperativas agro e de crédito.  Na sequência, Andrew Allimadi, ponto focal de cooperativas da ONU, participou virtualmente e explicou o processo que levou à declaração de 2025 como o Ano Internacional das Cooperativas, ressaltando o protagonismo do Brasil e o papel das cooperativas nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).  “O cooperativismo é um modelo que une inovação, inclusão e governança democrática. Ele é essencial para enfrentar os desafios globais de forma coletiva e resiliente”, destacou Allimadi, que atua na ONU há mais de 17 anos.  Representando a Aliança Cooperativa Internacional (ACI) nas Américas, José Alves abordou as ações regionais promovidas para marcar o ano internacional e reforçou a sintonia entre as agendas da ACI e da ONU. “As cooperativas estão mostrando ao mundo que são uma alternativa viável, sustentável e em sintonia com os grandes desafios do nosso tempo.”  O painel de encerramento sintetizou o espírito do evento: celebrar conquistas, reforçar compromissos e posicionar o cooperativismo como parte ativa das soluções globais e que mais que viável, trata-se de um modelo necessário.   Saiba Mais:  Cooperativismo abre pregão da B3 e celebra reconhecimento global  Cooperativas brasileiras ganham destaque no GHG Protocol 2025  Sistema OCB e MME discutem políticas públicas para o setor mineral 
SomosCoop + B3 encerra evento com foco em clima e cooperação global
Notícias eventos
08/08/2025

Cooperativismo abre pregão da B3 e celebra reconhecimento global

Na bolsa do Brasil, movimento mostra que prosperidade e inclusão podem caminhar juntas  O cooperativismo brasileiro fez história nesta sexta (8/8), ao dar o toque simbólico de abertura da B3, a bolsa do Brasil. O gesto marcou o início do evento SomosCoop + B3 – Uma celebração do Ano Internacional das Cooperativas, realizado pelo Sistema OCB em parceria com a B3, reunindo lideranças do movimento e autoridades políticas.  O toque da campainha, tradicionalmente usado para abrir o pregão, desta vez teve um significado ainda mais simbólico: destacou a importância crescente das cooperativas na economia brasileira e o reconhecimento global do modelo como motor de transformação sustentável. A cerimônia de abertura institucional contou com falas do presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, do presidente da B3, Gilson Finkelsztain, do diretor-executivo da Anbima, Zeca Doherty, e do deputado federal Arnaldo Jardim (SP), presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop).  Em sua fala, Márcio Lopes de Freitas ressaltou que o cooperativismo avança sem abrir mão de sua essência. “Apostamos que o melhor caminho é trabalhar cada vez mais com excelência em gestão e governança, mantendo nossos princípios e valores, que são nossa essência e nossa diferença. Grandes líderes precisam fazer isso. Eu tenho muito orgulho do cooperativismo e do seu crescimento. Nos outros modelos empresariais, você vale o capital que colocou lá dentro. Nas cooperativas, você vale como pessoa. Cada pessoa é um voto.”  Ele também destacou o papel do cooperativismo como um modelo capaz de unir desempenho econômico com compromisso social. “Temos um modelo de negócios que funciona porque é baseado na confiança, na participação e no equilíbrio entre pessoas e resultados. O cooperativismo cresce porque entrega valor real para quem participa dele e para a sociedade como um todo. E é isso que queremos mostrar aqui hoje: que é possível prosperar sem abrir mão da inclusão, da democracia e do cuidado com o outro.”  O presidente da Anbima, Carlos André, destacou o papel das cooperativas como canal de democratização do acesso a investimentos. Segundo ele, o movimento tem tudo para crescer ainda mais, especialmente com o apoio de agentes do mercado. “Encontros como esse só reforçam a essência do cooperativismo: juntos, vamos sempre mais longe. O capital investido com propósito e responsabilidade é uma alavanca para o desenvolvimento. E o cooperativismo é, sem dúvida, um dos caminhos mais promissores.”  Representando o Congresso Nacional, o deputado Arnaldo Jardim comemorou a visibilidade alcançada pelo setor e lembrou o trabalho constante da Frencoop no fortalecimento institucional do modelo. “A ONU acertou em cheio ao declarar 2025 como o Ano Internacional das Cooperativas. O cooperativismo é um modelo econômico que combina eficiência com solidariedade. Na Frencoop, trabalhamos todos os dias para garantir que esse modelo continue crescendo com segurança jurídica, apoio legislativo e reconhecimento da sociedade.”  O presidente da B3, Gilson Finkelsztain, por sua vez, reforçou o compromisso da bolsa em fomentar negócios sustentáveis e inclusivos. Ele lembrou que a bolsa do Brasil tem buscado se aproximar de iniciativas que tragam valor econômico com impacto social positivo — e que o cooperativismo é uma dessas frentes com grande potencial.  O evento na sede da B3, no centro de São Paulo, marcou o início das comemorações oficiais do Ano Internacional das Cooperativas 2025, declarado pela Organização das Nações Unidas (ONU). Ao longo do dia, a programação inclui palestra magna do economista José Roberto Mendonça de Barros sobre o cenário econômico e oportunidades para o setor, além de painéis com representantes da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), da Anbima, da própria B3 e de lideranças cooperativistas.  O encerramento será dedicado ao papel do cooperativismo nas agendas globais, como a COP30, que será realizada em novembro, em Belém (PA), com participação da superintendente do Sistema OCB, Tania Zanella, e representantes da ONU e da Aliança Cooperativa Internacional (ACI).  Com mais de 25,8 milhões de cooperados no país e presença crescente nos indicadores econômicos, o cooperativismo brasileiro chega a esse novo marco com maturidade e visão de futuro. Ao ocupar a B3, o movimento celebra uma conquista simbólica e também sinaliza que está pronto para novos desafios, novos mercados e para continuar sendo parte ativa das soluções que o mundo precisa. Confira a íntegra do evento:   Saiba Mais:  Cooperativas brasileiras ganham destaque no GHG Protocol 2025  Workshop fortalece portfólio de soluções do Sistema OCB junto às OCEs  Sistema OCB participa da 5ª Plenária do Conselhão
Cooperativismo abre pregão da B3 e celebra reconhecimento global
Notícias eventos
07/08/2025

