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Notícias eventos
15/07/2026

Sistema OCB defende fortalecimento do seguro rural em debate nacional

Presidente executiva Tania Zanella defendeu medidas que garantam previsibilidade e proteção ao produtor  Nesta terça-feira (14), o Sistema OCB esteve presente no encontro Semeando resiliência e prosperidade: O Seguro Rural que o Brasil precisa. A presidente executiva, Tania Zanella, também presidente do Instituto Pensar Agropecuária (IPA), participou da abertura institucional do evento e defendeu o fortalecimento da política pública como uma medida estratégica para aumentar a resiliência da agropecuária diante dos desafios climáticos.  Promovido pela Meridiana, Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e FGV Agro, o encontro contou com participação de representantes do setor produtivo, seguradoras, especialistas, parlamentares e autoridades públicas para debater caminhos que tornem o seguro rural mais eficiente e capaz de atender às necessidades dos produtores em um cenário marcado pelo aumento dos eventos climáticos extremos.   Tania ressaltou que o seguro rural precisa reunir três características essenciais: ser previsível, acessível e adequado à realidade do campo. Segundo ela, a instabilidade dos recursos destinados ao Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) tem reduzido o alcance da política justamente quando há registros de maior vulnerabilidade para a produção agropecuária.  "O produtor rural convive diariamente com riscos que não pode controlar. O seguro rural é um instrumento indispensável para garantir segurança à produção, estimular investimentos e preservar a capacidade de produzir alimentos. Para cumprir esse papel, precisa ser tratado como uma política de Estado, com recursos previsíveis e regras estáveis", afirmou.  A presidente executiva considerou que o debate ocorre em um momento especialmente sensível para o agro brasileiro. Principalmente diante da alta probabilidade de fenômeno El Niño de alta intensidade para a safra 2026/2027, o que aumenta a preocupação com com os impactos negativos oriundos de adversidade climática, reforçando a necessidade de ampliar os mecanismos de proteção ao produtor.  Tania também defendeu a aprovação do Projeto de Lei (PL) 2.951/2024, que aperfeiçoa o marco legal do seguro rural e busca garantir maior previsibilidade ao PSR. A proposta também prevê instrumentos para fortalecer a governança do sistema e criar mecanismos de resposta a eventos climáticos de grande impacto. “O Sistema OCB participou ativamente da construção do texto ao lado de representantes do setor agropecuário”, destacou.    Papel estratégico  A presidente ressaltou que as cooperativas desempenham papel estratégico para ampliar o acesso ao seguro rural, especialmente entre pequenos e médios produtores. Com presença em mais de 3,5 mil municípios brasileiros, elas oferecem assistência técnica, orientação e apoio na contratação de instrumentos de gestão de risco. Segundo ela, cooperativismo e agropecuária caminham juntos no desenvolvimento do país. “Atualmente, o movimento reúne 25,8 milhões de cooperados, está presente em 3.586 municípios e responde por uma parcela significativa da produção nacional de alimentos”, acrescentou.  Além da abertura institucional, a programação contou com painéis dedicados aos desafios políticos, técnicos e operacionais do seguro rural.     Saiba Mais:  Prêmio SomosCoop Melhores do Ano recebe 839 inscrições em 6 categorias  Sistema OCB lança propostas para fortalecer fundos constitucionais   Diagnóstico de eficiência energética chega à Cooperbelgo 
Sistema OCB defende fortalecimento do seguro rural em debate nacional
Notícias ESG
14/07/2026

Diagnóstico de eficiência energética chega à Cooperbelgo

Cooperativa inicia plano para aumentar a eficiência energética e fortalecer sua agenda ESG  Entre os últimos dias 7 e 9 de julho, a Cooperativa Agropecuária Mista de Bela Vista de Goiás (Cooperbelgo) deu mais um passo para fortalecer sua gestão sustentável ao concluir a etapa de diagnóstico técnico da Solução Eficiência Energética. A iniciativa, desenvolvida pelo Sistema OCB, apoia cooperativas na identificação de oportunidades de redução do consumo de energia, aumento da eficiência operacional e fortalecimento das práticas ESG.  O trabalho foi realizado por especialistas da Stride, em parceria com o Sistema OCB e o Sistema OCB/GO, e envolveu uma análise detalhada de diferentes unidades da cooperativa. Foram avaliados o posto de combustível, supermercado, sede administrativa, loja agropecuária, fábrica de rações, armazém e cerealista, além do laticínio. A partir desse levantamento, será elaborado um plano de ação com recomendações técnicas, prioridades de investimento e estratégias para otimizar o uso da energia em toda a operação.  O diagnóstico oferece uma visão estratégica sobre o consumo energético da cooperativa, para permitir que decisões futuras sejam tomadas com base em dados técnicos. A iniciativa também contribui para reduzir desperdícios, melhorar processos e ampliar a competitividade do negócio.    Melhoria contínua  Para o presidente da Cooperbelgo, André Luiz de Mattos, a participação no projeto representa uma oportunidade de fortalecer uma agenda que já faz parte das prioridades da cooperativa. "A perspectiva de fazer parte desse projeto é muito boa, porque é um tema muito atual e necessário, tanto para gerar economia para a cooperativa quanto para difundir, entre os cooperados e colaboradores, uma mentalidade voltada à sustentabilidade. O diagnóstico realizado pela Stride, em conjunto com o Sistema OCB nacional e o Sistema OCB Goiás, certamente vai gerar bons resultados para a Cooperbelgo", afirmou.   A diretora administrativa operacional da cooperativa, Caroline Paixão do Amaral, destacou que a iniciativa está alinhada ao processo de crescimento da organização e ao compromisso com a melhoria contínua. "Esse projeto vem ao encontro da nossa busca por crescer, melhorar nossa produtividade e nossos resultados. Também fortalece nossa atuação dentro da agenda ESG. Ficamos muito felizes por fazer parte das cooperativas selecionadas pelo Sistema OCB para participar dessa iniciativa. Saber que estamos entre as 22 cooperativas do país contempladas nos enche de orgulho e nos motiva a evoluir cada vez mais, fazendo a diferença também para o meio ambiente", declarou.   O envolvimento das equipes durante a realização do diagnóstico também foi destacado por Leonardo Carrara, responsável pela área de Compliance da Cooperbelgo. Segundo ele, o desafio agora será transformar as recomendações técnicas em ações concretas. "Estamos muito felizes por sermos contemplados com esse projeto, que traz um conhecimento fundamental para a cooperativa. Agora é o momento de colocar as ações em prática. Toda a equipe está empenhada e comprometida em seguir em frente para alcançar os resultados esperados."  Para o Sistema OCB, a etapa de diagnóstico representa o início de uma jornada de transformação na gestão da energia das cooperativas. "O diagnóstico permite que a cooperativa compreenda, com profundidade, como a energia é utilizada em cada etapa da operação e identifique oportunidades reais de ganho de eficiência. A partir dessas informações, é possível definir prioridades, direcionar investimentos e construir uma gestão energética mais estratégica. O objetivo do Sistema OCB é apoiar as cooperativas na adoção de soluções que gerem resultados econômicos, ambientais e fortaleçam sua competitividade no longo prazo”, explicou  a analista de Desenvolvimento de Cooperativas, Mayara Araújo dos Reis.    Saiba Mais:  Sistema OCB lança propostas para fortalecer fundos constitucionais  Lar Cooperativa reúne lideranças para celebrar o Dia do Cooperativismo  Campanha nacional convida coops a fortalecer proteção às mulheres 
Diagnóstico de eficiência energética chega à Cooperbelgo
Notícias representação
14/07/2026

