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title: OCB | Sistema OCB
description: OCB — organização nacional que representa e apoia cooperativas no Brasil, promovendo cooperação, desenvolvimento sustentável e inclusão social.
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 Cooperativismo é unir para fortalecer. E foi justamente esse pensamento que levou as cooperativas a optarem por uma representação única, por meio da Organização das Cooperativas do Brasil (OCB). Criada em 1969, durante o IV Congresso Brasileiro do Cooperativismo, a OCB veio substituir e unificar a ABCOOP (Associação Brasileira de Cooperativas) e a Unasco (União Nacional de Cooperativas). Desde então, somos responsáveis pelo fomento e defesa do cooperativismo brasileiro, apresentando o movimento como solução para um mundo mais justo e com melhores oportunidades para todos.

















O mapa integra as estratégias das entidades do Sistema OCB, destacando temas ligados à natureza de cada atuação e abordagens transversais. Essa estrutura promove a atuação complementar das entidades, respeitando suas especificidades e fomentando a integração.













O Sistema OCB elaborou uma série de propostas para colocar o cooperativismo em pauta e destacá-lo como ferramenta de desenvolvimento social e econômico para o país. Veja quais são elas aqui.

















A OCB foi criada para ser a voz das cooperativas brasileiras. Nossa função é mostrar todos os benefícios que o cooperativismo é capaz de trazer para as pessoas, para as comunidades e para o país. Atuamos, principalmente, junto aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e entidades internacionais, em busca de conquistas e avanços para o setor.

Entenda como a OCB cria redes de relacionamento com cada uma dessas instâncias para deixar o cooperativismo brasileiro cada vez mais forte.



















![Icone executivo](https://somoscooperativismo.coop.br/components/com_sppagebuilder/assets/images/lazyloading-placeholder.svg)









Trabalhamos para que o cooperativismo esteja sempre em pauta, ajudamos a construir políticas públicas positivas para o setor e, consequentemente, para o desenvolvimento social e econômico do país.













![Icone legislativo](https://somoscooperativismo.coop.br/components/com_sppagebuilder/assets/images/lazyloading-placeholder.svg)









Ao lado de deputados e senadores que enxergam o valor do coop, articulamos leis de incentivo ao modelo cooperativista, sendo a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) uma grande aliada nessa missão.













![Icone judiciário](https://somoscooperativismo.coop.br/components/com_sppagebuilder/assets/images/lazyloading-placeholder.svg)









Apresentamos as singularidades e a realidade do setor cooperativista em relação a outros modelos de negócio, que devem ser levadas em consideração pelos juristas no momento da tomada de decisões.













![Icone internacional](https://somoscooperativismo.coop.br/components/com_sppagebuilder/assets/images/lazyloading-placeholder.svg)









Levamos o trabalho das cooperativas brasileiras para o mundo e trazemos para o Brasil as boas práticas que também encontramos lá fora, tudo isso realizado com apoio e de forma alinhada à Aliança Cooperativa Internacional (ACI).





























O cooperativismo está em diversos setores entregando soluções que facilitam o nosso dia a dia. São 8 ramos que fortalecem os brasileiros e a economia do país, já que, em todos eles, o desenvolvimento econômico e social andam juntos.

















O Sistema OCB só existe por sua causa! Cada cooperado brasileiro contribui para o sucesso da instituição e é corresponsável por cada uma das nossas conquistas. Se você quer entender melhor o seu papel nessa história, saiba como funciona a contribuição cooperativista.

















**Benefícios:**  A entidade tem por missão promover um ambiente favorável para o desenvolvimento das cooperativas brasileiras, por meio da representação político-institucional dentro e fora do país.

**Como funciona?** A Contribuição Cooperativista, instituída no artigo 108 da Lei 5.764/71, é recolhida uma vez ao ano, após o encerramento do exercício social da cooperativa, em favor da Organização das Cooperativas Brasileiras.

**Para onde vai esse dinheiro?** A arrecadação é dividida entre a Unidade Nacional e as Organizações Estaduais da OCB, da seguinte maneira: 50% para a Unidade Nacional e 50% para a Organização Estadual









**Transparência OCB:** Transparência é um valor do coop. Nesta página você tem acesso à nossa prestação anual de contas, com dados sobre a evolução da arrecadação cooperativista e também os nossos gastos com pessoal.

















