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title: CulturaCoop | Sistema OCB
description: Conheça o CulturaCoop, iniciativa para fortalecer a cultura cooperativista, promover educação e preservar os valores e princípios do cooperativismo.
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  O Eixo CulturaCoop objetiva fortalecer a cultura cooperativista, que é o jeito de pensar, se relacionar e agir no cooperativismo, orientado pelos nossos valores e princípios. Para isso, é composto de soluções focadas na perenidade do cooperativismo e manutenção do modelo de negócios, por meio do fortalecimento da identidade, da filosofia e da educação cooperativista.

















Solução que orienta as cooperativas na identificação, organização e divulgação da sua história e memória institucional como ativo estratégico para a gestão, relacionamento e fortalecimento da cultura e identidade cooperativista.













Visa formar e instrumentalizar profissionais para atuarem como educadores, disseminando a cultura, fortalecendo a identidade e a filosofia cooperativista, contribuindo para que o jeito de ser coop chegue em todas as comunidades













Uma jornada de formação voltada para lideranças cooperativistas, atuais e futuras, com foco em preparar quem deseja assumir posições de liderança e ampliar a visão de quem já atua, oferecendo um ambiente favorável à sucessão e continuidade institucional.

 

















[ ![Encontro de gerações abre caminhos para renovação  ](https://somoscooperativismo.coop.br/images/55460515527_fe84a48ed5_k_2b7cf45193be9c09.webp)](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/encontro-de-geracoes-abre-caminhos-para-renovacao)