Senado aprova MP do frete mínimo; texto segue para sanção

Sistema OCB atuou por ajustes voltados à segurança jurídica e à adequação regulatória para cooperativas Plenário do Senado. Foto: Waldemir Barreto/Agência SenadoO Plenário do Senado Federal aprovou, nesta terça-feira (14), a Medida Provisória (MP) 1.343/2026, que trata da Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas. Com a aprovação, a matéria segue para sanção presidencial. A medida reforça os mecanismos de fiscalização do cumprimento do piso mínimo do frete e amplia a rastreabilidade das operações de transporte. Entre as mudanças previstas está a obrigatoriedade do registro das operações por meio do Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT), que passa a reunir informações sobre contratante, transportador, origem, destino e valor do frete. Outra alteração diz respeito  ao mecanismo de pesagem para veículos de até 74 toneladas, que passam de por eixo para peso bruto total. Na análise pelo Senado, foram promovidos ajustes de redação relacionados à proporcionalidade das sanções aplicáveis em casos de descumprimento do piso mínimo do frete. Também foi retirado do texto o dispositivo que instituía um piso nacional de R$ 5 mil para transportadores, após deferimento de requerimento de impugnação, sob o entendimento de que a matéria era estranha ao objeto da medida provisória e apresentava vício de inconstitucionalidade. A proposta já havia sido aprovada pela Câmara dos Deputados, após análise da Comissão Mista instalada em 9 de junho, presidida pelo senador Carlos Fávaro (MT) e relatada pelo deputado Zé Trovão (SC). Os deputados Evair de Melo (ES) e Marussa Boldrin (GO) também tiveram atuação relevante na apresentação de destaques e emendas em defesa dos pleitos do cooperativismo, bem como os senadores Tereza Cristina (MS), Styvenson Valentim (RN) e Jaime Bagattoli (RO). Durante toda a tramitação da MP, o Sistema OCB acompanhou as discussões no Congresso Nacional e manteve interlocução com parlamentares, lideranças do setor e entidades representativas, para defender ajustes voltados à segurança jurídica, à preservação da autonomia das cooperativas e à adequação regulatória para os ramos agropecuário e transporte. Segundo a presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella, o acompanhamento da regulamentação da norma continuará sendo prioridade para o cooperativismo. “Essa MP trata de um tema sensível para diferentes segmentos da economia. Ao longo da tramitação, buscamos contribuir para que o texto oferecesse maior segurança jurídica e previsibilidade às cooperativas. Com a aprovação da matéria, seguiremos acompanhando a sanção presidencial e, principalmente, o processo de regulamentação, etapa relevante para avaliação dos impactos no dia a dia das cooperativas”, declarou.   Saiba mais: Sistema OCB lança propostas para fortalecer fundos constitucionais  Lar Cooperativa reúne lideranças para celebrar o Dia do Cooperativismo  Campanha nacional convida coops a fortalecer proteção às mulheres 
Senado aprova MP do frete mínimo; texto segue para sanção
Notícias eventos
08/07/2026

Vitrine do Coop leva cafés especiais ao Congresso Nacional

Iniciativa reúne cooperativas e entidades do setor para apresentar a qualidade da bebida brasileira  A tradição dos cafés especiais produzidos pelas cooperativas brasileiras voltou a ocupar um espaço de destaque na Câmara dos Deputados. Entre os dias 7 e 9 de julho, a Vitrine do Coop reúne parlamentares, assessores, servidores, jornalistas e visitantes em uma experiência que combina degustação, informação e valorização de um dos produtos mais emblemáticos do agronegócio nacional.  Realizado em parceria com a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), o deputado federal Evair de Melo (ES) e entidades representativas da cadeia produtiva do café, o evento apresenta diferentes perfis sensoriais, métodos de preparo e cafés reconhecidos pela qualidade dentro e fora do país. A proposta é aproximar o público do trabalho desenvolvido pelas cooperativas.  Além da experiência sensorial proporcionada aos visitantes, a Vitrine do Coop apresenta o papel das cooperativas na organização da produção cafeeira brasileira. O modelo permite que pequenos e médios produtores tenham acesso à assistência técnica, inovação, mercados mais competitivos e agregação de valor aos produtos.  "A Vitrine do Coop aproxima o cooperativismo das pessoas por meio de um produto que faz parte do dia a dia dos brasileiros. Cada café apresentado carrega histórias de cooperação, inovação e compromisso com a qualidade. É uma oportunidade de mostrar que as cooperativas geram desenvolvimento econômico, promovem inclusão produtiva e fortalecem as regiões onde estão presentes”, destaca a superintendente do Sistema OCB, Fabíola Nader Motta.    Espaço de diálogo  Em sua 12ª edição, a Vitrine do Coop já integra o calendário de ações promovidas pelo cooperativismo no Congresso Nacional e se consolidou como um espaço de diálogo entre o setor produtivo e o Poder Legislativo.  O deputado Evair de Melo salienta a importância da iniciativa para aproximar os parlamentares da realidade vivida pelos produtores organizados em cooperativas. "É um momento em que conseguimos mostrar, de forma muito concreta, a excelência dos cafés produzidos pelas nossas cooperativas e, ao mesmo tempo, valorizar o trabalho de milhares de produtores rurais que fazem do cooperativismo um instrumento de desenvolvimento, geração de renda e competitividade para o Brasil."  A programação conta com a participação de cooperativas de diferentes estados produtores, que apresentam cafés com características próprias, resultado da diversidade de terroirs, técnicas de cultivo e processos de pós-colheita desenvolvidos em todo o país.  A ação é realizada em parceria com entidades representativas do setor cafeeiro, entre elas a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), o Consórcio Pesquisa Café e a Embrapa Café.    Saiba Mais:  Força do cooperativismo é celebrada em Sessão Solene na Câmara  Cooperativismo leva prioridades do setor ao debate sobre o futuro do RS  Em evento no Tocantins, Sistema OCB defende mais mulheres na liderança 
Vitrine do Coop leva cafés especiais ao Congresso Nacional
Notícias representação
03/07/2026