- [ Conselho de Administração ](#sppb-tab-AWKh26WxjRCH-M_rIi7HM0)
- [ Conselho Fiscal ](#sppb-tab-AWKh26WxjRCH-M_rIi7HM1)
- [ Conselho de Ética ](#sppb-tab-AWKh26WxjRCH-M_rIi7HM2)
- [ Presidência Executiva ](#sppb-tab-AWKh26WxjRCH-M_rIi7HM3)
- [ Equipe Gerencial ](#sppb-tab-AWKh26WxjRCH-M_rIi7HM4)

André Pacelli Bezerra Viana  
Darci Pedro Hartmann  
Edivaldo Del Grande  
Luis Alberto Pereira  
Ricardo Benedito Khouri













Aureliana Rodrigues Luz  
José Merched Chaar  
Luiz Vicente Suzin  
Nelson Luiz Piccoli  
Pedro Scarpi Melhorim





















João Nicédio Alves Nogueira  
Salatiel Rodrigues de Souza  
Vinicius de Oliveira Mesquita













Sílvio Silvestre de Carvalho





















Flodoaldo Alves de Alencar  
Petrucio Pereira de Magalhães Júnior





















Fabíola da Silva Nader Motta





















Eduardo Lima Queiroz  
**Gerente de Relações Institucionais**

João José Prieto Flávio  
**Gerente Técnico e Econômico**

Débora Márcia Bruno Ingrisano  
**Gerente de Desenvolvimento de Cooperativas**

Amanda Oliveira Breda Rezende  
**Assessora Jurídica da OCB**

Guilherme Souza Costa  
**Gerente do Núcleo de Inteligência e Inovação**

Samara Caroline de Araujo  
**Gerente de Comunicação e Marketing**















Ricardo Florencio Miranda  
**Gerente de Tecnologia da Informação**

Fernanda Zampietro Belisário  
**Gerente de Logística e Eventos**

Fábio Luís Trinca  
**Gerente Financeiro**

Susan Miyashita Vilela  
**Gerente de Controles Internos**

Carina Cristiane Batista Melo  
**Gerente de Pessoas**

Vládia Alves Silva Pereira **Gerente de Operações**











































[ ![Solução Eficiência energética transforma dados em decisões  ](https://somoscooperativismo.coop.br/images/whatsapp_image_2026-08-31_at_14.57.11_3_e3a3364cca50467a.webp)](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-esg/solucao-eficiencia-energetica-transforma-dados-em-decisoes)

