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title: Ramo Saúde | Sistema OCB
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# Ramo Saúde



















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# Ramo Saúde































[ ![Dia C reúne cooperativas em ações de solidariedade por todo o país ](https://somoscooperativismo.coop.br/images/screenshot_157_5edef696cba29c29.webp)](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/dia-c-reune-cooperativas-em-acoes-de-solidariedade-por-todo-o-pais)

 27/08/2026

 [### Dia C reúne cooperativas em ações de solidariedade por todo o país 

 ](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/dia-c-reune-cooperativas-em-acoes-de-solidariedade-por-todo-o-pais) Mobilização leva serviços gratuitos, saúde, educação, cultura e sustentabilidade às comunidades No dia 29 de agosto, cooperativas de diferentes estados brasileiros estarão mobilizadas em mais uma edição do Dia de Cooperar, o Dia C. A iniciativa vai reunir voluntários, cooperados e parceiros em ações gratuitas que aproximam o cooperativismo das comunidades e colocam em prática o sétimo princípio do movimento: o interesse pela comunidade. A programação inclui atendimentos de saúde, atividades educativas e culturais, esporte, arrecadação de donativos, ações ambientais e iniciativas de bem-estar. O Dia C reúne projetos com diferentes formatos e públicos. Em alguns estados, a mobilização terá grandes eventos comunitários. Em outros, as cooperativas desenvolverão campanhas próprias ou atividades ao longo do ano para mostrar que o voluntariado cooperativista se adapta às necessidades de cada território. “A dinâmica mostra que o Dia C vai além de uma celebração pontual. Ao conectar cooperativas, voluntários e comunidades em torno de necessidades concretas, a iniciativa transforma o princípio do interesse pela comunidade em ações que podem permanecer depois do calendário oficial”, afirma a presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella. Saúde, cidadania e educação Em Alagoas, 15 cooperativas participam de uma grande mobilização no estacionamento do Maceió Shopping. A programação conta com serviços de saúde, vacinação, primeiros socorros, orientações sobre saúde bucal, educação financeira e orientação empresarial. Também haverá atividades para crianças, oficinas, ações de saúde mental, bem-estar, cultura, beleza e sustentabilidade. A saúde também está no palco das ações em Goiás, com consultas cardiológicas, eletrocardiogramas, aferição de pressão, testes de glicemia, avaliações nutricionais e de enfermagem. A programação inclui ainda doação de sangue, cadastro de doadores de medula óssea, distribuição de alimentos e materiais de higiene, além de atividades de educação financeira, reciclagem e distribuição de mudas. No Ceará e em Sergipe, a programação combina prevenção e cidadania. Entre as iniciativas estão atendimentos de saúde, vacinação, orientações sobre saúde da mulher, saúde bucal, testes rápidos, primeiros socorros e atividades de bem-estar. Em Sergipe, a agenda contempla educação financeira e fiscal, ações ambientais, troca de lâmpadas, distribuição de mudas e programação cultural. O Distrito Federal terá atendimentos gratuitos nas áreas de saúde e educação financeira, além de atividades de recreação, reciclagem e energia renovável. No Rio de Janeiro, a programação reúne serviços de saúde, educação financeira, atividades infantis e recreativas, além de uma campanha para arrecadação de alimentos, brinquedos e livros. Em Roraima, cooperativas participam de uma mobilização para arrecadar e entregar donativos a famílias venezuelanas atingidas pelos terremotos registrados em 2026. No Paraná, a campanha estadual de doação de sangue mobiliza cooperativas, os comitês Elas pelo Coop e Geração C, além de órgãos parceiros da área da saúde. Solidariedade que também se movimenta O esporte será uma das ferramentas usadas para mobilizar as comunidades. No Maranhão, a Corrida da Cooperação terá caráter solidário, com inscrições vinculadas à doação de cestas básicas para famílias em situação de vulnerabilidade. O Pará terá corridas da cooperação em diferentes municípios, além de pedal solidário, ações de bem-estar e mobilizações para arrecadação de alimentos e recursos destinados a projetos sociais. Na Paraíba, um pedal solidário em Patos deve reunir cerca de 800 participantes. Pernambuco terá caminhada cooperativista, atividades físicas e doações de alimentos para escolas. Já o Espírito Santo combina esporte e voluntariado com a Corrida da Cooperação e ações intercooperativas de atendimento à comunidade. Cultura, meio ambiente e novas gerações O Dia C tem espaço ainda para cultura e educação. Em Mato Grosso, o espetáculo teatral Terra de Muitas Mãos integra o projeto Dia C na Linha do Coop e celebra os 50 anos do cooperativismo no estado por meio de teatro, música e participação de diferentes cooperativas. Em Mato Grosso do Sul, crianças poderão participar de atividades recreativas, educação financeira com mercadinho educativo, cinema e ações de educação cooperativista. A programação inclui ainda a pescaria Pesque e Plante, com distribuição de mudas, além de serviços como corte de cabelo. Minas Gerais terá uma programação que combina formação, cultura e voluntariado. Depois de workshops, lançamento da campanha e webinar sobre voluntariado, o estado realiza uma grande celebração na Praça da Assembleia, em Belo Horizonte, com música, oficinas, atividades infantis e ações relacionadas ao cooperativismo. O estado também mantém projetos permanentes de voluntariado e iniciativas de economia circular, como o reaproveitamento e a doação de uniformes. No Rio Grande do Sul, a Casa do Cooperativismo, durante a Expointer, será um dos pontos de encontro das ações. A programação inclui atividades de saúde, bem-estar, educação financeira, economia doméstica e separação de resíduos, além de teatro e interação com mascotes. O estado também fará uma cobertura especial por meio do videocast Fala, Coop!, acompanhando as atividades e o alcance da mobilização. Saiba Mais: Sistema OCB debate futuro da saúde cooperativa na Suespar Cooperativismo educacional debate desafios e caminhos para o futuro Sistema OCB recebe homenagem por compromisso com sustentabilidade