Falta um dia: B3 se prepara para celebrar o Ano Internacional das Coops

Encontro marca momento histórico para o movimento no Brasil  A contagem regressiva chegou à reta final. Amanhã, 8 de agosto, o cooperativismo brasileiro vai ocupar um dos espaços mais emblemáticos do mercado financeiro nacional: a sede da B3, a bolsa do Brasil, em São Paulo. O evento SomosCoop + B3: Uma Celebração do Ano Internacional das Cooperativas, promete destacar o papel estratégico das cooperativas no desenvolvimento econômico, social e sustentável do país, em um momento histórico para o movimento.  Realizado pelo Sistema OCB, em parceria com a B3, o encontro reunirá lideranças cooperativistas, autoridades do setor financeiro, , especialistas do mercado de capitais e convidados internacionais. A celebração é uma iniciativa do sistema OCB ao Ano Internacional do Cooperativismo 2025, declarado pela Organização das Nações Unidas (ONU), e será transmitida ao vivo nos canais da B3 e do Sistema OCB no YouTube.  Conexão e reconhecimento  A expectativa é de que o evento reforce o vínculo entre o cooperativismo e o mercado financeiro, ampliando sua visibilidade e reconhecendo sua contribuição para uma economia mais inclusiva. O tradicional toque da campainha da B3, que marca a abertura simbólica do pregão, será dedicado ao movimento cooperativista, simbolizando o alinhamento entre propósito social e competitividade de mercado.  “Estar na B3, neste momento histórico, mostra ao país que o cooperativismo é moderno, confiável e essencial para o desenvolvimento sustentável. Este evento é um convite para que o mercado enxergue o potencial transformador das cooperativas”, destaca Márcio Lopes de Freitas, presidente do Sistema OCB.  A programação também inclui uma palestra magna com o economista José Roberto Mendonça de Barros, que vai abordar o cenário econômico atual e os caminhos para o crescimento do Brasil em um contexto de transição global.  Na sequência, uma mesa-redonda reunirá representantes da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), da própria B3, da Anbima e lideranças cooperativistas, com foco em debater como o modelo de negócios do movimento se posiciona como uma alternativa sólida, inovadora e cada vez mais integrada ao mercado de capitais.  Olhar para o futuro com confiança  O encerramento será marcado por um painel internacional, que vai reforçar a importância do cooperativismo na agenda global de sustentabilidade e desenvolvimento. Participam Tania Zanella, superintendente do Sistema OCB e presidente do Instituto Pensar Agro (IPA), além de representantes da Aliança Cooperativa Internacional (ACI), da ONU e da organização da COP30, que será realizada em novembro, em Belém (PA).  “Este evento é uma porta aberta para novas oportunidades. Estar na B3 mostra que o cooperativismo está pronto para dialogar com o mercado financeiro, sem perder sua essência de inclusão e compromisso social”, afirma Tania Zanella.  A força do cooperativismo de crédito Entre os ramos mais atentos à pauta do evento está o cooperativismo de crédito, com expansão notória nos últimos anos e que já figura entre os principais agentes do sistema financeiro nacional.   “A celebração do Ano Internacional do Cooperativismo na B3 representa um marco estratégico para o cooperativismo de crédito, evidenciando sua crescente relevância no cenário econômico. Ao ocupar esse espaço, reafirmamos nosso compromisso com a inovação e com um modelo financeiro ético, sustentável e próximo da comunidade”, ressalta Feulga Reis, analista de relações institucionais do Sistema OCB.  Com mais de 20 milhões de cooperados no país, as cooperativas de crédito oferecem soluções completas para todas as etapas da vida financeira, fomentando o desenvolvimento regional e reforçando uma economia colaborativa.  Visibilidade  “Amanhã, o cooperativismo sobe ao palco da B3 para mostrar ao Brasil e ao mundo que é capaz de gerar impacto positivo em larga escala. Estamos vivendo um momento de afirmação e de construção de pontes com o futuro”, reforça o presidente Márcio.    Saiba Mais:  B3 sedia evento nacional em homenagem ao cooperativismo  AnuárioCoop 2025: 25,8 milhões de brasileiros escolhem cooperar  Sistema OCB participa da 5ª Plenária do Conselhão  
Falta um dia: B3 se prepara para celebrar o Ano Internacional das Coops
Notícias eventos
01/08/2025

