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title: Pense no Coop | Sistema OCB
description: A campanha PensenoCoop incentiva o voto consciente e a participação do cooperativismo no debate público, promovendo inclusão e representação institucional.
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  Este é o momento de reafirmarmos o protagonismo do cooperativismo na construção de um Brasil mais justo. Mais do que acompanhar o processo eleitoral, é hora de fortalecer a participação cidadã, levando aos espaços de decisão os valores e as contribuições do coop para o desenvolvimento do país.

Conheça como o movimento cooperativista atua de forma propositiva, promovendo o diálogo com candidatos, lideranças e a sociedade na construção de políticas públicas mais eficazes.















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Em 2026, o Sistema OCB dá um novo impulso ao **Programa de Educação Política** com um chamado claro: **na hora de votar, #PensenoCoop**.

A iniciativa convida o movimento cooperativista a fortalecer sua participação cidadã e a levar para o debate público seus valores e contribuições. Temos convicção de que a presença ativa do cooperativismo como parte da discussão e instrumento de políticas públicas, ajudamos a gerar mais oportunidades, inclusão e prosperidade para milhões de brasileiros.



















#### Destaques | RepresentaCoop

 

[ ![Cooperativas de transporte operam frota com mais de 43 mil veículos ](https://somoscooperativismo.coop.br/images/20250814md476_m_9fd7e5de00272658.webp)](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-representacao/cooperativas-de-transporte-operam-frota-com-mais-de-43-mil-veiculos)

 17/08/2026

 [### Cooperativas de transporte operam frota com mais de 43 mil veículos 

 ](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-representacao/cooperativas-de-transporte-operam-frota-com-mais-de-43-mil-veiculos) Ramo movimentou R$ 12 bilhões em 2025 e mantém frota de cargas mais jovem que a de autônomos Do transporte de cargas ao deslocamento diário de passageiros, as cooperativas ajudam a conectar pessoas, regiões e atividades produtivas em todo o país. O modelo permite que transportadores organizem sua atuação de forma coletiva, compartilhem estruturas e serviços e ampliem sua capacidade de competir em um mercado marcado por custos elevados e constantes transformações. Os dados do Anuário do Cooperativismo Brasileiro 2026, divulgado pelo Sistema OCB nesta sexta-feira (31), mostram a dimensão dessa atuação. O Ramo Transporte reúne 730 cooperativas, responsáveis por congregar 128.649 cooperados e gerar 5.377 empregos diretos. Em 2025, as cooperativas movimentaram aproximadamente R$ 12 bilhões em ingressos e somaram R$ 3,04 bilhões em ativos. O ramo também registrou R$ 320,1 milhões em despesas com pessoal, indicadores que demonstram sua contribuição para a atividade econômica e para a geração de trabalho e renda. O número de cooperados aumentou 12% em relação a 2024, quando o ramo registrou 114.878 associados. O avanço demonstra a capacidade do cooperativismo de reunir profissionais do transporte em torno de soluções compartilhadas para geração de trabalho, renda e competitividade. “O cooperativismo permite que transportadores atuem com mais organização, escala e capacidade de negociação. Ao compartilhar estruturas e participar diretamente das decisões, esses profissionais fortalecem seus negócios e encontram melhores condições para gerar renda e prestar serviços com qualidade e segurança”, afirma a presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella. Frota mais jovem fortalece o transporte de cargas As cooperativas que atuam no transporte de cargas mantêm uma frota superior a 43 mil veículos. Entre os principais tipos registrados estão cerca de 20,4 mil caminhõese 19,5 mil semirreboques , além de caminhonetes e outros veículos utilizados nas operações. Um dos destaques é a idade média dessa frota. Os veículos das cooperativas têm, em média, 14,1 anos, resultado significativamente inferior aos 23,1 anos registrados entre os Transportadores Autônomos de Cargas. A diferença de nove anos sinaliza maior capacidade das cooperativas de apoiar a renovação dos veículos, melhorar as condições operacionais e acompanhar as exigências de segurança, eficiência e sustentabilidade do setor. Segundo Tania, a organização coletiva cria condições mais favoráveis para esse processo. “Renovar uma frota exige planejamento, acesso a crédito e capacidade de investimento. A cooperativa ajuda o transportador a enfrentar esses desafios de forma conjunta, oferece suporte para modernizar a operação, reduzir custos e tornar o serviço mais eficiente, seguro e sustentável”. Transporte de passageiros Embora o transporte rodoviário de cargas represente uma parcela expressiva do ramo, as cooperativas atuam em diferentes modalidades, podendo atuar em mais de um segmento simultaneamente. O AnuárioCoop 2026 mostra que 364 cooperativas são ligadas ao transporte rodoviário de cargas, o equivalente a 49,9% do total. Outras 328 cooperativas atuam no transporte rodoviário coletivo de passageiros, enquanto 192 estão ligadas ao transporte individual. O ramo também reúne cooperativas dos segmentos aquaviário e aéreo. Essa atuação ganha relevância especialmente em territórios onde a oferta de transporte é limitada. Ao reunir os próprios profissionais responsáveis pelo serviço, as cooperativas podem desenvolver soluções adaptadas às necessidades de cada localidade, conectar áreas rurais e urbanas e ampliar a mobilidade. Intercooperação A integração com outros ramos também contribui para a sustentabilidade das cooperativas de transporte. Em 2025, 390 organizações, ou 53,4% do total, mantiveram movimentação financeira com cooperativas de crédito. Também foram registradas relações com cooperativas de saúde, trabalho e agropecuárias, além da contratação de serviços de outras cooperativas de transporte. Essa rede permite ampliar o acesso dos cooperados a crédito, assistência e soluções operacionais, fazendo com que os recursos circulem dentro do próprio movimento cooperativista. Nesse cenário, as cooperativas oferecem aos transportadores uma forma de atuação baseada em organização coletiva, autonomia e participação democrática. Saiba Mais: Cooperativas de consumo fortalecem economia compartilhada Cooperativas de Infraestrutura expandem geração de energia Cooperativas de saúde reforçam papel na assistência aos brasileiros



