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title: Ramo Consumo | Sistema OCB
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  ![Image](https://somoscooperativismo.coop.br/components/com_sppagebuilder/assets/images/lazyloading-placeholder.svg "Ramo Consumo")

# Ramo Consumo































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# Ramo Consumo



















[ ![Cooperativas de consumo fortalecem economia compartilhada ](https://somoscooperativismo.coop.br/images/2026_-_compar/dsc04432_r_297b8b7deba54a4a.webp)](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-representacao/cooperativas-de-consumo-fortalecem-economia-compartilhada)

 06/08/2026

 [### Cooperativas de consumo fortalecem economia compartilhada 

 ](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-representacao/cooperativas-de-consumo-fortalecem-economia-compartilhada) Papel do ramo na oferta de produtos e serviços ganha destaque no AnuárioCoop 2026 Consumir também pode ser uma forma de participar. Nas cooperativas de consumo, quem utiliza produtos e serviços contribui com as decisões, ajuda a definir os rumos do empreendimento e compartilha os resultados gerados. O modelo, baseado na economia compartilhada, segue conquistando espaço no Brasil e alcançou 2,84 milhões de cooperados em 2025, crescimento de 10,8% em relação ao ano anterior, segundo o Anuário do Cooperativismo Brasileiro 2026, divulgado pelo Sistema OCB nesta sexta-feira (31). O avanço do quadro social acompanha o fortalecimento do ramo. As cooperativas de consumo movimentaram R$ 7,9 bilhões em ingressos ao longo do ano, somaram R$ 4,16 bilhões em ativos e reúnem atualmente 191 organizações, responsáveis por 15.798 empregos diretos em todo o país. Para a presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella, o crescimento demonstra que cada vez mais brasileiros percebem valor em um modelo que vai além da simples relação de compra e venda. "As cooperativas de consumo mostram que é possível unir eficiência econômica e compromisso com as pessoas. Ao organizar demandas comuns, elas ampliam o acesso a produtos e serviços, fortalecem o poder de compra dos associados e fazem com que os benefícios gerados retornem para quem participa da cooperativa e para a própria comunidade", destaca. Soluções diversificadas O cooperativismo de consumo está presente em diversas áreas do cotidiano. As cooperativas atuam em supermercados, farmácias, postos de combustíveis, lojas de vestuário, beleza, equipamentos, serviços veiculares e outras atividades que atendem às necessidades dos cooperados. Em muitos casos, uma mesma cooperativa desenvolve mais de uma atividade, ampliando as soluções oferecidas. Essa diversidade permite que o modelo esteja presente em diferentes etapas da vida das pessoas, com alternativas mais próximas da realidade de cada comunidade e com potencial para fortalecer as relações de consumo baseadas na confiança, na participação e no interesse coletivo. Outro destaque do ramo é a evolução da presença de mulheres em seu quadro social. Em 2025, foi registrado 1,42 milhão de mulheres cooperadas, crescimento de 16,2% em relação ao ano anterior, enquanto o número de homens registrou alta de 5,9%. Na avaliação da presidente Tania, esse resultado reforça uma das principais características das cooperativas. "Quanto mais diversa e representativa é a base de cooperados, maior é a capacidade de compreender as necessidades das pessoas e construir soluções adequadas para elas. A participação democrática é um dos pilares que tornam esse modelo tão conectado às comunidades onde atua". O Anuário também mostra que a intercooperação é parte importante da estratégia do ramo. Mais da metade das organizações de consumo utilizam cooperativas de crédito para movimentar seus recursos financeiros e mantém parcerias com outros segmentos para ampliar a oferta de serviços de saúde, transporte, produtos agropecuários e outras soluções ao seu quadro social. Essa integração fortalece o ecossistema cooperativista, amplia a competitividade das cooperativas e cria oportunidades para os cooperados. Escolhas mais conscientes O principal diferencial das cooperativas de consumo está na forma como organizam as relações econômicas. Diferentemente do modelo tradicional, os consumidores também são donos do empreendimento, participam das decisões em igualdade de condições e compartilham os resultados obtidos pela cooperativa. O modelo fortalece o poder de negociação dos associados, estimula escolhas mais conscientes e contribui para que os recursos permaneçam em circulação nas próprias comunidades, gerando emprego, renda e novas oportunidades de desenvolvimento. Como destaca Tania, "o cooperativismo de consumo demonstra que é possível construir relações econômicas mais equilibradas, em que o sucesso da organização está diretamente ligado ao bem-estar das pessoas. Quando o consumidor também é protagonista, o resultado da compra de um produto ou da contratação de um serviço fortalece uma comunidade inteira". Saiba Mais: AnuárioCoop 2026 amplia visibilidade do cooperativismo na imprensa Conselho da ACI conclui pautas estratégicas para assembleia no Panamá Sistema OCB adere a pacto de combate à violência contra a mulher