 

 

[ ![Cooperativas de saúde reforçam papel na assistência aos brasileiros ](https://somoscooperativismo.coop.br/images/20250616jr1499_r_3a205dca04f219b6.webp)](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-representacao/cooperativas-de-saude-reforcam-papel-na-assistencia-aos-brasileiros)

 10/08/2026

####  [ Cooperativas de saúde reforçam papel na assistência aos brasileiros ](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-representacao/cooperativas-de-saude-reforcam-papel-na-assistencia-aos-brasileiros) 

 Ramo chega a 304 mil cooperados, geral mais de 160 mil empregos e movimenta R$ 130,7 bilhões Cuidar das pessoas está no centro da atuação das cooperativas de saúde. Em um cenário de crescente demanda por serviços de qualidade, o ramo segue ampliando sua presença no Brasil ao combinar atendimento humanizado, valorização dos profissionais e um modelo de gestão que reinveste seus resultados no próprio negócio e nas comunidades onde atua. Os números do Anuário do Cooperativismo Brasileiro 2026, divulgado pelo Sistema OCB nesta sexta-feira (31), refletem essa trajetória. O ramo reúne 695 cooperativas, responsáveis por 304.329 cooperados e 162.285 empregos diretos em todo o país. Em 2025, as cooperativas de saúde movimentaram R$ 130,7 bilhões em ingressos e alcançaram R$ 81,9 bilhões em ativos, o que consolida sua relevância para o sistema de saúde brasileiro. Além disso, o ramo destinou R$ 10,1 bilhões às despesas com pessoal. De acordo com a Agência Nacional de Saúde (ANS), as operadoras de saúde médica reuniram mais de 53 milhões de beneficiários em 2025, com cerca de 20 milhões atendidos pelas cooperativas médicas enquanto as odontológicas totalizaram cerca de 4,7 milhões. A agência também aponta que o Sistema Unimed se destaca no Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS) do período. Entre as 20 operadoras médico-hospitalares que obtiveram nota máxima na avaliação, 18 são cooperativas Unimed (90%). Já a Aliança Cooperativa Internacional (ACI), destaca o Sistema Unimed no topo dos 4 maiores grupos cooperativistas do mundo, considerando a relação entre receitas e PIB per capita dos países. Para a presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella, o crescimento do ramo demonstra a capacidade do cooperativismo de responder aos desafios da assistência à saúde em um país de dimensões continentais. "As cooperativas de saúde unem excelência técnica, gestão eficiente e compromisso com o cuidado. É um modelo que valoriza os profissionais, amplia o acesso da população aos serviços e contribui para um sistema de saúde mais sustentável e próximo das necessidades das pessoas. E esses são fatores que fazem muita diferença quando consideramos o tamanho, as diferenças e os desafios que o nosso país impõe para a oferta de serviços de qualidade”, afirma. Melhoria contínua Presentes em todas as regiões brasileiras, as cooperativas de saúde atuam em diferentes especialidades e modalidades de atendimento ao reunir médicos, odontólogos, psicólogos, fisioterapeutas e outros profissionais que compartilham a gestão do empreendimento e participam das decisões estratégicas. Essa estrutura permite ampliar a oferta de serviços, fortalecer redes de atendimento e investir continuamente em tecnologia, inovação e qualificação profissional. "Quando os próprios profissionais participam da gestão, as decisões são tomadas com foco na qualidade da assistência e na sustentabilidade do negócio. Isso fortalece o cuidado com o paciente e cria um ambiente favorável à inovação e ao aprimoramento constante dos serviços, acrescenta Tania. Outro destaque do ramo é sua forte integração com os demais segmentos do cooperativismo. As cooperativas de saúde mantêm relações com cooperativas de crédito, trabalho, consumo, infraestrutura e agropecuárias. Essa intercooperação amplia o alcance dos serviços e cria soluções cada vez mais completas para cooperados e comunidades. Saiba Mais: Sistema OCB recebe maior cooperativa de crédito do México Modelo brasileiro do coop agro é apresentado em congresso na Argentina Coop defende integração para ampliar a resiliência climática no agro