 

 

[ ![Cooperativas de trabalho: oportunidades para profissionais em todo o país ](https://somoscooperativismo.coop.br/images/20250609jr0356_r_ba537c94db4e8775.webp)](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-representacao/cooperativas-de-trabalho-oportunidades-para-profissionais-em-todo-o-pais)

 17/08/2026

####  [ Cooperativas de trabalho: oportunidades para profissionais em todo o país ](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-representacao/cooperativas-de-trabalho-oportunidades-para-profissionais-em-todo-o-pais) 

 São mais de 188 mil cooperados, 11 mil empregos gerados e R$ 5,4 bilhões em movimentação financeira O trabalho é um dos principais caminhos para gerar renda, promover inclusão e impulsionar o desenvolvimento. No cooperativismo, ele também representa autonomia, gestão democrática e a oportunidade de profissionais de diferentes áreas atuarem de forma organizada, fortalecer sua competitividade e ampliar o acesso ao mercado. “O cooperativismo de trabalho empodera pessoas, formaliza atividades e contribui para o combate à informalidade e à precarização das relações de trabalho”, acrescenta a presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella. Essa proposta diferenciada segue conquistando espaço no Brasil. De acordo com o Anuário do Cooperativismo Brasileiro 2026, divulgado pelo Sistema OCB nesta sexta-feira (31), o Ramo Trabalho, Produção de Bens e Serviços reuniu, em 2025, 601 cooperativas, que congregam 188.451 cooperados e geram 11.184 empregos diretos. No mesmo período, o segmento movimentou R$ 5,43 bilhões em ingressos e alcançou R$ 2,55 bilhões em ativos, o que comprova sua capacidade de gerar impactos positivos em diferentes atividades econômicas. O capital social do ramo chegou a R$ 191,2 milhões, enquanto as sobras do exercício somaram R$ 228,5 milhões, recursos reinvestidos no fortalecimento das cooperativas e na melhoria dos serviços prestados. Além disso, foram destinados R$ 701 milhões às despesas com pessoal. A combinação do empreendedorismo coletivo, autonomia e desenvolvimento sustentável são, segundo a presidente Tania, fatores oferecidos pelo segmento que ampliam as possibilidades de atuação dos profissionais cooperados. "As cooperativas de trabalho mostram que é possível empreender de forma coletiva, fortalecer a atuação dos profissionais e criar oportunidades em diferentes setores da economia. Elas aprimoram a capacidade de organização, geram renda e oferecem um ambiente em que o crescimento acontece de forma compartilhada", acrescenta. As cooperativas de trabalho estão presentes em diversos segmentos produtivos e atendem demandas nas áreas de serviços especializados, tecnologia, educação, consultoria, cultura, engenharia, comunicação e meio ambiente, entre outras atividades. Essa diversidade também demonstra a capacidade do cooperativismo de adaptar seu modelo a diferentes perfis profissionais. “O diferencial está no protagonismo de seus próprios profissionais. São eles que participam das decisões, definem os rumos do empreendimento e compartilham os resultados obtidos”, completa Tania. Saiba Mais: Cooperativas de crédito ultrapassam R$ 1,16 trilhão em ativos Cooperativas agropecuárias movimentam R$ 487,3 bilhões e ampliam presença no país AnuárioCoop 2026: cooperativismo chega a 29 milhões de cooperados

