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title: ESGCoop | Sistema OCB
description: ESGCoop, diagnóstico organizacional para definir os indicadores das iniciativas sustentáveis implementadas pelas cooperativas e mensurar seus resultados.
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![Logo ESGCoop](https://somoscooperativismo.coop.br/components/com_sppagebuilder/assets/images/lazyloading-placeholder.svg)































O Programa ESGCoop tem por objetivo capacitar lideranças e técnicos, mapear boas práticas e disponibilizar soluções em consonância com os critérios ESG. Pensado a partir de uma abordagem sistêmica e composto de soluções que se complementam, permite que a cooperativa se prepare para promover maior competitividade em processos e temas relativos à sustentabilidade. Assim, o programa garante que as cooperativas atuem de forma comprovadamente sustentável e ainda estejam aptas a divulgar, por meio de relatórios qualificados, suas práticas nas 3 dimensões (E/S/G).

O programa é composto de 4 pilares: Diagnóstico ESGCoop, Formação, Materialidade e Soluções.



















 Avalia o nível de aderência das cooperativas às boas práticas ambientais, sociais e de governança, com base em padrões reconhecidos internacionalmente. Favorece a identificação de temas materiais e a sistematização das práticas já existentes e contribui para o aumento da transparência, da competitividade e do fortalecimento da reputação institucional.













Formação da liderança e equipe técnica da cooperativa para implementação e Reporte.













Mapeamento de impactos das atividades e diálogo com as partes interessadas sobre sua relevância e prioridades.













Operacionalização da transformação nos critérios Ambiental, Social e Governança.

















A partir do diagnóstico e do mapeamento de temas materiais e ainda com base no seu Plano de Sustentabilidade, a cooperativa poderá implementar práticas e processos para minimizar ou neutralizar impactos, bem como resolver questões segundo os critérios ESG, inserindo a temática nos negócios da cooperativa, de modo a alavancar seus resultados.

















**Ambiental (E) -** Apoia as cooperativas na mensuração e gestão das emissões de gases de efeito estufa (GEE), com apoio ao inventário de emissões, plano e roadmap de descarbonização, definição de metas, publicação em registro público e estudo de viabilidade de crédito de carbono. Permite compreender a pegada de carbono e adotar estratégias eficazes de redução e compensação, um passo essencial para atuar com responsabilidade climática e fortalecer a competitividade.













**Ambiental (E) -** A solução integra formação, consultoria e suporte à execução, apoiando as cooperativas no uso eficiente da energia, com redução de custos operacionais e impactos ambientais. Ao otimizar processos e recursos, as cooperativas avançam em eficiência, produtividade e sustentabilidade, gerando resultados diretos no desempenho e na competitividade do negócio.













**Social (S) -** Metodologia que orienta a construção e a gestão de projetos sociais por meio de uma plataforma web que permite registrar, acompanhar e mensurar resultados alcançados. A solução transforma iniciativas sociais e filantrópicas em projetos estruturados, conectando as demandas das comunidades às estratégias das cooperativas e possibilitando a geração de indicadores que evidenciam os impactos alcançados.















**Social (S) -** Desenvolvida para apoiar as cooperativas na promoção da inclusão, diversidade e equidade, alinhada aos critérios ESG. Por meio de capacitações, consultorias e publicações, a iniciativa orienta a criação de políticas e ações que valorizam pessoas diversas, fortalecem a cultura organizacional e ampliam a reputação das cooperativas como negócios éticos, sustentáveis e conectados à sociedade.













**Governança (G) -** Certificação para Conselhos de Administração e Fiscal, na base comum dos 8 ramos do Cooperativismo, focada na elevação da qualificação dos conselheiros – atuais e potenciais – e consequente aumento da competitividade da cooperativa, considerando as características diferenciadas do modelo de negócios cooperativista.













**Governança (G) -** Uma solução que combina capacitação e mentoria, com o objetivo de apoiar a implantação customizada de programa de compliance e integridade, contemplando avaliação do estágio de maturidade, nivelamento de conhecimentos, formação da equipe, estruturação ou melhoria dos processos, e elaboração de instrumentos específicos da Cooperativa.

