B3 sedia evento nacional em homenagem ao cooperativismo

Encontro vai reforçar papel global das cooperativas na sustentabilidade e no desenvolvimento  O cooperativismo brasileiro vai ocupar um dos palcos mais simbólicos do mercado financeiro nacional. No próximo dia 8 de agosto, o Sistema OCB realiza, em parceria com a B3 – a bolsa do Brasil, o evento SomosCoop + B3: Uma Celebração do Ano Internacional das Cooperativas. O evento reunirá lideranças do setor, representantes de órgãos reguladores, especialistas do mercado e convidados internacionais.  A iniciativa faz parte das ações comemorativas pelo Ano Internacional das Cooperativas, declarado pela Organização das Nações Unidas (ONU) para 2025. O objetivo é dar visibilidade ao modelo cooperativista como caminho viável, sustentável e inclusivo para enfrentar os desafios sociais e econômicos do mundo atual.   “Queremos mostrar à sociedade, aos reguladores e ao mercado de capitais que o cooperativismo é moderno, competitivo e essencial para o desenvolvimento sustentável do país. Esse evento é uma grande oportunidade de diálogo e conexão”, afirma o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.    Programação: A agenda do evento inclui o tradicional toque da campainha da B3, que marca a abertura simbólica do mercado que, para essa oportunidade, será em celebração ao Ano Internacional do Cooperativismo. As lideranças da OCB, B3 e Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) farão a  abertura institucional. O evento contará ainda com uma palestra magna conduzida pelo economista José Roberto Mendonça de Barros, ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, que abordará os principais desafios e oportunidades para o Brasil diante do atual cenário econômico. Na sequência, uma mesa-redonda reunirá representantes da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), B3, Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) e do cooperativismo, que irão debater os rumos do modelo cooperativista enquanto alternativa sólida e moderna de negócio.  O encerramento, por sua vez, será marcado por um painel internacional, com a participação da superintendente do Sistema OCB e presidente do Instituto Pensar Agro (IPA), Tania Zanella e de representantes da Aliança Cooperativa Internacional (ACI), da ONU e da organização da COP30, que será realizada em novembro, em Belém (PA).   O evento é restrito a convidados e será acompanhado por representantes de centrais e dirigentes do ramo crédito, além de autoridades parceiras do movimento cooperativista. Também contará com transmissão ao vivo nos canais da B3 e no Youtube do sistema OCB.  Saiba Mais:  ONU: cooperativismo é exemplo de inclusão e desenvolvimento  Cooperativas ajudam a reduzir desigualdades com trabalho, renda e inclusão  Cooperativismo leva voz do Brasil a fórum sobre dados ambientais 
B3 sedia evento nacional em homenagem ao cooperativismo
Notícias eventos
22/07/2025