 

 

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[ ![Cooperativas de saúde reforçam papel na assistência aos brasileiros ](https://somoscooperativismo.coop.br/images/20250616jr1499_r_3a205dca04f219b6.webp)](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-representacao/cooperativas-de-saude-reforcam-papel-na-assistencia-aos-brasileiros)

 10/08/2026

####  [ Cooperativas de saúde reforçam papel na assistência aos brasileiros ](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-representacao/cooperativas-de-saude-reforcam-papel-na-assistencia-aos-brasileiros) 

 Ramo chega a 304 mil cooperados, geral mais de 160 mil empregos e movimenta R$ 130,7 bilhões Cuidar das pessoas está no centro da atuação das cooperativas de saúde. Em um cenário de crescente demanda por serviços de qualidade, o ramo segue ampliando sua presença no Brasil ao combinar atendimento humanizado, valorização dos profissionais e um modelo de gestão que reinveste seus resultados no próprio negócio e nas comunidades onde atua. Os números do Anuário do Cooperativismo Brasileiro 2026, divulgado pelo Sistema OCB nesta sexta-feira (31), refletem essa trajetória. O ramo reúne 695 cooperativas, responsáveis por 304.329 cooperados e 162.285 empregos diretos em todo o país. Em 2025, as cooperativas de saúde movimentaram R$ 130,7 bilhões em ingressos e alcançaram R$ 81,9 bilhões em ativos, o que consolida sua relevância para o sistema de saúde brasileiro. Além disso, o ramo destinou R$ 10,1 bilhões às despesas com pessoal. De acordo com a Agência Nacional de Saúde (ANS), as operadoras de saúde médica reuniram mais de 53 milhões de beneficiários em 2025, com cerca de 20 milhões atendidos pelas cooperativas médicas enquanto as odontológicas totalizaram cerca de 4,7 milhões. A agência também aponta que o Sistema Unimed se destaca no Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS) do período. Entre as 20 operadoras médico-hospitalares que obtiveram nota máxima na avaliação, 18 são cooperativas Unimed (90%). Já a Aliança Cooperativa Internacional (ACI), destaca o Sistema Unimed no topo dos 4 maiores grupos cooperativistas do mundo, considerando a relação entre receitas e PIB per capita dos países. Para a presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella, o crescimento do ramo demonstra a capacidade do cooperativismo de responder aos desafios da assistência à saúde em um país de dimensões continentais. "As cooperativas de saúde unem excelência técnica, gestão eficiente e compromisso com o cuidado. É um modelo que valoriza os profissionais, amplia o acesso da população aos serviços e contribui para um sistema de saúde mais sustentável e próximo das necessidades das pessoas. E esses são fatores que fazem muita diferença quando consideramos o tamanho, as diferenças e os desafios que o nosso país impõe para a oferta de serviços de qualidade”, afirma. Melhoria contínua Presentes em todas as regiões brasileiras, as cooperativas de saúde atuam em diferentes especialidades e modalidades de atendimento ao reunir médicos, odontólogos, psicólogos, fisioterapeutas e outros profissionais que compartilham a gestão do empreendimento e participam das decisões estratégicas. Essa estrutura permite ampliar a oferta de serviços, fortalecer redes de atendimento e investir continuamente em tecnologia, inovação e qualificação profissional. "Quando os próprios profissionais participam da gestão, as decisões são tomadas com foco na qualidade da assistência e na sustentabilidade do negócio. Isso fortalece o cuidado com o paciente e cria um ambiente favorável à inovação e ao aprimoramento constante dos serviços, acrescenta Tania. Outro destaque do ramo é sua forte integração com os demais segmentos do cooperativismo. As cooperativas de saúde mantêm relações com cooperativas de crédito, trabalho, consumo, infraestrutura e agropecuárias. Essa intercooperação amplia o alcance dos serviços e cria soluções cada vez mais completas para cooperados e comunidades. Saiba Mais: Sistema OCB recebe maior cooperativa de crédito do México Modelo brasileiro do coop agro é apresentado em congresso na Argentina Coop defende integração para ampliar a resiliência climática no agro