![O Coop na COP](https://somoscooperativismo.coop.br/media/com_sppagebuilder/placeholder/coop-na-cop.webp)

### O Coop na COP

Participação do cooperativismo na Conferência do Clima, com o objetivo de demonstrar como o cooperativismo brasileiro atua na agenda climática global e se posiciona como parte da solução para os desafios da sustentabilidade. Por meio da articulação institucional, da proposição de soluções, da incidência em pautas estratégicas e do mapeamento e apresentação de cases concretos, as cooperativas demonstram como transformam compromisso em ação, com vistas ao desenvolvimento mais sustentável, resiliente e inclusivo.

[Saiba mais](https://somoscooperativismo.coop.br/cop30)

















![Comitê Elas Pelo Coop e Geração C](https://somoscooperativismo.coop.br/media/com_sppagebuilder/placeholder/elas-pelo-coop-e-geracao-c.webp)

### Comitê Elas Pelo Coop e Geração C

comitês de mulheres e jovens que objetivam ampliar a participação desses públicos nas lideranças do cooperativismo brasileiro. Manuais e materiais diversos visando a atuação dos membros e membras em quatro eixos de atuação: formação e capacitação; representação institucional; intercooperação; e, elaboração e diretrizes.

[Saiba mais](https://somoscooperativismo.coop.br/institucional/sistemaocb/conselhos-e-comites)

















![Dia C - Dia de Cooperar](https://somoscooperativismo.coop.br/media/com_sppagebuilder/placeholder/dia-c.webp)

### Dia C - Dia de Cooperar

Celebração nacional, realizada no último sábado de agosto de cada ano, visando estimular a prática do sétimo princípio do cooperativismo por meio do voluntariado, com a realização de ações socioambientais pelas cooperativas brasileiras, as quais podem ser realizadas somente no dia da celebração ou durante todo o ano.

[Saiba mais](https://somoscooperativismo.coop.br/solucoes/esgcoop/dia-c)

































[ ![Sistema OCB recebe homenagem por compromisso com sustentabilidade](https://somoscooperativismo.coop.br/images/dji_20260817161940_0194_d_b86442a6fb62c6e3.webp)](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/sistema-ocb-recebe-homenagem-por-compromisso-com-sustentabilidade)