Imersão pré-COP30 inicia com visitas no Rio Grande do Sul

Evento destaca boas práticas e promove articulação para fortalecer o papel das cooperativas na agenda climática global  Começou nesta segunda-feira (21) a Imersão Pré-COP30, iniciativa do Sistema OCB que apresenta ao Brasil e ao mundo o potencial do cooperativismo para enfrentar desafios climáticos e sociais. Durante o dia, representantes de ministérios, organismos internacionais e entidades empresariais percorreram cidades do Rio Grande do Sul para conhecer exemplos concretos de sustentabilidade e inclusão promovidos pelas cooperativas.  A programação da imersão começou cedo, com traslado para o município de Água Santa, onde o grupo foi recebido pela Cooperativa Coasa. Fundada por agricultores familiares em 1994, a Coasa é referência em organização comunitária, o que agrega valor à produção local e fortalece a atividade coletiva. Os participantes tiveram a oportunidade de conhecer de perto o trabalho desenvolvido com os 9 mil cooperados e os projetos que unem produtividade e respeito ao meio ambiente.  Para o presidente da Coasa, Orildo Germano Belegante, a visita foi uma oportunidade de mostrar o impacto do cooperativismo na vida das comunidades. “Aqui, acreditamos que cuidar do solo é cuidar do nosso futuro. Cada projeto ambiental que realizamos nasce da união dos nossos cooperados, pequenos agricultores que entendem a importância de produzir de forma sustentável”, destacou.  Em seguida, a delegação seguiu para a Cresol, instituição que atua em 19 estados brasileiros e é reconhecida por integrar práticas sustentáveis à oferta de serviçosfinanceiros. O presidente da Cresol Getúlio Vargas, Jandir José Soccol, reforçou o compromisso com o desenvolvimento sustentável. “Começamos pequenos, com agricultores familiares, sempre com a sustentabilidade em primeiro lugar. Cuidar do meio ambiente é um princípio que orienta cada uma das nossas decisões”, afirmou.   Para o gerente de Relações Institucionais do Sistema Ocergs, Tarcísio Minetto, o contato direto com as cooperativas é essencial para compreender o papel do setor na agenda ESG. “Essa experiência mostra como as cooperativas geram prosperidade e sustentabilidade. Vimos trabalhos incríveis com jovens, mulheres e comunidades inteiras, além do cuidado com o solo, que é o maior patrimônio que temos”, afirmou.  Durante a tarde, os participantes da imersão seguiram para Bento Gonçalves, onde visitaram a Vinícola Aurora, a maior cooperativa vitivinícola do Brasil. Com mais de 1,1 mil famílias cooperadas, a Aurora apresentou sua estratégia ESG e os compromissos assumidos com práticas ambientais, sociais e de governança. “Hoje temos 13 temas materiais e 20 compromissos dentro da nossa estratégia. Estamos finalizando o primeiro ciclo de monitoramento de indicadores e vamos lançar nosso relatório de sustentabilidade em breve”, contou Cassandra Marcon Giacomazzi, gerente de Sustentabilidade da cooperativa.  Para o coordenador de Relações Internacionais do Sistema OCB, João Penna, a imersão é uma ferramenta estratégica para engajar atores-chave na pauta climática. “Estamos na terceira edição desse programa, que já trouxe resultados muito positivos. É uma forma de mobilizar representantes do governo e de organizações internacionais a reconhecerem o cooperativismo como um ator fundamental para enfrentar os desafios climáticos globais. Queremos garantir um espaço do setor na COP30 e ampliar o reconhecimento internacional do nosso modelo de negócios”, explicou.  Representando o Ministério das Relações Exteriores, o diplomata Hugo Freitas destacou o potencial das cooperativas brasileiras para o mercado externo. “As práticas ambientais e sociais que vimos aqui são fantásticas e valorizadas no exterior. É preciso pensar em como essas iniciativas podem ser reconhecidas globalmente e gerar retorno direto aos agricultores.”  Encerrando o dia, a Vinícola Aurora ofereceu um jantar aos convidados, promovendo um momento de integração e troca de experiências. Para a gerente de Desenvolvimento do Sistema OCB, Débora Ingrisano, o primeiro dia reforçou o papel transformador do cooperativismo: “Nossos parceiros estão encantados. Mostramos como o cooperativismo alia desenvolvimento econômico, preservação ambiental e inclusão social. É esse modelo que queremos levar ao palco da COP30, como um modelo de negócios capaz de enfrentar os desafios globais.”  A Imersão Pré-COP30 segue até 25 de julho e tem como objetivo fortalecer parcerias e ampliar o reconhecimento internacional das cooperativas brasileiras como agentes de transformação sustentável.  A delegação é formada por lideranças de diferentes setores, como o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), Ministério do Meio Ambiente (MMA), Ministério das Relações Exteriores (MRE), Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (MEMP), (MEMP),  Banco Central do Brasil e agências das Nações Unidas, como a FAO e o Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais (UNDESA). Também participam representantes do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID Invest), Rede Brasil do Pacto Global, Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), ApexBrasil, Embrapa, Centro Internacional de Comércio (ITC),  Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Legal e da Secretaria-Geral da Presidência da República, além de dirigentes e técnicos do Sistema OCB.    Saiba Mais:  Sistema OCB promove imersão em cooperativismo rumo à COP30  ONU: cooperativismo é exemplo de inclusão e desenvolvimento  Sistema OCB destaca presença brasileira na WCUC 2025 
Imersão pré-COP30 inicia com visitas no Rio Grande do Sul
Notícias eventos
08/07/2025