 

 

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[ ![Cooperativas de Infraestrutura expandem geração de energia ](https://somoscooperativismo.coop.br/images/20250605ba80_r_8ff89f21e79dae0b.webp)](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-representacao/cooperativas-de-infraestrutura-expandem-geracao-de-energia)

 07/08/2026

####  [ Cooperativas de Infraestrutura expandem geração de energia ](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-representacao/cooperativas-de-infraestrutura-expandem-geracao-de-energia) 

 Ramo chega a 1,48 milhão de cooperados, amplia investimentos e leva soluções para todo o país Garantir acesso à energia e a outros serviços essenciais é um dos grandes desafios para o desenvolvimento sustentável do país. Em diferentes regiões do Brasil, esse desafio tem sido enfrentado por meio da cooperação. Organizadas pelos próprios usuários, as cooperativas de infraestrutura se destacam cada vez mais por sua atuação na geração e distribuição de energia, além de desenvolver soluções que impulsionam a economia local e melhoram a qualidade de vida das comunidades. O Anuário do Cooperativismo Brasileiro 2026, divulgado pelo Sistema OCB nesta sexta-feira (31), aponta que o ramo reuniu, em 2025, 247 cooperativas, que atendem 1,48 milhão de cooperados e geram 7.110 empregos diretos. No mesmo período, essas cooperativas movimentaram R$ 6,81 bilhões em ingressos e alcançaram R$ 11,46 bilhões em ativos, consolidando sua expansão em todo o país. O fortalecimento do ramo também se reflete em seus indicadores econômicos. Em 2025, os ativos das cooperativas de infraestrutura chegaram a R$ 11,45 bilhões, enquanto os ingressos alcançaram R$ 6,81 bilhões, demonstrando a capacidade do setor de ampliar investimentos e desenvolver projetos de longo prazo. O capital social atingiu R$ 718,4 milhões, o que evidencia a confiança dos cooperados no modelo cooperativista e na expansão das iniciativas conduzidas pelas próprias comunidades. “As cooperativas de infraestrutura mostram que desenvolvimento também se constrói de forma colaborativa. Quando as pessoas se unem para investir em soluções que atendem às necessidades da própria comunidade, elas ampliam o acesso a serviços essenciais, fortalecem a economia local e criam condições para um crescimento mais sustentável e inclusivo", defende a presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella. Geração de energia A geração de energia é hoje o principal vetor de crescimento das cooperativas de infraestrutura. O Anuário registra 94 cooperativas dedicadas à geração de energia para consumo próprio, 79 cooperativas de distribuição de energia e 29 cooperativas voltadas à geração para comercialização, dados que refletem o avanço de um modelo que combina sustentabilidade, inovação e participação coletiva. Esse crescimento acompanha a expansão da geração distribuída no Brasil e reforça o protagonismo das cooperativas na construção de alternativas energéticas mais eficientes e próximas das necessidades dos consumidores. "A expansão da geração de energia pelas cooperativas acompanha uma transformação importante do setor elétrico brasileiro. O cooperativismo contribui para acelerar a transição para uma matriz cada vez mais sustentável, sempre com os benefícios retornando para os próprios cooperados e para suas comunidades", acrescenta Tania. Outras soluções Embora a energia concentre a maior parte das atividades do ramo, as cooperativas de infraestrutura também atuam em áreas como construção civil, telecomunicações e outras iniciativas voltadas à implantação e manutenção de serviços essenciais. Essa diversidade permite que cada cooperativa desenvolva projetos compatíveis com as necessidades de sua região e amplie o acesso à infraestrutura em localidades onde, muitas vezes, a oferta tradicional é limitada. Dessa forma, elas fortalecem a capacidade das próprias comunidades de identificar prioridades, definir investimentos e construir soluções coletivas para seus desafios. Ao transformar necessidades coletivas em soluções construídas de forma colaborativa, as cooperativas de infraestrutura demonstram que investir em energia e em serviços essenciais também é uma forma de promover desenvolvimento, inclusão e prosperidade para milhares de brasileiros. Saiba Mais: Cooperativismo leva experiência em RIG a seminário da Abrig Cooperativas de consumo fortalecem economia compartilhada Lideranças da Fecoagro visitam a Casa do Cooperativismo

 

 

 

 

 

 





















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