 18/08/2026

 [### Sistema OCB recebe homenagem por compromisso com sustentabilidade

 ](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/sistema-ocb-recebe-homenagem-por-compromisso-com-sustentabilidade) Reconhecimento destaca atuação na logística reversa de embalagens de defensivos agrícolas O compromisso das cooperativas com a sustentabilidade no campo foi reconhecido nesta segunda-feira (17), durante a solenidade oficial do Dia Nacional do Campo Limpo, em Brasília. O Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inpEV) homenageou o Sistema OCB pela atuação da entidade e das cooperativas brasileiras no fortalecimento das práticas de responsabilidade ambiental no meio rural. O presidente do Conselho de Administração, Márcio Lopes de Freitas, recebeu a homenagem em nome da instituição. Ao agradecer o reconhecimento, ele destacou a dimensão do cooperativismo agropecuário e a relação direta das cooperativas com os produtores, que permite levar orientação e boas práticas para dentro das propriedades. “Recebemos essa homenagem com muita alegria e, principalmente, como um reconhecimento ao trabalho que milhares de cooperativas e produtores fazem todos os dias. O cooperativismo está presente em toda a cadeia agropecuária e tem uma responsabilidade enorme na construção de uma produção cada vez mais sustentável”, afirmou. De acordo com o AnuárioCoop 2026, as cooperativas agropecuárias respondem por 53% da produção nacional de grãos e por 25% da capacidade de armazenagem do país. O ramo reúne 1.254 cooperativas, que somam R$ 487,3 bilhões em ingressos e 277,2 mil empregos diretos. Para Márcio, essa presença amplia a capacidade do cooperativismo de contribuir para iniciativas que envolvem educação ambiental, orientação técnica e responsabilidade compartilhada entre os diferentes elos da cadeia produtiva. “A cooperativa está muito próxima do produtor, desde o planejamento da safra até a comercialização. Por isso, também tem um papel importante na orientação, na educação e na construção de uma cultura de responsabilidade ambiental. Sustentabilidade não é tarefa de um único elo: ela depende da participação de toda a cadeia”, acrescentou. Parceria Gerido pelo inpEV, o Sistema Campo Limpo é o programa brasileiro de logística reversa de embalagens vazias de defensivos agrícolas. Em funcionamento desde 2002, o sistema reúne fabricantes, distribuidores, cooperativas agricultores, poder público e outros agentes da cadeia em um modelo de responsabilidade compartilhada. As cooperativas participam desse processo como canais de distribuição, com apoio e orientação aos produtores sobre a devolução das embalagens e, em alguns casos, na operação das unidades de recebimento. Atualmente, mais de 240 associações de revendas e cooperativas integram a rede, que conta com 424 unidades de recebimento em todo o país. O sistema já destinou corretamente mais de 900 mil toneladas de embalagens desde sua criação. Somente em 2025, foram 75.996 toneladas, o maior volume anual registrado, com crescimento de 11%. Segundo o inpEV, 100% das embalagens devolvidas recebem destinação ambientalmente adequada. Desse total, 92% são recicladas e transformadas em 38 artefatos homologados. O presidente Márcio também ressaltou a importância da parceria entre as instituições para ampliar a conscientização no campo. “O Sistema Campo Limpo é uma referência e mostra o que é possível fazer quando indústria, produtores, cooperativas e poder público trabalham juntos. Nosso compromisso é continuar fortalecendo essa parceria e ajudando a levar informação e educação ambiental para quem está na ponta”, complementou. Dia Nacional do Campo Limpo A solenidade em Brasília marcou a 22ª edição do Dia Nacional do Campo Limpo, celebrado oficialmente em 18 de agosto e integrado ao Calendário Nacional por meio da Lei Federal 11.657/2008. A programação nacional também contou com o lançamento do tour virtual Devolução de Embalagens Vazias de Defensivos Agrícolas, desenvolvido no âmbito do Acordo de Cooperação Técnica firmado entre o inpEV e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), vigente desde 2024. A iniciativa amplia as possibilidades de acesso a informações sobre o processo de devolução e destinação das embalagens. Saiba Mais: Sistema OCB e DLG aproximam agendas de inovação e tecnologia no agro Márcio Lopes de Freitas recebe livro sobre o futuro dos conselhos Brasil e Tailândia ampliam diálogo sobre agricultura e cooperativismo



 

 

[ ![Semana de Competitividade abre nova etapa para a CulturaCoop](https://somoscooperativismo.coop.br/images/55461933085_b301e5a033_k_e342f5689c26dc98.webp)](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/semana-de-competitividade-abre-nova-etapa-para-a-culturacoop)

 18/08/2026

####  [ Semana de Competitividade abre nova etapa para a CulturaCoop ](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/semana-de-competitividade-abre-nova-etapa-para-a-culturacoop) 