 31/08/2026

 [### Solução Eficiência energética transforma dados em decisões 

 ](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-esg/solucao-eficiencia-energetica-transforma-dados-em-decisoes) Inovar e Cooabriel participam de iniciativa para aperfeiçoar ações e ampliar sustentabilidade A eficiência energética vai além da redução do consumo de eletricidade. Para as cooperativas, olhar com atenção para a forma como a energia é utilizada também significa encontrar oportunidades de economia, aperfeiçoar processos e tomar decisões mais estratégicas. É com esse propósito que o Sistema OCB desenvolveu a Solução Eficiência Energética, iniciativa que reúne diagnóstico técnico, capacitação e acompanhamento especializado. Entre as cooperativas participantes estão a Cooabriel e a Inovar, que passam por uma análise dos seus processos e padrões de consumo para identificar pontos críticos e oportunidades de melhoria. O diagnóstico técnico considera áreas prioritárias de cada cooperativa e envolve o levantamento detalhado do consumo energético, a avaliação de equipamentos e processos e a análise dos hábitos de utilização da energia. A partir dessas informações, são elaboradas recomendações práticas para reduzir desperdícios e aumentar a eficiência. “A lógica da iniciativa é transformar dados em decisões. Em vez de adotar medidas de forma isolada, as cooperativas passam a contar com uma base técnica para definir prioridades, avaliar investimentos e acompanhar os resultados das ações implementadas”, explica Alex Macedo, coordenador de Meio Ambiente do Sistema OCB. Na Cooabriel, o diagnóstico apontou que a cooperativa já conta com uma estrutura adequada e equipamentos em boas condições de conservação, o que cria um cenário favorável para avançar com ações direcionadas. “A eficiência energética é uma oportunidade estratégica para a Cooabriel, com potencial para reduzir custos, aumentar a competitividade e fortalecer a sustentabilidade. A boa estrutura e a conservação dos equipamentos também favorecem ganhos de desempenho com investimentos direcionados e melhorias de gestão", destaca Reinaldo Bolsoni, gerente de Obras e Manutenção. A participação da cooperativa também é motivo de satisfação para o Sistema OCB/ES, que acompanha o projeto no Estado. Segundo Vinícius Schiavo, analista de Desenvolvimento Cooperativista da entidade, as agendas de campo permitiram identificar oportunidades importantes para a Cooabriel, especialmente diante da crescente exigência dos mercados por eficiência e sustentabilidade. “Identificamos diversas oportunidades de melhoria na Cooabriel, e, em um mercado cada vez mais exigente, sustentabilidade e eficiência são cada vez mais importantes”, afirma. Avanço Na Inovar, a participação no projeto é vista como uma oportunidade de aprofundar uma agenda de sustentabilidade que já faz parte da cooperativa. “Estamos muito felizes por termos a Inovar como escolhida pelo Sistema OCB para participar do projeto de Eficiência Energética. Recebemos essa oportunidade com muita responsabilidade, mas também com grande expectativa sobre tudo o que podemos aprender e transformar a partir dessa experiência”, afirma Érika Marins, coordenadora de Enfermagem da cooperativa. Segundo ela, o trabalho também permite revisitar processos sob uma perspectiva mais consciente. “Acreditamos que esse projeto vai contribuir para melhorar o uso dos nossos recursos e buscar mais eficiência, assim como fortalecer uma jornada de sustentabilidade que a Inovar já vem desenvolvendo”, completa. Para Roberta de Almeida Gordo dos Santos, presidente da Inovar, a iniciativa chegou para agregar conhecimento e novas possibilidades às práticas já adotadas pela cooperativa. “Já temos a sustentabilidade como parte das nossas ações e acreditamos que esse projeto chega para somar, trazendo novos conhecimentos, melhorias e oportunidades para tornar nossa operação cada vez mais eficiente”, destaca. Resultados Além da possibilidade de reduzir custos operacionais, o trabalho pode contribuir para melhorar a eficiência dos processos, identificar oportunidades de otimização com baixo investimento e dar mais segurança às decisões relacionadas ao consumo de energia. A iniciativa também está conectada à agenda ESG e aos esforços de descarbonização das cooperativas, ao estimular uma gestão mais eficiente dos recursos e avaliar, inclusive, oportunidades relacionadas ao uso de fontes renováveis. Os resultados alcançados por cooperativas que já participam da solução mostram o potencial. Há registros de até 22% de ganho médio de eficiência e casos que ultrapassam 30% de redução no consumo de energia. Como parte da iniciativa, o Sistema OCB também promove uma série de workshops online sobre eficiência energética, em parceria com a Stride. Os encontros apresentam oportunidades específicas para diferentes ramos do cooperativismo, além de cases e experiências práticas de cooperativas que já avançaram nessa agenda. Para as cooperativas de crédito, o workshop será realizado em 9 de setembro, às 10h (horário de Brasília), com participação de representantes de Sicoob, Sicredi e Cresol. No dia 10 de setembro, também às 10h, será a vez das cooperativas agropecuárias, com cases de C.Vale e Aurora Coop. Saiba Mais: Coop de seguros ganha espaço e abre novas oportunidades no Brasil Cartilha do Sistema OCB aproxima cooperativas de crédito e municípios Cooperativas ampliam atuação na agenda de descarbonização



 

 

[ ![Sistema OCB leva demandas do cooperativismo mineral à Exposibram 2026](https://somoscooperativismo.coop.br/images/screenshot_162_eefca1ae79f30033.webp)](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/sistema-ocb-leva-demandas-do-cooperativismo-mineral-a-exposibram-2026)

 28/08/2026

####  [ Sistema OCB leva demandas do cooperativismo mineral à Exposibram 2026 ](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/sistema-ocb-leva-demandas-do-cooperativismo-mineral-a-exposibram-2026) 