Crédito e seguro rural como estratégia para reduzir riscos no campo

Integração entre financiamento e proteção ganha força diante do aumento dos eventos climáticos  A sucessão de secas, geadas, enchentes e outras ocorrências climáticas extremas tem acelerado uma mudança no debate sobre a política agrícola brasileira. Representantes do setor produtivo, incluindo o cooperativismo, parlamentares e especialistas defendem que crédito e seguro rural deixem de ser tratados como instrumentos independentes e passem a atuar de forma integrada, a fim de ampliar a segurança financeira do produtor e reduzir os riscos para toda a cadeia do agronegócio.  A avaliação do Sistema OCB é de que o fortalecimento simultâneo dessas duas políticas pode aumentar a previsibilidade da renda no campo, reduzir a inadimplência das operações de crédito e oferecer maior segurança às cooperativas e instituições que financiam a produção agropecuária. Em um cenário de eventos climáticos cada vez mais frequentes, o seguro rural passa a ser visto como complemento indispensável ao financiamento da atividade.  Para o gerente Técnico e Econômico da entidade, João Prieto, a combinação entre crédito e gestão de riscos precisa ser considerada com celeridade. "O crédito é fundamental para garantir investimento, produção e desenvolvimento econômico no campo. Mas, diante do aumento dos riscos climáticos, o seguro rural também passa a ser uma ferramenta indispensável para dar previsibilidade e segurança tanto para os produtores quanto para as cooperativas", declara.  Prieto considera que fortalecer esses mecanismos significa proteger toda a cadeia produtiva. "As cooperativas atuam diretamente no suporte aos produtores, especialmente em momentos de dificuldade. Ampliar o acesso ao crédito e modernizar os instrumentos de gestão de risco rural é uma medida essencial para garantir competitividade, continuidade produtiva e estabilidade econômica no agro brasileiro”.                                         Kayo Magalhães / Câmara dos DeputadosA avaliação é compartilhada pelo deputado Sérgio Souza (PR), coordenador de Infraestrutura da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop). Segundo ele, o país precisa consolidar uma política de gestão de riscos compatível com a dimensão da agropecuária brasileira. "O seguro rural deixou de ser um instrumento acessório e passou a ser uma necessidade para a sustentabilidade da produção agropecuária. Quando o produtor conta com financiamento aliado a mecanismos eficientes de proteção, reduz o risco da atividade, preserva a capacidade de pagamento e garante mais segurança para toda a cadeia produtiva".  O parlamentar também acredita que ampliar a cobertura do seguro contribui, ainda, para reduzir a exposição das instituições financeiras e estimular novos investimentos no campo, criando um ambiente de maior previsibilidade para produtores, cooperativas e agentes de crédito. “Essa integração beneficia os produtores, mas também todo o sistema de financiamento agropecuário. Com menor risco de perdas decorrentes de eventos climáticos, a tendência é de redução da inadimplência, maior estabilidade das operações de crédito e ampliação da capacidade de investimento das cooperativas de crédito e agropecuárias”, complementa.  O tema também avança no Congresso Nacional. Entre as propostas em discussão está o Projeto de Lei (PL) 2.951/2024, de autoria da senadora Tereza Cristina (MS), vice-presidente da Frencoop. A proposta busca modernizar a política nacional de seguro rural, ampliar as fontes de financiamento do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), fortalecer o Fundo de Catástrofe e ampliar a cobertura securitária no país.    Saiba Mais: Coops Day 2026 mobiliza cooperativas em todo o país neste sábado Sistema OCB prestigia os 55 anos da Ocepar em fórum de lideranças Sistema OCB e Anatel avançam diálogo sobre cooperativas em telecom
Crédito e seguro rural como estratégia para reduzir riscos no campo
Notícias representação
02/07/2026

Cooperativismo apoia projeto para ampliar mão de obra formal na safra

Projeto dos Safristas busca conciliar proteção social e contratação temporária no campo  Ampliar a oferta de mão de obra formal durante os períodos de safra sem comprometer a proteção social dos trabalhadores é um dos principais desafios enfrentados pela agropecuária brasileira. Como forma de oferecer uma solução para essa questão, o Projeto de Lei (PL) 715/2023, conhecido como Projeto dos Safristas, apoiado pelo cooperativismo, foi aprovado no Congresso Nacional. Apesar de sua importância para o setor, a proposta foi integralmente vetada pela Presidência da República e, por isso, a expectativa agora é de que a decisão seja revertida no Parlamento. De autoria do deputado Zé Vitor (MG), membro da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), o projeto prevê que a renda obtida em contratos temporários de safra não seja considerada para a exclusão imediata de programas sociais. A medida busca reduzir a informalidade, ampliar as oportunidades de trabalho no campo e atender à demanda de produtores rurais e cooperativas que enfrentam dificuldades para contratar trabalhadores durante os períodos de colheita. Relator da matéria, o deputado Evair de Melo (ES), também membro da Frencoop, defende que a iniciativa responde a uma                                                   Vinicius Loures/Câmara dos Deputados demanda histórica do setor produtivo e cria condições para ampliar a formalização das relações de trabalho. "A ideia é fomentar a formalização do trabalho em diversas culturas agrícolas. As regras dos programas sociais e a remuneração por produtividade acabam criando um cenário que incentiva a informalidade. Precisamos oferecer segurança para quem quer trabalhar e para quem precisa contratar", afirma. Mobilização As cooperativas agropecuárias estão entre as principais defensoras do Projeto dos Safristas. Responsáveis por organizar a produção, prestar assistência técnica, facilitar o acesso ao crédito, agregar valor aos produtos e ampliar mercados para os cooperados, elas dependem da disponibilidade de trabalhadores temporários em diversas cadeias produtivas durante os períodos de safra. Dados do Sistema OCB mostram que o segmento reúne atualmente 1.172 cooperativas, movimenta R$ 438,2 bilhões por ano e gera mais de 257 mil empregos diretos, consolidando-se como um dos principais motores do desenvolvimento econômico no interior do país. Para a presidente-executiva do Sistema OCB, Tania Zanella, iniciativas que incentivam a formalização do trabalho fortalecem todo o ambiente produtivo organizado pelas cooperativas. “O desafio da mão de obra no campo só será resolvido com regras que estimulem a formalização. O Projeto dos Safristas representa um avanço porque aproxima políticas sociais e políticas de emprego, beneficiando trabalhadores, cooperativas e toda a cadeia agropecuária”, ressalta.   Saiba Mais: No Senado, Sistema OCB defende debate técnico sobre jornada de trabalho Nova Lei impulsiona emprego e desenvolvimento regional Mais que crédito: orientação técnica fortalece o coop no campo
Cooperativismo apoia projeto para ampliar mão de obra formal na safra
Notícias representação
01/07/2026