Coops Day 2025 | Celebramos a força das cooperativas que constroem um mundo melhor

Um mundo melhor já está sendo construído por pessoas unidas em cooperativas que acreditam que juntos a gente vai mais longe! Todo ano, no primeiro sábado de julho, o mundo inteiro celebra o #CoopsDay, e a comemoração deste. ano foi ainda mais especial, pois a ONU declarou 2025 como o Ano Internacional das Cooperativas. E, para mostrar que o cooperativismo transforma, projeções mapeadas em prédios de grandes capitais, como Brasília, Belém, Belo Horizonte, Porto Alegre e Salvador, foram palco de uma mensagem clara: juntos podemos construir um mundo mais colaborativo, inclusivo e sustentável. Também estivemos presentes em Dourados, João Pessoa, Porto Velho, Palmas, Rio de Janeiro e Vitória, com diferentes formatos, para mostrar a força do cooperativismo em vários cantos do país. 💚 #SomosCoop #CoopsDay #IYC2025 #ANOCOOP
Coops Day 2025 | Celebramos a força das cooperativas que constroem um mundo melhor
Notícias eventos
03/07/2025

Coops Day | Se Liga no Sistema OCB

No mundo inteiro, o Dia Internacional das Cooperativas (Coops Day) celebra o papel transformador das cooperativas na construção de um futuro mais justo e sustentável. Neste episódio do Se Liga no Sistema OCB, a analista de Inovação Hellen Beck bate um papo com a superintendente Tania Zanella sobre as ações especiais que o Sistema OCB preparou para marcar essa data em um ano tão simbólico: o Ano Internacional das Cooperativas. Dá o play e confira!  
Coops Day | Se Liga no Sistema OCB
Notícias representação
16/06/2025