 13/08/2026

 [### Encontro de gerações abre caminhos para renovação 

 ](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/encontro-de-geracoes-abre-caminhos-para-renovacao) Michel Alcoforado defende intercâmbio de ideias para combinar experiência, propósito e inovação A convivência de diferentes gerações no ambiente de trabalho deixou de ser uma escolha e passou a fazer parte da rotina das organizações. Para o antropólogo Michel Alcoforado, o desafio agora é transformar as diferenças de comportamento, comunicação e expectativas profissionais em uma oportunidade de renovação para as cooperativas. O tema abriu a programação desta quinta-feira (13), terceiro e último dia da Semana de Competitividade 2026, promovida pelo Sistema OCB, em Brasília. Na palestra Tendências de comunicação e os conflitos geracionais, Alcoforado analisou como transformações sociais, tecnológicas e demográficas alteraram as relações de trabalho e a forma como diferentes gerações enxergam carreira, liderança e propósito. Alcoforado: "Tudo que é novo é desafiador" Segundo o antropólogo, as organizações vivem uma situação inédita, com três, quatro e, em alguns casos, até cinco gerações dividindo o mesmo ambiente profissional. Essa convivência tende a se tornar ainda mais frequente com o envelhecimento da população e a permanência dos profissionais por mais tempo no mercado. “Você vai ter que lidar com gente que pensa diferente de você. E isso não é uma escolha”, afirmou. Para Alcoforado, um dos principais erros é analisar as novas gerações a partir da ideia de que os comportamentos do passado eram necessariamente melhores. O discurso de que “no meu tempo era melhor”, segundo ele, dificulta a compreensão das mudanças e amplia os conflitos. “O mesmo fenômeno já ocorreu com outras gerações. Os millennials também foram recebidos com desconfiança quando começaram a ocupar espaço nas empresas, especialmente por questionarem estruturas hierárquicas e demonstrarem expectativas diferentes sobre carreira. Tudo que é novo é desafiador”, disse. Conflito pode estimular inovação Alcoforado defendeu que as divergências não sejam tratadas apenas como problemas. Quando administrado de forma adequada, o conflito pode evitar a acomodação das equipes e estimular novas soluções. Ele chamou esse processo de fricção produtiva: o encontro entre pessoas com experiências, referências e visões distintas que obriga uma organização a questionar práticas consolidadas. “Toda vez que temos divergência de opinião, que alguém sabe uma coisa que o outro não sabe, temos também a possibilidade de abrir caminho para inovações e novas possibilidades”, defendeu. Para as cooperativas, segundo o antropólogo, esse processo ganha relevância porque a renovação precisa ocorrer sem que o conhecimento acumulado ao longo dos anos seja perdido. Em sua avaliação, equipes formadas apenas por pessoas com referências semelhantes correm maior risco de reproduzir as mesmas respostas para problemas que estão mudando rapidamente. “A alternativa está justamente no intercâmbio geracional: criar espaços nos quais profissionais mais experientes compartilhem conhecimento e memória institucional, enquanto os mais jovens contribuam com novas linguagens, tecnologias e formas de enxergar o trabalho”, complementou. Experiência e memória Ao abordar profissionais mais experientes, Alcoforado chamou atenção para uma mudança importante no mercado. Pessoas que antes estariam próximas da aposentadoria permanecem profissionalmente ativas e consideram estar justamente no período de maior capacidade de contribuição. Isso traz, de acordo com ele, mais um desafio para os processos de sucessão e renovação das lideranças. Ao mesmo tempo, representa uma oportunidade para preservar conhecimentos construídos durante décadas. Nas cooperativas, afirmou, a memória tem valor ainda maior porque as organizações são construídas a partir de relações de longo prazo com cooperados, comunidades e setores produtivos. “A mentoria dos mais velhos é fundamental para a vida da nossa cooperativa. Com avanço da inteligência artificial, por exemplo, os jovens podem dominar rapidamente as ferramentas, mas o repertório acumulado é necessário para avaliar criticamente as respostas produzidas”. Na análise dos millennials, Alcoforado destacou o peso atribuído ao propósito. Essa geração passou a questionar com maior intensidade não apenas o que faz profissionalmente, mas porque realiza determinado trabalho. Nesse aspecto, ele considerou que o cooperativismo parte de uma posição privilegiada em comparação com organizações que precisam construir artificialmente uma narrativa de propósito. “É mais fácil fazer isso com cooperativas, uma vez que elas têm um senso de porquê, de impacto na vida das pessoas, dos colaboradores, dos cooperados e da comunidade”, defendeu. Para ele, a meta é transformar esse diferencial em uma experiência percebida no cotidiano. “Não basta comunicar o propósito institucional, é necessário mostrar aos profissionais como o trabalho individual contribui para os resultados coletivos”. Autonomia para os mais jovens Com a geração Z, a lógica muda novamente. Alcoforado apontou que os jovens valorizam autonomia, responsabilidades concretas, reconhecimento e a possibilidade de construir uma trajetória própria. Isso não significa, segundo ele, que a resposta pode estar em oferecer responsabilidades progressivas e oportunidades para que esses profissionais experimentem, proponham e percebam sua contribuição individual. Outra característica é a construção da identidade profissional. O antropólogo destacou que parte dos jovens não pretende permanecer na mesma carreira durante toda a vida e espera que a organização também contribua para seu desenvolvimento individual. “Para as lideranças, isso exige uma relação mais próxima, com orientação, feedback e espaço para experimentação”, disse. Comunicação entre gerações As diferenças aparecem até nas situações mais simples de comunicação. Durante a palestra, Alcoforado usou exemplos bem-humorados sobre a maneira como pessoas de idades distintas utilizam WhatsApp, emojis, áudios, abreviações e outras ferramentas digitais. Embora estejam nas mesmas plataformas, as gerações atribuem significados diferentes às mensagens e adotam códigos próprios. No ambiente profissional, ignorar essas diferenças pode gerar ruídos, interpretações equivocadas e conflitos. Por isso, ele lembrou que as cooperativas precisam criar canais capazes de aproximar os diferentes grupos. Ao concluir, Alcoforado relacionou o debate diretamente à capacidade de continuidade das cooperativas. Na avaliação dele, nenhuma geração, isoladamente, possui repertório suficiente para responder à velocidade das transformações atuais. “Profissionais mais experientes podem oferecer memória, conhecimento do setor e capacidade de avaliar novidades. Os millennials ajudam a reforçar propósito e conexão com a comunidade. Já os mais jovens trazem novas formas de trabalhar, maior demanda por autonomia e disposição para testar modelos diferentes”, relacionou. A combinação dessas características, completou, deve substituir a disputa sobre qual geração trabalha melhor. “O mundo ficou complexo demais para só quem tem cabelo branco resolver, ou só para quem está cheio de cabelo na cabeça resolver. A gente precisa unir a experiência de alguém que já viu muito com a novidade de quem chegou agora”, finalizou. Saiba Mais: Semana de Competitividade 2026 celebra raízes que inspiram o futuro Documentário resgata histórias de pioneiros do coop brasileiro Clóvis de Barros destaca a força da cooperação para o século XXI



 

 

[ ![Documentário resgata histórias de pioneiros do coop brasileiro ](https://somoscooperativismo.coop.br/images/whatsapp_image_2026-08-11_at_12.16.00_a4de54522a9cb9ef.webp)](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/documentario-resgata-historias-de-pioneiros-do-coop-brasileiro)

 11/08/2026

####  [ Documentário resgata histórias de pioneiros do coop brasileiro ](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/documentario-resgata-historias-de-pioneiros-do-coop-brasileiro) 