 

 

[ ![CapacitaCoop: Novo curso prepara cooperativas para Reforma Tributária ](https://somoscooperativismo.coop.br/images/2025/GeCOM/CURSORT.png?1755696235000)](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-negocios/capacitacoop-novo-curso-prepara-cooperativas-para-reforma-tributaria)

 20/08/2025

####  [ CapacitaCoop: Novo curso prepara cooperativas para Reforma Tributária ](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-negocios/capacitacoop-novo-curso-prepara-cooperativas-para-reforma-tributaria) 

 Capacitação gratuita e online oferece orientação sobre adaptações fiscais O Sistema OCB lançou o curso Reforma Tributária do Consumo para Cooperativas, disponível na plataforma CapacitaCoop. Gratuito e 100% online, o conteúdo foi desenvolvido para apoiar dirigentes, conselheiros fiscais, gestores tributários, auditores e contadores de cooperativas na compreensão das mudanças promovidas pela Reforma Tributária no Brasil. O curso aborda a parte geral da reforma, com foco na tributação sobre o consumo e apresenta orientações sobre como as cooperativas podem se adaptar ao novo regime. A trilha de aprendizagem inclui vídeos explicativos, podcasts temáticos, atividades e e-books complementares. Segundo a gerente de Relações Institucionais do Sistema OCB, Clara Maffia, o tema exige atenção redobrada do setor. “A Reforma Tributária representa uma das maiores transformações do sistema fiscal brasileiro em décadas. Nosso objetivo é oferecer uma capacitação acessível, didática e consistente, que ajude as cooperativas a entenderem o impacto das mudanças e a se prepararem de forma estruturada para a transição”, afirmou. A estrutura do curso contempla seis módulos principais: introdução à Reforma Tributária; alterações na tributação sobre o consumo; impactos operacionais e econômicos para as cooperativas; período de transição; apuração, recolhimento e declaração dos novos tributos; e compensação ou ressarcimento dos tributos substituídos. Ao concluir os estudos e alcançar 70% de aproveitamento na avaliação de aprendizagem, o participante terá acesso ao certificado digital. O conteúdo foi elaborado com linguagem acessível, rigor técnico e foco em soluções práticas. Clara também reforça a importância da mobilização das cooperativas: “Este é o momento de se antecipar. Quanto mais cedo dirigentes e gestores compreenderem as novas regras, mais preparados estaremos para manter a competitividade e o equilíbrio econômico do setor”, completou. Além do curso geral, o Sistema OCB prepara a disponibilização de módulos específicos por ramos do cooperativismo, que serão lançados em uma segunda fase. Como parte das ações de orientação técnica, o Sistema OCB publicou materiais específicos sobre a Reforma Tributária no boletim Panorama Coop Tributário. Duas edições já foram disponibilizadas, sendo a mais recente em 14 de agosto. Novas publicações estão previstas para os próximos meses, com análises detalhadas e foco nos impactos práticos da reforma para o cooperativismo. Prepare sua coop para a Reforma Tributária, inscreva-se já e acompanhe o Panorama Coop. Saiba Mais: Coops rumo à COP30: seleções abertas para painéis temáticos Banco Central: Sistema OCB reforça temas de interesse do Ramo Crédito ANTT e cooperativas de transporte e Agro avançam em soluções para multas

 

 