Ano Internacional ganha destaque na Semana de Competitividade 2025

Reconhecido pela ONU, cooperativismo foi tema central em estande interativo do evento  A Semana de Competitividade 2025, promovida pelo Sistema OCB, aconteceu entre os dias 9 e 11 de junho, em Brasília, e reuniu comunicadores cooperativistas, especialistas e influenciadores para discutir a importância da comunicação estratégica no fortalecimento das cooperativas brasileiras. O evento reuniu cerca de 800 representantes do movimento em todo o Brasil.   Entre os espaços de destaque para quem participou esteve o estande dedicado ao Ano Internacional das Cooperativas, declarado pela ONU para 2025. A iniciativa chamou a atenção do público ao divulgar o vídeo manifesto produzido pelo Sistema OCB e abordar o papel do cooperativismo como resposta a desafios globais, como inclusão social, desenvolvimento sustentável e transformação econômica.  O vídeo destaca o cooperativismo como uma força capaz de transformar vidas e comunidades por meio de princípios como solidariedade, democracia e autogestão.  De acordo com João Penna, coordenador de Relações Internacionais do Sistema OCB, o reconhecimento da ONU marca a segunda vez em que a organização destaca o protagonismo das cooperativas no enfrentamento de crises mundiais — a primeira foi em 2012, após a crise de 2008, e agora, novamente, após os impactos da pandemia. “Esse reconhecimento reforça que o cooperativismo é um modelo de negócios viável e essencial para responder aos problemas atuais da sociedade”, afirmou.  O estande também proporcionou uma experiência interativa ao público. Os visitantes receberam pulseiras temáticas e puderam tirar fotos personalizadas, impressas na hora, com as hashtags #SemanaCoop e #SomosCoop, incentivando o engajamento nas redes sociais. A réplica de um púlpito no estande permitiu que os participantes também simulassem discursos em defesa do cooperativismo e tirassem fotos como representantes oficiais do movimento.   A ativação fez parte da experiência gamificada oferecida pela Semana de Competitividade para que os participantes pudessem conhecer mais sobre as soluções e ações desenvolvidas pelo Sistema OCB para as cooperativas. A publicação das fotos no púlpito em perfis de redes sociais com as hashtags do evento também garantiu brindes especiais aos que visitaram o estande.   Um dos principais objetivos da ação foi preparar o setor para ampliar sua participação na COP30, que será realizada em novembro em Belém (PA). “Estamos aproveitando o Ano Internacional das Cooperativas como ferramenta estratégica para garantir um espaço exclusivo do cooperativismo na COP30”, destacou Penna. Segundo ele, essa visibilidade internacional é uma oportunidade única de influenciar políticas públicas e marcos regulatórios em favor do movimento.    Saiba Mais:  Semana de Competitividade convoca coops a liderarem com comunicação    Semana de Competitividade convoca coops a liderarem com comunicação    Semana da Competitividade: labs promovem oficinas práticas   
Ano Internacional ganha destaque na Semana de Competitividade 2025
Notícias ESG
16/05/2025

Ano internacional é destaque no evento Legado Coop

Sistema OCB apresenta estratégias para ampliar a presença do movimento no cenário internacional  O cooperativismo brasileiro deu mais um passo rumo ao protagonismo global nesta quinta-feira (15), durante o evento Legado Coop, realizado em Nova Petrópolis (RS). Com 2025 oficialmente reconhecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o Ano Internacional das Cooperativas, o Sistema OCB lidera uma ampla mobilização para transformar esse marco em um momento estratégico de fortalecimento, visibilidade e conexão internacional para o setor.  O LegadoCoop 2025, que ocorreu na quinta (15) e sexta-feira (16), foi uma experiência de imersão no legado cooperativista, no Berço do segmento de crédito na América Latina. O evento contou com dois palcos simultâneos, Rochdale e Sunchales, para homenagear marcos históricos do cooperativismo mundial. A programação incluiu palestras, painéis e cases de sucesso, totalizando mais de 12 horas de conteúdo e 40 palestrantes.   A gerente-geral da OCB, Fabíola Nader Motta, conduziu a palestra Perspectivas para o cooperativismo no Brasil no Ano Internacional das Cooperativas e destacou as diretrizes que estão norteando as ações do Sistema ao longo de 2025. “Temos no cooperativismo um modelo de negócios que alia viabilidade econômica com impacto social. O que a ONU propõe para 2025, nós já entregamos todos os dias. Agora, é hora de mostrar essa força ao mundo, com ainda mais estratégia e consistência”, afirmou Fabíola.  A agenda de iniciativas inclui o lançamento do hotsite, produção de materiais de mobilização, ações integradas de comunicação e articulações com organismos internacionais. O Sistema OCB também planeja envolver diretamente as cooperativas de todos os ramos e regiões, incentivando o protagonismo local e a disseminação de boas práticas.  Fabíola explicou que o foco não é apenas comemorar a data, mas sim preparar uma mobilização nacional que envolva cooperativas de todos os tamanhos, para que cada uma delas seja protagonista dessa jornada. “A intenção é transformar 2025 em um marco de reconhecimento e orgulho para todo o movimento”, salientou.  Com mais de 23,4 milhões de cooperados, presença em 90% dos municípios brasileiros e uma movimentação financeira que ultrapassou os R$ 692 bilhões em 2023, o cooperativismo nacional já demonstra sua força e impacto em inclusão produtiva, geração de renda, sustentabilidade e desenvolvimento regional.  A expectativa é que 2025 consolide esse modelo no centro do debate sobre o futuro da economia global, servindo de vitrine para o mundo e reposicionando o cooperativismo no imaginário coletivo brasileiro. Para Fabíola, “o cooperativismo sempre esteve pronto — e agora o mundo está começando a perceber isso”.  Saiba Mais:  Sistema OCB participa de debate sobre proposta de reforma no IR  Coops Day 2025: coops promovem soluções inclusivas e sustentáveis  Líderes do cooperativismo estão entre os 100 Mais Influentes do Agro   
Ano internacional é destaque no evento Legado Coop
Notícias eventos
17/04/2025