 Evento consolida aprendizados e mobiliza cooperativas para transformar reflexões em ações Três dias de debates, experiências e encontros colocaram a cultura cooperativista no palco principal da Semana de Competitividade 2026. De 11 a 13 de agosto, cerca de 800 cooperativistas de todos os estados brasileiros participaram do evento que aconteceu em Brasília. Com o tema Cultivando a Cultura Cooperativista, a programação percorreu diferentes dimensões do movimento. Teve espaço para discutir educação, governança, comunicação, juventude, legado e sucessão, mas também para olhar para aquilo que já foi construído pelo cooperativismo e pensar como esse legado pode ajudar a orientar os próximos passos. A Semana também foi marcada por lançamentos. O documentário Pioneiros do Cooperativismo Brasileiro resgatou histórias de lideranças que ajudaram a construir o movimento em diferentes regiões e ramos do país. A publicação do livro Raízes e Fundamentos do Cooperativismo ampliou esse registro ao reunir conteúdos sobre a trajetória, os princípios e as bases que sustentam o modelo. No segundo dia, os debates ganharam uma abordagem mais prática com quatro labs e salas temáticas nas trilhas de Governança Cooperativa, Educação Cooperativista, Comunicação e Experiência, e Legado e Sucessão. Os participantes foram convidados a discutir desafios presentes nas cooperativas e construir soluções relacionadas ao engajamento de jovens, novas formas de aprendizagem, comunicação com cooperados e preservação da memória institucional. Para Júlia Miranda, analista de Desenvolvimento Humano do Sistema OCB/ES, a programação ajudou a mostrar que a cultura cooperativista precisa estar presente no cotidiano das organizações. “É algo que precisa ser trabalhado, principalmente com os dirigentes. É muito importante que eles estejam presentes porque são essenciais para a implementação da cultura cooperativista.” Por que falar de cultura? A escolha do tema que guiou a Semana foi resultado de um processo que começou antes do evento. Durante o 15º Congresso Brasileiro do Cooperativismo (CBC), o Sistema OCB recebeu 1,9 mil sugestões para orientar as diretrizes do movimento entre 2025 e 2030. A palavra ‘cultura’ apareceu mais de 400 vezes nas contribuições. O assunto também já havia chamado atenção na Pesquisa Nacional do Cooperativismo, realizada em 2023. O levantamento mostrou que a cultura cooperativista estava entre as preocupações de dirigentes, cooperados e empregados. A presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella, explica que os resultados ajudaram a tirar o tema da discussão e colocá-lo como uma frente estratégica de atuação. “Quando realizamos aquela pesquisa em 2023, percebemos o quanto a cultura cooperativista veio como uma preocupação dos dirigentes, dos cooperados e dos empregados. Isso nos fez colocar esse tema no congresso. A partir de então, começamos a construir o que entregamos em parte na semana”, afirmou. Para o presidente do Conselho de Administração do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, a discussão passa por uma questão central: crescer sem deixar que o negócio se distancie da identidade cooperativista. “A Semana de Competitividade mostrou que falar de cultura é mais que apenas olhar para o passado. É entender de onde viemos para fazer escolhas melhores sobre o futuro. Saímos com reflexões, experiências e, principalmente, com o compromisso de levar esse debate para dentro das cooperativas”, declarou. Um retrato da cultura cooperativista A discussão ganhou ainda mais força com o diagnóstico nacional sobre a cultura cooperativista apresentado pela superintendente do Sistema OCB, Fabíola Nader Motta, durante o evento. A pesquisa ouviu 9.761 pessoas em todo o país, incluindo cooperados, empregados, dirigentes e conselheiros. Na etapa qualitativa, foram realizadas 