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[ ![Mercado de seguros é destaque em conferência internacional](https://somoscooperativismo.coop.br/images/noticias/thumbnails/thumb_e-2-2.webp)](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-representacao/mercado-de-seguros-e-destaque-em-conferencia-internacional)

 24/11/2023

####  [ Mercado de seguros é destaque em conferência internacional ](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-representacao/mercado-de-seguros-e-destaque-em-conferencia-internacional) 

 O deputado federal Diego Andrade (PSD-MG), membro da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), aceitou o desafio proposto pela superintendente do Sistema OCB, Tania Zanella, e se comprometeu a defender as demandas do cooperativismo na tramitação dos Projetos de Lei Complementar (PLP) 101/2023 e 519/2018 (apensado), que alteram a legislação brasileira para ampliar as possibilidades de operações de seguros por cooperativas. As propostas aguardam votação no Plenário da Câmara dos Deputados, mas o Sistema OCB entende serem necessários ajustes importantes para que as especificidades do modelo de negócios cooperativista sejam efetivamente atendidas. Tania ressaltou a importância do Sistema OCB como entidade de representação do cooperativismo no Brasil e do trabalho que vem sendo desenvolvido para garantir uma maior participação das cooperativas no mercado de seguros. “Precisamos estar atentos e nos preocupar com o formato da legislação que será aprovada pelo Congresso Nacional. Nosso modelo de negócios possui particularidades que precisam ser consideradas. E, para isso, já realizamos várias reuniões com o relator do projeto, deputado Vinicius Carvalho (SP) e contamos com o apoio do deputado Diego Andrade aqui presente para nos ajudar nessa missão”. Diego Andrade assumiu o compromisso durante o painel de encerramento da 28ª Conferência ICMIF Américas, que abordou o tema da regulamentação das cooperativas de seguro no Brasil. “O desafio está aceito. Vou agendar reunião com o deputado Vinicius Carvalho para entender o andamento do relatório e iniciar as conversas para que o texto inclua às demandas do cooperativismo. Essa defesa é fácil porque se trata de uma medida que beneficia a população, aumentando a competitividade do setor e as oportunidades para o cidadão. Então, é um tema cem por cento convergente com o interesse público”, declarou. O parlamentar solicitou o apoio do Sistema OCB para destacar a importância da medida. “Precisamos mobilizar os deputados para mostrar a importância desse projeto e, para isso, vou precisar muito da ajuda do Sistema OCB. Vamos articular para que ele entre em pauta o mais rápido possível, já que o requerimento de urgência já está aprovado. É hora de avançarmos. É uma regulamentação importante e que o governo também já demonstrou interesse em aprovar. Mas precisamos encontrar a dose certa, para que, no final, a participação das cooperativas seja realmente efetiva e segura”, complementou. O painel, mediado por Tania, também contou com a participação do consultor Luiz Assi, que apresentou um panorama da atuação das cooperativas no mercado de seguros brasileiro. Ele explicou que, atualmente, a legislação autoriza essa participação apenas para áreas agrícolas, de saúde e de acidentes de trabalho. “Ainda assim, a empresa precisa ser uma sociedade anônima para oferecer esses serviços”, relatou. Segundo Assi, há um leque de oportunidades para as cooperativas nesse mercado, uma vez há brechas importantes entre as opções oferecidas. “Uma delas e que é significativa, é a baixa concentração de seguros no país, apesar das 130 operadoras em atividade”. De acordo com dados apresentados por Assi, apenas 30% da frota nacional de veículos é segurada. Em outras modalidades, as percentagens são ainda menores: 17% para residências; 10% para áreas cultivadas; 