Ano Internacional é pauta no Summit Mulher e Jovem Sicredi 2025

 Iniciativas que reforçam a identidade cooperativista e valorizam inclusão foram destacadas Fabíola Nader Motta, gerente-geral da OCB. Fotos: Leandro CarvalhoFabíola Nader Motta, gerente-geral da OCB, participou, nesta quarta-feira (16), do Summit Mulher e Jovem 2025, promovido pelo Sicredi, com o tema Inspirar, engajar e transformar. O evento, realizado em Foz do Iguaçu (PR), tem como objetivo fortalecer a atuação dos Comitês de Mulheres, Elas pelo Coop e de jovens, Geração C, das cooperativas com atuação no Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, além de reunir lideranças de diferentes regiões para promover o desenvolvimento sustentável a partir da força das pessoas. Fabíola levou ao palco um tema central para o cooperativismo em 2025, o Ano Internacional das Cooperativas, declarado pela ONU. Em sua apresentação, ela ressaltou o poder transformador do movimento cooperativista e a importância de fortalecer a identidade do setor junto à sociedade. “Cooperativas constroem um mundo melhor. Nós sempre soubemos disso e, agora, a ONU reconheceu oficialmente, mais uma vez, essa contribuição. O Ano Internacional é uma oportunidade única para mostrar ao mundo o que já fazemos, como gerar prosperidade com inclusão, distribuir riqueza com justiça e oferecer soluções sustentáveis para os desafios da atualidade”, destacou. Ela também enfatizou o papel dos comitês na construção de um cooperativismo ainda mais conectado às realidades locais. “Uma cooperativa forte é aquela onde o cooperado participa, decide e transforma. A autogestão começa com a sua voz, com sua presença e com o compromisso de construir um futuro melhor e inclusivo para todos ao seu redor”. A gerente apresentou as principais iniciativas que estão sendo articuladas pelo Sistema OCB para marcar o Ano Internacional. Entre elas, estão a proposta de reconhecimento do cooperativismo como patrimônio imaterial do Brasil, uma série de eventos legislativos nos três níveis de governo e ações institucionais voltadas à valorização da identidade cooperativista, como documentário, livro fotográfico e exposição itinerante. Segundo Fabíola, esse conjunto de ações tem como objetivo ampliar a visibilidade do modelo de negócios cooperativista e reforçar sua contribuição para o desenvolvimento sustentável, influenciar políticas públicas e despertar o interesse de novos públicos para o movimento. “Estamos diante de uma grande oportunidade para fortalecer alianças, consolidar o cooperativismo como protagonista e estimular ainda mais o orgulho de ser coop. Esse propósito transforma realidades e torna o mundo um lugar mais justo, próspero e com melhores oportunidades para todos”, concluiu. O Summit Mulher e Jovem 2025 é uma iniciativa que faz parte do compromisso do Sicredi com a Agenda 2030 da ONU. Integrante do Pacto Global desde 2020, o Sicredi utiliza os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) como norteadores de suas ações. Nesse contexto, a participação ativa de mulheres e jovens ganha ainda mais relevância e, nas cooperativas da região Sul e Sudeste participantes do evento, as mulheres já representam 23% dos assentos nos conselhos de administração, reflexo de uma política que valoriza a pluralidade e a inclusão em todos os níveis de governança. Saiba Mais: Ano Internacional das Cooperativas é lançado oficialmente Manual de Implementação de Comitês de Mulheres nas Cooperativas Cooperativismo é modelo de negócios a ganhar um ano de homenagem da ONU por duas vezes
Ano Internacional é pauta no Summit Mulher e Jovem Sicredi 2025
1
de
2

Filtrar Notícias

Todos os ramos
Agropecuário
Consumo
Crédito
Infraestrutura
Trabalho, Produção de Bens e Serviços
Transporte
Saúde

Image
SISTEMA OCB © TODOS OS DIREITOS RESERVADOS.