 

 

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[ ![Solução Eficiência Energética beneficia cooperativas de saúde e crédito](https://somoscooperativismo.coop.br/images/thumbnails/thumb_whatsapp_image_2026-07-28_at_10.47.01_459add1a5d93c6ac.webp)](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-esg/solucao-eficiencia-energetica-beneficia-cooperativas-de-saude-e-credito)

 29/07/2026

####  [ Solução Eficiência Energética beneficia cooperativas de saúde e crédito ](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-esg/solucao-eficiencia-energetica-beneficia-cooperativas-de-saude-e-credito) 

 Iniciativa do Sistema OCB fortalece gestão, reduz custos e impulsiona práticas de sustentabilidade A busca por operações mais eficientes e sustentáveis tem levado cooperativas de diferentes ramos a investir em uma gestão mais estratégica do consumo de energia. Desenvolvida pelo Sistema OCB, a Solução Eficiência Energética, integrante do Programa ESGCoop, já começa a transformar essa realidade em diferentes regiões do país. Após ser implantada na Unimed Caruaru (PE), primeira cooperativa do Sistema Unimed a aderir à iniciativa, a solução também chegou ao Sicoob Norte Sul (BA), primeira cooperativa baiana a integrar a segunda turma do projeto. A iniciativa busca reduzir custos com energia elétrica, otimizar processos e fortalecer uma cultura permanente de gestão energética, alinhando eficiência operacional, sustentabilidade e competitividade. A metodologia proposta contempla, inicialmente, a capacitação das equipes, seguida da realização de um diagnóstico detalhado do consumo energético. Com base nos resultados obtidos, são identificadas oportunidades de melhoria, estruturado um plano de ação e promovido o suporte à implementação das medidas recomendadas. O processo é complementado por um monitoramento contínuo dos resultados, garantindo a sustentabilidade dos ganhos e a melhoria contínua do desempenho energético. Entre as ações avaliadas estão a modernização dos sistemas de iluminação, otimização dos equipamentos de climatização, automação de processos e revisão de hábitos relacionados ao consumo de energia. "A eficiência energética permite que a cooperativa conheça melhor seu consumo, identifique oportunidades de melhoria e tome decisões baseadas em dados. Investir em gestão energética é investir na sustentabilidade do negócio, na competitividade e na qualidade dos serviços prestados aos cooperados e clientes”, explica Alex Macedo, coordenador de Meio Ambiente do Sistema OCB. Referência no Ramo Saúde Uma das primeiras experiências da solução ocorreu na Unimed Caruaru. Com 478 médicos cooperados, cerca de 68 mil clientes e uma estrutura que reúne hospitais, clínicas e unidades administrativas, a cooperativa possui uma operação intensiva em consumo de energia elétrica. Com o diagnóstico, foi possível identificar oportunidades para tornar a operação mais eficiente sem comprometer a qualidade dos serviços prestados. Para o presidente do Conselho de Administração da cooperativa, Pedro Melo, o olhar técnico especializado faz diferença mesmo em organizações que já possuem processos consolidados. "Mesmo quando a cooperativa acredita que está fazendo um bom trabalho, não pode abrir mão do olhar especializado. Em estruturas de grande porte, pequenos ajustes podem representar uma economia significativa. A eficiência energética exige acompanhamento constante, atualização e busca permanente por conhecimento para aperfeiçoar processos que muitas vezes já consideramos eficientes", declarou. O vice-presidente do Conselho de Administração, André Muniz, destacou que a iniciativa estimula uma mudança de cultura dentro da cooperativa. "Os resultados do diagnóstico nos mostraram que, muitas vezes, um novo olhar é suficiente para transformar processos que pareciam consolidados. A solução desperta a curiosidade, provoca reflexão e mostra que sempre há espaço para inovar. Esse aprendizado vai além da gestão da energia e passa a influenciar a forma como planejamos nossos projetos e conduzimos a cooperativa", relatou. Já