 Participação no evento debateu representação do setor e caminhos para comercialização legal do ouro O cooperativismo mineral marcou presença na Exposibram 2026, um dos principais encontros do setor mineral no Brasil. Representantes do Sistema OCB participaram do Fórum das Entidades, ao lado do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) e de outras organizações representativas. A presença contribuiu para as discussões sobre os desafios e os caminhos para o desenvolvimento da mineração no país. Representando o Sistema OCB estiveram Letícia Monteiro, analista Técnica e Econômica, e Gilson Camboim, Coordenador Nacional do Cooperativismo Mineral da OCB e presidente da Federação das Cooperativas de Mineração do Estado de Mato Grosso (Fecomin). Um dos principais pontos discutidos foi a necessidade de reconhecer a diversidade que compõe o setor mineral brasileiro. A participação de diferentes segmentos na construção de políticas públicas e na representação junto ao Poder Legislativo foi destacada como fundamental para que as decisões considerem as características e os desafios específicos de cada atividade. A programação também abriu espaço para uma discussão diretamente ligada às cooperativas minerais. Gilson participou do talk show Os controles na comercialização de ouro no Brasil, que reuniu representantes do terceiro setor, da Polícia Federal, do Ministério Público e da Agência Nacional de Mineração (ANM). O debate abordou questões como rastreabilidade, formalização da atividade e comercialização do ouro produzido no país. Para as cooperativas minerais, o tema tem impacto direto, já que dificuldades relacionadas ao escoamento e à comercialização podem comprometer a atividade de organizações que atuam dentro da legalidade. Formalização A discussão também colocou em evidência o papel das cooperativas na organização da atividade garimpeira. Ao estruturar produtores, estabelecer processos e ampliar a transparência das operações, o modelo cooperativista pode contribuir para uma cadeia do ouro mais organizada e rastreável. Nesse cenário, a formalização da atividade por meio do cooperativismo é apontada como um dos caminhos para garantir que a produção legal das cooperativas tenha acesso ao mercado e possa ser comercializada com segurança. Para Letícia, a participação na Exposibram foi importante justamente por ampliar a presença do cooperativismo nos debates que envolvem o futuro da mineração brasileira. “As cooperativas têm características e desafios próprios e precisam ser consideradas na construção das políticas públicas. No caso do ouro, avançar na formalização, na rastreabilidade e na comercialização passa também por fortalecer o cooperativismo mineral, que tem capacidade de organizar a atividade e dar mais segurança para que a produção legal chegue ao mercado”, defendeu. Saiba Mais: Crescimento com propósito marca debate do Sistema OCB no Concred Sistema OCB destaca expansão e identidade cooperativista no Concred Dia C reúne cooperativas em ações de solidariedade por todo o país

 

 

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[ ![Cooperativas ampliam atuação na agenda de descarbonização ](https://somoscooperativismo.coop.br/images/whatsapp_image_2026-08-28_at_11.30.32_27d06d5fa6d932e2.webp)](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-esg/cooperativas-ampliam-atuacao-na-agenda-de-descarbonizacao)

 28/08/2026

####  [ Cooperativas ampliam atuação na agenda de descarbonização ](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-esg/cooperativas-ampliam-atuacao-na-agenda-de-descarbonizacao) 