Projeto dos Safristas reforça debate sobre inclusão produtiva no campo

Proposta busca ampliar oportunidades de trabalho temporário e fortalecer cadeias produtivas rurais  A aprovação do Projeto de Lei 715/2023 pelo Congresso Nacional colocou em evidência um dos principais desafios enfrentados pela agropecuária brasileira: a contratação de mão de obra temporária durante os períodos de safra. Defendida por entidades do setor produtivo e do cooperativismo, a proposta buscou conciliar proteção social e formalização do trabalho, ao permitir que beneficiários de programas sociais pudessem exercer atividades sazonais sem perder automaticamente o acesso aos benefícios. Vetado integralmente pela Presidência da República, a expectativa sobre a proposta é mantida com a possibilidade de reversão no Parlamento.                kayo Magalhães/Câmara dos DeputadosO tema ganhou relevância nos últimos anos diante dos relatos de produtores rurais e cooperativas sobre a dificuldade crescente de encontrar trabalhadores para atividades temporárias ligadas à colheita e ao manejo agrícola. Em diversas regiões do país, representantes do setor apontam que o receio de perder benefícios sociais acaba afastando trabalhadores do mercado formal justamente nos períodos de maior demanda por mão de obra.  De autoria do deputado Zé Vitor (MG), membro da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), a proposta foi elaborada com o objetivo de enfrentar esse problema. Pelo texto aprovado pelos parlamentares, os valores recebidos em contratos de safra não seriam considerados para fins de exclusão imediata dos programas sociais, preservando a proteção às famílias em situação de vulnerabilidade e incentivando a formalização das contratações.  Segundo Zé Vitor, a intenção foi aproximar trabalhadores do mercado formal sem criar barreiras ao acesso à proteção social. “O projeto busca criar oportunidades para quem deseja trabalhar, aumentar sua renda e contribuir para a produção de alimentos no país. A formalização beneficia o trabalhador, oferece segurança ao produtor e fortalece a economia das regiões rurais”, afirma.  O cooperativismo agropecuário esteve entre os segmentos que mais acompanharam a tramitação da proposta e destacou os impactos positivos da medida para a geração de emprego e o pleno funcionamento das cadeias produtivas. Responsáveis por organizar a produção, fornecer assistência técnica, facilitar o acesso a mercados e agregar valor à produção rural, as cooperativas desempenham papel central na economia de milhares de municípios brasileiros.  Dados do Sistema OCB mostram a dimensão do segmento. Atualmente, o cooperativismo agropecuário brasileiro reúne 1.172 cooperativas, responsáveis por um faturamento anual de R$ 438,2 bilhões e pela geração de mais de 257 mil empregos diretos. O ramo congrega 1,2 milhão de produtores rurais e responde por parcela significativa da produção nacional de grãos, carnes, leite, café e outros alimentos.  Para a presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella, iniciativas voltadas à formalização do trabalho ajudam a fortalecer ainda mais o ambiente produtivo. “As cooperativas agropecuárias são fundamentais para a organização da produção rural brasileira. Elas geram renda, promovem inclusão produtiva e ajudam a levar desenvolvimento para o interior do país. Medidas que incentivem a formalização do trabalho fortalecem as cadeias produtivas e ampliam oportunidades para trabalhadores e produtores”, destaca.    Saiba Mais:  Sistema OCB acompanha lançamento dos Planos Safra 2026/2027 Licenciamento ambiental define ritmo dos investimentos cooperativos Sistema OCB impulsiona agenda global do cooperativismo no CM50
Projeto dos Safristas reforça debate sobre inclusão produtiva no campo
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29/06/2026

Agilidade no licenciamento ambiental acelera investimentos no agro

Regras mais claras reduzem insegurança jurídica e ampliam projetos em armazenagem, energia e logística Foto: Renato Araújo / Câmara dos DeputadosA busca por maior previsibilidade no licenciamento ambiental voltou ao centro das discussões do setor agropecuário e do cooperativismo brasileiro. Considerado um dos principais instrumentos de controle e proteção ambiental do país, o licenciamento também é apontado por produtores e cooperativas como um dos gargalos para a implantação de projetos de infraestrutura, armazenagem, irrigação, agroindustrialização e geração de energia no meio rural. A discussão ganhou novo capítulo com a entrada em vigor da Lei 15.190/2025, que instituiu regras gerais para o licenciamento ambiental após mais de duas décadas de tramitação no Congresso Nacional. A legislação busca uniformizar procedimentos, reduzir a sobreposição de normas e criar maior segurança jurídica para empreendimentos de diferentes setores da economia. Para representantes do agro, a principal contribuição do novo marco é a criação de critérios mais claros para a análise dos pedidos de licenciamento. A avaliação é que a existência de milhares de normas federais, estaduais e municipais gerava interpretações distintas e aumentava a insegurança para investidores e produtores rurais. O tema tem impacto direto sobre o cooperativismo agropecuário. Cooperativas investem em estruturas de armazenagem, agroindústrias, usinas de energia renovável, sistemas de irrigação e projetos logísticos que dependem de autorizações ambientais para sair do papel. Segundo a presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella, a modernização das regras era uma demanda antiga do setor. “O cooperativismo tem um papel essencial no desenvolvimento sustentável e entende que a modernização do licenciamento ambiental é um passo decisivo para garantir segurança jurídica, fomentar investimentos e manter os compromissos com a preservação ambiental”, afirmou. Preservação garantida Em maio de 2025, o Sistema OCB participou da entrega de uma carta aberta assinada por 89 entidades do setor produtivo em apoio à proposta. Na ocasião, a entidade defendeu a criação de regras mais modernas e proporcionais à realidade dos empreendimentos, preservando a análise técnica dos órgãos ambientais. A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), uma das principais articuladoras da proposta no Congresso, sustenta que a nova legislação reduz entraves burocráticos sem alterar a obrigação de cumprimento das normas ambientais. Para a bancada, o licenciamento deve continuar sendo um instrumento de proteção ambiental, mas com maior eficiência administrativa. Presidente da FPA e membro da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), o deputado Pedro Lupion (PR) explica a importância da medida. “A racionalização do sistema de licenciamento ambiental é essencial para destravar o desenvolvimento, gerar empregos e atrair investimentos, sem prejuízo à proteção ambiental”. Entre os pontos destacados pelo setor produtivo estão a definição de modalidades de licenciamento compatíveis com o potencial de impacto de cada atividade, a fixação de prazos para análise dos processos e a redução de conflitos de competência entre diferentes órgãos públicos. O texto da Lei também preserva a exigência de estudos ambientais mais robustos para empreendimentos considerados de maior impacto. Saiba Mais: Cooperativas reforçam defesa de proteção ao produtor rural Cooperativas de infraestrutura geram desenvolvimento e qualidade de vida Fundos regionais: cooperativas no centro do desenvolvimento
Agilidade no licenciamento ambiental acelera investimentos no agro
Notícias representação
26/06/2026