o superintendente Jean Charles disse considerar que o diagnóstico servirá como referência para futuras ampliações na estrutura da cooperativa. "O levantamento mostrou que temos uma boa infraestrutura, mas também revelou oportunidades importantes de evolução. O maior ganho é incorporar esse conhecimento desde a concepção dos novos projetos. Pensar em eficiência energética ainda na fase de planejamento evita retrabalhos, reduz custos futuros e garante empreendimentos mais sustentáveis desde o início”, afirmou. Crédito também avança A solução também passou a ser aplicada no Sicoob Norte Sul, tornando a cooperativa a primeira da Bahia e uma das primeiras do país a participar da segunda turma da Solução de Eficiência Energética. Entre os dias 21 e 23 de julho, um especialista da consultoria Stride juntamente com equipe do Sistema OCB e do Sistema OCEB realizaram visitas técnicas e levantamentos na matriz, em Santo Antônio de Jesus, e na unidade de Cruz das Almas para identificar oportunidades de melhoria na gestão do consumo de energia. Assim como na Unimed Caruaru, a etapa atual consistiu em um diagnóstico detalhado da operação. A partir desse levantamento, será elaborado um plano de ação com prioridades, metas, cronograma e responsáveis pela implementação das melhorias, seguido de acompanhamento técnico e monitoramento dos resultados. "A etapa de diagnóstico é um trabalho técnico que analisa as atividades da cooperativa e identifica pontos de melhoria a partir de uma metodologia que explica, de forma clara, como cada equipamento e até mesmo os hábitos das equipes impactam o consumo de energia. Muitas vezes, a mudança de comportamento é a principal virada de chave para uma gestão energética mais eficiente”, salientou Mayara Araujo dos Reis, analista de Desenvolvimento de Cooperativas do Sistema OCB. Para o diretor de Negócios do Sicoob Norte Sul, Gabriel Chagas, a iniciativa está alinhada aos princípios do movimento e contribuirá para o fortalecimento da gestão da cooperativa. "Acreditamos que esse projeto representa um importante passo para gerar benefícios para a cooperativa, mas também para os cooperados e para a comunidade. Essa parceria vai trazer melhorias nos processos, na gestão da eficiência energética e orientar decisões sobre futuras instalações e reformas". O gerente de Suporte Organizacional da cooperativa, Robert dos Santos, considerou que o diagnóstico permitiu enxergar oportunidades que servirão de base para os próximos investimentos. "As visitas técnicas nos permitiram identificar oportunidades de melhoria tanto nas unidades atuais quanto nos projetos que ainda serão desenvolvidos. Esse conhecimento será importante para planejarmos estruturas cada vez mais eficientes", declarou. Sustentabilidade como estratégia A implementação da solução também é acompanhada pelos sistemas estaduais de cooperativismo. Na Bahia, o trabalho é realizado em parceria com o Sistema Oceb e na Unimed Caruaru, com o Sistema OCB/PE. "O Programa ESGCoop demonstra que é possível crescer economicamente sem abrir mão da boa governança, do cuidado com as pessoas e da responsabilidade ambiental. A eficiência energética é uma ferramenta importante para tornar as cooperativas ainda mais competitivas”, acrescentou o presidente do Sistema Oceb, Cergio Tecchio. Saiba Mais: Semana de Competitividade: trilhas serão comandadas por especialistas Cooperativismo apresenta propostas para ampliar alcance do FNO à Sudam Sistema OCB avança na preservação do patrimônio cultural cooperativo

 

 

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[ ![Artigo do Sistema OCB é publicado em referência mundial do coop](https://somoscooperativismo.coop.br/images/2026_-_compar/thumbnails/thumb_screenshot_110_5c6b9.webp)](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/artigo-do-sistema-ocb-e-publicado-em-referencia-mundial-do-coop)

 25/05/2026

####  [ Artigo do Sistema OCB é publicado em referência mundial do coop ](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/artigo-do-sistema-ocb-e-publicado-em-referencia-mundial-do-coop) 