 Produção do Ano CulturaCoop reúne memórias de lideranças que ajudaram a construir o movimento no país A história do cooperativismo brasileiro é feita principalmente de pessoas. Lideranças que dedicaram décadas ao movimento, ajudaram a estruturar cooperativas, participaram da criação de entidades e contribuíram para que a cooperação chegasse a diferentes regiões e setores do país. Para preservar essas trajetórias e aproximá-las das novas gerações, o Sistema OCB lançou, nesta terça-feira (11), durante a Semana de Competitividade 2026, o documentário Pioneiros do Cooperativismo Brasileiro. A produção integra o Ano CulturaCoop, iniciativa que trabalha a cultura cooperativista a partir de três perspectivas: passado, presente e futuro. Dentro desse eixo, o projeto de memória audiovisual registra relatos e experiências de pessoas que ajudaram a construir o cooperativismo brasileiro ao longo das últimas décadas. Pioneiros do cooperativismo homenageados O documentário reúne momentos marcantes das entrevistas realizadas com os pioneiros, além de registros em ambientes ligados às suas trajetórias. A proposta é transformar essas histórias em um patrimônio de memória para o movimento e também em conteúdo que possa ser utilizado nas soluções do CulturaCoop, especialmente na frente dedicada ao legado. “Pioneiros do Cooperativismo Brasileiro registra diferentes capítulos de uma trajetória coletiva. São histórias de liderança, organização e participação que ajudam a contar como o cooperativismo ganhou espaço no Brasil e chegou à dimensão que tem hoje”, destaca o presidente do Conselho de Administração do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas. Homenageados Imagem do documentário Entre os homenageados estão quatro lideranças reconhecidas por sua contribuição ao cooperativismo em âmbito nacional e estadual: Roberto Rodrigues, pioneiro do cooperativismo nacional; Ronaldo Scucato, em Minas Gerais; Malaquias Oliveira, em Pernambuco; e Américo Utumi, em São Paulo. A trajetória de Utumi ganha um significado especial no documentário, que também se constitui como um registro em sua memória e preserva sua contribuição para a história do cooperativismo brasileiro. O documentário também registra a trajetória de pioneiros que se destacaram em diferentes ramos do movimento: Jânio Stefanello (Infraestrutura), Nilson Luiz May (Saúde), Dorival Bartzike (Transporte), Hercílio Schmitt (Consumo), Margaret Garcia (Trabalho), Moacir Krambeck (Crédito), e José Aroldo Gallassini (Agropecuário). As histórias mostram como o cooperativismo se desenvolveu em diferentes frentes. Roberto Rodrigues, por exemplo, teve atuação como líder do movimento, professor e ex-ministro da Agricultura, com forte presença nos debates sobre produção agrícola, agronegócio e políticas públicas. Já Américo Utumi teve participação importante na organização da representação cooperativista paulista e nacional e na articulação que antecedeu a promulgação da Lei Nacional do Cooperativismo, em 1971. No âmbito dos ramos, as trajetórias também revelam diferentes formas de contribuição. Jânio Stefanello está ligado à expansão da energia elétrica e da conectividade no meio rural. Nilson Luiz May construiu sua carreira no cooperativismo médico. Moacir Krambeck dedicou mais de seis décadas ao ramo Crédito e à defesa da intercooperação. Já Gallassini está à frente de uma das principais referências do cooperativismo agroindustrial brasileiro. Memória que olha para o futuro O projeto parte de uma ideia simples: conhecer quem veio antes ajuda a entender o que o cooperativismo é hoje e a pensar os caminhos que ainda serão construídos. Por isso, o registro das memórias não se limita a uma homenagem. Ele também funciona como ferramenta de educação e formação para as próximas gerações. Ao preservar relatos, documentos e experiências, o Ano CulturaCoop busca manter vivas referências que podem inspirar dirigentes, cooperados, profissionais e educadores. A iniciativa também apresenta, na prática, uma das propostas da solução LegadoCoop: cuidar da memória como parte da continuidade do movimento. O lançamento durante a Semana de Competitividade dá ainda mais significado à homenagem. O maior evento anual do Sistema OCB reúne representantes do cooperativismo de todo o país e cria o ambiente para que essas histórias sejam compartilhadas com quem vive o presente e participa da construção do futuro do movimento. Saiba Mais: Semana de Competitividade 2026 celebra raízes que inspiram o futuro Sistema OCB leva agenda cooperativista ao congresso do Agronegócio Cooperativas de saúde reforçam papel na assistência aos brasileiros

 

 

