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title: Ramo TPBS | Sistema OCB
description: A casa do cooperativismo no Brasil. Apoiamos o crescimento sustentável das cooperativas, fornecendo recursos para fortalecer e promover desenvolvimento.
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 ![Image](https://somoscooperativismo.coop.br/components/com_sppagebuilder/assets/images/lazyloading-placeholder.svg "Ramo Trabalho, Produção de Bens e Serviços")

# Ramo Trabalho, Produção de Bens e Serviços



















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# Ramo Trabalho, Produção de Bens e Serviços































[ ![Cooperativas de trabalho: oportunidades para profissionais em todo o país ](https://somoscooperativismo.coop.br/images/20250609jr0356_r_ba537c94db4e8775.webp)](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-representacao/cooperativas-de-trabalho-oportunidades-para-profissionais-em-todo-o-pais)

 17/08/2026

 [### Cooperativas de trabalho: oportunidades para profissionais em todo o país 

 ](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-representacao/cooperativas-de-trabalho-oportunidades-para-profissionais-em-todo-o-pais) São mais de 188 mil cooperados, 11 mil empregos gerados e R$ 5,4 bilhões em movimentação financeira O trabalho é um dos principais caminhos para gerar renda, promover inclusão e impulsionar o desenvolvimento. No cooperativismo, ele também representa autonomia, gestão democrática e a oportunidade de profissionais de diferentes áreas atuarem de forma organizada, fortalecer sua competitividade e ampliar o acesso ao mercado. “O cooperativismo de trabalho empodera pessoas, formaliza atividades e contribui para o combate à informalidade e à precarização das relações de trabalho”, acrescenta a presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella. Essa proposta diferenciada segue conquistando espaço no Brasil. De acordo com o Anuário do Cooperativismo Brasileiro 2026, divulgado pelo Sistema OCB nesta sexta-feira (31), o Ramo Trabalho, Produção de Bens e Serviços reuniu, em 2025, 601 cooperativas, que congregam 188.451 cooperados e geram 11.184 empregos diretos. No mesmo período, o segmento movimentou R$ 5,43 bilhões em ingressos e alcançou R$ 2,55 bilhões em ativos, o que comprova sua capacidade de gerar impactos positivos em diferentes atividades econômicas. O capital social do ramo chegou a R$ 191,2 milhões, enquanto as sobras do exercício somaram R$ 228,5 milhões, recursos reinvestidos no fortalecimento das cooperativas e na melhoria dos serviços prestados. Além disso, foram destinados R$ 701 milhões às despesas com pessoal. A combinação do empreendedorismo coletivo, autonomia e desenvolvimento sustentável são, segundo a presidente Tania, fatores oferecidos pelo segmento que ampliam as possibilidades de atuação dos profissionais cooperados. "As cooperativas de trabalho mostram que é possível empreender de forma coletiva, fortalecer a atuação dos profissionais e criar oportunidades em diferentes setores da economia. Elas aprimoram a capacidade de organização, geram renda e oferecem um ambiente em que o crescimento acontece de forma compartilhada", acrescenta. As cooperativas de trabalho estão presentes em diversos segmentos produtivos e atendem demandas nas áreas de serviços especializados, tecnologia, educação, consultoria, cultura, engenharia, comunicação e meio ambiente, entre outras atividades. Essa diversidade também demonstra a capacidade do cooperativismo de adaptar seu modelo a diferentes perfis profissionais. “O diferencial está no protagonismo de seus próprios profissionais. São eles que participam das decisões, definem os rumos do empreendimento e compartilham os resultados obtidos”, completa Tania. Saiba Mais: Cooperativas de crédito ultrapassam R$ 1,16 trilhão em ativos Cooperativas agropecuárias movimentam R$ 487,3 bilhões e ampliam presença no país AnuárioCoop 2026: cooperativismo chega a 29 milhões de cooperados



 

 

[ ![Sistema OCB leva demanda de docentes cooperados à Previdência Social](https://somoscooperativismo.coop.br/images/thumbnails/thumb_captura_de_tela_2026-07-14_164111_4b6b1.webp)](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/sistema-ocb-leva-demanda-de-docentes-cooperados-a-previdencia-social)