 Estudo sobre riscos de insolvência mostrou maior resiliência financeira das cooperativas de saúde Uma pesquisa desenvolvida por analistas do Sistema OCB e publicada na quinta-feira (21) em uma das mais importantes revistas científicas internacionais sobre cooperativismo trouxe novas evidências sobre a força e a sustentabilidade do modelo cooperativista no setor de saúde suplementar brasileiro. O estudo aponta que cooperativas médicas apresentam menor risco de insolvência quando comparadas a outros modelos organizacionais do setor. O artigo, intitulado Beyond profit maximization: The effect of cooperative governance on insolvency risk in the Brazilian supplementary healthcare industry (Além da maximização do lucro: o efeito da governança cooperativa sobre o risco de insolvência no setor brasileiro de saúde suplementar), foi publicado no Annals of Public and Cooperative Economics, periódico científico editado pela Wiley e reconhecido internacionalmente como uma das principais referências em economia cooperativa. Em circulação desde 1908, a revista reúne pesquisas voltadas ao desenvolvimento econômico sustentável, governança e modelos cooperativistas em diferentes países. A pesquisa teve autoria principal do analista do Núcleo de Inteligência e Inovação do Sistema OCB, Thiago Victorino, com coautoria dos analistas Arthur Nery e Rodrigo Rangel. O estudo surgiu de uma inquietação comum entre os pesquisadores: a ausência de trabalhos voltados especificamente às cooperativas quando o assunto é previsão de insolvência. A maior parte da literatura internacional sobre o tema concentra-se em empresas tradicionais com fins lucrativos, sem considerar as características próprias das cooperativas. A partir dessa lacuna, os pesquisadores desenvolveram um modelo de análise aplicado ao mercado brasileiro de saúde suplementar, incluindo tanto operadoras privadas quanto cooperativas médicas. O objetivo era entender se a estrutura cooperativista influencia a resiliência financeira das organizações, e os resultados apontaram que sim. Eficiência operacional De acordo com o estudo, cooperativas apresentaram probabilidade de insolvência cerca de 4,8 pontos percentuais menor do que empresas não cooperativas. A pesquisa também identificou que essas organizações seguem uma lógica de gestão diferente das voltadas exclusivamente ao lucro de curto prazo. Enquanto empresas tradicionais tendem a sofrer maior pressão de indicadores ligados à rentabilidade imediata, nas cooperativas a sustentabilidade financeira aparece mais conectada à eficiência operacional, à gestão responsável e à capacidade de gerar valor aos cooperados. O estudo aponta ainda que objetivos sociais e solidez financeira são conceitos que podem atuar juntos no fortalecimento das organizações. Outro aspecto destacado pelos pesquisadores é que o modelo cooperativista contribui para reduzir riscos. A lógica de gestão compartilhada, o compromisso de longo prazo com os cooperados e os mecanismos de apoio entre cooperativas ajudam a criar estruturas mais resilientes diante de cenários econômicos desafiadores. “Publicar um artigo em uma revista científica tão relevante para o cooperativismo mundial mostra que o Sistema OCB também contribui para a produção de conhecimento de alcance internacional. É um trabalho que fortalece o posicionamento do cooperativismo brasileiro não apenas como modelo econômico, mas também como referência em pesquisa e inovação”, afirmou o gerente do Núcleo de Inteligência e Inovação do Sistema OCB, Guilherme Costa. Segundo ele, os resultados ajudam a ampliar a compreensão sobre o impacto do modelo cooperativista na sustentabilidade das organizações. Além da contribuição acadêmica, o estudo possui potencial de aplicação prática para o setor de saúde suplementar. Os resultados podem apoiar análises de risco, estratégias de gestão e discussões regulatórias envolvendo cooperativas médicas e operadoras de saúde, inclusive em órgãos como a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Saiba Mais: Cooperativismo amplia conexões e negócios na Apas Show 2026 Sistema OCB fortalece integração internacional na AgroBrasília ICAO aprova iniciativa brasileira para fortalecer cooperativas agro

 

 

 

 

 

 





















Criado com a missão de promover e cuidar da saúde humana, o cooperativismo de saúde brasileiro é o maior do mundo e referência para todos os países que desejem avançar no setor a partir do modelo de negócio cooperativo. Reunindo profissionais de saúde e seus usuários, as cooperativas do ramo têm por objetivo prover ou adquirir serviços focados na preservação, assistência e promoção da saúde humana. Com mais de 60 anos de existência, o ramo é composto por cooperativas médicas, odontológicas e de todas as profissões classificadas no CNAE como “atividades de atenção à saúde humana”, além das cooperativas formadas por pessoas que se reúnem para constituir uma operadora de plano de saúde.

















Descubra aqui quem trabalha para representar da melhor forma o seu ramo dentro do cooperativismo.





























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Descubra como as cooperativas de saúde promovem atendimento acessível e de qualidade para milhões de brasileiros.