Cooperativas de crédito ganham espaço no financiamento rural

Modelo ajuda a levar recursos a regiões com pouca presença das institucionais tradicionais  Em meio ao debate sobre crédito e seguro rural, as cooperativas de crédito têm se consolidado como uma das principais alternativas para ampliar o acesso de produtores, pequenos empreendedores e agricultores familiares ao financiamento. O avanço do setor ocorre em um momento em que o campo enfrenta juros elevados, endividamento crescente e maior exposição a riscos climáticos.  O crescimento das cooperativas acontece justamente enquanto o governo federal discute o Plano Safra 2026/2027 e busca mecanismos para ampliar a oferta de crédito ao setor produtivo. A preocupação com o aumento do endividamento rural e com a necessidade de fortalecer instrumentos de gestão de risco, como o seguro rural, tem colocado o acesso ao financiamento no centro das discussões entre produtores, cooperativas e parlamentares.  Dados do Anuário do Cooperativismo Brasileiro 2025 mostram que o ramo crédito reúne 689 cooperativas, mais de 20,1 milhões de cooperados, R$ 514,7 bilhões em depósitos e R$ 454,6 bilhões em operações de crédito. O Banco Central também aponta que os ativos do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC) alcançaram R$ 885 bilhões em dezembro de 2024.                                              Mario Agra / Câmara dos DeputadosAs cooperativas constituem a maior rede de atendimento físico do país. Em 469 desses municípios, as cooperativas representam a única instituição financeira com atendimento presencial disponível para produtores rurais e pequenos empreendedores. A presença dessas organizações tem contribuído para ampliar o acesso ao crédito, financiar investimentos, apoiar a modernização das propriedades e fomentar o desenvolvimento econômico local.  Para a presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella, o diferencial das cooperativas está justamente na proximidade com os cooperados e no compromisso com o desenvolvimento das comunidades onde atuam. “As cooperativas de crédito são importantes agentes de inclusão financeira. Elas também promovem o balizamento das taxas de juros e tarifas nas praças onde concorrem com outros modelos de instituições financeiras”, afirma.   O fortalecimento do cooperativismo de crédito acompanha a expansão do próprio setor cooperativista brasileiro. Segundo dados do Sistema OCB, as cooperativas agropecuárias reúnem mais de um milhão de produtores rurais e desempenham papel estratégico na produção de alimentos, exportações e geração de renda no campo.  A avaliação dialoga com a agenda defendida pela Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), que tem atuado junto ao Sistema OCB para ampliar a participação das cooperativas na execução de políticas públicas de crédito. Uma das principais discussões envolve os fundos constitucionais de financiamento — FNO, FNE e FCO —, criados para reduzir desigualdades regionais e estimular atividades produtivas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.  No Congresso Nacional, a ampliação da participação das cooperativas nesses instrumentos também tem recebido apoio de parlamentares. Um exemplo é o PL 5.187/2019. Relatora da proposta durante a sua apreciação na Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado Federal, a então senadora Margareth Buzetti (MT)  defende que a ampliação dos agentes financeiros pode aumentar o alcance dos recursos públicos e beneficiar mais produtores. “Entendemos que quanto mais instituições financeiras puderem trabalhar com os recursos, mais pessoas serão beneficiadas. Por isso, apoiamos o pleito das cooperativas”, declara.  Além do financiamento, o debate sobre crédito rural tem sido associado à regularização ambiental e ao fortalecimento de políticas de desenvolvimento sustentável. Em discurso no Senado, Margareth Buzetti destacou que pequenos produtores encontram dificuldades para acessar políticas públicas por questões relacionadas à regularização fundiária e ambiental. “Sem o CAR, não há crédito, não há acesso a políticas públicas, não há apoio técnico”, afirmou. Para Buzetti, permitir que o produtor se regularize significa ampliar o acesso ao Pronaf, ao Plano ABC+ e a linhas de crédito voltadas à produção sustentável.   Na avaliação de Tania Zanella, o cooperativismo é hoje um dos principais instrumentos de inclusão produtiva no meio rural por reunir assistência técnica, acesso a mercados, inovação e financiamento em uma mesma estrutura. “É por meio dele que pequenos e médios produtores têm acesso a insumos, tecnologias de ponta, mercados internos e externos, assistência técnica e crédito rural em condições competitivas”, conclui.    Saiba Mais: Sistema OCB participa de missão sobre seguros e clima no Reino Unido Cooperativismo inspira jovens do agro durante PEC Brasil 2026 no Ceará Sem internet, campo perde oportunidades; cooperativas viram solução
Cooperativas de crédito ganham espaço no financiamento rural
Notícias representação
23/06/2026

Clima extremo amplia pressão por crédito e seguro rural

Ampliação da proteção aos produtores ganham espaço no debate sobre políticas públicas para o agro  Secas prolongadas, geadas, enchentes e perdas de safra cada vez mais frequentes têm ampliado a pressão sobre o campo brasileiro, colocando o crédito e o seguro rural no centro das discussões sobre o futuro do agro. Em meio ao avanço dos eventos climáticos extremos, cooperativas e produtores defendem o fortalecimento das políticas públicas voltadas à gestão de riscos, ao financiamento da produção e à ampliação da cobertura securitária no país.  A preocupação ganhou ainda mais força nos últimos anos diante do aumento das perdas provocadas pelo clima e da baixa cobertura do seguro rural no Brasil. “Em muitas regiões, produtores seguem expostos a prejuízos severos sem acesso a instrumentos adequados de proteção financeira, o que compromete não apenas a continuidade da produção, mas também a renda das famílias e a economia de municípios fortemente dependentes do agro”, explica João Prieto, gerente Técnico e Econômico do Sistema OCB.  Nesse cenário, segundo ele, as cooperativas agropecuárias têm papel estratégico. “Presentes em diferentes etapas da cadeia produtiva, elas oferecem assistência técnica, apoio à comercialização, organização da produção e acesso ao crédito para milhares de produtores rurais, especialmente pequenos e médios cooperados. Além disso, as cooperativas também atuam como estruturas de proteção econômica e social em momentos de crise, ajudando produtores a enfrentar perdas e manter a atividade produtiva mesmo em cenários adversos”.                                              Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados Para o deputado federal e coordenador de Infraestrutura da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), Tião Medeiros (PR), o fortalecimento das políticas de seguro rural é fundamental para garantir mais segurança ao campo brasileiro. “A agricultura brasileira tem enfrentado momentos extremamente difíceis nos últimos anos, principalmente em razão dos eventos climáticos adversos e das frustrações de safra. A baixa cobertura do seguro rural no Brasil agrava ainda mais essa situação, deixando muitos produtores desamparados e à mercê da sorte, expostos a perdas causadas por secas, geadas, enchentes e outros fenômenos climáticos, que podem até levar produtores rurais à falência”, afirmou.  Para o parlamentar, ampliar o acesso às ferramentas de proteção é essencial para garantir estabilidade ao setor produtivo. “Projetos voltados ao fortalecimento do seguro rural são fundamentais para garantir mais segurança ao homem e à mulher do campo, ao ampliar o acesso à proteção securitária e permitir que o produtor possa trabalhar com mais tranquilidade, sem produzir com a corda no pescoço. Fortalecer o agro é garantir segurança para quem produz, gera empregos e sustenta a economia do nosso país”, complementa.  Entre as propostas em debate no Congresso Nacional, o projeto de autoria da senadora e vice presidente da Frencoop pelo Senado, Tereza Cristina (MS), busca modernizar a política nacional de seguro rural, ampliar as fontes de financiamento do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) e viabilizar avanços na regulamentação do Fundo de Catástrofe. “O crédito é fundamental para garantir investimento, produção e desenvolvimento econômico no campo. Mas, diante do aumento dos riscos climáticos, o seguro rural também passa a ser uma ferramenta indispensável para dar previsibilidade e segurança aos produtores e às cooperativas”, ressalta João Prieto.  Ainda de acordo com ele, fortalecer esses mecanismos significa proteger toda a cadeia produtiva. “As cooperativas atuam diretamente no suporte aos produtores, especialmente em momentos de dificuldade. Por isso, ampliar o acesso ao crédito e modernizar os instrumentos de gestão de risco rural é uma medida essencial para garantir competitividade, continuidade produtiva e estabilidade econômica no agro brasileiro”, completa.     Saiba Mais: Sistema OCB destaca força do coop em evento dos 74 anos do BNDES Prêmio Melhores do Ano entra na reta final de inscrições para coops Segurança jurídica é chave na implementação da Reforma Tributária
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28/05/2026