 GHG Protocol encerra ciclo de trabalho em evento que contou com a presença do Sistema OCB O cooperativismo esteve entre os setores presentes no evento anual do Programa Brasileiro GHG Protocol, realizado nesta quarta e quinta-feira (26 e 27), pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O encontro marcou a conclusão de mais um ciclo de trabalho com cooperativas que estão avançando na mensuração e na gestão das emissões de gases de efeito estufa. Neste ano, 13 cooperativas do Ramo Agro foram apoiadas pelo Sistema OCB por meio da Solução Neutralidade de Carbono, iniciativa que apoia as cooperativas na mensuração e gestão de suas emissões de gases de efeito estufa (GEE). Das 13 cooperativas participantes, 12 já publicaram seus inventários no Registro Público de Emissões — e todas conquistaram o Selo Prata do Programa Brasileiro GHG Protocol. O resultado evidencia o avanço do cooperativismo agropecuário na construção de uma agenda climática baseada em dados, transparência e gestão efetiva das emissões. Nove das cooperativas apoiadas participaram presencialmente do evento: Primato, Coocafé, Capul, Fecoagro/SC, Coabra, Copercana, Cotrirosa, Coplana e Nater Coop. Completam o grupo apoiado neste ciclo a Coamo, Cocari, Cográn e Coopercarne. Em 2025, 29 cooperativas tinham inventários publicados. Agora, são 39. O resultado representa mais organizações que passam a conhecer suas fontes de emissão e a usar essas informações como ponto de partida para definir ações de redução. A Solução Neutralidade de Carbono existe desde 2024 e vem acompanhando esse avanço. A iniciativa faz parte do Programa ESGCoop e oferece suporte técnico para que as cooperativas avancem na gestão de suas emissões e estejam mais preparadas para os desafios climáticos que já impactam as cadeias produtivas. Da medição à transformação A programação do evento também contou com a participação da Cooxupé em um dos painéis. O analista de Qualidade e Meio Ambiente da cooperativa, Cairo Rômulo, apresentou a experiência da organização na construção de sua jornada de descarbonização, com destaque para os desafios de mensurar as emissões do Escopo 3. Na cooperativa, 99,3% das emissões estão concentradas nesse escopo, que considera aquelas geradas ao longo da cadeia de valor. Desse total, 85,2% estão relacionadas à produção de café, o que coloca os mais de 21 mil cooperados no centro da estratégia climática. O trabalho exige uma coleta de dados ampla e representativa. Em 2023, a Cooxupé analisou informações de 11 propriedades para a categoria relacionada à produção de café. Em 2025, o número chegou a 127. A coleta é feita por profissionais da cooperativa diretamente nas propriedades, em um processo que considera as diferenças entre os perfis dos produtores e os sistemas de produção. Durante o painel, Cairo destacou que a mensuração é apenas o início do processo. Depois de identificar as emissões, é preciso transformar os dados em informação, definir prioridades e estabelecer planos de ação. “Somente medir, somente inventariar não é suficiente. A partir do momento que você mede e inventaria, você tem um dado. Aí é preciso transformar esse dado em informação, entender essa informação, priorizar, estabelecer um plano de ação e aprimorar, melhorar ciclo após ciclo”, explicou. Para o analista, um dos principais desafios dos próximos anos será ampliar a qualidade e a representatividade dos dados com o envolvimento dos diferentes elos da cadeia. No caso da cafeicultura, isso inclui desde os produtores até fornecedores de insumos, como fertilizantes, por exemplo. A experiência da Cooxupé também mostra que a jornada de descarbonização é construída gradualmente. A cooperativa iniciou seu primeiro inventário em 2022 e, desde 2023, passou a fazer a mensuração anual dos três escopos. A partir dos resultados, tem ampliado a coleta de informações e estruturado novas ações para reduzir as emissões. Cooperativas mais preparadas O crescimento do número de inventários publicados indica que a agenda climática começa a ganhar espaço de forma mais estruturada no cooperativismo. O aumento de 29 para 39 cooperativas em um ano representa crescimento de cerca de 34% e mostra que mais organizações estão incorporando a mensuração de emissões à sua gestão. Para Lisangela Passarello, executiva de Gestão da Coabra, participar do evento foi uma oportunidade de acompanhar de perto essa evolução e ampliar a visão sobre os impactos da agenda de descarbonização para o setor. “Para as cooperativas, especialmente as do agro, medir as emissões ajuda a entender melhor os impactos da atividade e também os desafios que estão presentes em toda a cadeia. Essa troca de experiências é importante para que possamos aprender com diferentes iniciativas e avançar de forma mais estruturada”. No agro, esse movimento ganha uma dimensão ainda maior, já que boa parte das emissões está ligada às atividades desenvolvidas ao longo da cadeia produtiva. Nesse cenário, as cooperativas têm papel importante na aproximação com os produtores e na disseminação de boas práticas que podem contribuir para uma produção mais eficiente e de menor impacto ambiental. “Esse crescimento mostra que as cooperativas estão entendendo que conhecer suas emissões é uma etapa importante para tomar decisões mais conscientes sobre o próprio negócio. Nosso papel, por meio da Solução Neutralidade de Carbono, é apoiar esse processo e ajudar as cooperativas a transformarem a mensuração em gestão”, afirma Laís Castro, analista de Meio Ambiente do Sistema OCB. Saiba Mais: Crescimento com propósito marca debate do Sistema OCB no Concred Sistema OCB destaca expansão e identidade cooperativista no Concred Dia C reúne cooperativas em ações de solidariedade por todo o país

 

 

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[ ![Coop de seguros ganha espaço e abre novas oportunidades no Brasil ](https://somoscooperativismo.coop.br/images/whatsapp_image_2026-08-28_at_16.47.47_30f36d1a3f0d290a.webp)](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/coop-de-seguros-ganha-espaco-e-abre-novas-oportunidades-no-brasil)

 28/08/2026

####  [ Coop de seguros ganha espaço e abre novas oportunidades no Brasil ](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/coop-de-seguros-ganha-espaco-e-abre-novas-oportunidades-no-brasil) 