46 entrevistas em profundidade, em 37 cooperativas de 26 estados e do Distrito Federal. Os resultados mostram uma relação de confiança entre cooperados e cooperativas, mas também apontam desafios de participação e conhecimento. Três em cada dez cooperados citaram alguma barreira relacionada à informação ou ao conhecimento, índice que chega a 43% entre os cooperados do ramo Crédito. Ao mesmo tempo, Educação, Formação e Informação foi o princípio mais citado como prioridade: 58% dos cooperados fizeram essa escolha, percentual que chegou a 71% entre empregados, 57% entre dirigentes e 62% entre jovens de 18 a 34 anos. “Quem conhece, gosta. A barreira é a comunicação e o caminho é a educação cooperativista”, resumiu Fabíola. Memória para construir o futuro A relação entre passado e futuro apareceu de diferentes formas durante os três dias. O documentário e o livro lançados na Semana fizeram parte desse movimento de preservação, enquanto o lab Legado e Sucessão levou os participantes a pensarem em como transformar documentos, relatos, fotografias e histórias em patrimônio acessível às próximas gerações. Para Lílian Carvalho, analista de governança da Unimed Porto Velho, conhecer essa trajetória também fortalece o sentimento de pertencimento. “Quando o cooperado entende que aquela história também é sua, a relação com a cooperativa se fortalece e se reflete na forma como ele participa e contribui para o futuro da organização”, defendeu. A gerente geral de Negócios do Sistema OCB, Clara Maffia, também destacou os princípios e valores como o elo que conecta diferentes momentos da história cooperativista. “Tem uma linha que conecta as cooperativas e suas histórias, que são os nossos princípios e valores. É esse olhar do cooperativismo para colocar o cooperado no centro, para desenvolver um negócio que tenha viabilidade, sustentabilidade e garanta prosperidade para o cooperado, para a comunidade e para o país inteiro.” Educação e novas gerações Se preservar o legado é importante, garantir sua continuidade também exige formar quem dará sequência ao movimento. Por isso, educação e juventude apareceram entre os temas centrais da programação. Os participantes discutiram formas de tornar as experiências de aprendizagem mais conectadas à realidade dos cooperados e estratégias para aproximar os jovens das cooperativas. A ideia foi ir além da criação de espaços específicos para a juventude e pensar em oportunidades reais de participação e desenvolvimento. Para Clara, esse é um dos caminhos para manter a cultura cooperativista viva. “Não podemos deixar de lembrar aquilo que nos trouxe até aqui enquanto legado e pensar o que vamos fazer agora, em termos de educação cooperativista, para garantir a permanência dessa cultura”, acrescentou. Crescer sem perder a identidade Ao longo da Semana, a discussão sobre cultura também encontrou outro desafio: como acompanhar as transformações do mercado sem abrir mão daquilo que diferencia o cooperativismo. Na avaliação de Tania Zanella, inovação, profissionalização e crescimento precisam caminhar juntos com a identidade do movimento. “As respostas aos desafios do século 21 estão no cooperativismo. A pessoa no centro, a pauta ESG, a economia colaborativa e compartilhada, tudo isso a gente encontra no cooperativismo. Esse é o nosso diferencial e é isso que precisamos explorar”, completou. A proposta agora é levar as discussões para dentro das cooperativas e manter a troca entre os participantes por meio da Comunidade CulturaCoop, rede anunciada durante o evento. Para Tania, esse é o início de uma nova etapa. “O nosso trabalho começa agora”, concluiu. Saiba Mais: Trilha de governança aponta caminhos para cooperativas mais perenes Semana de Competitividade é encerrada com chamado à ação Labs estimulam soluções para fortalecer a cultura cooperativista