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[ ![Raízes e Fundamentos do Cooperativismo](https://somoscooperativismo.coop.br/images/publicacoes/thumbnails/thumb_Capa_raizes.webp)](https://somoscooperativismo.coop.br/publicacoes-eventos/raizes-e-fundamentos-do-cooperativismo)

 10/08/2026

####  [ Raízes e Fundamentos do Cooperativismo ](https://somoscooperativismo.coop.br/publicacoes-eventos/raizes-e-fundamentos-do-cooperativismo) 

 O Congresso Brasileiro do Cooperativismo (CBC) é o maior fórum deliberativo do movimento no país desde 1944. A cada edição, o evento reúne lideranças de todo o Brasil para debater os desafios do setor e definir as diretrizes que orientarão o Sistema Cooperativista Nacional (SCN) nos anos seguintes. Na 15ª edição, realizada em 2024, "cultura" foi o tema mais comentado nas contribuições dos participantes feitas na Pesquisa Nacional do Cooperativismo, que teve quase 2.000 propostas. Entre as três barreiras e gargalos mais citados, bem como entre os aspectos mais importantes a serem priorizados para o futuro do modelo, a cultura cooperativista ficou no topo. Esse reconhecimento, formalizado posteriormente nas diretrizes do 15º CBC, demonstra que as próprias cooperativas identificaram riscos e oportunidades nos alicerces culturais. Este livro nasce desse diagnóstico e trata de uma questão que pode parecer simples, mas cujas respostas revelam uma complexidade que o movimento cooperativista brasileiro precisa tratar com o rigor que ela merece: o que é, afinal, a cultura cooperativista? Como ela se forma, como se transmite e por que, em muitas cooperativas, ela pode ser suprimida silenciosamente enquanto os indicadores econômicos seguem positivos? Leia via Flip Page Faça download do EPUB \*Para download do arquivo ePUB, siga as instruções clicando aqui.

 

 

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[ ![Tania Zanella participa da abertura do ES Coop para o Futuro ](https://somoscooperativismo.coop.br/images/2026_-_compar/thumbnails/thumb_whatsapp_image_2026-05-08_at_12.26.17_67b86.webp)](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/tania-zanella-participa-da-abertura-do-es-coop-para-o-futuro)

 08/05/2026

####  [ Tania Zanella participa da abertura do ES Coop para o Futuro ](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/tania-zanella-participa-da-abertura-do-es-coop-para-o-futuro) 

 Evento reuniu lideranças capixabas e destacou importância do estado no avanço do cooperativismo A presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella, participou da abertura do ES Coop para o Futuro, promovido pelo Sistema OCB/ES, nos dias 7 e 8 de maio, no interior do Espírito Santo. O evento chegou em sua 3ª edição com a proposta de reunir presidentes, dirigentes, conselheiros e gestores em uma imersão voltada ao fortalecimento das cooperativas. A programação incluiu temas como liderança, ESG, intercooperação, cenários e tendências, com foco na profissionalização e na visão estratégica do setor. Em sua fala, Tania destacou a força do cooperativismo como modelo de desenvolvimento baseado em pessoas e resultados concretos. Ao conectar o panorama nacional com a realidade do Espírito Santo, chamou atenção para o desempenho acima da média registrado no estado, com crescimento expressivo em indicadores como ingressos, sobras e ativos. “O Espírito Santo é hoje uma referência dentro do nosso sistema. Os resultados mostram um cooperativismo sólido, que cresce com consistência e entrega valor para os cooperados e para a sociedade”, afirmou. Tania também abordou o papel do Sistema OCB na representação institucional e no fortalecimento do ambiente de negócios para as cooperativas. Um dos destaques foi a atuação na Reforma Tributária, considerada um marco recente para o setor, com mobilização nacional e avanços importantes no reconhecimento das especificidades do modelo cooperativista. “Avançamos porque atuamos de forma organizada, com dados, articulação e presença. Cada conquista reflete o trabalho coletivo de um sistema que atua de forma integrada em todo o país”, destacou. Além de apresentar resultados, a presidente executiva reforçou as prioridades estratégicas para os próximos anos, com ênfase na agenda de 2026. Entre os pontos centrais ela citou o fortalecimento da cultura cooperativista, a ampliação da participação institucional e o estímulo à inovação e à competitividade das cooperativas. “Temos muito a celebrar, mas também desafios importantes pela frente. O próximo ciclo exige ainda mais engajamento, mais presença e uma atuação cada vez mais conectada com a sociedade”, finalizou. Saiba Mais: Live debate fontes de financiamento para o coop agropecuário Prêmio ABDE-BID 2026 abre inscrições para pesquisas Sistema OCB participa da abertura do Programa Estágio-Visita na Câmara