CAE aprova projeto para renegociação de dívidas no campo

Proposta cria linha especial de financiamento para produtores afetados por crises climáticas  A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (27), o Projeto de Lei 5.122/2023, que cria uma linha especial de financiamento destinada à renegociação de dívidas de produtores rurais impactados por eventos climáticos extremos e outras adversidades econômicas. A proposta é considerada uma das principais iniciativas em discussão no Congresso Nacional para enfrentar o crescente endividamento no campo.                                               Foto: Edilson Rodrigues/Agência SenadoA matéria foi aprovada nos termos do parecer favorável apresentado pelo senador Renan Calheiros (AL), presidente da comissão, com inclusão de emendas. Segundo o parlamentar, apesar das negociações realizadas ao longo dos últimos meses, ainda não houve consenso definitivo com o governo federal sobre os termos da proposta. O texto prevê a utilização de recursos do Fundo Social e de outros fundos supervisionados pelo Ministério da Fazenda, além de fontes adicionais que poderão ser definidas posteriormente pelo Poder Executivo.   O Sistema OCB acompanha de perto a tramitação do projeto e participa das articulações em defesa de soluções estruturantes para o problema do endividamento rural, tema que vem afetando produtores em diferentes regiões do país diante de sucessivos episódios de seca, enchentes, perdas de safra e oscilações econômicas.  A expectativa inicial era de que o projeto fosse apreciado pelo Plenário do Senado ainda nesta quarta-feira, em regime de urgência. No entanto, poucas horas após a aprovação na CAE, o presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre, anunciou que o projeto não entraria na pauta. Segundo ele, a decisão busca permitir a continuidade das negociações entre o governo e os senadores para construção de um acordo em torno da matéria.  Durante a discussão da proposta, a senadora Tereza Cristina (MS), vice-presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), teve atuação destacada na defesa dos pleitos relacionados ao cooperativismo agropecuário e de crédito. A parlamentar tem conduzido diálogos com representantes do setor produtivo, parlamentares e integrantes do governo federal em busca de uma solução viável para os produtores rurais.  Para a presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella, o avanço da proposta na comissão representa um avanço importante nas discussões sobre o tema. “A construção de soluções para o endividamento rural exige diálogo, segurança jurídica e instrumentos financeiros adequados à realidade do campo. Milhares de produtores cooperados vêm sendo impactados por eventos climáticos extremos e precisam de condições para reorganizar sua atividade produtiva”, destacou.  Além de buscar a garantia de condições para reorganização financeira dos produtores afetados, a proposta também visa preservar a capacidade de investimento, produção e geração de renda no campo. “O cooperativismo seguirá atuando ao lado do Congresso Nacional e dos demais atores envolvidos na busca de soluções que preservem a produção, a renda e o desenvolvimento das comunidades rurais. O campo precisa de previsibilidade e condições adequadas para continuar produzindo”, complementou Tania.   Saiba Mais: Seguro rural avança e fortalece gestão de riscos no campo Cooperativismo entra nas propostas dos municípios aos presidenciáveis Reunião com INSS trata de segurado especial em coops
CAE aprova projeto para renegociação de dívidas no campo
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05/03/2026

Sistema OCB debate cooperação agrícola com diretor-geral do IICA

Encontro tratou de inovação tecnológica, sustentabilidade e agenda agro  A presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella, se reuniu nesta quinta-feira (05), com o diretor-geral do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), Muhammad Ibrahim, para discutir oportunidades de cooperação técnica e temas estratégicos para o desenvolvimento do agro nas Américas.  Durante a reunião, os representantes conversaram sobre prioridades para a agenda agrícola regional e possíveis frentes de colaboração entre o IICA e o cooperativismo brasileiro. Entre os temas discutidos estiveram inovação tecnológica no campo, sustentabilidade, fortalecimento das cadeias produtivas e o papel das cooperativas no desenvolvimento rural.  Muhammad Ibrahim assumiu a direção-geral do IICA em janeiro deste ano, com mandato previsto até 2030. Agrônomo da República Cooperativa da Guiana, ele lidera a elaboração do Plano de Médio Prazo (PMP) 2026–2030, documento que orientará as ações de cooperação técnica da instituição nos próximos anos.  O plano tem sido construído com participação dos países membros e deverá estabelecer prioridades em áreas como comércio internacional, integração regional, saúde agrícola, segurança alimentar, ciência, tecnologia e sustentabilidade dos recursos naturais. A proposta também considera as diferentes realidades produtivas e socioeconômicas das regiões das Américas.  Na avaliação de Tania, o cooperativismo tem contribuição relevante para o desenvolvimento sustentável do agro e para a geração de oportunidades no campo. “O Brasil conta atualmente com cerca de 1.200 cooperativas agropecuárias, responsáveis por grande parcela da produção agrícola nacional e por fortalecer a organização produtiva de milhares de produtores rurais”, afirmou.  O encontro também abriu espaço para discutir a troca de experiências e a ampliação de parcerias voltadas à inovação e à disseminação de boas práticas no setor agropecuário. “O cooperativismo tem um papel relevante na construção de sistemas agroalimentares mais sustentáveis e inovadores. O diálogo com o IICA abre oportunidades para ampliar parcerias e compartilhar experiências que fortalecem o agro nas Américas”, acrescentou Tania.    Saiba Mais:  Setor produtivo se une por transição responsável da jornada de trabalho  Sistema OCB participa da II Conferência Nacional do Trabalho  Brasil e China avançam em plataforma de cadeias verdes 
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05/02/2026

Crédito para coop da agricultura familiar é tema de reunião com MDA e BB

Encontro tratou de acesso ao financiamento, capacitação e aperfeiçoamento do crédito rural  Nesta quarta-feira (4), o Sistema OCB se reuniu com o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e o Banco do Brasil (BB) para debater temas relacionados ao crédito, com foco no fortalecimento do acesso das cooperativas da agricultura familiar às linhas de financiamento. O encontro faz parte da agenda de diálogo institucional voltada à construção de soluções que ampliem a inclusão produtiva e a segurança alimentar no país.  A reunião contou com a presença da secretária de Abastecimento, Cooperativismo e Soberania Alimentar do MDA, Ana Terra Reis, e do vice-presidente de Agronegócio e Agricultura Familiar do Banco do Brasil, Gilson Bittencourt. Pelo Sistema OCB, participaram a presidente executiva, Tania Zanella, a gerente geral, Clara Maffia, e o gerente Técnico e Econômico, João Prieto.  Durante a agenda, foram discutidas as condições de acesso ao crédito por parte das cooperativas da agricultura familiar, bem como a importância da capacitação desse público, considerado estratégico para a produção de alimentos no Brasil. Atualmente, a agricultura familiar representa 71,2% do quadro social das cooperativas agropecuárias brasileiras.  Para Tania, o fortalecimento do crédito é um passo essencial para ampliar a capacidade produtiva da agricultura familiar e garantir maior estabilidade aos produtores. “As cooperativas têm papel estratégico na eficiência da uttilização e capilaridade de recursos ao setor rural , principalmente por oferecerem assistência técnica e promoverem organização produtiva. Quando fortalecemos essas estruturas, contribuímos diretamente para a segurança alimentar do país e para o desenvolvimento sustentável das comunidades rurais”, afirmou.  O Sistema OCB também destacou o papel das cooperativas como aliadas das políticas públicas voltadas ao setor, com destaque na orientação aos produtores e na promoção da gestão eficiente das atividades produtivas. “O cooperativismo transforma a realidade da agricultura familiar ao gerar escala, competitividade e melhores condições de comercialização para todos os perfis de agricultores. Nosso compromisso é seguir atuando em diálogo com o poder público e as instituições financeiras para aprimorar instrumentos que atendam às necessidades do campo”, acrescentou Tania.    Saiba Mais:  Monitor da Reforma Tributária é lançado com apoio de Frentes Parlamentares   Tania Zanella destaca força do coop financeiro em evento do Sicoob   Congresso Nacional abre trabalhos de 2026  
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14/04/2025