 

 

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[ ![Ativações conectam cultura, aprendizado e cooperação ](https://somoscooperativismo.coop.br/images/55458180371_542e058d26_k_fccb7e73cf581b77.webp)](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/ativacoes-conectam-cultura-aprendizado-e-cooperacao)

 18/08/2026

####  [ Ativações conectam cultura, aprendizado e cooperação ](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/ativacoes-conectam-cultura-aprendizado-e-cooperacao) 

 Experiências gamificadas aproximaram participantes dos princípios, soluções e iniciativas do Sistema OCB Conhecer, experimentar, compartilhar e levar novos aprendizados para as cooperativas. Durante a Semana de Competitividade 2026, realizada de 11 a 13 de agosto, em Brasília, os participantes encontraram, para além das palestras, trilhas e laboratórios, uma série de ativações que transformaram os intervalos da programação em oportunidades para vivenciar, na prática, o tema Cultivando a Cultura Cooperativista. A experiência gamificada convidou os participantes a percorrer diferentes espaços do evento e acumular selos em uma pulseira. Cada parada oferecia uma forma diferente de desbravar o cooperativismo, as soluções oferecidas pelo Sistema OCB e as possibilidades de levar novos conhecimentos para as cooperativas. Quanto maior a participação, maior a pontuação disponível para a troca por brindes, que tinham valores diferentes. A proposta deu continuidade à estratégia adotada na edição anterior da Semana de Competitividade, quando a gamificação também estimulou os participantes a conhecerem iniciativas do Sistema OCB de forma leve e interativa. Em 2026, o circuito ganhou conexão direta com o tema central do evento, ao criar oportunidades para refletir sobre identidade, pertencimento, educação e princípios cooperativistas. Para Cleide de Fatima, gestora administrativa da Coagril, de Minas Gerais, a diversidade das experiências ajudou a ampliar a experiência proporcionada pelo evento. “Durante esses três dias, tivemos a oportunidade de vivenciar o cooperativismo de diversas formas. Além de todo o conteúdo, pudemos conhecer empresas que trabalham com produtos cooperativistas, participar das atividades e fazer a carteirinha de cooperativista”, contou. Conexão digital A jornada pelas ativações começava já na retirada dos kits. Os participantes eram convidados a mostrar que acompanhavam os perfis @sistemaocb e @somoscoop no Instagram, uma forma de estimular a conexão com os canais que reúnem conteúdo, iniciativas e novidades do movimento cooperativista. As redes sociais também serviram como porta de entrada para o MarketCoop, shopping virtual que reúne produtos de cooperativas de diferentes regiões do país. Em uma das ativações, o desafio era seguir o perfil @marketcoopbr no Instagram. Em outra, o participante experimentava a jornada oferecida pelo marketplace ao realizar uma compra simbólica do próprio selo, sem qualquer valor envolvido. Outro espaço colocou os próprios participantes no centro da experiência. No Coop de Carteirinha, cada pessoa podia tirar uma foto e receber, na hora, o documento personalizado com seus dados e a indicação de desde quando faz parte do cooperativismo. A lembrança materializou de forma descontraída uma das mensagens presentes em toda a programação: o orgulho de pertencer ao movimento. Soluções para as coops Na Parede de Soluções, a proposta foi apresentar ferramentas que o Sistema OCB disponibiliza para apoiar as cooperativas em diferentes dimensões de sua atuação. A jornada passou pelo AnuárioCoop, AvaliaCoop, CapacitaCoop, CulturaCoop, GestãoCoop, NegóciosCoop, ESGCoop, InovaCoop, RepresentaCoop e SomosCoop, permitindo que os participantes conhecessem recursos que podem contribuir para desafios concretos de suas organizações. No estande do SomosCoop, os participantes tiraram fotos com o carimbo SomosCoop e postaram em suas redes sociais. Ao mesmo tempo, conheceram melhor sua função na identificação de produtos e serviços de cooperativas. A experiência reforçou a importância de levar essa discussão para as bases e mostrar à sociedade o diferencial dos produtos e serviços oferecidos pelo cooperativismo. Cultura vivenciada A identidade cooperativista ganhou uma representação visual no Túnel CulturaCoop. Logo na entrada, a mensagem CulturaCoop: conectando passado e presente para cultivar o futuro antecipava a proposta do espaço. A experiência conduzia os participantes por uma sequência de estruturas que remetiam