 15/07/2026

####  [ Sistema OCB leva demanda de docentes cooperados à Previdência Social ](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/sistema-ocb-leva-demanda-de-docentes-cooperados-a-previdencia-social) 

 Reunião buscou soluções para reduzir entraves enfrentados na concessão da aposentadoria do magistério O acesso à aposentadoria do magistério por professores vinculados a cooperativas educacionais foi tema de reunião entre o Sistema OCB, representantes do Ministério da Previdência Social e do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), nesta terça-feira (14). O encontro reuniu equipes técnicas para discutir os desafios enfrentados por esses profissionais e buscar alternativas para contornar os indeferimentos automáticos, a partir dos critérios atualmente adotados pelo sistema do Meu INSS. Embora atuem em sala de aula ao longo de toda a carreira, muitos docentes cooperados encontram dificuldades quando solicitam a aposentadoria. Em diversos casos, o benefício acaba sendo negado na esfera administrativa, o que leva os profissionais a recorrer à Justiça para comprovar uma atividade que, na prática, sempre exerceram. Esse cenário está relacionado à forma como esses professores são registrados no Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS). O enquadramento como cooperado nem sempre permite que os sistemas identifiquem automaticamente o exercício da atividade de magistério, o que impede a análise dos processos e gera insegurança para quem busca acessar o benefício. Durante a reunião, representantes do INSS esclareceram que não há qualquer impedimento para o reconhecimento da atividade de professor em razão do vínculo com uma cooperativa. Segundo o órgão, a documentação apresentada pelo segurado no momento do requerimento é o principal elemento considerado na análise do pedido. Quando o exercício da docência é informado, o processo pode ser encaminhado para uma avaliação individualizada. A gerente geral de Negócios do Sistema OCB, Clara Maffia, destacou que o diálogo institucional é essencial para garantir que os professores cooperados tenham seus direitos reconhecidos sem enfrentar barreiras desnecessárias. "As cooperativas educacionais desempenham papel importante na oferta de ensino, e seus professores exercem a atividade docente da mesma forma que qualquer outro profissional da educação. Nosso objetivo é contribuir para que os procedimentos reflitam essa realidade e assegurem uma análise justa dos requerimentos", declarou. Segundo Clara, o encontro também representou um passo importante para fortalecer a construção conjunta de soluções. "Saímos da reunião com um canal de diálogo aberto e com o compromisso de aprofundar a análise dos casos apresentados. A expectativa é que esse trabalho conjunto contribua para tornar o processo mais claro, uniforme e seguro para os docentes cooperados", acrescentou. Como encaminhamento, o Sistema OCB reunirá novos casos de professores que enfrentaram dificuldades na concessão do benefício e os enviará ao INSS, acompanhados da documentação necessária. Paralelamente, a Secretaria do Regime Geral de Previdência Social e o instituto realizarão uma avaliação interna dos procedimentos adotados para verificar possíveis ajustes que possam tornar a análise dos pedidos mais eficiente. Participaram da reunião, pelo Ministério da Previdência Social, Eduardo da Silva Pereira, diretor do Departamento do Regime Geral de Previdência Social, e Orion Sávio dos Santos, coordenador de Normas e Acordos Internacionais do Departamento do Regime Geral de Previdência Social. Representando o INSS, esteve Arnaldo Prisco Silva de Deus, da Coordenação-Geral de Reconhecimento de Direitos. Pelo Sistema OCB, participaram ainda Hugo Andrade, coordenador de Ramos; Priscilla Coelho, analista Técnica e Econômica; e Thais Cardoso, analista de Relações Governamentais. Saiba Mais: Prêmio SomosCoop Melhores do Ano recebe 839 inscrições em 6 categorias Sistema OCB lança propostas para fortalecer fundos constitucionais Diagnóstico de eficiência energética chega à Cooperbelgo

 

 