 No Concred, Clara Maffia destacou potencial do novo ramo e os desafios para sua consolidação O cooperativismo de seguros entra em uma nova fase no Brasil. Com a regulamentação específica do setor, as cooperativas passam a ter um ambiente mais claro para atuar em um mercado que pode ampliar o acesso à proteção, estimular a concorrência e gerar novas oportunidades de negócios. O tema foi debatido durante o painel Cooperativismo de Seguros: Uma Nova Fronteira para o Cooperativismo Brasileiro, realizado durante o 16º Concred, nesta sexta-feira (28). Representando o Sistema OCB, a gerente geral de Negócios, Clara Maffia, apresentou um panorama do novo ramo ao lado de Ricardo Balbinot, Presidente da Cresol Mato Grosso e diretor institucional da OCB/MT. Clara chamou atenção para o potencial de participação das cooperativas brasileiras. Segundo ela, a chegada ao mercado de seguros não deve ser vista apenas como uma nova frente de negócios, mas como uma oportunidade de levar a lógica cooperativista a mais pessoas e territórios. “O cooperativismo de seguros chega para ampliar o acesso à proteção e colocar o cooperado no centro do negócio. Temos a oportunidade de construir um mercado mais acessível, competitivo e alinhado às necessidades reais das pessoas, sem perder de vista a identidade e os princípios que fazem parte do nosso modelo”, afirmou a gerente. Entre os pontos destacados na apresentação de Clara estão a possibilidade de ampliar a oferta de seguros, especialmente em regiões onde a presença das seguradoras tradicionais ainda é menor, e a perspectiva de tornar produtos mais acessíveis. A atuação cooperativista também pode contribuir para fortalecer economias locais e regionais, com uma relação mais próxima entre cooperativa e cooperado. Para a gerente, a entrada no segmento também abre espaço para a intercooperação. Cooperativas de diferentes ramos podem contribuir com estrutura, tecnologia, conhecimento dos seus públicos e experiência na gestão de riscos, criando condições para novos modelos de atuação. O cooperativismo de crédito, o agropecuário e o de transporte, por exemplo, aparecem entre os segmentos com maior potencial de conexão. “O cooperativismo brasileiro já tem capilaridade, relacionamento com milhões de cooperados e experiência em diferentes atividades econômicas. Essa base pode ser uma vantagem importante para o desenvolvimento dos seguros, desde que saibamos transformar essa presença em soluções bem estruturadas e sustentáveis”, acrescentou Clara. Um mercado em construção A regulamentação representa um passo importante para dar segurança às cooperativas interessadas em ingressar no segmento. A apresentação citou a Lei Complementar 213/2025 e a Resolução CNSP 492/2026, além de outras normas que estabelecem requisitos para constituição, governança e operação das cooperativas de seguros. Clara destacou ainda que a abertura do mercado vem acompanhada de responsabilidades. Entre os desafios, ela citou a necessidade de aporte inicial, a construção de uma governança adequada, a sustentabilidade financeira no longo prazo e a capacidade de competir em um setor formado por empresas tradicionais. A transformação digital, o uso de inteligência artificial e as mudanças sociais, ambientais e climáticas também exigirão adaptação constante. “A regulamentação cria uma porta de entrada, mas ela não garante, sozinha, o sucesso das cooperativas. É preciso planejamento, capital, governança e uma operação preparada para o longo prazo. O desafio é crescer com consistência e, ao mesmo tempo, preservar aquilo que diferencia o cooperativismo””, argumentou. A expectativa é que o novo ramo contribua para ampliar a cultura de proteção e prevenção no país e fortaleça a presença brasileira em um dos maiores segmentos do cooperativismo mundial. Para isso, será necessário combinar a capacidade de inovação do setor com os fundamentos do modelo cooperativista. “Temos diante de nós uma oportunidade que exige visão de futuro. O cooperativismo de seguros pode gerar valor econômico e social, ampliar a proteção de brasileiros e aproximar ainda mais o cooperado das decisões sobre o negócio. Um futuro mais seguro também pode ser construído com cooperação” finalizou Clara. Saiba Mais: Crescimento com propósito marca debate do Sistema OCB no Concred Sistema OCB destaca expansão e identidade cooperativista no Concred Dia C reúne cooperativas em ações de solidariedade por todo o país

 

 

 

 

 

 





















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