à conexão entre memória, cultura, legado e futuro. Mensagens distribuídas ao longo do percurso, como A memória compartilhada fortalece a cultura e transmite o legado, ajudavam a traduzir visualmente o tema central da Semana de Competitividade. O túnel funcionou, assim, como uma passagem simbólica entre aquilo que o cooperativismo construiu ao longo de sua história e o que pretende cultivar para as próximas gerações. Na Praça dos Princípios, os sete princípios cooperativistas ganharam cabines próprias, identificadas por cores diferentes. A dinâmica convidava cada participante a escolher um deles e gravar um vídeo com uma reflexão espontânea sobre sua importância e sobre como aquele princípio se manifesta no cotidiano da cooperativa. Depois, era só publicar o vídeo nos stories do Instagram e marcar o perfil do Sistema OCB. Aprender jogando Uma das ativações apresentou aos participantes a solução Jogar + Aprender, iniciativa gratuita do Sistema OCB que reúne jogos, guias metodológicos, trilhas de aprendizagem, recursos pedagógicos e conteúdo para apoiar o ensino do cooperativismo entre crianças e jovens. O espaço mostrou, na prática, como história, memória, cultura e princípios cooperativistas podem ser trabalhados de maneira lúdica, interativa e multissensorial. Para conquistar o selo, bastava concluir uma das três experiências disponíveis. A proposta reforçou uma das mensagens presentes ao longo da Semana: cultivar a cultura cooperativista também passa pela forma como seus valores são transmitidos às novas gerações. Conhecimento que continua A CapacitaCoop também ganhou uma experiência própria. Os participantes foram convidados a participar de um jogo de paciência e, em seguida, conhecer a trilha de aprendizagem História, Memória e Cultura Cooperativista. Para conquistar o selo, era preciso realizar a inscrição na formação por meio de um QR Code disponibilizado no espaço. Para Wesley Faustino Martins Lopes, presidente da Corema, do Pará, a ativação dialogou diretamente com um dos desafios centrais do cooperativismo: preparar novas gerações para assumir o protagonismo do movimento. “É até difícil escolher entre todos os espaços, porque todos foram muito interessantes, mas o CapacitaCoop chamou muito a minha atenção. Precisamos estar preparados e capacitados para fortalecer o cooperativismo com essa nova geração que está chegando”, afirmou. Segundo ele, formação, legado e sucessão caminham juntos. “Essa é a nossa missão: fortalecer a cultura cooperativista e, para isso, é necessário resgatar o que construímos no passado e capacitar os jovens para que possam dar continuidade a esse trabalho. É assim que conseguimos deixar um legado e preparar a sucessão dentro das cooperativas”, acrescentou. Experiência sensorial Entre as ativações que despertaram maior envolvimento esteve a Sala Sensorial, concebida para promover reflexões sobre inclusão, equidade e diversidade. Em um ambiente dinâmico e educativo, estímulos visuais e auditivos conduziram os participantes por situações voltadas à valorização das diferenças e à importância de criar espaços nos quais diferentes vozes sejam ouvidas e reconhecidas. A experiência foi uma das que mais chamaram a atenção de Cleide. “Foi uma experiência muito diferente e que vale a pena manter como surpresa para quem ainda vai vivenciá-la”, afirmou. A sala também marcou a participação de Vinícius Monte, coordenador pedagógico, professor e integrante do Conselho de Administração da Coopeduque, cooperativa de educadores de Santa Isabel do Pará. Para ele, as reflexões propostas pelo espaço podem repercutir diretamente nas cooperativas ao estimular ambientes mais inclusivos e ampliar oportunidades. “Trazer isso para a cooperativa faz com que outras pessoas possam saber que elas também podem estar nesses espaços”, avaliou. Cases que inspiram Além do circuito de ativações, a Semana de Competitividade contou com o EstúdioCoop, espaço dedicado ao registro e compartilhamento de experiências bem-sucedidas relacionadas à cultura cooperativista. Foram gravados 20 cases de sucesso, com iniciativas relacionadas a temas como educação, governança e sucessão. Os conteúdos serão disponibilizados no site do Sistema OCB para inspirar outras cooperativas, compartilhar práticas e ampliar o alcance das experiências desenvolvidas pelo movimento. Saiba Mais: Semana de Competitividade é encerrada com chamado à ação Encontro de gerações abre caminhos para renovação Labs estimulam soluções para fortalecer a cultura cooperativista