13% para previdência complementar da população economicamente ativa; e 17% para seguro de vida. “Em média, apenas 10% da população tem seguro. Estes dados nos mostram a importância do Projeto de Lei em tramitação. Isso porque o cooperativismo chega em lugares nos quais outras empresas não chegam por não ter acesso ou por falta de interesse”, explicou. Ainda segundo Assi, os Projetos de Lei em tramitação precisam ser ajustados para respeitar as características do movimento, em consonância com a Lei 5.764/71, que regulamenta a atuação das cooperativas no Brasil. “A proposta apresentada restringe, por exemplo, a operacionalização dos seguros por cooperativas apenas para cooperados, o que fere a Lei das Cooperativas, uma vez que ela permite operações com não cooperados. Outros pontos importantes, são a previsão para que as cooperativas possam atuar com resseguros e a retirada da restrição quanto a atuar com capitalização. Além disso, consideramos importante que a medida inclua a previsão de constituição das cooperativas de seguro sobre a forma de centrais, federações ou confederações”, completou. No mundo A participação das cooperativas de seguro no mercado mundial é de 26,2% segundo dados da ICMIF. Na América do Norte, 38,4% dos seguros contratados são operacionalizados por cooperativas, enquanto na Europa são 31,9%. A Holanda (59,4%) e a França (52,6%) são os países com os maiores índices de participação das cooperativas no mercado de seguros. Já na América Latina, a participação é de apenas 10,5%, com liderança da Argentina, que opera 20,24% das negociações. A atuação das cooperativas de seguro na Argentina foi destacada por Julian Garcia, diretor da Adera. Segundo ele, das 191 empresas que operam no mercado do país, 14 são cooperativas. “Cerca de 65% dos seguros contratados são para cobertura de veículos, mas também atuamos nas outras categorias. Defendemos a participação das cooperativas no mercado por diversos motivos, entre eles, a geração de emprego, o fomento ao empreendedorismo, a contribuição para a estabilidade econômica do país, e a justa distribuição de benefícios”, afirmou. O exemplo da França também foi apresentado durante a conferência. Yves Pellicier, presidente da Maif Assurante destacou, em participação por vídeo, a representantividade da cooperativa de seguros criada há 9 anos no país europeu. “Desenvolvemos um modelo de seguro centrado no ser humano. Cada membro é segurador e segurado. Essa singularidade se reflete em todas as nossas ações. Trata-se de um modelo responsável e eficiente que se baseis na lealdade dos nossos segurados e não na vitória a todo custo”. Segundo ele, a Maif conta atualmente com 4,2 milhões de sócios e membros e é a principal seguradora de associações e estabelecimentos públicos da França. Conta ainda com 3,4 milhões de contratos em seguro pessoal; 3,3 milhões de casas seguradas; 3,6 milhões de veículos segurados, o que a torna a sexta maior operadora de contratos para proteção veicular do país. “São mais de 10 mil colaboradores e 21 bilhões de euros em ativos e, em 2022, nosso volume de negócios ultrapassou 4,5 milhões de euros”, complementou. ICMIF: A entidade setorial da Aliança Cooperativa Internacional (ACI) representa mais de 200 cooperativas e mútuas em 61 países. Em 2021, essas afiliadas registraram receitas de prêmios superiores a R$ 1,41 trilhões e mantiveram R$ 10,4 trilhões em ativos. Os números demonstram a significativa presença das cooperativas, responsáveis por aproximadamente 30% do mercado global de seguros. A 28ª Conferência ICMIF Américas foi realizada pela primeira vez no Brasil. A Seguros Unimed, braço segurador e financeiro do Sistema Unimed, foi a anfitriã do evento que, este ano, teve como tema “Preenchendo as Lacunas de Proteção”. Apoiada também pelo Sistema OCB, a conferência contou com a participação de 200 representantes de 12 países.