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[ ![Emprega Coop é lançado no Conselhão para conectar talentos e coops ](https://somoscooperativismo.coop.br/images/2026_-_compar/thumbnails/thumb_55326888274_c5a97bd386_k_6b150.webp)](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/emprega-coop-e-lancado-no-conselhao-para-conectar-talentos-e-coops)

 10/06/2026

####  [ Emprega Coop é lançado no Conselhão para conectar talentos e coops ](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/emprega-coop-e-lancado-no-conselhao-para-conectar-talentos-e-coops) 

 Plataforma criada pelo Sistema OCB, MEC, BNDES e Conselhão começa a operar em 1º de julho O cooperativismo apresentou, nesta terça-feira (10), uma solução construída a partir do diálogo entre governo e sociedade civil para enfrentar desafios de empregabilidade e desenvolvimento regional. Durante a 7ª Reunião Plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), o Conselhão, foi lançado oficialmente o Emprega Coop, plataforma que conecta profissionais formados pelo ensino técnico e superior às oportunidades oferecidas pelas cooperativas de crédito da Amazônia Legal. A iniciativa foi apresentada ao presidente da República, ministros de Estado e conselheiros do CDESS como uma das Foto: Gil Ferreira / SRI-PR entregas do Grupo de Trabalho Amazônia. Desenvolvido em parceria entre o Sistema OCB, o Ministério da Educação (MEC), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o próprio Conselho, o projeto começará a funcionar para o público em 1º de julho. Durante o lançamento, o presidente do Conselho de Administração do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, destacou que o Emprega Coop é resultado direto da construção coletiva promovida pelo Conselhão e da capacidade de articulação entre governo e setor produtivo em torno de soluções para desafios concretos do país. “Entre as ações propostas pelo GT Amazônia, entregamos hoje uma iniciativa voltada ao fortalecimento do desenvolvimento regional e à valorização do capital humano formado na Amazônia”, afirmou. Conexão A proposta surge em um contexto de expansão do ensino superior e da educação tecnológica na Amazônia Legal. Nos últimos anos, o avanço da interiorização do ensino permitiu que milhares de jovens tivessem acesso à formação universitária e técnica em diferentes territórios da região. Paralelamente, o cooperativismo de crédito ampliou sua presença e fortaleceu a inclusão financeira, a geração de renda e o desenvolvimento das economias locais. Apesar desses avanços, ainda persistem desafios para aproximar a formação profissional das demandas do mercado de trabalho. Muitas cooperativas encontram dificuldades para recrutar profissionais qualificados, enquanto parte dos egressos do ensino técnico e superior enfrenta obstáculos para ingressar ou se reposicionar no mercado. Foi a partir desse diagnóstico que nasceu o Emprega Coop. A plataforma utiliza inteligência artificial para conectar profissionais às vagas disponíveis nas cooperativas de crédito da Amazônia Legal e facilita o acesso à primeira oportunidade de trabalho ao ampliar as possibilidades de recrutamento para as cooperativas. Capacitação Além da conexão entre candidatos e vagas, a iniciativa incorpora uma estratégia de qualificação profissional. Integrado à CapacitaCoop, plataforma de aprendizagem a distância do Sistema OCB, o Emprega Coop disponibilizará trilhas de formação voltadas ao cooperativismo. Atualmente, a plataforma reúne mais de 250 cursos gratuitos, que permitem aos participantes conhecer melhor o modelo de negócios cooperativista e desenvolver competências alinhadas às necessidades do setor. Para o presidente Márcio, esse é um dos principais diferenciais do projeto. “O Emprega Coop é mais que um simples portal de vagas. Além de utilizar a inteligência artificial para aproximar perfis profissionais das oportunidades disponíveis, a plataforma oferece trilhas de capacitação sobre cooperativismo e formação profissional em geral por meio da CapacitaCoop”. Os participantes que concluírem as capacitações receberão um selo que ficará visível em seus perfis, valorizando sua preparação diante dos recrutadores. A iniciativa também conta com a participação ativa das instituições de ensino. O MEC atuará na articulação com universidades e institutos federais por meio de termos de adesão, criando um fluxo contínuo de encaminhamento de egressos para a plataforma. Expansão A proposta busca enfrentar três desafios estruturais identificados pelas cooperativas de crédito na Amazônia Legal: a escassez de talentos qualificados, o descompasso entre a formação acadêmica e as necessidades do mercado cooperativista e a necessidade de ampliar o conhecimento dos jovens sobre as oportunidades profissionais existentes no setor. Embora tenha início voltado ao cooperativismo de crédito da Amazônia Legal, o projeto já nasce com perspectiva de expansão. A expectativa é que a plataforma evolua para atender cooperativas de diferentes ramos e regiões do país, ampliando seu alcance e impacto social. “Estamos iniciando pela Amazônia Legal e pelo cooperativismo de crédito. Mas nossa ambição é maior: transformar o Emprega Coop em uma plataforma nacional de empregabilidade para todo o cooperativismo brasileiro”, finalizou Márcio. Saiba Mais: Sistema OCB recebe ministro do Mapa para debater agenda do cooperativismo Reforma tributária e agro: o impacto direto no interior do país Capacitacoop leva experiência do coop em educação ao CBTD 2026