 

 

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[ ![Cooperativas de transporte operam frota com mais de 43 mil veículos ](https://somoscooperativismo.coop.br/images/20250814md476_m_9fd7e5de00272658.webp)](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-representacao/cooperativas-de-transporte-operam-frota-com-mais-de-43-mil-veiculos)

 17/08/2026

####  [ Cooperativas de transporte operam frota com mais de 43 mil veículos ](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-representacao/cooperativas-de-transporte-operam-frota-com-mais-de-43-mil-veiculos) 

 Ramo movimentou R$ 12 bilhões em 2025 e mantém frota de cargas mais jovem que a de autônomos Do transporte de cargas ao deslocamento diário de passageiros, as cooperativas ajudam a conectar pessoas, regiões e atividades produtivas em todo o país. O modelo permite que transportadores organizem sua atuação de forma coletiva, compartilhem estruturas e serviços e ampliem sua capacidade de competir em um mercado marcado por custos elevados e constantes transformações. Os dados do Anuário do Cooperativismo Brasileiro 2026, divulgado pelo Sistema OCB nesta sexta-feira (31), mostram a dimensão dessa atuação. O Ramo Transporte reúne 730 cooperativas, responsáveis por congregar 128.649 cooperados e gerar 5.377 empregos diretos. Em 2025, as cooperativas movimentaram aproximadamente R$ 12 bilhões em ingressos e somaram R$ 3,04 bilhões em ativos. O ramo também registrou R$ 320,1 milhões em despesas com pessoal, indicadores que demonstram sua contribuição para a atividade econômica e para a geração de trabalho e renda. O número de cooperados aumentou 12% em relação a 2024, quando o ramo registrou 114.878 associados. O avanço demonstra a capacidade do cooperativismo de reunir profissionais do transporte em torno de soluções compartilhadas para geração de trabalho, renda e competitividade. “O cooperativismo permite que transportadores atuem com mais organização, escala e capacidade de negociação. Ao compartilhar estruturas e participar diretamente das decisões, esses profissionais fortalecem seus negócios e encontram melhores condições para gerar renda e prestar serviços com qualidade e segurança”, afirma a presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella. Frota mais jovem fortalece o transporte de cargas As cooperativas que atuam no transporte de cargas mantêm uma frota superior a 43 mil veículos. Entre os principais tipos registrados estão cerca de 20,4 mil caminhõese 19,5 mil semirreboques , além de caminhonetes e outros veículos utilizados nas operações. Um dos destaques é a idade média dessa frota. Os veículos das cooperativas têm, em média, 14,1 anos, resultado significativamente inferior aos 23,1 anos registrados entre os Transportadores Autônomos de Cargas. A diferença de nove anos sinaliza maior capacidade das cooperativas de apoiar a renovação dos veículos, melhorar as condições operacionais e acompanhar as exigências de segurança, eficiência e sustentabilidade do setor. Segundo Tania, a organização coletiva cria condições mais favoráveis para esse processo. “Renovar uma frota exige planejamento, acesso a crédito e capacidade de investimento. A cooperativa ajuda o transportador a enfrentar esses desafios de forma conjunta, oferece suporte para modernizar a operação, reduzir custos e tornar o serviço mais eficiente, seguro e sustentável”. Transporte de passageiros Embora o transporte rodoviário de cargas represente uma parcela expressiva do ramo, as cooperativas atuam em diferentes modalidades, podendo atuar em mais de um segmento simultaneamente. O AnuárioCoop 2026 mostra que 364 cooperativas são ligadas ao transporte rodoviário de cargas, o equivalente a 49,9% do total. Outras 328 cooperativas atuam no transporte rodoviário coletivo de passageiros, enquanto 192 estão ligadas ao transporte individual. O ramo também reúne cooperativas dos segmentos aquaviário e aéreo. Essa atuação ganha relevância especialmente em territórios onde a oferta de transporte é limitada. Ao reunir os próprios profissionais responsáveis pelo serviço, as cooperativas podem desenvolver soluções adaptadas às necessidades de cada localidade, conectar áreas rurais e urbanas e ampliar a mobilidade. Intercooperação A integração com outros ramos também contribui para a sustentabilidade das cooperativas de transporte. Em 2025, 390 organizações, ou 53,4% do total, mantiveram movimentação financeira com cooperativas de crédito. Também foram registradas relações com cooperativas de saúde, trabalho e agropecuárias, além da contratação de serviços de outras cooperativas de transporte. Essa rede permite ampliar o acesso dos cooperados a crédito, assistência e soluções operacionais, fazendo com que os recursos circulem dentro do próprio movimento cooperativista. Nesse cenário, as cooperativas oferecem aos transportadores uma forma de atuação baseada em organização coletiva, autonomia e participação democrática. Saiba Mais: Cooperativas de consumo fortalecem economia compartilhada Cooperativas de Infraestrutura expandem geração de energia Cooperativas de saúde reforçam papel na assistência aos brasileiros