 

 

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[ ![Missão RECM promove prospecção de negócios com a Índia](https://somoscooperativismo.coop.br/images/noticias/thumbnails/thumb_miss-c3-a3o-recm-c3-adndia.webp)](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-representacao/miss-o-recm-promove-prospec-o-de-neg-cios-com-a-ndia)

 07/11/2023

####  [ Missão RECM promove prospecção de negócios com a Índia ](https://somoscooperativismo.coop.br/noticias-representacao/miss-o-recm-promove-prospec-o-de-neg-cios-com-a-ndia) 

 A Reunião Especializada de Cooperativas do Mercosul (RECM) está realizando sua 3ª missão conjunta de prospecção comercial. Desta vez, os países escolhidos são Índia, Singapura e Filipinas. A comitiva é formada por 14 representantes do Brasil, entre eles o Sistema OCB, o Ministério da Agricultura e dirigentes de cooperativas do Paraguai, Uruguai e Argentina. O primeiro país visitado foi a Índia, no período de 29 de outubro a 3 de novembro. O cronograma incluiu reuniões com autoridades governamentais indianas, cooperativas locais e encontros com entidades e empresas do setor cooperativo e de agricultura. O intuito da missão é fortalecer os laços comerciais e a cooperação entre os países membros do bloco econômico latino-americano, por isso, a delegação brasileira conheceu também a Embaixada do Brasil e o embaixador Kenneth Nóbrega, que tem sido um defensor ativo da promoção dos produtos de cooperativas brasileiras na Índia. A União Cooperativa Nacional da Índia (NCUI), uma organização parceira do Sistema OCB no país asiático foi uma das entidades visitadas. A NCUI representa todos os ramos do cooperativismo indiano e promove o desenvolvimento e a representação do movimento a nível nacional e internacional. Os participantes tiveram ainda uma reunião com a InvestIndia, organização indiana que promove investimentos e modelos de negócios. No encontro, se discutiu a oportunidade de negócios entre o Mercosul e o país anfitrião. O Ministério da Agricultura e Bem-Estar dos Agricultores da Índia também recebeu uma visita para discutir a cooperação internacional no setor agropecuário. Em outra agenda, a delegação pôde conversar com a Federação Indiana das Câmaras de Comércio e Indústrias (FICCI), a maior e mais antiga organização relacionada a negócios da região indiana, com mais de 2,5 milhões de empresas em todo o país. Por fim, foi realizada uma reunião com a Divisão de Desenvolvimento Cooperativo do Ministério da Cooperação da Índia, responsável por promover assuntos de cooperação e cooperativas no país. Para a analista de negócios do Sistema OCB, Layanne Vasconcellos, a passagem pela Índia rendeu dias frutíferos e que permitiram consolidar entendimentos sobre as oportunidades e desafios para acessar o mercado do país. Ela acredita que o conhecimento sobre os hábitos de consumo e cultura locais será primordial para desenvolver estratégias que atendam os interesses do público consumidor. "Mente aberta, persistência e um bom parceiro de negócios podem fazer toda a diferença. Essa troca de conhecimento fortaleceu nossa visão sobre o potencial do cooperativismo brasileiro no mercado externo", declarou. Oportunidades A Índia se tornou em 2023 a maior população do planeta, com 1,4 bilhões de habitantes. O país vive uma grande expansão econômica e o comércio bilateral com o Brasil tem crescido significativamente nos últimos anos. O país também vive uma transição no setor varejista, que vem passando das lojas tradicionais ao comércio eletrônico. Conforme explica Layanne, entender como está ocorrendo essa transição e como beneficiar-se dela pode ser um elemento diferenciador na hora de exportar ao país. Entre as principais oportunidades para o Brasil estão as farinhas em geral, o azeite de soja, gergelim, legumes, grão-de-bico, maçã, nozes, polpas de açaí e cupuaçu. O mercado também é favorável para a cachaça e o vinho.

 

 

 

 

 

 





















Vanguardista, o Ramo Consumo deu origem ao movimento cooperativista na Inglaterra em 1844. Ele reúne, tradicionalmente, as cooperativas destinadas à compra em comum de produtos e/ou serviços para seus cooperados, como os supermercados e as farmácias cooperativas. O propósito do ramo é um só: somar o poder de compra de todos, reduzindo custos e oferecendo melhor atendimento aos cooperados. Também fazem parte cooperativas formadas por pais para a contratação de serviços educacionais e aquelas de consumo de serviços turísticos.

















Descubra aqui quem trabalha para representar da melhor forma o seu ramo dentro do cooperativismo.





























![Ramo consumo](https://somoscooperativismo.coop.br/media/com_sppagebuilder/placeholder/consumo.webp)















Descubra como as cooperativas de consumo oferecem produtos e serviços de qualidade, com preços justos e benefícios coletivos.