 

 

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[ ![Cooperativas impulsionam trabalho, renda e oportunidades no Brasil](https://somoscooperativismo.coop.br/images/thumbnails/thumb_taxi_uniao_c103d.webp)](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-saber-cooperar/cooperativas-impulsionam-trabalho-renda-e-oportunidades-no-brasil)

 19/05/2026

####  [ Cooperativas impulsionam trabalho, renda e oportunidades no Brasil ](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-saber-cooperar/cooperativas-impulsionam-trabalho-renda-e-oportunidades-no-brasil) 

 O taxista Alan Câmara não lembra exatamente o dia em que se apaixonou pelo trabalho, mas sabe bem onde isso aconteceu: dentro de uma cooperativa. Tudo começou em 1997, logo após tirar a carteira de motorista, quando o pai, com quem divide a mesma profissão, o levou para a cooperativa Táxi União, de São Luís (MA). Assim como outros milhões de brasileiros, ele encontrou no cooperativismo uma forma de trabalhar com dignidade, garantir renda justa e crescer ao lado de pessoas que compartilham os mesmos valores. Ao longo de quase 30 anos, Câmara trabalhou em outras áreas, mas sempre voltava ao táxi. Formado em educação física, por um tempo se dividia entre as aulas e as viagens com passageiros, mas no momento em que o setor passou por seu maior desafio – com a chegada dos aplicativos de transporte – fez sua escolha definitiva. Nessa época, decidiu se dedicar à gestão cooperativista e fortalecer a Táxi União para apoiar outros motoristas como ele a se manter no mercado de trabalho. “A chegada dos aplicativos não teve tanto impacto na nossa cooperativa e a explicação está na essência do modelo do cooperativismo. A categoria de motorista tem um piso salarial muito abaixo e aqui a gente tem liberdade de empreender. De certa forma, o cooperativismo promove uma justiça social”, avalia o hoje diretor da Táxi União. A cooperativa, que antes atendia apenas passageiros avulsos, passou a fechar contratos com empresas, garantindo renda estável para os cooperados e gerando oportunidades para novos profissionais. “O coop abre portas para pessoas que, muitas vezes, não enxergavam possibilidade nenhuma de trabalho, mostra um novo caminho”. O gestor também fala com orgulho das famílias que cresceram junto com a Táxi União, de pais que transmitiram o ofício aos filhos e de profissionais que encontraram ali estabilidade em meio às incertezas do setor. “O cooperativismo é um porto seguro. Mesmo quem tem outra formação ou já tentou outros caminhos acaba voltando, porque aqui encontra segurança e perspectiva”, afirma. Valorização profissional Essa sensação de segurança e pertencimento não é exclusiva da cooperativa maranhense de transporte. No Rio de Janeiro, a especialista em Gestão de Projetos em TI Daiane Alves, diretora-presidente da cooperativa LibreCode, viveu algo semelhante ao ver profissionais qualificados, antes invisibilizados pelo mercado tradicional, recuperarem a dignidade no trabalho cooperativo. Na cooperativa digital de tecnologia da informação, ela conta que a relação entre os cooperados é construída no dia a dia, com proximidade, transparência e corresponsabilidade. “A gente não enxerga pessoas como recursos, mas como parte da construção da cooperativa. Os cooperados têm voz, participam das estratégias e compartilham não só os resultados, mas também as responsabilidades”, explica. Para Daiane, estar e trabalhar no cooperativismo é assumir o protagonismo da própria trajetória. “É um modelo onde sua voz é ouvida, onde as decisões são construídas coletivamente e onde o resultado não