Sistema OCB e Embrapa articulam protagonismo do agro na COP30

 O objetivo é destacar o papel das cooperativas para a tecnologia e sustentabilidade no campo    Tania Zanella e Silvia MassruháA superintendente do Sistema OCB, Tania Zanella, e a gerente-geral, Fabíola Nader Motta, se reuniram, nesta segunda-feira (14), com a presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Silvia Massruhá, para alinhar estratégias conjuntas voltadas ao agro e à agenda climática, com foco especial na participação do cooperativismo no Espaço AgriBR na COP30, que será realizada em novembro deste ano, em Belém, no Pará. O assessor da Diretoria de Inovação, Negócios e Transferência de Tecnologia, Daniel Trento, também participou do encontro. A articulação entre as duas entidades é parte de um esforço estratégico para posicionar o Brasil como referência mundial em soluções sustentáveis para o agro. “Temos um modelo de produção que precisa ser reconhecido. E, ao lado da Embrapa, temos ainda mais força para mostrar que ciência e cooperação são pilares de uma agropecuária mais verde, justa e eficiente”, disse Tania. O encontro reforçou a importância da colaboração entre a ciência e o cooperativismo para fortalecer o protagonismo das cooperativas agro e da agropecuária brasileira no debate internacional sobre sustentabilidade e segurança alimentar. De acordo com o Anuário do Cooperativismo 2024, são 1,1 mil cooperativas agropecuárias, que reúnem mais de 1 milhão de cooperados e geraram receita de R$ 423,2 bilhões em 2023, com ativos totais de R$ 274,2 bilhões. A Embrapa é orientada pela inovação que se concentra na geração de conhecimento e tecnologia para a agricultura brasileira. Sob a direção do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), foi criada para desenvolver a base tecnológica de um modelo genuinamente tropical de agricultura e pecuária. A iniciativa foi encarregada de proporcionar ao Brasil segurança alimentar e uma posição de liderança no mercado internacional de alimentos, fibras e energia. Durante a reunião, o Sistema OCB destacou que o modelo cooperativista está diretamente alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e que a participação na COP30 será uma oportunidade para evidenciar, com base técnica e científica, a contribuição real e concreta das cooperativas para um futuro mais sustentável. Para Fabíola, a parceria com a Embrapa é vista como uma maneira de qualificar o discurso do movimento e ampliar o reconhecimento internacional da agropecuária brasileira baseada em ciência, inovação e cooperação. “Essa é uma parceria entre quem produz e quem pesquisa, com o objetivo de mostrar ao mundo que o agro brasileiro, especialmente o cooperativista, é sustentável, competitivo e comprometido com a sustentabilidade e a agenda climática”, disse.    Saiba Mais: ICAO debate inovação e intercooperação no Ramo Agro Sanção da Lei do Mercado de Carbono incentiva cooperativas do agro Descarbonização mobiliza cooperativas em iniciativa inédita
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30/01/2025

Congresso Alasa 2025: inscrições abertas

Evento será realizado em Brasília e vai reunir cooperativas, segurados e especialistas do setor O maior evento da América Latina dedicado ao setor de seguros agrícolas, está com inscrições abertas. O Congresso Alasa 2025, promovido pela Associação Latino-americana para o Desenvolvimento do Seguro Agropecuário, irá acontecer entre os dias 7 e 10 de abril, em Brasília, e reunirá seguradoras, resseguradoras, cooperativas agropecuárias, instituições financeiras, órgãos governamentais e especialistas de renome mundial. Será um momento voltado para debates sobre os desafios e oportunidades para o desenvolvimento do tema central Inovação, sustentabilidade e cooperação para um futuro resiliente, bem como para discussões sobre gestão de riscos climáticos, sustentabilidade, inovação em seguros agrícolas e estratégias de resiliência para o setor. O congresso irá promover palestras magnas com especialistas internacionais, sobre as tendências globais e soluções inovadoras para esse mercado. Cases de sucesso serão apresentados com o objetivo de destacar experiências inovadoras e modelos eficientes de seguro rural e sustentabilidade. Também haverá um espaço exclusivo de networking, que pretende conectar líderes e profissionais do setor para realização de parcerias estratégicas e troca de conhecimentos. Essa será uma oportunidade para conhecer as melhores práticas e inovações voltadas à proteção da produção agrícola diante dos desafios da atualidade no âmbito ambiental e econômico. O link para inscrição no evento já está aberto. Em caso de dúvidas, entre em contato pelo e-mail congreso2025@alasa-web.org   Saiba Mais: Sistema OCB destaca papel do Seguro Rural em audiência no Senado Sistema OCB destaca importância do coop no agronegócio mundial Sistema OCB participa de encontro sobre agricultura sustentável
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11/12/2024

Regulamentação da Inteligência Artificial é aprovada no Senado

Sistema OCB defende uso ético e responsável da tecnologia, com valorização do trabalho humano  O Plenário do Senado Federal aprovou nesta terça-feira (10) o relatório do senador Eduardo Gomes (TO), membro da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), para regulamentação da inteligência artificial (IA) no Brasil. O texto, baseado no Projeto de Lei (PL) 2.338/2023, do senador e presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (MG), estabelece uma série de normas para o desenvolvimento e uso de sistemas de IA no país. Inserida da Agenda Institucional do Cooperativismo, a proposta segue agora para análise na Câmara dos Deputados. O Sistema OCB acompanhou as discussões sobre o projeto, uma vez que a tecnologia tem impacto significativo sobre as cooperativas do país. Segundo o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, o uso da Inteligência Artificial será determinante para o futuro das cooperativas, especialmente nos segmentos de saúde, crédito e agropecuário. “Por isso, é fundamental que este marco legal respeite os princípios éticos, promova a valorização do trabalho humano e considere os benefícios tecnológicos inerentes às necessidades de modernização e inovação dos mais diversos processos vivenciados pela sociedade”, acrescentou.  O projeto cria diretrizes para o uso responsável da tecnologia, considerando seu impacto nos direitos fundamentais e na vida humana. Entre as principais medidas, destaca-se a classificação dos sistemas de Inteligência Artificial em três diferentes níveis: risco excessivo, que será proibido por ameaçar direitos fundamentais, como as deepfakes; risco alto, que estará sujeito a fiscalização rigorosa, e risco baixo ou geral, para aplicações menos arriscadas, como corretores ortográficos e filtros de mensagens. Considerados polêmicos, os algoritmos das redes sociais foram excluídos da lista de sistema considerados de alto risco.  O texto aprovado também prevê a criação de uma agência reguladora pelo governo federal, responsável por fiscalizar a aplicação das normas estabelecidas. O Ministério da Fazenda será encarregado do licenciamento e monitoramento da exploração da Inteligência Artificial no país. Essa estrutura regulatória foi considerada pelos parlamentares como um passo essencial para garantir que o desenvolvimento da Inteligência Artificial ocorra de maneira ética e segura, protegendo os direitos dos cidadãos e promovendo a inovação responsável.  O presidente da comissão temporária que analisou o tema na Casa, senador Carlos Viana (MG), enalteceu o esforço para alcançar um consenso sobre o tema, que recebeu mais de 200 emendas, muitas delas incorporadas total ou parcialmente ao texto. “Nenhuma lei terá validade sem consenso da sociedade e legitimidade junto aos representantes no Congresso. É uma matéria em constante evolução, e nosso desafio foi encontrar um ponto de equilíbrio”, declarou. Senador Eduardo GomesJá o relator, senador Eduardo Gomes, reforçou que a proposta é apenas o início do debate sobre Inteligência Artificial no Brasil. “Outras legislações pertinentes à realidade do mundo digital ainda precisam ser desenvolvidas para equilibrar o avanço tecnológico e os direitos individuais”, afirmou.   Saiba Mais: O coop ligado nas principais tendências tecnológicas para 2024 Telecom por cooperativas avança no Senado Coop de crédito mantém presença no conselho de administração do open finance 
Regulamentação da Inteligência Artificial é aprovada no Senado
Notícias saber cooperar
11/07/2024