pertence a uma estrutura distante, mas às pessoas que constroem o dia a dia da organização”, afirma. Além do ambiente de trabalho colaborativo e da gestão democrática, a gestora também destaca outro diferencial das cooperativas: o cuidado com as pessoas, principalmente em momentos de adversidade. Daiane recorda quando a LibreCode se mobilizou para apoiar um cooperado que perdeu tudo durante as enchentes no Rio Grande do Sul, em 2024. A resposta não foi apenas operacional, mas uma mobilização coletiva para ajudar alguém a reconstruir a vida. “O cooperativismo não se limita ao trabalho. Ele é uma rede de cuidado e responsabilidade compartilhada. Quando me lembro dessa experiência, fica claro que a transformação vem da forma como as pessoas se reerguem, se reconhecem e caminham juntas”. Trabalho cooperativo As histórias de Alan e Daiane fazem parte de um movimento bem maior. As cooperativas brasileiras reúnem 25,8 milhões de cooperados, com muitas histórias de motoristas, analistas de sistemas, produtores rurais, professores, médicos e outros profissionais que se juntaram para empreender coletivamente e trabalhar com mais segurança e perspectivas. Além disso, o setor emprega 578.035 pessoas em todo o país, segundo dados do AnuárioCoop 2025, número que vem crescendo de forma sustentada ao longo dos anos. “O cooperativismo é um modelo de negócios que demonstra constante capacidade de geração de empregos no Brasil, contribuindo de forma expressiva para a economia e o desenvolvimento social. Em um cenário de constantes desafios econômicos e mudanças no mercado de trabalho, as cooperativas têm se destacado por sua resiliência e capacidade de criar oportunidades de trabalho nos seus diversos ramos”, avalia a presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella.

 

 

 

 

 

 

 



















O cooperativismo de trabalho, produção de bens e serviços reúne profissionais que almejam alcançar melhores condições de trabalho, aumento de seus ganhos, garantia de direitos sociais e qualidade de vida. O segmento reúne cooperativas que se destinam à prestação de serviços especializados a terceiros ou à produção de bens. Nessas instituições, é preciso produzir e prestar serviços para ser dono do negócio. Com isso, os trabalhadores são empreendedores, unem o capital (posse dos bens de produção) à mão de obra, e estão orientados à autonomia e autogestão.

















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Margaret Cunha

 Coordenadora da Câmara Temática de Manutenção, Conservação e Segurança

fetrabalhorsmarga@gmail.com

 

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Fabrício Pacheco

Coordenador das Câmaras Temáticas de Pais e Professores

drpachecojr@hotmail.com

 

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Cleusimar Andrade

Coordenador da Câmara Temática de Reciclagem

cleusimar.recicle@gmail.com

 

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Gilson Cambuim

Coordenador da Câmara Temática Mineral

gilsoncamboim@fecomin.com.br

 

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José Ailton

Coordenador da Câmara Temática de Consultoria, Instrutoria e ATER

joseailton@coopifor.org.br

 

 

 

 



 





























Descubra aqui quem trabalha para representar da melhor forma o seu ramo dentro do cooperativismo.





























![Ramo trabalho, produção de bens e consumo](https://somoscooperativismo.coop.br/media/com_sppagebuilder/placeholder/tpbs.webp)















Saiba como as cooperativas deste ramo fortalecem profissionais e empresas com soluções colaborativas.