Cooperativismo e ESG

Qual é a relação entre cooperativas e bioeconomia? A onda verde chegou com força ao setor econômico. A chamada bioeconomia está em alta, mas você saber o que ela propõe, na prática?
Cooperativismo e ESG
Notícias saber cooperar
11/07/2024

A relação entre Cooperativas e Bioeconomia

Qual é a relação entre cooperativas e bioeconomia? A onda verde chegou com força ao setor econômico. A chamada bioeconomia está em alta, mas você saber o que ela propõe, na prática?
A relação entre Cooperativas e Bioeconomia
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14/05/2024

15º CBC é certificado com neutralidade em carbono

Créditos serão revertidos para projeto de conservação na floresta amazônica   Uma empresa é carbono neutro quando compensa as emissões de gases de efeito estufa associadas às suas operações.Os dias 14 a 16 de maio prometem ser um marco para os movimentos cooperativistas, uma vez que líderes, especialistas e cooperados estarão reunidos no 15º Congresso Brasileiro do Cooperativismo (CBC), maior evento do movimento no mundo. Além de definir as diretrizes estratégicas que vão guiar as ações do modelo de negócios no ciclo 2025-2030, o evento deste ano também se destaca por seu compromisso com a sustentabilidade e a preservação ambiental, com a certificação como neutro em carbono. O selo atesta que as emissões, que totalizaram 721 toneladas de CO2 foram efetivamente neutralizadas por meio do financiamento de um projeto de conservação na floresta amazônica brasileira. Os créditos serão revertidos para o Projeto REDD+ Rio Preto Jacundá, que busca promover impactos sociais e ambientais positivos na região, através da geração e comercialização de créditos de carbono. A renda proveniente do processo é reinvestida na comunidade, financiando projetos que incluem a construção de infraestrutura comunitária, acesso à educação e cultura, e cuidados de saúde essenciais por meio de visitas de médicos. Além do compromisso com a neutralidade das emissões de carbono, o CBC contará com uma ativação que visa aumentar a conscientização sobre a importância da mitigação dos gases de efeito estufa. Trata-se de uma plataforma interativa de cálculo de emissões que estará disponível no local, permitindo que os participantes avaliem, individualmente, sua pegada de carbono. A iniciativa busca capacitar os participantes a entenderem e se engajarem ativamente com o conceito de neutralidade de carbono. “Os participantes terão a oportunidade de interagir com esta plataforma e obter insights sobre seus impactos individuais. As emissões calculadas serão acompanhadas por uma mensagem afirmando que as emissões do evento já foram compensadas, juntamente com informações concretas sobre o Projeto REDD+ Rio Preto Jacundá”, explica Alex Macedo, coordenador de Meio Ambiente do Sistema OCB. Alex lembra também que o cooperativismo se preocupa e busca a neutralidade de carbono no exercício de suas atividades constantemente."Com essa iniciativa, o CBC demonstra o compromisso do movimento com a responsabilidade ambiental e o bem-estar de toda a sociedade, contribuindo para a mitigação das mudanças climáticas e com a conscientização ambiental”, completa.    Certificação A certificação obtida para o evento exige a quantificação das emissões de gases de efeito estufa (GEE) geradas, desde a organização até a desmontagem. As emissões que não podem ser totalmente eliminadas são neutralizadas por meio do investimento em projetos de compensação de carbono, como é o caso do projeto REDD+ Rio Preto Jacundá.   A prática de neutralizar as emissões por meio da compra de créditos é reconhecida internacionalmente como um esforço significativo para reduzir a pegada de carbono de uma empresa. Quando uma empresa é carbono neutro, significa que ela compensa as emissões de gases de efeito estufa associadas às suas operações. Saiba Mais: Cooperacre é referência na promoção de economia de baixo carbono GT Ambiental discute neutralidade de carbono  Câmara aprova programa de aceleração da transição energética 
15º CBC é certificado com neutralidade em carbono
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12/04/2024

Parceria estratégica busca fortalecer cadeia de lácteos

Sistema OCB se reúne com Conselho dos Exportadores dos Estados Unidos    A Casa do Cooperativismo recebeu, na quarta-feria (10), representantes do Conselho dos Exportadores de Lácteos dos EUA (Usdec), organização independente e sem fins lucrativos, que representa os interesses comerciais da cadeia produtiva dos Estados Unidos. A missão do colegiado é aumentar a demanda por produtos lácteos norte-americanos. O encontro ocorreu por meio da BMJ Consultoria, da qual o USDEC é cliente. A reunião faz parte de uma estratégia de fortalecimento das relações comerciais com a cadeia produtiva do leite e derivados brasileira. Os representantes foram recebidos pelo presidente Márcio Lopes de Freitas, e pelo coordenador da Câmara do Leite do Sistema OCB, Vicente Nogueira Neto. Pelo conselho participaram o vice-presidente executivo de Desenvolvimento de Políticas e Estratégia, Jaime Castaneda; e a diretora do Usdec na Amérida do Sul, Clarice Nagata. Já pela BMJ Consultoria estiveram presentes Leandro Barcelos, gerente de Comércio Internacional, e Ana Beatriz Zanuni, consultora de Comércio Internacional. Reunião buscou fortalecimento das relações comerciais com a cadeia produtiva do leite e derivados brasileiraO assunto central do encontro foi a importância de fortalecer a defesa do setor e promover o consumo de lácteos. De acordo com os presentes, essa defesa demanda uma comunicação mais assertiva e eficaz com o consumidor, buscando destacar a relevância sócio-econômica da cadeia produtiva de leite para todo o mundo. A estratégia proposta será construída para demonstrar a modernização sustentável do setor, alinhada com as boas práticas agropecuárias e de bem-estar animal, assim como conhecer e entender melhor os anseios dos consumidores. Em outras palavras, aproximar o público urbano do meio rural de forma transparente e construtiva. Márcio Freitas apresentou o tamanho do cooperativismo no Brasil e sua importância para a economia e a sociedade do país, bem como a importância do movimento para o crescimento da agropecuária, a partir da atuação das cooperativas. Também foi demonstrada a forte relação com o desenvolvimento da cadeia produtiva do leite e derivados. O presidente salientou ainda, o papel fundamental do Sistema OCB na representação institucional das cooperativas junto aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, especialmente pro meio da atuação da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), na defesa dos interesses do cooperativismo e do desenvolvimento brasileiro. Ao final, os representantes do Usdec agradeceram a recepção e o alinhamento com a defesa do setor produtivo e promoção dos lácteos. Novos encontros ficaram de ser marcados para aprofundamento do tema e construção de propostas. Saiba Mais: Câmara do Leite discute desafios e oportunidades do setor Sistema OCB lidera mobilização por decreto para lácteos Produtores de leite pedem o fim da importação de produtos lácteos 
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